O começo ficará um pouco longo, mas garanto que vai valer a pena lê-lo...
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Eu estava parada, olhando para o meu reflexo no espelho de corpo inteiro do meu quarto. Era o fim do dia, o divórcio tinha sido finalizado. Eu estava deprimida enquanto olhava para o meu corpo nu no espelho. Eu Danielle, tinha 33 anos, estava solteira novamente, com um filho, e não gostava do que via no espelho.
Não era ruim, mas também não era bom. Eu tinha um corpo razoável, usava sutiã tamanho um pouco maior que o bojo M, 1,65 de altura e pesava um pouco mais de 63 kg. Sentei na cama e fiquei pensando por um tempo.
Enquanto estava sentada, ouvi uma batida na porta. Corri, vesti um roupão e abri a porta. Meu filho de quinze anos olhou para mim.
"Posso tomar sorvete mãe?"
Ele parecia nervoso e cansado do dia. Assenti com a cabeça, peguei sua mão e fui até a cozinha, onde fiquei sentada observando-o comer.
Ele olhou para mim.
"Você está bem, mamãe?", perguntou, parecendo preocupado.
— Estou bem, Luca, consegui sussurrar. "Eu só..."
Ele sorriu para mim.
"Está tudo bem, mãe, estamos juntos... pelo menos."
Sorri com isso enquanto ele se levantava e ia para o quarto dele. Voltei para o meu quarto, me joguei na cama e dormi.
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Eu havia parado de me sentir mal comigo mesma, principalmente com o passar dos dias. Eu passava a maior parte do tempo trabalhando ou dirigindo enquanto meu filho estava na escola. Decidi que eu realmente não estava vivendo e queria mudar as coisas. Enquanto dirigia para casa no meu horário de almoço, olhei para a academia que havia sido construída um ano antes. Parei o carro. Eu sabia que, se quisesse mudar, precisava começar de algum lugar, me inscrevi fui duas vezes e depois parei.
***-***-***-***
Com o passar dos dias, comecei a me sentir melhor, tão bem que pensei "que se dane" e fui à academia novamente. Me perguntaram se eu ia fazer aula de Zumba e eu assenti, entrei. A música estava alta e havia mulheres e homens de todas as idades pulando no ritmo enquanto a instrutora gritava comandos.
Eu não me saí muito bem, mas gostei e me diverti. No final da aula, quando eu estava saindo, uma garota de uns 22 anos me perguntou se eu era nova. Eu disse que sim e ela me deu as boas-vindas. Enquanto eu me afastava, ela disse "te vejo amanhã?". Eu me virei, sorri e assenti.
Enquanto dirigia para casa, me senti bem, pela primeira vez em muito tempo, me senti bem comigo mesma, corri para casa, tomei um banho e me olhei no espelho novamente, não feliz com o que via. Eu sabia que podia mudar se quisesse... e eu queria mudar.
No dia seguinte à aula, Gina, a garota que conversou comigo no dia anterior, me apresentou a algumas outras pessoas que frequentavam a aula regularmente. Havia Antônia, de 25 anos e recém-casada, Sheila, de 30 anos também casada, e Tania, solteira, de 26 anos. Todas elas mais novas e tinham corpos muito melhores que o meu. Elas me perguntaram se eu queria me juntar a elas por um tempo.
Eu não fazia ideia do que isso significava, fomos para a área de musculação e elas me instruíram e me ajudaram a aprender a levantar pesos. Passamos a maior parte do tempo conversando e rindo, e eu nunca tinha sentido tanta dor muscular na minha vida.
Meu filho estava de férias da escola e passava a maior parte do tempo na casa da minha irmã Luana, jogando com meu sobrinho Enzo ou ficando na área de lazer do condomínio com os amigos dele. Eu, por outro lado, comecei a melhorar cada vez mais. Recebi uma carta do meu ex-marido dizendo que ele ia se casar e que eu e o Luca estávamos convidados.
Infelizmente fomos e eu odiei. Odiei ainda mais como meu filho foi tratado. Cerca de três semanas depois, recebi uma ligação do meu ex-marido dizendo que ele estava se mudando para outro estado. Eu estava feliz e triste ao mesmo tempo com isso. Luca parecia não querer ficar com o pai. Fiquei triste por meu filho perder ainda mais o contato com ele.
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Eu já sabia as coreografias de Zumba e adorava. Comecei a ver definição nos meus braços e meu bumbum começou a diminuir. Minhas pernas doíam quase o tempo todo por um tempo, mas isso também passou logo. Eu tinha baixado para (aproximadamente 59 kg) e achava que estava com uma aparência melhor, mas esperava pesar um ou dois quilos a menos. Tania me disse que era peso muscular. Dei risada e ignorei.
