Pessoal, sou nova por aqui. Resolvi escrever porque conheci o site e tem muitas histórias que me identifiquei, acho que vai ser uma forma de eu expor tudo o que tem dentro de mim e guardo a sete chaves, vai me fazer bem, eu acredito. Eu sempre acreditei que tinha construído a vida certa. Aos 35 anos, casada com o Tiago há mais de dez anos, dois filhos lindos… tudo funcionava. Ele era, ou melhor é, um bom marido, presente, responsável, parceiro, bem-sucedido, bonito. A gente se entendia, se respeitava… até na nossa intimidade nunca houve grandes problemas. Era uma vida estável, talvez previsível, mas segura. Nunca passava pela minha cabeça em trair o Tiago, como toda mulher admiro uma beleza masculina, tenho minhas fantasias e desejos, mas jamais pensei na possibilidade de me envolver com outro homem. Mas tudo mudou de uma forma inesperada como passo a relatar. Uma viagem em família era só mais um desses momentos tranquilos que a gente planejava de vez em quando. As crianças animadas, o Tiago resolvendo o check-in no hotel que íamos ficar hospedados, e eu ali no saguão, observando tudo, com aquela sensação de dever cumprido. Eu estava bem, ou pelo menos achava que estava. Decidi pegar um café mais por hábito do que por vontade. Enquanto ajeitava a xícara na máquina, senti alguém se aproximando ao meu lado, não olhei na hora, mas percebi, quando virei o rosto, dei de cara com ele, depois eu saberia que o nome dele era Maicon. Naquele momento, ele era só um homem… mas não qualquer homem, cabelos grisalhos, bem cuidados. Corpo firme, postura segura. Mas o que mais me chamou atenção não foi exatamente a aparência foi a presença. Ele parecia confortável em si mesmo, como se não precisasse provar nada pra ninguém. — Boa tarde — ele disse. — Boa tarde — eu respondi, no automático. Era pra ser só isso. Mas não foi. Quando nossos olhos se encontraram, eu senti alguma coisa estranha. Não era desconforto, mas também não era normal. Era como se ele estivesse realmente me vendo. Não de um jeito invasivo, mas de um jeito… direto demais. Por um segundo, eu esqueci de tudo ao redor, do Tiago, dos meus filhos, de onde eu estava. Era só um olhar, mas parecia mais. Fui eu quem desviou primeiro. Mexi o café sem precisar, ajeitei a xícara, qualquer coisa pra disfarçar. A gente trocou algumas palavras, coisas banais, sem importância. Nada que justificasse o jeito que meu corpo tinha reagido. Mas eu senti, um leve calor, uma inquietação que não fazia sentido. Quando ele terminou, fez um aceno discreto e saiu em direção ao elevador. Eu respirei fundo, pronta pra deixar aquilo pra lá. Mas, quase sem pensar, olhei de novo, e ele também estava olhando. Dessa vez, ele sorriu, não foi um sorriso qualquer. Foi sutil, mas carregado de alguma coisa que eu não consegui fingir que não entendi. Não era inocente, e o olhar que veio junto confirmou isso. Senti meu peito apertar de leve, não era culpa, ainda não, era outra coisa. Era como se eu tivesse percebido que alguma linha invisível tinha sido cruzada, mesmo sem ter acontecido nada de verdade. — Amor, já liberaram o quarto! A voz do Tiago me puxou de volta. Eu respondi, fui até ele, peguei as coisas, organizei as crianças… tudo como sempre. Tudo normal, mas não estava. Enquanto eu caminhava ao lado da minha família, uma parte de mim ainda estava lá atrás, naquele olhar, naquele sorriso. E, pela primeira vez em muito tempo, em mim. Eu tentei agir como se nada tivesse acontecido. Subi com o Tiago, ajudei as crianças, organizei as malas, respondi perguntas, tudo dentro da normalidade. Mas, por dentro, alguma coisa não estava no lugar, era estranho, porque não fazia sentido. Eu tinha uma vida boa. Um casamento que funcionava. Não havia vazio, não havia falta e mesmo assim, aquele momento no saguão não saía da minha cabeça. O olhar dele não saía da minha cabeça. A forma como ele me observou, como se tivesse enxergado algo em mim que nem eu mesma estava prestando atenção há muito