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O sol brilhava através das janelas enquanto me sentava para tomar meu café, eu estava pensando no que tinha acontecido e em como me sentia culpada, eu poderia
ainda visualizar o corpo nu do meu filho sobre o meu, enquanto fechava os olhos. Li em silêncio uma revista enquanto tomava meu café e, imaginando o que o dia me reservaria.
Ainda era cedo, cedo o suficiente para saber que meu filho ainda estaria dormindo, eu sabia que nos finais de semana, ele poderia dormir até tarde. Mesmo assim, estava nervosa e não tinha certeza de como tudo isso ficaria quando ele acordasse, eu poderia justificar o quê tínhamos feito?. No fundo sabia que o que fizemos não estava certo. Olhei para baixo e folheei a revista e nem me lembrava do que estava lendo mais, ajustei minha camisola, vesti o roupão e apertei o cinto enquanto continuava a ler.
Todo aquele excesso de informações da noite anterior, meu filho enviando nudes para uma menina. Ele brincando com o primo e o amigo, jamais me imaginei saber de tudo isso e agir naturalmente e ainda por cima, ficando excitada, acho que depois da minha separação, focando mais em mim, cuidando do meu corpo, a convivência com as meninas na academia.
Tudo isso ativou algo oculto dentro de mim, será que meu filho era bissexual? Tudo isso na me importava, se meu sobrinho quis brincar com o pênis e o amigo também, e ele deixou, acho que são coisas que meninos da idade deles fazem se auto descobrindo sexualmente. Na minha idade fiquei excitada com as minhas amigas da academia, e olhando a foto da Priscila nua.
Tudo aquilo era uma loucura desenfreada. Ouvi a voz do meu filho interrompendo meus pensamentos.
"Mãe?"
Olhei para cima e vi o Luca parado ali completamente nu, com o cabelo despenteado.
e seus olhos ainda estavam semicerrados. Seu pau estava completamente ereto e se movia junto com o seu corpo, meu coração batia forte enquanto ele estava ali parado, eu podia sentir meu clitóris ficando rígido e pulsante enquanto olhava para ele. Não tinha certeza do que fazer.
"Mãe?" Ele esfregou os olhos e sorriu para mim.
"Ainda temos mussarela e presunto?"
— Sim, tem dois pães prontos na assadeira.
Minha voz estava fraca enquanto eu apenas encarava meu filho nu, ele passou por mim a caminho da geladeira, meus olhos seguiram sua bunda firme enquanto ele se movia, eu apenas observei meu garoto. Um pênis grosso e duro abriu caminho, observei enquanto ele pegava um copo e servia um pouco de suco, e voltou e se sentou a mesa.
"Bom dia, mãe." Ele sorriu, bocejou e tomou um gole de suco.
Eu não fazia ideia de que ele andaria nu por aí, eu não fazia ideia de que tipo de
efeito isso teria sobre mim, estava me perguntando que tipo de sentimentos ele tinha, minha mente estava confusa, não tinha ideia do que fazer, mas precisávamos fazer algo.
"Luca?" o chamei enquanto ele me olhava.
— Acho que precisamos conversar, sobre o que aconteceu ontem à noite.
"Tá bom, mãe." Ela me olhou um pouco preocupado.
— Você está bem filho? perguntei após uma longa pausa.
Ele assentiu com a cabeça.
Eu precisava pensar em algo, pois isso não era normal, eu tinha um adolescente nu de dezesseis anos sentado do outro lado da mesa, é tinha certeza de que isso era algo que realmente não acontecia com muita gente.
— Sobre a noite passada. É algo que não podemos contar... Acho que você já sabe disso, mas e bom confirmar, e sobre você andar assim pela casa, não pode ser recorrente, uma vez ou outra, quando a casa estiver totalmente fechada, posso até aceitar, mas isso não pode virar rotina, ok?
"O que você quer dizer, mãe?. Bem... Fiz uma pausa.
— A maioria das famílias não fazem o que nós fizemos. Você entende né?
"Ah, sim, entendo." Ele sorriu.
— Não acho que seus amigos fiquem nus com as mães deles." Ele me deu uma rápida olhada — Bem, tenho certeza que não, mas não quero que você conte a ninguém sobre isso. Nem pro seu primo Enzo entendeu?
"Tudo bem mãe, eu entendo"
— Tudo bem amor. Vai ser o nosso segredo.
— Você... Você pensou no o que fizemos?, perguntei a ele.
"Pensei sim mãe. Foi muito bom e divertido." Ele sorriu para mim enquanto se levantava. Seu pau ainda estava duro.