Tania explicou que na noite da "nudez" tínhamos que ficar nuas por baixo das leggings, sem calcinha, e que elas iriam ajustar seus tops esportivos tirando o forro ou ficando sem sutiã por baixo da camiseta. Elas riram enquanto planejavam isso. Eu não tinha certeza se queria, mas na quinta-feira seguinte, fiz o que me pediram. Eu podia sentir as leggings apertando minha vagina e nunca me senti tão livre.
Saí para a cozinha enquanto meu filho ficou me observando, ele sorriu mas não disse nada, sorri de volta. Corri para o carro e dirigi até a academia. Eu não conseguia acreditar em como as outras estavam. Eu conseguia ver os homens sorrindo para elas quando entravam.
Eu também conseguia ver os sorrisos nos rostos delas. Eu ficava olhando para elas na aula. Eu conseguia ver os seios delas balançando e se movendo, e também o formato nítido da virilha. Depois da aula, a blusa da Gina estava quase transparente e eu conseguia ver os mamilos rígidos das outras meninas quando saíamos.
A noite sem roupa foi um sucesso. Eu chegava um pouco mais cedo e andava em uma das bicicletas, quase chegando ao orgasmo só de sentir meu clitóris roçando no tecido e no "selim". Eu adorava como os homens olhavam e encaravam quando eu usava o top esportivo. A Tania também nos convenceu a fazer bronzeamento, no salão ao lado da academia. Eu estava me sentindo muito melhor e minha bunda finalmente estava do jeito que eu queria.
Meu filho ficou me olhando um dia. Eu perguntei:
— O quê foi filho?
"Você está bonita, mãe." disse ele:
Corei um pouco, mas me senti lisonjeada, estava exausta e um pouco bêbada depois de ter tomado quase duas taças de vinho com a meninas. Disse ao Luca que ia tomar um banho e entrei na banheira. Deitei-me e fechei os olhos, relaxando quando ouvi uma batida na porta.
"Mãe, seu telefone está tocando", disse Luca do outro lado da porta.
— Deixa tocar, respondi, fechando os olhos.
"Tá bom, mãe", ouvi o Luca murmurar.
— Espera... Luca. Você pode me trazer água com gelo?
"Hum... hã?" Ouvi a porta se abrir um pouco. "O que foi, mãe?"
— Você pode me trazer água com gelo? repeti em tom de brincadeira.
"Tá bom." Ouvi-o sair, voltar e bater na porta, que se abriu lentamente.
"Aqui está." Ele tentou desviar o olhar enquanto segurava meu copo. Eu estava coberta de espuma, então ele não conseguia ver nada, mas eu senti um arrepio.
— Bem, traga isso aqui amor.
Olhei para ele enquanto ele me olhava e percebeu que eu estava parcialmente coberta. Senti meus mamilos endurecerem conforme ele se aproximava e levantei o braço para pegar o copo. Ao fazer isso, senti o ar frio nos meus mamilos enquanto me sentava um pouco e pude ver os olhos do meu filho irem direto para os meus seios.
— Você está bem querido? perguntei. Ele assentiu balançando a cabeça. Quer conversar um pouco?
Não conseguia acreditar que tinha dito isso enquanto olhava para o meu filho.
"Agora?" ele disse com uma voz fraca.
— Claro, por que não?
Sorri enquanto me movia e sentia o ar frio nos meus mamilos enquanto ele desviava o olhar, mas depois olhava para eles. Senti meus mamilos incharem ainda mais na aréola, sabendo que ele podia vê-los. Perguntei sobre as aulas, ele me encarava e começava a falar, embora parecesse desconfortável.
Abaixei-me novamente para não provocá-lo, mas me movia enquanto conversávamos para que ele pudesse ver meus seios. Cheguei até a me acariciar enquanto conversávamos. Eu disse a ele que estava pronta para sair da banheira, então ele saiu. Naquela noite, tive um orgasmo.
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levei meu filho para passar um fim de semana com meus pais, aproveitamos e fomos em um clube local. No começo, estava um pouco nublado, mas depois o sol apareceu, assim como centenas de outras pessoas. Enquanto tomava sol na beira da piscina do clube, comecei a reparar no meu Luca e em como ele estava crescendo. Ele já tinha o início de um abdômen definido naquele corpo esguio. Ele bronzeava com facilidade e eu podia ver meninas, mulheres e até alguns homens olhando para ele enquanto corria por aí. Eu estava feliz por ele ser meu filho. Ele era fofo, aliás, bonito.
Voltamos no domingo. Eu ainda estava indo à academia e, enquanto me vestia para o trabalho, percebi que meu sutiã não estava servindo direito. Parecia estranho e algo estava errado. Experimentei outro e a mesma coisa. Estava muito folgado. Meus seios tinham encolhido! Coloquei um top esportivo, fui trabalhar e depois fui às compras. Descobri que agora eu usava P, o bojo se encaixava perfeitamente.
A mulher que me atendeu disse que entendia e me deu algumas sugestões, ou simplesmente disse para eu não usar sutiã, já que meus seios pareciam firmes o suficiente. Encontrei um tamanho que serviu, comprei alguns.
