Como prova mandei que ficasse de quatro e enterrei minha piroca com tudo naquele rabinho apertado. Essa foi a primeira vez que ela havia me deixado meter naquela bunda de deusa, a safada gozou feito uma cadela no cio e caiu desfalecida, em cima das almofadas, eu caí por cima dela e continuei bombando até encher aquele cu delicioso e apertado com muita porra.
No dia seguinte, me vi na bizarra tarefa de achar um hotel não pelo que tinha de melhor, mas pelo que tinha de pior, e passei um bom tempo pesquisando na Internet. Quando via um com preço bem barato, clicava para ver as fotos, só para me decepcionar porque me parecia bem arrumado demais para nossa aventura. Depois de visitar vários sites, finalmente achei um que parecia com nível bem abaixo dos outros, e fiz a reserva. Fiz tudo sem contar nada a Marina e durante a semana, ela até tentou fazer com que eu revelasse onde iríamos, mas eu desconversava, dizendo apenas que seria surpresa. Ela até tentou a tática de me oferecer vários favores sexuais, mas bati o pé e fiquei na minha.
No próximo sábado, fui pegar Marina no seu apartamento. Ela estava toda produzida, vestindo um lindo vestido coladinho, com uma saia minúscula, linda como sempre, mas dessa vez parecia mais uma vadiazinha esperando por um programa. Como havíamos combinado, ela trazia uma bolsa cheia de “apetrechos”, entrou no carro e fez a maior cara de sapeca ao se sentar. Eu a beijei e perguntei o que se passava, Marina então virou de lado e, levantando o vestido, mostrou um plug atochado no seu rabo. Com ar de aprovação, fiz só um carinho nela e seguimos para nosso palácio.
O motel tinha um letreiro bem velho e enferrujado, com as letras caídas, mas o estacionamento quebrou o maior galho. Normalmente, esses recintos são frequentados por aqueles que vivem de fazer trampos de legalidade duvidosa nas ruas, prostitutas, usuários de drogas e também, é claro, certos casais procurando aventuras sexuais. Tudo isso é verdade, mas também não cabe faltar com o respeito, porque é também verdade que esses recintos oferecem abrigo a muitos excluídos da sociedade, mesmo que temporariamente.
Assim que entramos, percebi que havia barras de proteção em todas as portas e janelas, o cheiro era um misto de mofo e cigarro, com um carpete bem velho e soltando fiapos. Um senhor de cabelos grisalhos nos atendeu, a reserva era para seis horas, mas podíamos ficar mais tempo e pagar na saída se quiséssemos. O senhor foi muito gentil e ficou imediatamente hipnotizado pela beleza e energia de Marina, que nessa hora exalava excitação.
Apesar do mesmo cheiro da recepção e de não ter nenhum requinte, o quarto, até parecia ser bem cuidado, mas pequeno e desprovido de qualquer adornação. Eu havia guardado uma surpresa especial para Marina: o quarto não era suíte, ou seja, não tinha banheiro. Tinha uma pia, mas teríamos que usar os banheiros de homem e mulher no final do corredor. Ao perceber isso, Marina fez uma cara que era um misto de alegria, tesão, surpresa e descrença por estarmos naquela situação, mas veio me beijar toda fogosa, deixando claro que tinha aprovado o “luxuoso” aposento, e logo começamos a nos pegar.
Depois de um amasso, ela disse que queria se arrumar, e foi aí que eu disse que tinha um presente para ela. Fui na minha mochila e tirei uma fantasia de zebrinha que havia comprado alguns meses atrás, na época de Halloween, muito sexy, e achei que um dia poderia ser útil. Essa fantasia era toda em uma peça, tipo um macacão colante, que deixava as pernas de fora. Tinha uma espécie de gorro que era a cabeça da zebrinha, e um rabo bem felpudo. Marina ficou pra lá de empolgada, pegou a fantasia e foi trotando para o banheiro.
E o pior era que não tinha outro jeito: ela teria que cruzar o corredor, se trocar no banheiro público e voltar vestida de zebra, passando em frente aos outros quartos. A imagem daquela mulher absolutamente deslumbrante, indo toda saltitante e sorridente em direção ao banheiro, com um plug anal atolado na bundinha, vai ficar para sempre na minha memória.