tempo. Eu tentei ignorar, de verdade, mas, quanto mais eu tentava, mais aquilo voltava, e não era só lembrança, aquilo me deixou excitada. Um tipo de consciência do meu próprio corpo que eu não sentia daquele jeito fazia tempo. Como se algo tivesse sido despertado sem aviso. Um desejo silencioso, mas insistente, ocupando espaço demais dentro de mim. Aquilo começou a me incomodar, e, ao mesmo tempo me atrair. No fim da tarde, decidimos descer com as crianças para conhecer o hotel. Eu já estava mais controlada ou pelo menos tentando me convencer disso. Até que aconteceu de novo, sem planejamento, sem intenção. A gente estava caminhando pelo corredor que dava acesso à área comum quando eu o vi, Maicon, encostado próximo a uma das colunas, como se estivesse apenas observando o movimento meu coração reagiu antes de mim, foi imediato e, dessa vez, não teve surpresa da parte dele. Ele me viu e não desviou. Mesmo com o Tiago ao meu lado. Mesmo com meus filhos ali, conversando, distraídos, ele manteve o olhar, firme, calmo e seguro. Como se nada ao redor importasse de verdade, eu deveria ter ignorado, era o certo, era o esperado, mas eu não consegui. Por um instante, eu sustentei aquele contato de novo e senti mais forte do que antes. Não era só curiosidade, era desejo e um tesão que tomou conte de mim e que estava me consumindo de uma forma que até então nunca tinha acontecido, depois percebi que naquele momento eu fiquei com a calcinha toda molhadinha. O tipo de sensação que não pede permissão, só acontece. E o mais desconcertante era perceber que ele sabia. Não precisava de palavras, o jeito que ele me olhava deixava isso evidente. Não havia pressa. Não havia gesto exagerado. Só uma certeza silenciosa como se ele estivesse confortável com aquilo que estava acontecendo entre a gente, mesmo sem ter acontecido nada. Um leve sorriso apareceu de novo, quase imperceptível, mas dessa vez eu entendi melhor. Aquilo não era coincidência, era intencional. — Vamos ali, amor — disse Tiago, tocando meu braço, sem perceber nada. Eu respondi, segui com ele, continuei andando. Mas minha mente já não estava mais completamente ali. Porque, enquanto eu caminhava ao lado do meu marido, eu sabia, sabia que alguma coisa dentro de mim tinha mudado, e, pela primeira vez, me veio um desejo de sentir outro homem em mim, minha mente alimentava meu corpo que parecia já sentir aquele homem me possuindo. Depois conhecermos a estrutura do hotel retornamos para quarto e chegando lá fui direto ao banheiro foi onde comprovei o meu desejo, minha calcinha estava toda molhada, de uma forma que nunca tinha acontecido. Naquela tarde fomos ao shopping e ao retornar a noite, e os meninos dormir procurei Tiago e convidei ele para um banho, pois eu estava com muito tesão, no momento que eu ficava com Tiago, na minha mente só vinha aquele olhar e desejo pelo Maicon, imaginei o tempo todo sendo possuída por aquele homem, gozei muito gostoso e uma forma que até o Tiago percebeu. - Amor que vontade foi essa? Sorrindo respondi que realmente estava com muito tesão, descontraímos ali por um instante e fomos dormir, mas demorei a dormir, fiquei em silencio ali ao lado do Tiago, olhando para o teto, com pensamentos e desejos a flor da pele, tudo aquilo estava sendo muito intenso. Acordei na madrugada, tomei uma agua voltei para cama, pensamentos rapidamente conectaram com o acontecido, quando percebi eu estava me tocando, passando o dedo na minha bucetinha, ultima vez que lembro de ter feito isso foi quando eu namorava, fui me tocando de leve com receio de não acordar o Tiago, foi pouco tempo minha mente estava naquele homem me comendo gostoso, gozei de uma forma que minhas pernas tremeram. No sábado de manhã, eu não o vi. E, por mais que eu tentasse me convencer de que aquilo era bom, que a distância ajudaria a colocar minha cabeça no lugar, a verdade é que senti falta. Não dele exatamente, mas da sensação. Era como se algo tivesse sido interrompido no