Depois daquele fim de semana em que nossas famílias se cruzaram, algo mudou dentro de mim. Até então, eu conseguia sustentar uma ideia confortável de que, mesmo sendo errado, existia entre mim e Maicon algo além do físico. A química, a conexão tudo isso alimentava uma ilusão silenciosa. Mas ver a esposa dele de perto quebrou isso, ela era tudo, bonita, segura, presente, real. E, pela primeira vez, eu entendi com clareza o que eu representava na vida dele, não era uma escolha, era um espaço, e isso me atingiu mais do que eu esperava. Depois daquele dia, o jeito dele comigo também mudou, sutil no começo depois mais truculento, menos cuidado, menos troca, mais intensidade e agressividade no sexo, mais imposição. As palavras ficaram mais duras, até então ela não me chamava de puta, depois essa palavra passou ser mais usada pra mim, além de me tratar como uma puta. Durante os encontros, aquilo mexia comigo de um jeito contraditório, no momento do sexo havia entrega, havia reação e sentia prazer, mas depois quando acabava vinha o silêncio, e, junto com ele, uma sensação incômoda. Como se eu estivesse atravessando algo que não compreendia completamente. Resolvi falar com ele.
— Isso está diferente… — eu disse, tentando encontrar as palavras.
— Tem coisas que, na hora eu entro sinto prazer, mas depois não me fazem bem.
Ele me olhou com aquela calma firme de sempre.
— Você está descobrindo um lado seu que sempre esteve aí.
— Ou estou indo longe demais.
Ele se aproximou, sem elevar o tom.
— Só está com medo de aceitar.
- Vou te provar para você aceita esse seu lado, para você não ter dúvida que você é putinha gostosa.
Aquilo me incomodou, mas, ao mesmo tempo me prendeu. Porque, no fundo, eu não tinha certeza de onde estava o limite e aquele jogo era prazeroso.
E foi assim que continuei, mesmo com dúvidas, mesmo com desconforto, até o dia em que ele mudou completamente a dinâmica.
Quis um encontro em outro lugar, outra cidade, outro ambiente, sem explicação, sem espaço para negociação, não me deu escolha, foi como uma ordem. Entrando naquele jogo que fundo me trazia um tesão enorme, ajeitei minha rotina e fui aquele encontro em cidade vizinha a 60 km. Chegando lá deixo meu carro em posto de combustível entro no carro dele e ele segue para um motel. Na porta do motel ele disse:
- Você precisa decidir se vamos entrar ou não porque a partir do momento que nos entrarmos o controle é todo meu, eu dito as regras e você simplesmente vai obedecer. – Fiquei em silencio por minuto e pensando muito, com calafrio grande em mim, talvez pela curiosidade do que estava por vir, talvez pela forma como ele conduzia tudo, eu disse:
- Tem uma condição, eu preciso confiar em você.
Ele respondeu na hora:
- Então confia
- Pode entrar, eu confio em você!
Quando entramos logo deu para perceber que não seria um encontro comum, algo parecia diferente. Entramos no quarto e o ambiente foi sendo preparado, mas não da forma que eu estava acostumada, ficamos semi nus, eu de calcinha e sutiã, musica um pouco mais alta que de costume, champanhe no gelo e logo começamos a beber. Ele estava mais distante, observando mais, como se estivesse conduzindo algo que eu não entendia, aquilo trouxe um clima estranha uma expectativa no ar que me deixou inquieta.
Em certo momento, ele percebendo minha inquietação, me pediu para confiar, e, pela primeira vez, essa palavra me causou dúvida, mesmo assim, eu segui. Passamos um tempo juntos, conversando um pouco e sentindo aquele momento, percebi que Maicon estava olhando no celular mais que o normal, mas continuamos com toques beijos e tomando a champanhe. Maicon começa a mudar o ambiente.
- Hoje você não vai ver – surgi Maicon com um venda, aquilo mexeu comigo e perguntei a ele:
- E o que mais vai fazer? – ele me olhou, direto:
- Você disse que queria entender seus limites e eu disse que ia te mostrar para você aceitar seu lado putinha, então hoje é o dia.
Meu coração acelerou, sem saber o que estava por vir e logo fui percebendo que não tinha mais o mesmo controle da situação, havia coisas acontecendo ao redor que eu não compreendia totalmente, sensações misturadas com incerteza, mais aquilo me trazia um tesão muito grande, nesse momento minha bucetinha já era uma lagoa de prazer, calafrios a flor da pele.
Maicon venda meus olhos, começa a passar a mão por todo meu corpo, eu estava tremula neste momento e ainda ouvia ele dizer ao meu ouvido:
- Sua putinha gostosa, hoje você vai sentir o quanto você é uma puta, vai aceitar isso pro resto de sua vida. A partir de agora você não fala mais nada, você só vai falar para responder se eu perguntar alguma coisa, você pode gemer, gritar de prazer e até chorar se quiser, mais jamais pedir para parar. Pode confiar em mim tá. Mas para eu continuar você vai ter que me dizer, eu quero conhecer a putinha que tenho dentro de mim ou paramos aqui?