Resolvi ir ao banheiro também, mais para ver como era. Voltei para o quarto e depois de alguns minutos, ouvi uma batida na porta: era a zebrinha Marina, balançando o rabo, toda sexy e sorridente. Nossa! Não tenho palavras para descrever, aquilo era um troço de doido. Eu a beijei e, antes de deixá-la entrar no quarto, mandei que desse uma trotada pelo corredor. Ela viu que não tinha ninguém, colocou as mãos em forma de patinhas e saiu saltitando toda desajeitada, até que ouvimos o barulho de uma porta se abrindo, e ela correu para cima de mim, me empurrando quarto adentro.
Nos beijamos ardentemente. Marina se rodopiava, se esfregando toda no meu corpo, se exibindo, como se estivesse tentando me seduzir, e disse que tinha adorado o presente. Achei que seria legal se pudéssemos transar com ela trajando a fantasia, então disse que poderíamos fazer algumas alterações. Ela ficou olhando curiosa quando peguei uma tesoura na mochila, pedi que ela retirasse a parte de cima da fantasia e, com muito cuidado, abri dois buracos onde ficavam seus seios. Quando ela vestiu a fantasia de novo, seus peitos maravilhosos ficaram completamente à mostra. Abrimos também uma fenda dando livre acesso à bundinha e buceta. Foi um pouco de trabalho, mas valeu a pena, pois o resultado foi um verdadeiro espetáculo.
Tinha um espelho que ficava na porta de um falso armário. Eu coloquei Marina na frente do espelho, exibindo seus seios, e ficamos os dois impressionados pela volúpia daquela imagem. Eu disse: “Wow, agora sim!”. Depois virei sua bunda para o espelho e abri um pouco, mostrando o plug no seu rabinho. Ela olhou e, com carinha de surpresa, disse: “Nossa! Tinha até esquecido que estava aí!”. Dava para perceber como ela se sentia linda, gostosa e cobiçada (ainda mais do que o normal).
Eu a virei e disse: “agora eu quero que você faça uma coisa pra mim.” Ela balançou a cabeça positivamente. Eu mandei que ela se olhasse no espelho e falei: “Eu quero que você vá lá no fundo do seu ser, bem lá dentro, e peça para sua putinha interior vir aqui, brincar com a gente”. Ela fechou os olhos e eu fiquei brincando com seus seios e clítoris, ela respitou fundo, soltando um suspiro, depois se virou, me beijando e se ajoelhou, puxando minha cueca para baixo e abocanhou meu pau com voracidade.
No meio desse boquete maravilhoso, lembrei que havia trazido um par de pinças para mamilos, já que ela tinha me dito que gostaria de experimentar. Essas pinças eram japonesas, feitas de metal, estilo borboleta, com uma correntinha ligando uma à outra. Apliquei-as com muito cuidado em cada um dos biquinhos dos seios de Marina. Cada vez que eu colocava uma das pinças, ela abria a boca, arregalava os olhos e soltava um gemido, num misto de surpresa e prazer. Para quem nunca experimentou, é uma sensação realmente intensa, principalmente se a pessoa não está acostumada. Verifiquei mais uma vez se as peças estavam bem “instaladas” e perguntei à Marina se estava tudo bem, se poderíamos continuar. Ela balançou a cabeça, dizendo que sim, com uma carinha de alegria e sofreguidão. Então a beijei carinhosamente, coloquei suas mãos atrás das costas e enterrei até as bolas em sua garganta, fazendo-a engasgar algumas vezes.