— Você não se importa de ficar nu perto de mim, Luca?, perguntei enquanto o observava.
"Você quer que eu vista alguma coisa?" Isso me pegou um pouco de surpresa.
— Você quer?. Ele olhou para mim e balançou a cabeça negativamente.
"Gosto de ficar assim. Ele sorriu enquanto acariciava seu pau.
— Certo. Respirei fundo. "Precisamos adicionar algumas regras. Certo?" Ele assentiu e olhou para mim.
— O que fizemos ontem à noite não foi ruim, Mas nem todas as mães fazem isso com seus filhos. Quero dizer, algumas famílias são mais unidas e próximas do que outras, algumas famílias se abraçam, outras não. Algumas famílias fazem oque fizemos ontem. E outras não, isso e um tabu. O incesto em si. é foi exatamente isso que fizemos filho.
Ele apenas olhou para mim enquanto eu limpei a garganta.
— Primeiro, não podemos contar a ninguém que ficamos nus juntos, quando digo ninguém e ninguém mesmo. Em segundo lugar, se você fizer alguma coisa com seu primo Enzo ou algum amiguinho diferente, você precisa me contar tudo sem segredos. Você entendeu Luca?
"Entendi mãe, o Enzo se ele vier aqui em casa, e quiser fazer você sabe..."
— Brincar com o seu pau?
"Isso mesmo, tem algum problema?"
Fiquei pensando em uma resposta plausível, coloquei minha mão abaixo do queixo e nada vinha na minha mente.
— Sim filho, acho que e melhor aqui em casa do que na casa da minha irmã, se ela pega vocês fazendo isso lá, ela ia fazer o maior barraco, o seu pai, meus pais se envolveriam e toda família.
"Que bom então"
— Se alguém estiver por perto, como amigos, seu pai, nossos familiares, seus avós, suas tias, tios, primos e primas ou alguém assim, temos que estar vestidos adequadamente, e nada de conversas sobre sexo.
Olhei para ele enquanto ele assentia com a cabeça.
"Posso dormir nu?", perguntou ele. "Quer dizer, se formos só nós dois aqui?"
— Sim, mas você não precisa dormir nu se não quiser, mas você tem que..."Parei, pois não sabia aonde isso ia dar." Seria melhor se você não se despisse fora do seu quarto antes de você ir para a cama.
"Tudo bem, mãe", ele disse. "Já terminamos?" Eu pude vê-lo corar.
— Ainda não amor. Preciso te perguntar sobre a outra coisa... Você sabe o que fizemos. Eu... Eu... Não queria que as coisas terminassem assim.
"Tudo bem. Eu gostei do que fizemos mãe." Sua voz foi diminuindo. "Eu gostei de tudo que fizemos ontem"
Percebi que ele estava nervoso.
— Eu sei. Nunca senti nada parecido antes. Quero que você saiba.
Que eu te amo, que eu nunca te machucaria e que você é especial para mim meu menino e...
"Eu sei, mãe." Ele deu uma risadinha e revirou os olhos levemente.
— Só não conte para ninguém, tá bom meu amor?
"Podemos fazer isso de novo?" Eu conseguia ver a esperança em seus olhos.
— Hum... Veremos. Eu sorri.
Senti como se meus pensamentos simplesmente se dissipassem, meu filho estava bem, apesar de tudo o que havia acontecido. Me senti mais relaxada.
"Então, preciso me vestir agora?" Ele olhou para mim.
— Acho que sim... a menos que você queira algum tipo de ajuda da sua mãe amor." Eu ri e passei a língua nos meus lábios.
"Mãe!" Ele riu também. "Quer dizer que eu posso?"
— Vem aqui na mamãe filho!
Segurei o pau dele e cheirei profundamente com os olhos fechados. Minha respiração quente fez o pênis dele se contrair, cheiro bom e agradável, beijei a cabeça e desci para seus testículos, dei uma longa e lenta lambida dos testículos à glande. Girei a língua ao redor da glande, encharcando o pau dele com minha saliva.
Luca gemeu, enquanto eu devorava o pau dele o abocanhando, comecei a movimentar minha cabeça para frente e para trás, com o pênis dele pulsando em minha boca. Sorri com o pau do meu filho na boca enquanto o via gemer de prazer.
"Mãe... Oohhhh... Vai mãeee... Ahhhhggghhh...."
Jatos do seu sêmen inundaram minha boca, fazendo-me esforçar para engolir tudo, achei o gosto bem agradável e suave. Luca gemia enquanto suguei a ultima gota com força de sua grande inchada.
— Parece que você gostou do meu serviço amor.
