Raissa acabara de completar seus 18 anos, era virgem, nunca sequer havia sido beijada por um homem e vivia um dilema: sonhava encontrar alguém que a compreendesse, amasse, respeitasse, enfim. Um amigo de sua família sempre a observava, era um cara de 38 anos, já experiente, que adorava ouvir aquela jovem, sobretudo ao se referir ao assunto "sexo". Ele era casado, sua esposa era também amiga da família, mas não sabia que seu marido tornara-se amigo confidente da filha de 18 anos de sua melhor amiga. Em um belo dia, a jovem saía da faculdade e de repente um carro buzinou ao seu lado, era Carlos, seu amigo/confidente lhe oferecendo carona. Ela aceitou com um sorriso no rosto, ele disse em tom de brincadeira: "vim te raptar", ela sorriu e em pensamento, pensou, "me leve para longe daqui".
Enquanto Carlos dirigia o carro conversava com Raissa sobre a faculdade de Direito que ela cursava, se estava satisfeita, se era o que queria, enfim. Até que ele parou o carro em uma rua estreita e perguntou àquela moça se ela queria conhecer um ambiente legal, descontraído. Raissa meio assustada, perguntou: "Que ambiente seria esse?" Ele sorriu e disse "Calma, é só um local mais reservado, onde pessoas convidam amigos queridos. Lá vendem refeições deliciosas, o melhor sushi, você escolhe." Os dois seguiram rumo ao ambiente sugerido por Carlos.
Ao chegarem lá, Raissa ficou maravilhada com o que viu, um ambiente aprazível, discreto, com características de quem não queria ser visto, enfim, reservado. Carlos perguntou a ela se havia gostado do local, Raissa respondeu que sim. Então, ambos se acomodaram em uma mesa com duas cadeiras, ele pediu o cardápio. Mas ainda existia uma surpresa que aquele ambiente oferecia, que Raissa sequer sonhava que pudesse existir.
Carlos e Raissa comeram sushi, beberam um bom vinho e a seguir, aquele homem de 38 anos tocou discretamente as mãos delicadas e geladas daquela jovem de 18 anos e como bom galanteador insinuou que estava "pintando" um clima, que se sentia atraído por Raissa, ela sem saber o que dizer, de cabeça cabeça, sorriu sem graça e disse, "você é casado". Ele retrucou, dizendo que a trataria como uma princesa, que jamais se arrependeria do que acontecesse ali, que seria a "amante princesa", que ele estaria sempre presente para suprir suas carências. Que ela só precisaria confiar nele. Nesse instante, Raissa olhou nos olhos de Carlos, enquanto ele segurava em suas mãos e disse "eu confio!". Era tudo o que aquele homem queria ouvir daquela jovem, ele a convidou para dançar, a música que os embalava era suave, adequada ao momento.
Eis a surpresa, no ambiente em que Carlos havia levado Raissa era um restaurante, mas não só, oferecia algo a mais, a dois, que atuava na reconciliação de casais ou no começo de um novo romance. Carlos convidou Raissa para subir, ambos subiram, ao chegarem no andar certo, Carlos recebeu uma senha que dava acesso ao quarto que havia pedido. O ambiente daquele quarto era puro relaxamento e romance, com rosas vermelhas espalhadas em em cima da cama, com incensos.
Carlos e Raissa naquele momento se beijaram, aquela jovem pela primeira vez teve sua boca tocada por um homem, depois Carlos caprichou com outro beijo, mais ardente e Raissa ficou sem folego. Ele tocou discretamente seus seios e mamilos, sempre dizendo " confie em mim, estou aqui."
Raissa não resistiu e se entregou a aquele homem, ele a carregou em seus braços e a colocou na cama, a beijando na boca e chupando seus seios, ele a despiu e a deixou só de calcinha, enquanto beijava sua barriga e tocava seus seios com as mãos. Ela em silêncio sussurrava de prazer. Até que ele tirou sua calcinha com os dentes, chupando sua linda bucetinha. Naquele momento Raissa sentiu tanto tesão, que gemeu como louca, talvez tenha tido seu primeiro gozo sem saber. Carlos ao esfregar sua bela rola (cabo de caçarola), no grelinho de Raissa, a jovem suspirava sem saber o que fazer.
Carlos ao penetrar sua rola na buceta molhada de Raissa a penetrou com força e ao mesmo tempo com carinho, foi o momento que aquela jovem experimentou a lendária posição da missionária, Larissa se tornou a missionária perfeita, à qual gozou lindamente.
Naquele momento Raissa se apaixonou por Carlos, um amor proibido, mas que para os homônimos em ebulição daquela jovem seria o primeiro amor, a primeira transa, era tudo.
Carlos, como bom galanteador, percebeu a tara tímida de Raissa e colocou sua rola de maneira delicada na boca daquela jovem que para a surpresa de Carlos a correspondeu com tesão e que para seu primeiro boquete Raissa chupou muito bem, chegou a ganhar elogios do mesmo. Carlos gozou na boca de Raissa onde ela se deliciou recebendo todo aquele leite que escorria pelos cantos de sua delicada boca, ela sorriu, o abraçou e o beijou. Raissa nunca mais seria a mesma...