Eu disse a ela que não engolisse a saliva, pois eu curto quando aquela babinha cai nos peitos e até nas pernas e na buceta, deixando tudo bem lambuzado. Para estimular a produção de saliva, eu metia bem fundo e tirava, para que escorresse para fora, mas Marina, instintivamente, acabava chupando a saliva e engolindo tudo. Eu parava e dizia pra ela: “não engole, deixa sair”. Só que ela sempre acabava engolindo de novo. Foi aí que segurei seus cabelos e apliquei um belo tapa com a minha mão direita. Tinham que ver o sorriso que a safada abriu! Eu disse: “gostou, é? Essa putinha gosta de apanhar também, é?”. E ela, toda feliz, disse: “hmm hmmm, adoro”. Então troquei de lado e mandei outro com a mão esquerda. Depois perguntei: “tá bom ou quer mais, puta?”. E ela: “quero mais”. Então foi mais um com a direita e mais um com a esquerda. Depois eu a beijei e enterrei minha pica até sua garganta, fazendo um vai e vem por um bom tempo, e disse: “vou tirar agora, não engole”. Ela apenas respondeu “hmm hmmm”, e fui tirando bem devagar. Dessa vez ela fez direitinho, e ainda deu uma ligeira soprada na cabeçorra, fazendo um montão de bolhas, enquanto aquele cuspe todo caía pelo seu corpo, incluindo sobre as pinças que esmagavam seus biquinhos. Continuamos aquilo até deixar minha zebrinha bem babada e sujinha.
Sobre o que está acima vale dizer: eu já conhecia Marina e sabia que ela tinha essa tendência, mas não é para machucar a pessoa, de jeito nenhum. Tem que ser feito com muito carinho e cuidado.
Enfim, achei que seria apropriado fodê-la de quatro primeiro, o que fiz enquanto aplicava um bom spanking naquela bunda linda, até ficar bem vermelhinha, e mandei ver naquela bucetinha de deusa. Marina não demorou a gozar, soltando gemidos e se contorcendo. Achei que era hora de trocar de posição e perguntei o que ela tinha trazido na bolsa. Ela me disse para ir lá ver. Peguei a bolsa e encontrei um verdadeiro arsenal: tinha treco de todo tipo, formato e tamanho — consolos, vibradores, plugs, coelhinhos, borboletas e até coisa que eu nem sabia o que era. E claro, muito lubrificante, o que é essencial.
Resolvi tirar proveito daquela coleção erótica e coloquei Marina encostada nos travesseiros, com as pernas bem abertas. Fui testando alguns brinquedos, lubrificando bem sua buceta. Marina parecia insaciável e pedia mais, até que acabei fazendo uma aposta com ela de quantos brinquedos conseguiria enfiar ao mesmo tempo. Ficamos então “testando” várias combinações na sua buceta, rabinho e boca também.
Como adoro meter numa buceta junto com um vibrador, coloquei-a de ladinho, meti por trás e enterrei um vibrador na sua bocetinha, que eu operava com a mão direita, enquanto ela segurava um coelhinho no clitóris. E não se esqueçam: ela ainda tinha um plug anal e as pinças nos mamilos ao mesmo tempo. Porra! A pobre da garota parecia que ia surtar, perdendo completamente o controle de tanto prazer.
Foi tanto que Marina entrou em um estado orgásmico, tendo um orgasmo atrás do outro, fazendo seu corpo inteiro tremer. Ela gemia baixinho, soltando gritinhos e soluços de prazer, enquanto sua buceta jorrava gozo. Eu estava contente em proporcionar aquele prazer para aquele tesão de mulher, e continuamos por um bom tempo, até que ela disse que não aguentava mais e pediu que eu gozasse. Perguntei se queria sentir o gosto da minha porra, ela não só afirmou que sim, como também ficou me pedindo, com vozinha de safada, para encher sua boca de porra.
Eu retruquei dizendo que só se ela engolisse tudo, ela prometeu que não desperdiçaria nem uma gota. Então, bombei um pouco mais na sua buceta melada, depois tirei meu pau e mandei que ela se deitasse, com a cabeça na altura da minha piroca. Daí foi só segurar nos seus cabelos e meter na sua boquinha até que gozei com jatos tão fortes que ela começou a engasgar, mas mandei que engolisse. Ela parou por um momento para se concentrar e foi mandando tudo garganta abaixo. Continuei bombando e gozando até desabar sobre a cama, completamente satisfeito.
Continua no próximo conto…

