Luna era uma profissional do sexo. Todos os os dias atendia clientes com o maior profissionalismo e dificilmente se negava a atendê-los. Um belo dia entrou em um Sexy shop para comprar um brinquedo novo, ao compra-lo recebeu da loja um bilhete para concorrer a um prêmio surpresa. Ao raspa-lo, Luna percebeu que havia sido contemplada com um prêmio, ficou super feliz. A mesma voltou à loja para comunicar que aquele bilhete era premiado. Ao descobrir que o prêmio era "uma noite de princesa" em uma das mais prestigiadas casas de swing da cidade, tratou de desmarcar compromissos de trabalho que haviam sido agendados para o expediente noturno no sábado. O prêmio também dava direito a acompanhante, mas Luna quis ir só. O prêmio também só dava direito ao seu titular, não podia ser transferido a terceiros. O sábado chegou e com ele a noite, Luna pegou um táxi rumo à casa de swing. Ao chegar lá foi muito bem recebida pelo gerente e por todos os funcionários. Uma mesa havia sido reservada em seu nome com Champanhe e caviar. Luna quis a Champanhe, mas dispensou o caviar. A noite era daquela linda mulher, que através de um bilhete premiado fez daquele momento o meu melhor. De repente se aproximaram de Luna dois homens robustos, grandes, vestidos de escravos a fim de atenderem aos caprichos daquela que teria uma noite de princesa naquele local frequentado por quem, assim como ela, gostava de exercer domínio no outro. Luna foi conduzida a um dos melhores quartos daquele local, ao chegar lá quis que seus dois homens lhes servisse, tocassem, ambos chupando sua buceta e quis também do do lado de fora existissem vários homens que espiassem ela transar com aqueles dois, apenas que espiassem sem poderem entrar. Embora quisessem. A vontade daquela mulher teria que prevalecer, assim foi. Luna quis experimentar dupla penetração, recebeu as duas rolas daqueles dois homens tesudos e assim, gritava forte. Quem estava de fora estava louco para entrar no quarto, até que Luna liberou a entrada para todos aqueles homens e todos a fizeram chupar suas rolas, sua boca passava de rola em rola. Seu cuzinho também. Aquela mulher naquele momento esqueceu que era profissional do sexo, tampouco dominadora, apenas cedeu aos seus desejos de quenga.
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