meio. Passei a manhã com o Tiago e as crianças, rindo, conversando, vivendo o que sempre foi a minha realidade. Mas, em vários momentos, eu me pegava distraída, olhando ao redor sem motivo, como se, no fundo, estivesse esperando vê-lo surgir. E isso me incomodava. Porque eu sabia o que aquilo significava. À tarde, descemos para a piscina. O ambiente estava cheio, leve, barulho de água, crianças brincando tudo normal. Até eu vê-lo, Maicon, dessa vez, não houve surpresa, mas o impacto foi maior, talvez pela luz do dia, talvez pelo jeito mais descontraído ou talvez porque agora eu já sabia o que ele despertava em mim. Ele estava sozinho, e aquilo, de alguma forma, só deixou tudo mais evidente, os olhares começaram quase imediatamente dessa vez, mais frequentes, mais conscientes. Não havia mais dúvida entre a gente. Não era mais um acaso. Era um jogo silencioso, onde nenhum dos dois fingia não perceber. Em vários momentos, eu tentava me concentrar nos meninos, no Tiago, nas conversas ao redor, mas bastava um segundo, um descuido, e, quando eu olhava… ele já estava olhando também, como se estivesse esperando. Aquilo me deixava inquieta, e, ao mesmo tempo, envolvida. Em certo momento, para minha surpresa, ele se aproximou, mas não de mim, de Tiago, meu corpo ficou tenso na mesma hora. Observei enquanto eles trocavam algumas palavras, algo casual, educado. Maicon se apresentou, disse que estava na cidade a trabalho, que era agrônomo, que passaria o fim de semana ali, Tiago, como sempre, foi receptivo. Conversaram como dois desconhecidos que não fazem ideia de nada além do óbvio. Mas eu sabia, e, pelo olhar rápido que Maicon lançou na minha direção no meio da conversa, ele também sabia. Aquilo não era só coincidência, era iniciativa. Mais tarde, eu disse que ia até a entrada do hotel pegar algo para as crianças. Precisava me afastar um pouco. Respirar, ou tentar, mas, na volta, ele estava lá, no saguão, como se já soubesse, como se estivesse esperando exatamente aquele momento. Meu coração acelerou antes mesmo dele falar qualquer coisa. — Eu não consigo mais ficar só olhando — ele disse, direto, sem rodeio, sem hesitação. Eu senti o impacto daquelas palavras e ele continuou. — Eu quero você. Foi simples, claro, completamente desestabilizador. Olhei ao redor instintivamente, como se alguém pudesse ouvir. Como se aquilo já não fosse arriscado o suficiente só de existir. Sem saber exatamente o que dizer, ele deu um pequeno passo mais próximo, não o suficiente para chamar atenção, mas o bastante para me deixar sem ar por um segundo. Ele disse: — Eu sei que você também quer, e você sabe disso. O jeito que ele falava, não era arrogante, era seguro, como se ele estivesse apenas dizendo algo que, pra ele, já estava decidido. Eu não soube reagir, senti um misto de medo, tensão… e algo mais forte que eu não queria nomear, acabei fazendo a única coisa que consegui naquele momento, saí, quase rápido demais. Mas, antes de me afastar completamente, deixei escapar, baixo, quase involuntário: — Aqui não. Nem eu sabia exatamente o que aquilo significava, mas ele entendeu, eu sabia que entendeu. Voltei para a piscina com o coração acelerado, tentando agir normalmente. Tentando esconder de mim mesma o que tinha acabado de acontecer, mas era impossível. Porque, agora, não eram só olhares, tinha virado algo real. Mais tarde, Tiago subiu para o quarto para descansar um pouco. As crianças ficaram tranquilas na piscina, distraídas. E eu, não consegui ficar ali, disse que ia dar uma volta e fui até a sala de jogos. Sabia que precisava pensar, ou pelo menos era isso que eu dizia pra mim mesma. Mas, no fundo, eu sabia que ele viria, e veio. Eu senti antes mesmo de olhar, quando virei, ele já estava ali, parado a alguns passos de distância, me observando daquele mesmo jeito firme, sem pressa, como se tivesse certeza. — Você não foi embora — ele disse. — Eu não disse que iria — respondi, tentando manter o controle. Ele se aproximou um