Fazia um tempo, mas fiquei nua em frente ao espelho e não tinha percebido antes, mas eu havia mudado. Eu tinha emagrecido em alguns lugares, mas estava firme e sem culotes. Estava orgulhosa do que tinha conquistado, mas ainda queria ficar mais firme.
Meus pais deram um valor em dinheiro para meu filho comprar um celular novo, foi seu presente de aniversario de dezesseis anos, comprei um iPhone para ele. Ele queria um e o dinheiro dava para comprar. Quando entreguei o celular novo, meu filho ficou muito feliz e emocionado, comemoramos seu aniversário em uma pizzaria. Luca seus amigos e amigas, as meninas da academia, minha irmã sobrinho e meus pais.
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Certa vez estava conversando com a Tania e ela me contou que elas iam fazer um "dia de spa" e reservar um sábado inteiro para isso... o dia todo. Fiquei super animada. O dia chegou e eu pude relaxar, começando com uma massagem. Mas o que aconteceu depois não foi como eu imaginava. As meninas me inscreveram para uma depilação completa. E quando digo completa, quero dizer completa mesmo: braços, pernas, sobrancelhas, todos os pelos pubianos e também os que crescem ao redor e entre as nádegas.
Quando terminaram, eu só tinha cabelo na cabeça. Tomei um banho de lama com a Tania e a Sheila e percebi que elas também fizeram a depilação completa. Elas disseram que os maridos delas adoraram. Para ser sincera, eu gostei de como elas ficaram. Me senti estranhamente excitada quando todas nos ficamos nuas depois da esfoliação. Senti minha buceta formigando e umedecendo, não sei se alguma delas notaram.
***-***-***-***
Era um dia frio e, depois de chegar da academia, preparei um banho quente. Luca estava me contando sobre um problema de matemática que estava tendo e eu pedi para ele pegar o livro. Quase me esqueci enquanto relaxava na banheira, aproveitando o banho, quando meu filho entrou.
"Ah, desculpa, mãe", disse ele, virando-se para sair.
— É o problema de matemática?. Olhei para ele e ele assentiu.
— Vamos lá, então.
Sentei-me um pouco, meus seios não totalmente expostos, com espuma e bolhas cobrindo minhas aréolas e mamilos.
Luca se aproximou, sorrindo e tentando desviar o olhar novamente. Me senti mais exposta agora que minha buceta estava depilada, mesmo que ele não pudesse vê-la. Ele sorriu para mim, sentou-se na borda da banheira e abriu o livro, mostrando-me o problema.
Pedi para ele resolvê-lo e vi onde ele estava com dificuldade, disse para ele começar de novo e ele começou, enquanto resolvia o problema, ele colocou o livro no colo. Sentei-me para poder ver melhor, expondo os dois seios, sem me importar com oque estava fazendo.
Quando me sentei, vi seus olhos se moverem e congelarem, ele estava olhando diretamente para meus seios, senti um pouco de vergonha, mas me endireitei ainda mais enquanto ele voltava a trabalhar no problema e o resolvia. Vi seu rosto se iluminar quando ele me disse:
"Isso foi fácil mãe"
Ri ao ver seus olhos percorrerem meus seios e meus mamilos agora bem eretos. Sentei-me ali e coloquei a mão sob as bolhas para me masturbar, olhei para meu filho e disse que ele estava indo bem, ele apenas ficou sentado olhando, o que me deixou desconfortável, mas também excitada. Eu não conseguia acreditar que estava deixando meu filho me observar! Isso quase me enlouqueceu.
Comecei a conversar com ele sobre a escola e depois perguntei se ele gostava de alguma garota. Isso encerrou a conversa abruptamente, me fazendo sorrir. Eu não me importava que ele estivesse vendo meus seios e gostasse de como isso me fazia sentir. Quando ele se levantou, vi um volume em seu short de moletom. Eu havia excitado meu filho.
Naquela noite, depois que ele adormeceu, tirei a roupa, deitei na cama, fechei os olhos e comecei a me masturbar, não conseguia tirar o rosto do meu filho da cabeça, por mais que tentasse pensar em qualquer outra pessoa. Eu conseguia ver os olhos dele, o sorriso, e então me lembrei do corpo bronzeado dele no clube. Não consegui me controlar e gozei com tanta força que quase gritei. Depois disso, me senti culpada e suja pelo que tinha acabado de acontecer. Vesti meu pijama e fui dormir.
No dia seguinte, na academia, eu estava conversando com a Gina e a Sheila e, envergonhada, contei a elas que meu filho tinha me visto na banheira. Disse que me sentia meio mal por isso e elas queriam saber mais. Depois da aula, eu estava indo para o meu carro quando todas, menos a Antônia, vieram falar comigo. Como estava frio, entramos todas no meu carro e comecei a contar a história. Elas ficavam me interrompendo e queriam mais detalhes
"Hum-hum", respondeu Gina. "Você tem um rapaz muito bonito Danielle."
