Aprendendo andar de ônibus.


Alguns meses antes de completar 21 anos, eu estava ansiosa com a comemoração do meu aniversário e já pesquisava temas e fantasias. Meu namorado estava em viagem, então tive que resolver tudo sozinha.

No primeiro dia, fui de Uber, como de costume. No segundo, não encontrei nenhum e percebi que passava um ônibus bem na frente — era só atravessar a rua. Como estava com pressa e o shopping era perto, decidi que seria mais rápido.

Eu estava com uma roupinha de academia que julguei ser mais prática, caso precisasse vestir alguma fantasia por cima depois. Entrei no ônibus e fui direto para a parte de trás. O ônibus estava bem vazio, silencioso de um jeito estranho, então sentei no primeiro banco logo após a roleta.

Eu estava distraída no celular quando levantei o olhar, tentando me localizar. Foi aí que percebi o cobrador me encarando. Ele parecia tão concentrado que nem notou que eu tinha percebido. Os olhos dele estavam fixos na minha xota que tava dividida pela calça apertada de academia.

Na hora, fiquei irritada. “Que cara nojento”, pensei.

Mas, no segundo seguinte… minha buceta piscou, confesso em partes porque eu estava no período fértil e já fazia umas duas semanas que não fazia nada.
Eu olhei para mim e senti um friozinho no estômago.
“Ah, deixa ele olhar”, pensei. Abri um pouco mais as pernas, para ele aproveitar a vista.
De vez em quando, eu olhava para o rosto dele para conferir, e ele estava claramente adorando, encarando fixamente minha xota e, às vezes, disfarçando quando passava a mão no pau.

Eu estava começando a sentir vontade de provocar. Foi então que decidi: comecei a alisar a minha perna de forma despretensiosa e levei meu dedo do indicador bem para o meio onde minha xota tava toda repartida e comecei a esfregar, fazendo um movimento sutil. Fiquei observando a reação dele. Ele mordeu o lábio e arregalou os olhos quando percebeu que eu estava olhando diretamente para ele.

Eu não aguentei e ri, mas logo em seguida percebi o shopping passando — eu tinha perdido o ponto. Apertei o botão rapidamente, me levantei e fiquei em pé ao lado do cobrador, esperando o próximo ponto.

Ele tentou puxar assunto:
— Ei, menina, qual é o seu nome?

Eu apenas dei um sorrisinho. O ônibus parou, a porta se abriu, e eu fui descendo. Ainda ouvi ele dizer, em voz baixa:
— Nossa… gostosa do caralho.

Fiquei com a buceta piscando revivendo o momento, Depois, acabei esquecendo disso enquanto fazia as compras. Fiquei umas quatro horas lá dentro e, quando saí, percebi que já era horário de pico.

Chamei um Uber, mas, enquanto esperava, observei um pessoal no ponto aguardando o ônibus — e a lembrança voltou na hora, fiquei cheia de vontade.

Resolvi pegar o ônibus mesmo, ainda com algumas sacolas na mão. Fiquei ali, esperando, já um pouco ansiosa. Quando finalmente chegou, notei que, com a quantidade de pessoas no ponto, ele ficaria lotado. Entrei mesmo assim.

Já tinha um cara ali que não parava de me olhar. Parecia trabalhar no shopping, porque estava usando o uniforme de uma das lojas.

Entrei me apertando e consegui passar pela roleta, mas sentar não era uma opção. Me espremi perto do ferro do ônibus. Tinha alguém atrás de mim, e eu estava de frente para um assento onde havia um senhor na faixa dos 60 anos.

Segurei firme no ferro, e o ônibus começou a andar.
Vire e mexe eu me espremia contra o ferro para alguém passar atrás de mim. Comecei a procurar alguém que me interessava mas o ônibus tava tão cheio que era difícil. Eu já havia notado que o senhor me deu umas olhadinha mas eu não tinha muito interesse, mas o ônibus já estava próximo da onde eu morava e eu estava ansiosa com o pensamento.
Notei o senhor olhando minha xota disfarçando sem jeito, então quando o ônibus balançava eu dava umas esfregadinhas com ela no ferro do ônibus, o senhor tava vermelho até e eu comecei a gosta mais e mais daquilo certeza que eu estava com um sorrisinho de satisfação no rosto. Deixei minha xota repartida com o ferro do ônibus onde eu estava segurando.
Olhei para ele despretenciosa e dei um sorrisinho inocente, andei levemente para o lado assim eu estava na lateral do banco minha buceta bem ali marcada e exposta ele tendo aquela visão de perto, apesar dele olhar apenas de canto de olho. Aproveitei uma das curvas e me inclinei para cima dele. Ele engolindo seco.
Esbarrei minha coxa na mão dele e pedi desculpa
Aí desculpa, tá tão cheio.
Sim, tá muito apertado mesmo.

Ele disse todo sem graça, logo vi meu ponto e apertei o botão me movi entre as pessoas passei no meio de dois caras fingindo normalidade me esfregando neles “sem querer” enfim desci atravessei e cheguei em casa ansiosa para meu próximo dia de compras.

Foto 1 do Conto erotico: Aprendendo andar de ônibus.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Aprendendo andar de ônibus.

Codigo do conto:
258995

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
09/04/2026

Quant.de Votos:
10

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