pouco mais. — Você só disse “aqui não”. O silêncio que veio depois foi pesado, cheio. Carregado de tudo que não estava sendo dito. — Isso é loucura — eu falei, mais pra mim do que pra ele. — Talvez — ele respondeu, com um leve sorriso. Mas não é mentira. Aquilo me atingiu. Porque não era. — Meu marido está aqui — eu disse, tentando me segurar em alguma lógica. — Eu sei. — Meus filhos… — Eu sei. Ele não recuava, mas também não pressionava de forma agressiva, era diferente, era como se ele estivesse apenas me dando a escolha. — Eu só quero um tempo com você — ele continuou, a voz mais baixa agora. — Só nós dois. Meu coração disparou. — Não é tão simples. Eu respondi — Pode ser. Ele disse e inclinou levemente a cabeça, mantendo o olhar fixo no meu, e continuou. — Meu quarto é no mesmo andar que o seu. O silêncio voltou. Mais intenso. — Você arruma uma desculpa. Diz que vai pegar alguma coisa, descansar… qualquer coisa. Faz acontecer, depende de você e eu sei que você está desejando muito isso. Eu não conseguia responder, mas também não conseguia sair dali. — Se você quiser — ele completou — saia disfarçadamente e é só me olhar, sorrir e levantar. Simples assim, simples demais. — Eu vou esperar um pouco depois que você for e depois vou. Ele deu um passo para trás, como se já tivesse dito tudo, como se tivesse deixado a escolha nas minhas mãos e ainda completou. — Você não vai se arrepender. Aquilo ficou ecoando em mim, sem pressão, sem insistência, só certeza. Ele saiu primeiro, e eu fiquei ali, sozinha. Tentando entender como, em tão pouco tempo, eu tinha chegado naquele ponto, e, pela primeira vez, não era mais só sobre sentir, era sobre fazer uma escolha. Voltei para a piscina como se nada tivesse acontecido. As crianças continuavam brincando, rindo, completamente alheias ao que estava se passando dentro de mim, sentei na cadeira, coloquei os olhos neles, mas minha mente estava longe, muito longe. Eu só conseguia pensar no que tinha acabado de acontecer na sala de jogos, o que ele tinha dito, no jeito que ele falou, era direto, simples, sem pressão mas impossível de ignorar. E, pela primeira vez, eu me permiti pensar de verdade na oportunidade de ficar com outro homem, meu corpo pedia e queria ficar com ele, sentir ele em mim. O risco era óbvio, meu marido estava ali, meus filhos estavam ali, minha vida inteira estava ali, mas, ao mesmo tempo era exatamente por isso que parecia tão impossível de ser descoberto. A ideia dele era muito pertinente e realmente poderia dar muito certo. Aquilo que propôs já era comum entre eu e o tiago antes, em viagens, era comum a gente se revezar. Um ficava com as crianças, o outro subia para descansar, tomar banho, ficar um tempo sozinho. Era natural, Tiago jamais desconfiaria. Isso me assustou, porque, junto com ele, veio outro pensamento, o perigo disto tudo, mas ao mesmo tempo uma adrenalina que até então nunca tinha sentido antes e comecei a pensar “Uma vez só, ninguém vai ficar sabendo”. Eu nunca tinha feito aquilo, nunca, e , justamente por isso, parecia isolado, controlável, como se não tivesse peso suficiente para mudar quem eu era. Entre tudo o que eu sabia que era certo, e tudo o que eu estava sentindo, uma vontade louca de dar pra aquele homem, e, pela primeira vez, o que eu sentia estava ganhando força. Foi quando Tiago voltou. Ele se aproximou tranquilo, sentando ao meu lado, perguntando das crianças, comentando alguma coisa simples do dia. Tudo normal. Como sempre foi. — Amor, você tá bem? — ele perguntou, percebendo algo no meu silêncio. Eu respirei fundo e sabia que aquele era o momento. — Tô… só um pouco cansada — respondi. — Acho que vou subir um pouco, descansar. Ele concordou sem questionar. — Vai sim. Eu fico aqui com eles. Qualquer coisa te chamo, simples e natural, sem suspeita. Aquilo me deu uma sensação estranha, de alívio e de culpa ao mesmo tempo, mas nesse momento já estava toda molhadinha só de imaginar o que estava preste a acontecer. — Não