E, pela primeira vez desde que tudo começou, eu senti medo de verdade, não pelo que estava acontecendo em si, mas por perceber que eu já não ia conduzir minhas próprias escolhas a partir dali, então ali era o ponto decisivo, eu poderia ir embora, mas não fui, respirei fundo e respondi:
- Quero continuar, eu confio em você.
- Diz pra mim o que você quer, não ficou claro. – ele respondeu.
- Quero ser uma puta hoje! Aquilo foi sinal verde para inicio de tudo.
Maicon me guia para uma poltrona erótica que tinha no quarto, me deita de forma que fico de bundinha pra cima, eu ficando apoiada mas em posição tipo de 4, bundinha bem arrebitadinha pra cima, ele leva meus braços pra frente e começa amarrar, meu coração fica acelerado, sensação gostosa, mas uma incerteza grande do que estava por vir.
Maicon começa a passar uma pedra de gelo nas minhas costas e me chupar, com mordidas alternando fortes e leves, um tempinho Maicon diz que iria no caro buscar algo, eu vendada sem saber o que estava acontecendo, percebo que Maicon pega o celular abri a porta do quarto e sai, como a musica estava alta não percebi o que ele fazia, imaginei que ele pudesse estar indo pegar algum brinquedo erótico ou algo do tipo, ouço o portão da garagem do quarto abrir e fechar rápido, aquilo me deixou intrigada. Maicon volta para o quarto e começa me passar creme na minha bundinha e depois passando lubrificante no meu cuzinho e disse:
- Preparando essa putinha gostosa.
Percebo algum movimento no quarto, Maicon estava comigo, naquela hora gelei toda, e perguntei:
- Maicon tem mais alguém aqui?
- Caramba nosso combinado foi o que? Fique calada e fala quando eu perguntar caralho. – e já foi me dando tapas na bunda forte, tipo uma correção.
- Não tem mais volta, fique caladinha sua puta.
Um mixto de sensação tomou conta de mim, medo, tesão, submissão e muitas outras coisas. Maicon se afasta de mim, eu sem poder fazer nada, mãos amarradas e olhos vendados. Sinto uma mão me acariciando, passando a mão na minha bucetinha, no meu cuzinho, logo percebo que não era as mãos Maicon, ficou mais que comprovado que tinha um estranho prestes a me comer porque Maicon se aproxima do meu rosto e diz:
- Caladinha putinha gostosa, hoje você vai descobrir o quanto você é uma puta insaciável, quero ver você gozando gostoso.
Nesse momento sinto aquele homem estranho passando o pau na minha bucetinha, que nesse momento já estava pulsando, começo a sentir aquela pica entrando em mim, umas mãos segurando forte na minha cintura, aquela pica vai me preenchendo aos poucos, começo a gemer com o prazer imenso que estou sentindo, aquele homem coloca tudo em mim, começa a estocar e de repente ele para e tira, eu já estava preste a gozar, ele vem pra frente tira meu cabelo do rosto, e sinto aquela pica nos meus lábios, começo a chupar uma pica grossa que já estava me fazendo gozar. Sinto minha bundinha ser apalpada e imagino o Maicon ia me comer e ver eu chupando aquele desconhecido, mas para minha surpresa ouço a voz de Maicon um pouco mais para lado do quarto, naquele momento para de chupar e me assusto, pois se Maicon estava no canto tinha um segundo estranho ali, na hora penso em parar ou chamar Maicon, mas na mesma hora ouço: - Calada sua putinha, calada!. Vou ser sincera nesse momento comecei me apavorar, por um instante pensei em parar com tudo aquilo, foi quando Maicon aproximou no meu ouvido e disse:
- Fique tranquila, entregue-se e aproveite, confie em mim, pode confiar,. lembre-se você escolheu estar aqui. ele me deu bjo no rosto e aquilo me colocou em lugar completamente dentro de mim, não era só sobre o que acontecia, era sobre o que eu estava permitindo, sobre até onde eu ia, sobre o que eu estava sendo naquele momento.
