Motel Zero Estrela 2

Depois da transa do conto anterior, retirei as pinças dos seios de Marina, e ela foi se lavar no banheiro, eu também fui tomar uma chuveirada. Quando voltei, peguei umas cervejas na geladeirinha, e me deitei na cama e logo Marina entrou, vestindo um roupão. Ela se deitou perto de mim e me mostrou as marcas que as pinças fizeram nos seus biquinhos, cheia orgulho. Eu a elogiei e ficamos ali namorando e tomando uns goles por um tempo, até que ela se lembrou que eu tinha trazido minha mochila e perguntou o que tinha nela. Eu disse que era surpresa, e ela foi verificar, cheia de curiosidade.

Ela se levantou, pegou a mochila, e na hora percebeu que estava pesada. Abriu o zíper, e usando as duas mãos foi tirando uma “coisa” com dificuldade e jogou na cama, mal conseguindo manuseá-la. Cortei a embalagem com a tesoura, liberando aquela monstruosidade. Era um dildo que eu havia encomendado pela internet, não prestei atenção no tamanho na hora da compra, e quando chegou vi que o negócio era enorme. Quando tiramos da embalagem ficamos até assustados com a pujança daquele membro, e nos olhamos pasmos, como se tivéssemos caído numa pegadinha. Ríamos sem parar e fomos examinando o instrumento, nos perguntando se era pra ser assim mesmo, pois o tamanho era realmente exagerado.

Acabamos deixando o treco na cama e começamos a transar. Sua buceta logo ficou bem melada, e ela não tirava os olhos do negócio. Comecei a dedar sua boceta junto com meu pau, depois passei lubrificante na minha mão direita e comecei a fazer um fisting, enfiando quase toda a mão e alargando cada vez mais aquela buceta deliciosa. Eu a elogiei bastante, dizendo que sua pepeca estava se saindo muito bem.

Ela pediu que eu lavasse o dildo e colocasse a seu lado, para que pudesse acariciá-lo. Eu lavei bem e passei bastante lubrificante. Marina ficou de ladinho, enquanto eu metia na sua buceta por trás, e ao mesmo tempo ela abraçava e massageava o objeto, que apelidamos de “Monstro”. Ela colocava entre suas tetas e até tentava chupa-lo, mas a cabeçorra era grande demais para caber em sua boca. Perguntei a ela se achava que sua bocetinha aguentaria tudo aquilo, e para minha surpresa, ela casualmente respondeu que já que estávamos ali, por que não tentar?

Então novamente, a coloquei com as pernas abertas, num tipo de “frango assado”, mas encostada na cabeceira da cama, para que pudesse ajudar a manusear o Monstro com as mãos. Passei bastante lubrificante e posicionei a cabeçorra descomunal na entrada de sua vagina. Fui tentando introduzi-lo, mas sempre escapulia. Marina se ajeitou um pouco melhor e, como a cabeça era razoavelmente macia, apertei, compactando o látex, e pressionando firme com minhas mãos, acabou entrando. Marina deu um grito, e fiquei preocupado se havia se machucado. Perguntei se queria que eu tirasse, mas ela respirou fundo, toda trêmula, e disse que podia deixar, mas sem mexer.

Ela se recostou, mas o dildo acabou escapando e saindo da sua buceta. Agora, porém, eu já sabia o macete: apertei a cabeçorra, segurei firme e meti novamente. Mais uma vez ela aceitou como uma heroína. Fui fazendo movimentos bem pequenos e sem demora, sua respiração foi ficando cada vez mais ofegante e descompassada, até começar a gozar loucamente. Os orgasmos vieram com tamanha intensidade que fiquei até preocupado, achando que ela fosse ter um treco.

Quando começou a relaxar, virei-a de lado, segurando o Monstro com a mão direita, e meti minha piroca no seu rabinho, que parecia mais uma prensa de tão apertado, comprimido pelo dildo gigante na buceta. No meio de tudo aquilo a safada ainda me olha e com a voz mais doce diz -“ahhh nunca dei o cu tão gostoso assim!”. Continuei rasgando, desbravando toda aquela resistência, como se estivesse re-descabaçando aquele cu fenomenal, até que ela começou a rebolar violentamente e gozamos juntos, aos berros. Depois de nos acalmarmos um pouco, retirei o Monstro com cuidado, e caímos desfalecidos, completamente saciados.

Estávamos completamente acabados. Nem sei de onde tiramos forças para nos levantar, mas nosso combinado era ir para casa naquele dia mesmo. Pegamos nossas coisas, jogamos tudo de qualquer jeito na mochila e na bolsa, e fomos para a gerência, acertar a conta e entregar a chave. O senhor da recepção mostrava um belo sorriso, e nós sabíamos que ele, e provavelmente o quarteirão inteiro haviam curtido a orquestra sinfônica de prazer que eu e Marina tínhamos proporcionado. Depois, seguimos para o apartamento da Marina.

Pegamos mais tráfego do que o esperado e, no meio da viagem, as cervejas começaram a “destilar”, e fui ficando com a maior vontade de fazer xixi. Muito apertado, dirigi o mais rápido possível e estacionei o carro todo torto, em frente ao prédio dela.
Chegando no apartamento, jogamos tudo pelo chão. Peguei a mão de Marina e a puxei para o banheiro comigo, ela não entendeu nada, mas como sempre foi uma boa menina e me acompanhou. Ali, arranquei sua roupa e a joguei no box, de joelhos. Já prestes a explodir, tirei minha piroca, que instantaneamente começou a jorrar uma cascata dourada, grossa e quentinha sobre aqueles peitões maravilhosos. É claro que a putinha safada adorou, ficou brincando, balançando e alisando aquelas tetas encharcadas, enquanto recebia jatos e mais jatos do meu mijo.

Banhei seu corpo inteiro e como ainda tinha bastante na bexiga, olhei Marina nos olhos e ela abriu um lindo sorriso com a maior carinha de vadia, disse para ela fechar os olhos, o que fez prontamente. Fui molhando sua carinha enquanto ela se virava, sorria e murmurava de prazer. Falei então para ela abrir a boca e mandei um longo jato até encher sua boca gulosa. Quando estava bem cheia, mandei que engolisse tudo. Ela engoliu com tanta vontade que acabou engasgando, dando algumas tossidas. Nesse momento, começou a ter espasmos, precisou apoiar as mãos no chão para não cair e contorceu todo o corpo, fora de si de prazer.

Aquilo foi demais pra mim e acabei tendo mais uma ereção junto com toda aquela vontade de fazer xixi. Puxei Marina e meti na sua boca bombando rápido para não perder o embalo e gozei mais uma vez na sua boquinha. Devo dizer que não saiu quase nada de esperma, mas aquilo levou a última gota de energia que nós tínhamos, nossas pernas não estavam nem mais se aguentando. Abri o chuveiro, tomamos um rápido banho e fomos para a cama, onde dormimos até a tarde do dia seguinte.

Depois dessa aventura, ainda ficamos juntos por um tempo e vivemos experiências incríveis, mas, infelizmente, Marina acabou se mudando para Nova Iorque, para seguir sua carreira. Com o tempo, nos afastamos e seguimos outros rumos, mas vou sempre guardar com carinho as lembranças das nossas aventuras ardentes e memoráveis.

Foto 1 do Conto erotico: Motel Zero Estrela 2

Foto 2 do Conto erotico: Motel Zero Estrela 2

Foto 3 do Conto erotico: Motel Zero Estrela 2


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Motel Zero Estrela 2

Codigo do conto:
258848

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
07/04/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
3