demoro — eu disse. — Fica tranquila. Troquei mais algumas palavras, esperei um pouco… como se ainda estivesse decidindo, mas, no fundo, eu já tinha decidido. Levantei, e, antes de sair, olhei, ele estava lá, do outro lado da piscina., Maicon. E, como se já estivesse esperando… olhou de volta, eu sorri, Disfarçado, quase imperceptível, mas suficiente, virei e saí. Meu coração estava acelerado de um jeito que eu nunca tinha sentido antes. Subi até o quarto, entrei, fechei a porta e fiquei parada por alguns segundos, respirando, tentando entender o que eu estava fazendo, ou o que eu estava prestes a fazer. Saí de novo, fiquei na porta olhando no corredor, parada em frente à porta do meu quarto, esperei, minhas pernas tremiam e um tesão tomava conta do meu corpo, parecia que eu já estava sentindo ele me penetrando, minha bucetinha pulsava. Cada minuto parecia mais longo do que o normal, até que, depois de um tempo, ele apareceu, passou por mim sem dizer nada, sem olhar diretamente, apenas levou a mão no seu pau e apertou, mostrando o volume no seu short, mas eu senti o recado me dizendo, vem que vou te dar o que esta querendo, nesse instante me senti dominada, pelo fato de ele passar e mal me olhar e me mostrar aquele volume. Ele seguiu até o final do corredor, e entrou, a porta ficou entreaberta. Assim que ele entrou segui, confesso com as pernas tremulas. Fiquei parada por alguns segundos, ultima chance, de volta atras, ultima escolha. E então…eu fui, cada passo parecia mais pesado, e, ao mesmo tempo, inevitável, quando cheguei, a porta já estava aberta e ele estava lá, esperando, assim que entrei, ele fechou a porta atrás de mim, e, naquele instante, não havia mais espaço para dúvida, só para o que eu tinha escolhido, o resto do mundo ficou do lado de fora. Ele já me abraçou por traz e senti aquele corpo no meu, tentei ainda dizer que aquilo era um erro e antes que eu terminasse de falar, segurou meu cabelo e disse – não fale mais nada, apenas sinta. Ali me senti realmente dominada, uma sensação nova e muito gostosa, fora do normal, ele me encostou na parede e me virou e começamos a nos beijar de uma forma muito intensa e gostosa, ele foi abrindo minhas pernas, eu encostada na parede, eu estava de biquini e com uma saída de praia por cima, ele levou a mão na bucetinha que já estava toda molhadinha esperendo, ele com a mão tirou o biquini pro lado e passou o pau na bucetinha sem enfiar, nesse momento senti tesão e comecei a segurar ele com muita força e abrindo mais as minhas pernas, ele sustentou o meu peso, pegando nas minha pernas o que fez ela ficar bem abertas, ele foi no meu ouvido e começou a sussurrar, - vou colocar ele devagarinho para você sentir ele entrando bem gostoso, assim ele fez fui sentindo aquele pau entrando na minha bucetinha, centímetro por centímetro, quando ele colocou tudo dentro de mim ele me perguntou: - É isso que você queria? Me pau está todinho dentro de você! - É isso que eu quero, mete gostoso, quero muito. Repondi com gemido e ao mesmo tempo apertando ele, querendo sentir mais ainda. - Então toma gostosa, vou te fuder gostoso! E, ali dentro, o tempo pareceu perder o ritmo normal, foi intenso, ele me comeu de uma forma que até hoje homem nenhum tinha me comido, foram poucos, porque casei muito nova, fomos pra cama não resisti muito, eu gozei duas vezes em pouco tempo e sem parar, não sei se minha pressão abaixou, mas comecei a passar mal e pedi para ele parar, na verdade pedi arrego, não aguentei muito, mas meus orgasmos foi muito intenso e grandes, acho que me consumiu. Tudo ali ficou meio confuso, sensação estranha mais ao mesmo tempo envolvente. Ele ao mesmo tempo que me dominou, foi selvagem mas não passando de um limite na dose certa e também me dizendo coisas que me fez ir a loucura que jamais esperava ouvir e me fez ir em outra dimensão, uma mistura de impulso, entrega e uma conexão difícil de explicar, não era só físico. Era como se tudo aquilo que vinha