"Se ele ficou te olhando, acho que ele se sentiu bem fazendo isso", respondeu Tania
— Ainda o vejo como um menino, eu disse.
"Ah, ele definitivamente é quase um homem", disse Tania. "Ele é bem atraente, você sabe disso, não é?"
Olhei para Tania.
— Atraente? Eu... eu nunca pensei nele dessa forma.
"Hum. Ah, sim. Ombros largos... essas pernas fortes. Estou realmente surpresa que ele não tenha uma namorada querendo pular na cama com ele." disse Sheila.
— Não sei meninas, estou um pouco confusa, precisava desabafar.
Contei tudo enquanto elas estavam sentadas ali. Elas queriam ver as fotos do Luca no clube, então mostrei algumas, e elas sorriram e gemeram um pouco. Gina achou que soava sexy e que ele provavelmente gostou do que viu. Então eu disse a elas que achava que meu filho estava com uma ereção quando saiu. Isso fez todo mundo rir. Gina me contou que seu irmãozinho a via nua com frequência quando ela estava em casa, durante a infância, e que não era nada demais.
Sheila disse que seu sobrinho a tinha visto nua uma ou duas vezes, ela simplesmente considerou um azar para ela e uma sorte para o menino. Isso me deixou mais tranquila. Então, enquanto todas saíam do carro, Gina me perguntou se eu já tinha visto o Luca nu. Eu disse que não, desde que ele tinha uns doze anos. Ela sorriu e disse "ah, talvez você mude de ideia ao vê-lo nu agora com dezesseis anos".
"Você já... sabe... pensou nele enquanto... como posso dizer... se masturbava?" Eu apenas corei.
Elas olharam para mim sorriram maliciosamente e saíram andando. Fiquei chocada com a naturalidade e reação delas quando contei para ela sobre o ocorrido com o Luca.
Liguei para meu filho, que pareceu surpreso, disse que precisava comprar algumas coisas no caminho para casa e que chegaria mais tarde do que o normal. Ele disse que estava tudo bem e que faria o que sempre fazia quando eu ia à academia. Eu estava no corredor do café quando mandei uma mensagem para o Luca perguntando se ele queria alguma coisa. Recebi uma resposta negativa.
Continuei andando pelo corredor quando meu celular tocou. Olhei e era uma mensagem do Luca. Pensando que ele queria alguma coisa, toquei na tela e vi duas fotos. Não olhei muito de perto enquanto caminhava, mas parei e abri uma delas. Quase deixei meu celular cair.
A primeira foto mostrava meu filho completamente nu. Ele estava tirando uma selfie, sorrindo para o celular, com o pênis ereto à mostra. Olhei em volta, pensando que todos tinham visto. Fechei o celular e fiquei olhando em volta, sem me mexer. Eu não sabia o que fazer. Não entendia nada. Me recompus e saí do mercado.
No estacionamento, coloquei o celular no banco e fiquei olhando para ele. Não queria tocá-lo. Eu estava lá por uns 5 minutos, então peguei o celular. Abri-o novamente e vi a selfie do Luca nu. Tremi ao passar para a segunda foto. Era ele completamente nu, tirando uma foto de si mesmo no meu espelho de corpo inteiro. Larguei o celular e liguei o carro. Dirigi por alguns quarteirões e parei. Minha mente estava a mil. Uma parte de mim estava curiosa, mas eu sabia que não devia olhar. Pensei que já tinha olhado, então já tinha visto o que tinha visto.
Peguei o celular de novo e abri a foto novamente. Ampliei e, ao fazer isso, vi que o Luca estava segurando algo na mão. Ampliei mais. Era algo escrito por ele: "Feliz aniversário, Priscila". Olhei para cima com o coração disparado. Meu filho estava mandando mensagens picantes. Fiquei aliviada por não ser para mim, mas quem era Priscila?
Abri a outra foto e a ampliei. Luca estava lá, completamente nu, o pênis dele estava duro. Não havia nenhum pelo ao redor. Os testículos dele tinham descido e pendiam entre as pernas, com uma aparência perfeita, era comprido, quase chegava ao umbigo e grosso talvez uns dezoito centímetros. Era tão perfeito quanto o resto do seu corpo.
Eu fiquei sentada ali, olhando para o meu filho, admirando o seu lindo pau e o seu corpo. Não sei por quanto tempo fiquei olhando, mas uma buzina estridente me trouxe de volta à realidade. Eu não tinha percebido, mas estava me masturbando e dei uma rápida apalpada nos meus mamilos enquanto guardava o celular e dirigia para casa.
— Luca! Cheguei! "gritei ao entrar pela garagem".
"Já vou, mãe!" ele gritou lá de cima.
Senti uma tontura ao me sentar. Minha calça legging estava molhada na virilha e meus mamilos estavam tão duros que quase doíam. Tentei me acalmar enquanto meus filho entrava correndo na cozinha.