"Uau mãe, você e incrível. Você e demais Mãe..."
— Sei meu menino safado, agora termine de tomar seu café da manhã, tenho compromisso hoje.
"Vou terminar agora, estou faminto" Ele sorriu e tomou um longo gole do seu suco.
Consegui engolir tudo, limpei os cantos da minha boca e dei um beijo nos lábios do meu filho.
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Eu dei um pulo quando meu telefone tocou, peguei e vi o nome. Era minha irmã, ela estava me esperando na casa dela, íamos fazer compras.
— Luca porque você não convida seu primo para vir ficar aqui com você, vou sair com sua tia, vamos fazer comprar e fazer as unhas hoje.
"Vou ver isso depois mãe, acho que vou ir na praça primeiro com os meninos"
— Você decide querido, beijo até depois. Juízo e nada de falar sobre essas coisas com ninguém!
"Esta bem mãe, eu prometo"
— Muito bom!
Eu ia correr e estava atrasada. Me apressei, me vesti e saí, graças as Deus minha irmã não desconfiava de nada sobre o Enzo e o Luca, quando cheguei em casa depois de passa algumas horas com ela fui ao computador pesquisar "famílias nuas" online. Li algo sobre incesto, a quantidade de coisas que você consegue achar hoje em dia e imensa, Obvio 90% era mentira.
Os dias seguintes foram menos agitados, mas fui mais cuidadosa, sentia muita culpa, não fiquei nua na presença dele, estava tentando deixar tudo aquilo para trás, me ocupava com o trabalho e a academia, não contei para as meninas que havia transado com meu filho. Eu mantive as fotos que meu filho me enviou por engano e as outras que tirei dele, mas apagamos as do celular dele inclusive as da Priscila nua e o vídeo que ela havia enviado.
Eu o peguei algumas vezes se masturbando no quarto dele, mesmo tentada o deixei em paz. Eu não tinha certeza do que havia de errado comigo ou se eu estava apenas confusa, confesso que ele me excitava de forma única e especial. Eu queria dizer a alguém que gostava de olhar para o meu filho, mas não conseguia pensar em quem confiar. Acho que minhas amigas mais próximas agora eram as garotas da academia. Quase contei tudo para Gina e Sheila, elas eram as mais ousadas e safadas da turma, mas pensei melhor e não tive coragem.
Certa manhã, Luca acordou mais cedo, ele me disse que ia andar
de bicicleta com os amigos, concordei e antes de sair, ele me deu um beijo nos lábios, aquilo me excitou, mas não deixei transparecer agi normalmente até ele sair,
isso me deu um tempo para mim, fui para o meu quarto e fiquei nua, deitei na cama, peguei meu celular e abri as fotos do meu filho nu. Olhei para a foto dele enquanto
brincava com minha buceta. Eu estava perdida em lembranças do que tínhamos feito e me perguntava por quê?.
Eu negava os sentimentos que tinha pelo meu filho, mesmo sabendo que eles eram reais, me masturbei e tive dois ótimos orgasmos. Fiquei deitada ali pensando por um tempo, antes de me levantar e começar meu dia. Na verdade, não foi tão ruim assim.
Sinceramente, senti uma sensação de liberdade, me recuperei da minha sessão de masturbação, me vesti com um vestido velho e calcinha fio dental e fui cuidar dos meus afazeres.
Coloquei a roupa na maquina, achei duas calcinhas minha em baixo do travesseiro do meu filho impregnadas com o cheiro do esperma dele, depois lavei a louça e fui tomar uma taça de vinho na sala, coloquei uma serie boba na Netflix e relaxei, troquei algumas mensagens com as meninas e me masturbei mais uma vez olhando as fotos do meu filho, estava com tesão e me sentindo safada.
Tomei duas taças de vinho, meu estomago estava vazio, achei melhor parar e comer alguma coisa, fui para a cozinha, peguei dois files de frango na geladeira e coloquei em cima da bancada, separei tomate e cebola para fazer uma sala, tinha arroz na geladeira da janta da noite anterior. Enquanto estava lavando os tomates, fui surpreendida pela aparição do meu filho na cozinha.
Ele se aproximou e me abraçou por trás. "Boa tarde, mamãe", ele disse.
Seus braços estavam em volta da minha cintura, logo abaixo dos meus seios, enquanto ele me abraçava por trás.
— Boa tarde, meu bem... tudo bem? perguntei, tentando evitar olhar para ele.
Nesse instante, senti seus braços me apertarem pela cintura e sua virilha pressionando minhas nádegas. Não apenas a virilha, mas senti uma ereção nítida, inconfundível! Como eu estava usando um vestido fino apenas, senti toda a força da ereção do meu filho!