Então voltei a chupar aquela pica que estava a minha frente e já comecei a ser comida por outro estranho, logo senti aquela outra pica toda dentro de mim, uma sensação gostosa diferente do primeiro, ele coloca um ritmo e umas estocas fortes que sinto aquela pica la no meu fundo, mistura de dor e prazer, começo a gemer alto, paro de chupar para gemer gostoso e a ponto gozar, sinto o homem que eu estava chupando voltando aquela pica pra minha boca, sinto aquela pulsando na minha boca e sinto ele gozando, jatos fortes dentro da minha boca e no meu rosto, aquilo me fez gozar na pica gostosa que eu estava tomando, o homem que estava me comendo não para e continua, eu ainda digerindo aquela porra que estava na minha boca, sinto outra pica dura encostando no meu rosto, não era a que eu estava chupando, na hora imaginei ser a do Maicon, mas quando coloco a boca sinto que era diferente, ouça voz baixinha – chupa mais essa. – fiquei em choque era terceiro estranho ali na minha frente, já com a pica na boca dei continuidade, mas com a cabeça a mil, eu estava sendo possuída por 3 estranho ali, sem poder ver nada e amarrada, entregue a 3 estranhos. O homem que estava me comendo tira a pica da minha bucetinha e começa a colocar no meu cuzinho, sem dó e piedade, foi colocando, não consegui me defender, apenas gritei que estava doendo muito e logo ouvi Maicon no canto do quarto – Caladinha putinha, você aguenta . Aquele homem fez eu chorar, mas colocou tudo no meu cuzinho e logo começou a bombar forte em mim. Depois de algum tempo já estava no segundo homem comendo meu cuzinho o Maicon vem e começa a desamarrar minha mão e disse: - Vem pra cama agora. Isso tudo sem ver nada, na cama vejo que já tem um homem deitado e Maicon manda eu sentar nele e pede para eu não retirar as vendas, fiz o que ele pediu sento naquele homem, que na verdade dos 3 que me comeram foi a pica que me deu mais prazer, sentei nele e logo comecei a cavalgar, nesse momento sinto outro homem se posicionando e segurando minha cintura, percebi que iam fazer uma DP em mim, mas como já tinha comido muito meu cuzinho iria ser tranquilo, logo assim fizeram eu senti aqueles 3 estranhos em mim ao mesmo tempo, uma TP, chupando e sentido aquelas picas no meu cuzinho e na bucetinha ao mesmo tempo, gozei muito gostoso, como eu disse, eu estava cavalgando em uma pica que me deu muito prazer, não sei o porque mais aquela pica era diferente. E assim decorreu , fui devorada por 3 estranho que revessaram em mim comer, comeram meu cuzinho e minha buceta o quanto quiseram, me encheram de porra. Eu gozei umas 4 vezes nessa tarde.
Me deixaram ali naquela cama, acabada, desfalecida, simples sem força nenhuma, percebi quando saíram do quarto, não ouvi muito o que falaram, pois musicas estava alta. O tempo passou de um jeito estranho, não sabia quanto tempo tinha durado aquilo, se muito ou pouco tempo, sabia que tinha sido intenso, muito confuso, marcante.
Maicon volta tira aquela venda de mim, mal conseguia olhar pra ele, mas um abraço dele me refez e ouvi:
- Vem Maria, vamos tomar um banho.
Fui para banhos sem saber interpretar como seria depois desta loucura, Maicon me deu um banho com atenção e aquilo foi me trazendo de volta e me recompondo, então decidi em não perguntar nada e seguir. Tomei um belo banho, me higienizei e voltei para cama, Maicon me puxou sem falar nada foi me deitando e disse:
- Agora sou eu putinha, já gozei olhando você meter com aqueles homens, mas agora quero gozar com você. Gozamos.
Quando tudo terminou, o silêncio foi diferente de todos os outros, não havia euforia, não havia leveza, só um peso difícil de explicar, voltei para casa carregando algo que eu não sabia nomear, uma mistura de vazio com realização, e isso me assustou mais do que qualquer outra coisa. Porque, naquele momento eu não sabia mais dizer quem eu estava me tornando, não era só desejo, prazer, era confronto comigo mesma, com minhas escolhas e com tudo que eu tinha cruzado até ali. Naquela noite, deitada ao lado do Tiago eu fiquei em silencio, pensando, sentindo e pela primeira vez sem saber exatamente como me definir. Na verdade passei a noite sem dormir, pensando em tudo, realmente fui uma puta insaciável naquela tarde, minha ressaca moral estava grande, mas eu sabia que senti muito prazer e gozei muito com aquilo tudo. Mas uma coisa me deixou um pouco mais segura, Maicon antes de ir embora disse que jamais faria algo para me prejudicar e que estamos juntos nessa e que podia confiar nele e realmente Maicon é um cara me traz confiança. No outro dia manhã dormi um pouco acordei e logo me veio com raio na mente tudo que tinha acontecido, fiquei pensando quem seria aqueles 3 estranho que me comeram do forma que eles quiseram, pois não vi rosto, ouvi muito pouco a voz deles, apenas senti a pica deles em mim. Depois de algumas semanas estava na academia e tinha um rapaz de fora na academia, ele me comia com olhos, me encarando sem pudor, fiquei tão constrangida que saí da academia antes do horário e fui embora e preocupada, será que ele era um dos 3 estranhos que me comeram naquela tarde, porque ele me olhava de uma forma muito estranha, como um homem olha para um puta. Aquilo ficou por dias na minha mente.
Que tesão de mulher
Se tornando uma deliciosa puta submissa... Delicia. Bjos