"Oi, mãe!" ele disse como se nada tivesse acontecido. Ele estava sorrindo e parecia completamente normal. Eu o observei e ele parou.
"O quê?" Ele olhou para mim. "Derramei alguma coisa em mim?" Ele olhou para a camisa e depois para mim novamente.
"Hum... você está bem, mãe?" Ele olhou para mim.
Saí do transe.
— Ah, sim, estou bem, minha voz foi sumindo. "Olhei para ele..."
— Então... o que você fez hoje à noite?"
"Nada... a mesma coisa de sempre", disse ele com a voz embargada.
— Só estava curiosa. "Sorri", sem saber o que fazer. Mas... eu queria conversar com você um minutinho, tá bom?
"Tá bom, mãe", disse ele, sentando-se à minha frente. "O quê?" Ele sorriu, parecendo curioso. "Sou todo ouvidos."
Peguei meu celular, abri a primeira foto e coloquei-o sobre a mesa para que ele visse.
— Me conta sobre isso.
Ele virou a cabeça, parou e olhou para mim e depois para a foto, ficando vermelho como um pimentão, com a boca fechada e os olhos arregalados. Fiquei sentada, olhando para ele. Percebi que ele estava em pânico. Ficou um silêncio de uns três minutos, o único barulho era o da tv que estava ligada.
Vi que ele não tinha palavras quando abri a outra foto. Ele recostou a cabeça. Ele curvou os ombros, tremendo um pouco.
"Eu... sinto muito", disse ele suavemente. "Eu...?" Foi tudo o que ele conseguiu dizer.
Fiquei sentada em silêncio por mais alguns minutos, sem saber o que dizer.
— Por quê?" foi tudo o que consegui articular.
"O quê...?"
— Só me diga. Eu quero saber.
Eu estava calma, não exatamente brava, mas com uma mistura de emoções. Ele me olhou, mordendo o lábio superior. Não conseguia me encarar.
"Não foi... porque eu... desculpa mãe eu errei..." Foi oque saiu de sua boca".
— Foi alguma promessa ao algo do tipo?, perguntei, e ele confirmou com a cabeça.
— Me diga... eu quero saber. Ele desviou o olhar e depois olhou para mim.
— Quem é Priscila?, não me lembro dela no seu aniversario. Você sabe que pode se meter em muita encrenca, né Luca?
"Eu... sinto muito." Senti meu coração se apertar um pouco por ele, tão vulnerável às minhas perguntas.
Respirei fundo.
— Tudo bem... eu só quero saber.
Ele olhou para mim e eu forcei um sorriso.
— Eu também não estou brava com você... só quero saber. "Ele respirou fundo".
"A Priscila, não e da minha sala, mas estudamos no mesmo horario, ela meio que gosta de mim e... bem... ela queria me ver."
— Te ver? Eu até que entendi. "Continue."
"É aniversário dela e ela perguntou se eu poderia... hum... me ver por inteiro?" Percebi que parte do medo havia sumido de seus olhos.
"Eu não sabia que tinha te enviado aquelas fotos... achei que tinham ido para... droga..." ele parou.
"Eu estava trocando mensagens com ela e... bem, você me mandou mensagem e... eu só..." Ele abaixou a cabeça novamente.
— Você já fez isso antes?
Percebi o medo novamente quando ele assentiu com a cabeça. Senti compaixão pelo meu filho, mas também um pouco de excitação e vergonha, por ter gostado do que vi nas duas fotos.
— Quantas vezes?, perguntei.
"Algumas", respondeu ele, fracamente.
Respirei fundo enquanto olhava para seu pênis ereto e corpo definido na foto. Luca tinha 1.74 de altura e pesava 68 kg.
— Você sabe que não deveria ter feito isso Luca, se os pais dela pegam o celular dela e veem essas fotos, você sabe que quem responderá será eu por ser sua responsável.
"Eu... Não pensei direito mãe, me desculpa?"
— Deixe eu pensar um pouco sobre tudo isso filho, vá para o seu quarto.
Ele tento pegar o celular antes de sair.
— O celular fica ai onde esta.
Ele se virou e saiu, a tela do celular já havia escurecido, fui até a cozinha peguei a garrafa de vinho e uma taça, me servi depois me sentei. O tempo foi se passando, quando percebi a garrafa já estava um pouco abaixo da metade. Ainda estava muito excitada e confusa, a imagem do meu filho nu de pau duro não saia da minha cabeça, ele estava tão perto de mim, minha curiosidade em querer vê-lo nu pessoalmente só aumentava. O vinho me deu coragem.
— Luca, desça aqui, vamos continuar nossa conversa, gritei enquanto voltava para a sala cambaleando.
Ele desceu as escadas lentamente cabisbaixo.
— Sente-se aqui do meu lado filho.