sendo construído desde o primeiro olhar finalmente tivesse encontrado um ponto de escape. E isso me atravessou de um jeito que eu não esperava, quando tudo terminou, o silêncio voltou, mas não era o mesmo silêncio de antes, eu respirei fundo, tentando me reorganizar, a realidade começou a voltar aos poucos, e, junto com ela a consciência, não sei explicar mas ele seguro de sí me deixou também, apesar de ficar confusa, me senti bem com ele. Voltei para o meu quarto ainda com o coração acelerado, entrei, fechei a porta, fui direto para o banho, como se a água pudesse organizar meus pensamentos, mas não organizava, porque eu sabia, nada daquilo podia ser desfeito. Algum tempo depois, já tentando parecer normal de novo, ouvi uma batida na porta, meu corpo travou por um segundo, abri, era ele, sem dizer nada me agarrou e foi me arrastando pra dentro do quarto sem me deixar reagir, eu disse tentando desvencilhar dele: - você está louco, saí daqui, aqui não. - cala a boca e me beija, quero gozar em você. Ele me disse com uma voz de autoridade e um tom mais alto. Aquilo me deu um medo misturado com sensação estranha, acho que fato de me sentir dominada, o que ainda não tinha experimentado nesse nível e fez entregar os pontos e deixar ele terminar o que veio fazer. Ele me colocou de 4 e puxou me cabelo e me pediu pra olhar pra ele e disse: - você vai ter que me aguentar gostosa. Vou encher você com minha porra e você vai descer com ela na bucetinha e ficar pertinho do seu maridinho. Não disse nada, fiquei sem palavras, não consegui interpretar aquilo sem era bom ou ruim, só senti ele me estocando com força e puxando meu cabelo e pedia para eu continuar olhando pra ele, aquilo foi muito gostoso. Ele aumentou o ritimo me dando estocadas fortes, eu gozei novamente primeiro que ele e depois misturou uma sensação de dor com tesão, mas consegui aguentar ele até foi quando ele gozou dentro de mim. Foi rápido, impulsivo, como se aquele momento ainda não tivesse terminado de verdade, havia urgência porque estava no meu quarto, risco altíssimo, e isso, de alguma forma só deixava tudo ainda mais intenso, foi diferente, como se a realidade estivesse pressionando dos dois lados, e, ainda assim, eu deixei acontecer, terminamos pedi pra ele sair com uma forma meio desesperada, ele atendeu e saiu rápido. Quando ele saiu, o silêncio voltou de novo, mas agora definitivo, sentei-me na cama por alguns segundos, tentando entender, tentando sentir, tentando me reconhecer, porque, naquele ponto eu já não era mais exatamente a mesma. Fiquei ali deitada na cama por alguns minutos, sentindo sair de mim aquela porra quente que deixou em mim, com senso de culpa e meio perdida, mas por dentro com algo que me trazia sensação gostosa que não imagina que existia. Estava dopada de prazer realizado. Fui para banheiro tomar um banho para voltar na piscina e meu lado que estava florescendo dentro de mim lembrava do pedido dele, para eu descer com a porra dele em mim, na hora achei ridículo aquilo, enquanto estava no banheiro aquilo criava forma dentro de mim, tomei um banho mas dexei ainda sinal dele em mim e assim voltei para piscina. Quando cheguei, Tiago estava tomando uma caipirinha e me ofereceu, acho que era tudo que precisava naquele momento. Tomei uma caipirinha e relaxei, senti que estava tudo bem. Eu ali sentado ao lado do Tiago em ainda escorrer algo em mim, me deixou com frio na barriga. Passou pouco tempo voltei ao quarto tomei outro banho e dessa vez em limpando ainda daquela loucura, mas acabei fazendo o que ele me pediu. Desculpe se o relato ficou muito grande, mas a intenção foi passar tudo, tirar isso de mim, me fez bem. Quero ver se consigo compartilhar o restante da minha história com o Maicon, nesse dia não foi só a primeira vez que trai meu marido, mas foi uma escolha que não ficou só naquele hotel, Maicon se tornou meu amante e fez cruzar meus limites desconhecidos.
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