Soltei os tomates e me agarrei ao balcão.
— Filho, oque aconteceu quando você estava com seus amigos para você chegar em casa assim... com seu pênis duro?
"Só estávamos conversando mãe, depois a Priscila chegou com a Fernanda, eu me lembrei das fotos e o vídeo que ela me enviou, ela falou que quer me dá, perguntou quanto eu ficaria sozinho aqui em casa"
— Isso deixou você nesse estado colossal Luca?
"Um pouco, mas eu pensei em você também mamãe, sinto sua falta, você me falou que era errado, mas eu te amo mãe"
Enquanto ele falava, eu sentia mais pressão na minha bunda com seu pau duro.
— Eu te amo também querido, você não acha melhor fazer isso com sua amiga?
"Eu quero fazer só com você mãe, por favor"
Fechei meus olhos e cedi.
Coloquei minhas mãos nas laterais do meu vestido e o ergui até minha cintura, ouvi o som do elástico batendo contra a pele do Luca, e logo seu pau começou a roçar entre minhas nádegas, eu ainda estava com minha calcinha, ela era a ultima barreira, antes do meu filho enfiar seu pau na minha buceta. Afastei minha calcinha e fiquei na ponta dos pés descalça.
O pau do Luca roçou a fenda da minha bunda, ele o empurrou para baixo até se prender entre meus grandes lábios vaginais, como eu estava muito molhada, seu pau grosso foi deslizando para dentro de mim sem dificuldade.
— Fode a mamãe filho, "sussurrei enquanto gemia"
Senti a respiração dele no meu pescoço, suas mãos apertaram meus quadris, empinei um pouco minha bunda quando sai da ponta dos pés. Quando eu comecei a massagear meu clitóris e tive meu primeiro orgasmo, Luca começou a grunhi e gemer alto.
"Vou gozar mãe... Ooohhh ... Uuushhh... Uuurrrggghhh nossa... Aaahhhh mãe..."
Ainda sentia meu corpo tremulo enquanto acabava meu rápido orgasmo. meu filho ainda precisava aprender a manter sua ereção um pouco mais, mas dada sua idade era inevitável gozar rápido.
— Você esta bem amor?
"Sim... Sim estou mãe... nossa sujamos os chão..."
Fiquei parada contraindo os músculos da minha buceta em volta do pau do meu filho, logo ele amoleceu e saiu de dentro de mim...
— Luca, não posso ficar fazendo isso com você... Não posso transar com você sempre que você falar com a Priscila ou qualquer outra garota e chegar em casa com seu pau duro. Você sente tesão e quer ficar com ela, não sou seu deposito de ... Você entendeu filho...
"Mas, mãe"
— Mas mãe nada, eu tenho medo que você se apaixone fortemente por ela, se você já não estiver, e uma hora ou outra você acabe falando oque não se deve falar.
"Jamais contaria sobre nós para alguém mamãe, nunca vou fazer isso!"
— Acho bom mesmo, homens apaixonados e mulheres também, fazem coisas sem pensar, mesmo sabendo que haverá consequências serias depois, se empolgam na hora de transarem...
Movi minha calcinha, minha buceta estava cheia de esperma do Luca, o chão tinha uma poça, me ajeitei e olhei para meu filho.
— Luca vai fazer suas coisas, tomar banho e depois desça para almoçar, vou precisar tomar banho agora.
"Esta bem mãe... Mãe eu te amo..."
— Amo você também querido, olha depois vamos sentar e ter outra conversa, precisamos resolver algumas coisas, a primeira delas e sobre você e sua amiga Priscila. Agora vai!
Luca saiu e me deixou sozinha na cozinha, olhei para a poça de sêmen no chão, levantei um pouco meu vestido, me virei e encostei minha bunda na bancada, afastei a parte da frente da minha calcinha, enfiei dois dedos na minha buceta, deixei eles bem melados com nossos sucos, tirei os dedos e os levei até minha boca e me deliciei com o sabor do nosso pecado.
Pressionei meu clitóris com força até gozar, senti minhas pernas estremecerem, arqueei minhas costas e quanto abri meus olhos, vi o Luca na escada me encarando e sorrindo, fiquei sem reação por alguns segundos, depois sorri e me recompus, ajeitei minha calcinha, olhei novamente se o via, ele já havia saído.
Sorri pra mim mesma e fui limpar aquela bagunça do chão, depois subi e tomei um longo banho e gozei mais uma vez...
Continua...