Ele me olhou completamente confuso. Olhou para mim, depois para o celular. Depois para mim novamente, enquanto sua boca se abria, mas nada saiu.
— A Priscila te mandou alguma foto dela? Nua, quero dizer.
"Não... não totalmente", disse ele, ainda confuso.
— Posso ver o que ela mandou?
Luca levantou-se e pegou o celular. Abriu na tela e viu a foto. Havia uma selfie do rosto dela e mais algumas. Depois, uma em que ela segurava o celular de topless. Olhei para os seios dela, que estavam antes da fase final de formação, eram grandes, e senti uma pontada de excitação por algum motivo. A próxima era dela no banheiro, só de calcinha. Fiquei olhando fixamente e aumentei a foto enquanto observava a garota.
— Uau... Ela é bonita, ela tem mesmo só dezesseis anos?.
Luca assentiu enquanto eu o olhava, ela parecia mais velha, percebi que ele estava perdido em seus pensamentos, eu também estava perdida, mas parecia estar em outra dimensão. Então, de algum lugar no fundo da minha mente, as palavras simplesmente saíram.
— Filho... Você me mostraria como você fez antes de tirar a foto e envia-la?,
Acho que fiquei roxa nesse momento. Mas as palavras já haviam sido ditas para ele.
Ele ergueu a cabeça bruscamente
"Espera... o quê?", perguntou, olhando para mim, realmente confuso.
"Isso é...?" Ele apenas me encarou.
"Espera... você não está brava?" "Você... tudo bem isso?" Ele olhou para mim.
Eu não tinha certeza do que dizer ou mesmo do que estava pensando enquanto o encarava.
— Sim estou brava. Mas... Acho que fiquei curiosa... Você não precisa fazer se não quiser querido.
Tentei dar essa desculpa esfarrapada, mas estava tão excitada e com vontade de vê-lo pelado só para mim.
— Acho que podemos fazer melhor. Quer mandar algo melhor para ela?, Olhei para o meu filho.
"Mãe?" Ele me olhou confuso. "Você está..." Sua voz foi diminuindo. Eu não conseguia acreditar no que estava dizendo.
— Posso tirar algumas fotos suas e..." Parei e olhei para ele. "Nuas, se quiser."
Ele apenas me olhou enquanto movia a mão. Era onde eu não conseguia ver, mas acho que ele estava ajustando o pênis.
"Você quer dizer...?"
Assenti e sorri enquanto uma parte de mim dizia "sim, faça isso" e a outra dizia "pare, não, você não pode." Eu estava prestes a dizer que estava brincando novamente quando olhei para as fotos do Luca mais uma vez. Eu queria vê-lo de verdade. Eu queria vê-lo pelado, eu não pretendia mandar suas fotos para ninguém. Ele e meu filho não queria dividi-lo com uma pirralha de escola. Ele corou.
"Mãe? Você realmente faria isso?" Eu me vi assentindo com a cabeça.
Falei baixinho, meu corpo e minha mente incertos do que estava acontecendo, enquanto me lembrava das histórias de Gina e Sheila.
— Vá tirar a roupa no seu quarto e volte para a... Sala de estar, eu disse, tremendo um pouco, sabendo o quão tabu aquilo poderia ser.
Luca se levantou, saiu da sala, parou e olhou por cima do ombro para mim. Seu rosto perfeito parecia confuso enquanto ele se afastava.
Respirei fundo, sem saber o que estava fazendo. Luca tinha ido embora e talvez não voltasse, e de manhã poderíamos esquecer a noite toda. O esperei com minha mente trabalhava a mil.
"Mãe?"
Olhei para cima e vi meu filho parado ali, escondendo seu pau com as mãos, fique ali e tire as mãos da frente filho, seu paus estava um pouco ereto, seu corpo sem pelos e seu pênis perfeito eram quase demais para assimilar. Fiquei ali, observando-o: seu pau, seus testículos, sua barriga lisa, suas pernas e braços firmes. Ele estava corado, mas eu podia ver que também estava orgulhoso.
"Mãe?" Isso me tirou do transe, enquanto eu olhava para o corpo mais perfeito que já tinha visto.
Limpei a garganta.
— Vá... fique perto da porta, foi tudo o que consegui dizer. Sua bundinha firme se mexia enquanto ele caminhava.
Ele parou enquanto eu pegava o celular dele, abria a câmera.
— Filho, tente deixa-lo igual estava na foto, você consegue?
"Hum... acho que sim mãe"
Dei um tempo para ele, sua mão começou a acariciar e massageá-lo, não demorou muito e seu pau estava totalmente ereto, fiquei surpresa com oque vi. Ele ficou parado ali, depois se virou, seu pau, tão comprido quanto o do meu ex-marido, apontava para o teto, pulsando e balançando um pouco. Quando ele puxou toda pele para baixo, a glande ficou exposta, tão bonita, toda rosada. Salivei muito.
"O que faço... Agora?"
— Nada querido, você esta perfeito, mas não cubra seu... Com as mãos, isso mesmo.
Ele me olhava, me encarando. Senti o tecido entre minhas pernas grudar na minha umidade. Tirei outra foto dele. Eu estava ofegante.
— Sente-se no braço daquela cadeira e incline-se um pouco para trás.
Enquanto ele fazia isso, seu pau batia na barriga e seus testículos pendiam entre as pernas abertas, seu abdômen se contraiu enquanto eu tirava cinco fotos. Fiz com que ele ficasse em pé e depois deitasse. Fiz com que ele se sentasse com as pernas bem abertas, seus testículos pendendo para fora da beirada do sofá. Tirei mais fotos enquanto meu filho começava a se sentir mais à vontade. Ele estava sorrindo e até conversando comigo enquanto eu tirava fotos obscenas do meu próprio filho nu.
Eu o fiz fazer algumas flexões enquanto tirava fotos. Fotografei por trás sua bunda firme e bonita e o saco escrotal balançando abaixo. Minha mente estava em êxtase. Não consegui evitar me masturbar algumas vezes enquanto meu filho começava a fazer gestos obscenos com os quadris, seu pau duro balançando no ar. Eu estava hipnotizada olhando para seu pau duro.
"Mãe?"
Ele olhou para mim enquanto eu saía do meu êxtase momentâneo.
"Deveríamos mandar algumas fotos para a Priscila agora?" Isso me trouxe de volta à realidade.
— Venha aqui dar uma olhada primeiro, ok?
Sorri enquanto meu filho nu se aproximava e ficava ao meu lado. Eu podia sentir o calor do seu corpo enquanto rolava as fotos. Achei que ele estava bonito na maioria delas, mas ele escolheu duas para enviar para ela.
— Espere, eu disse a ele. "Antes de enviar as fotos..."
— Diga a ela que você também quer vê-la por inteiro. É justo.
Ele assentiu enquanto digitava. Eu apenas olhei para o seu pênis ereto e soube que isso tinha mudado nosso relacionamento. Eu queria muito senti-lo. Acariciar sua pele macia e sentir aquele pênis longo e grosso, que era grande demais para a idade dele.
"Eu enviei a mensagem", ele disse, olhando para mim.
Depois se abaixou e deu algumas carícias no próprio pênis que quase me levaram ao clímax.
Olhei para meu filho nu e pigarreei.
— Luca?, ele olhou para mim. Você sabe que isso é... Ele assentiu.
— Talvez seja melhor conversarmos, ok? Ele me olhou enquanto se sentava.
"O que foi, mãe?" Seu rosto se iluminou.
— Hum... bem... você sabe que as mães geralmente não fazem o que estamos fazendo, né?
Ele olhou para mim e assentiu. Fiquei sem palavras. Fiz uma pausa por um momento.
— Você não se importa que eu te veja assim... quer dizer, nu e...?
"Duro?" Ele completou minha frase. Assenti.
"Eu meio que gosto", disse ele suavemente. "Quer dizer... eu gosto de ser visto, eu acho e..." Ele fez uma pausa. "É meio estranho, mãe, mas... eu... estou bem. E você?"
Fiquei sentada olhando para ele quando o celular dele tocou e ele rapidamente olhou para a tela.
"É a Priscila", ele sorriu.
— O que ela disse? Ele leu a mensagem para mim.
"Tão gostoso. Você fica lindo nu. Adoro seu pau, tão grande e bonito. ??" Dei uma risadinha.
— Você fica lindo nu mesmo, "concordei com a Priscila"
"Hum... mãe?"
Ele olhou para mim quando o celular tocou de novo e ele olhou para baixo. Eu pude ver o pau dele ficar ainda mais duro.
"Olha, mãe", ele me entregou o celular. Priscila tinha tirado uma foto completamente nua. Eu gemi ao olhar para as protuberâncias sob as aréolas e os mamilos duros que logo se tornariam seios completos. Seu corpo já estava bronzeado, exceto pelas pequenas partes cobertas pelo biquíni. Ela era magra e tinha um corpo gostoso para uma menina de dezesseis anos.
Olhei para sua vagina depilada, inchada com uma fenda profunda. Outra foto apareceu. Era um close da sua vagina, suas pernas bem abertas, a pele lisa e impecável, sem um pelo à vista. Seu pequeno clitóris estava saliente.
— Luca... tenho certeza que isso é para você.
Ele se aproximou enquanto eu segurava o celular; seu pênis roçou na minha perna e ele se mexeu um pouco enquanto olhava para a vagina aberta dela. Ele se masturbou algumas vezes enquanto a olhava.
— Quer mandar uma, Talvez um close do seu pau? Olhei para ele enquanto assentia.
Rapidamente tirei uma foto do pau dele em close e mandei para Priscila, mas escolhi a opção de "visualização única". O que recebemos de volta me surpreendeu. Era um vídeo curto dela nua, com as pernas bem abertas, dizendo: "Quero seu pau aqui." Ela então pegou uma escova de cabelo e enfiou o cabo na sua vagina.
Luca gemeu enquanto nós dois olhávamos para aquilo, sua mão acariciando o pau enquanto gemia. Eu não consegui me conter. Enquanto ele segurava o telefone, peguei o pau dele na minha mão enquanto ele inspirava profundamente, olhando para minha mão, para mim e para o telefone. Eu só tinha acariciado o pau dele algumas vezes antes que ele arqueasse os quadris e gozasse.
Segurei o pau dele enquanto o esperma voava por uma longa distancia à sua frente. Senti o pau liso e duro e a pele macia enquanto ele olhava para a garota nua se masturbando com o cabo de uma escova de cabelo. Desci minha mão até o saco escrotal, sentindo como era liso e como estava quente. Soltei-o enquanto ele gemia.
"Mãe." Ele ofegava enquanto me olhava. "Eu... eu..."
— Tudo bem amor.
Olhei para ele, seu pau vazando esperma ainda duro.
— É melhor eu pegar uma toalha.
Saí da sala de estar com a cabeça girando, meus sentimentos confusos. Eu tinha acabado de masturbar meu filho e ajudá-lo a mandar mensagens eróticas para uma garota. Que tipo de mãe eu era?
Voltei com a toalha enquanto meu filho olhava para o celular, seu pênis ainda meio duro, seu corpo nu agora gravado em minha mente para sempre. Peguei a toalha e me abaixei para limpar o sêmen do seu pau.
"Eu posso fazer isso, mãe."
Luca veio até mim, pegou a toalha e limpou-se enquanto eu me levantava e o olhava. Ele terminou e então segurou a toalha.
"E agora?"
Foi então que me senti um pouco culpada pelo que estávamos fazendo, mas também era a coisa mais erótica que eu conseguia me lembrar de ter feito e eu gostei.
— Bem. Peguei a toalha. "Preciso lavar isso e acho melhor tomar um banho... Eu estava na academia, sabia?"
Luca assentiu enquanto me olhava.
"Tá bom", ele disse.
Me virei e saí andando.
— Não mande mais fotos para a Priscila, tá?
"Ok, mãe." Olhei para trás enquanto ele acariciava o pênis novamente.
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Coloquei uma leva de roupa na máquina de lavar e corri para o meu quarto. Estava com calor e excitada. Não fechei a porta completamente, na esperança de que meu filho talvez me espiasse ou entrasse enquanto eu me despia. Larguei o celular enquanto me sentava na cama, mas depois o peguei de novo. Algo me ocorreu. Então, pesquisei no Google:
"Nudez na frente de familiares". Apareceu um grupo do Yahoo e eu o abri e li algumas mensagens. Algumas diziam que era normal, outras que não era nada demais, e algumas disseram que nunca tinham feito isso. Uma mensagem me chamou a atenção: um irmão e uma irmã que ficavam nus em uma família nudista. Eu sabia sobre nudismo, mas não muito. Pensei que não seria tão ruim ver o Luca nu, então.
Sorri para mim mesma enquanto largava o celular e me despia. Me olhei no espelho. Eu tinha mudado. Agora pesava entre 55 e 56 quilos, meus seios não eram tão grandes quanto antes e eu ainda estava excitada, meus mamilos duros nas minhas aréolas maiores. Minha barriga estava lisa e definida, e meus quadris curvilíneos.
Minha Buceta estava completamente depilada, meus lábios inchados e entreabertos. Eu estava orgulhosa por não ter mais culotes e minhas pernas pareciam tonificadas e esbeltas. Sorri enquanto ia para o chuveiro, liguei a água e entrei. Senti meu corpo relaxar um pouco enquanto me ensaboava, sentindo meus mamilos duros que estavam ansiosos para serem tocados, então minha outra mão desceu até minha xoxota enquanto eu imaginava meu filho nu. Abri meus lábios vaginais enquanto meu corpo estremecia, a sensação de prazer percorrendo meu corpo enquanto eu gemia no chuveiro.
"Mãe? Você... está bem?"
Abri meus olhos e olhei para meu filho nu enquanto ele me olhava através do vidro do box. Tirei minhas mãos da minha vagina e dos meus seios e corei um pouco, virando-me.
— Eu... eu estou bem, consegui dizer enquanto olhava para meu filho me olhando.
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Desculpa ter apagado a segunda parte, mas o site não liberava a primeira parte. Para deixar meus contos em ordem. Postarei um por vez...
Continua...





Que mãe maravilhosa você é
Ual adorei...
Pessoal! Tenho uma história entre eu e minha mãe que vem acontecendo. Nós estamos transando a 2 anos, eu 35 anos e ela 67, se alguém tiver interesse ou quiser alguma dica. Manda mensagem aqui ou chama do app Zangi, meu número lá é 6865550615