Vesti uma blusinha fina daquelas que marcam os biquinhos dos meus peitos e uma mini sainha coloquei um casaquinho de moletom com um zíper na frente calcinha de renda pequena repartindo minha xotinha.
Sai me sentindo uma verdadeira ninfeta.
Não demorou muito para o ônibus chegar ao ponto. Entrei, passei pelo cobrador e fui me sentar em um dos bancos do fundo. Logo um cara sentou ao meu lado. Dei um sorrisinho simpático, mas ele ficou me olhando sem disfarçar, o que me deixou morrendo de vergonha na hora.
Ele mexia no celular, mas sempre voltava a olhar para mim. Em certo momento, pedi licença e me levantei. Ao fazer isso, acabei me inclinando levemente, para a minha sainha curta subir ainda mais e deixar minha calcinha a mostra.
Andei um pouco e fingi olhar pela janela, como se estivesse me localizando. Depois, voltei na direção do meu assento.
— Não é o meu ponto — disse, sorrindo sem jeito.
Ele tirou a perna do caminho para que eu pudesse me sentar novamente. No movimento, senti de leve a mão dele encostar na minha coxa, quase como um esbarrão, antes de eu me acomodar outra vez.
A cada minuto que se passava eu estava mais ansiosa e ele olhava sem nem disfarçar, resolvi que era uma ótima hora para retirar meu moletom. Os biquinhos dos meus peitos durinhos estavam muito aparentes na minha blusa. Recostei no banco e deixai ele apreciar a vista toda.
Ele parecia estar doidinho uma novinha peitudinha quase pelada ao lado dele. Oque mais ele poderia querer?
Deixei meu casaco dobrado em cima da meu colo e não demorou um minuto senti os dedos dele encostarei na lateral da minha coxa, eu não olhei fingi não senti, mas na hora minha bucetinha piscou, não era só ele que estava louco.
Sempre adorei atenção eu sei que sou gostosa e que chamo atenção, mas é diferente quando estou brincando de ser uma putinha. Ver os homens ficando loucos de tesao só de me olhar me deixa muito molhada.
Vire mexe os dedos dele dualizava na lateral da minha coxa como se tivesse testando um limite, “até a onde posso ir com essa puta aqui?” Era oque ele estava pensando.
Com o tempo ele fui ficando ousado os dedos subiram para cima da minha coxa e ele descansou a mão em baixo do meu moletom, tocando minha pele me arrepiei.
“Ele não aguentou e vai passar a mao em mim” pensei satisfeita.
Olhei para ele e dei um sorrisinho inocente daquele que eu sei que todo homem que gosta de novinha ama.
Na hora ele enfiou a mão no meio das minha pernas. sem rodeios, foi logo enfiando as pontas dos dedos puxando calcinha para o lado e beliscando meu grelinho.
Arfei sem querer e ele se inclinou para meu ouvido.
Tá gostando disso?
Para !
Eu disse baixinho com voz de piranha inocente .
Parar? Se quisesse que eu parasse não tava com a buceta melada assim.
E ele tinha razão eu estava pingando de tesao, ele esfregava meu grelo e vire e mexe chupava o dedo disfarçando.
- buceta gostosa!
ele repetia sempre que podia no meu ouvido.
Se quiser posso arregalasse ela.
O pau dele estava duro e marcava a calça jeans
Quantos anos você tem?
17
Menti
Ele não parou de dedar a entrada da minha bucetinha, essa altura ele já tinha acariciado ela toda.
Caralho!
Ele disse desanimado.
Tão novinha e já tá assim safada! Já deu a buceta ja?
Fiz que não fazendo beicinho. Outra mentira!
Se quiser posso tirar seu cabacinho é só me pedir, me dá seu número?
Escrevi o meu número no celular dele enquanto ele beliscava meu grelinho quase me fazendo gozar.
Foi aí que eu me toquei que um cara novo no outro lado estava olhando tudo oque tava rolando ele comentava com outro sentado do lado dele rindo baixinho.
Fiquei com medo
- Meu ponto !
Me ajeitei apressada levantei e fui esperar na porta, os dois caras novos vieram junto comigo.
Eu desci e eles atrás fiquei com medo na hora, até o mais velho me abordar.
Oi gata tudo bem? Pode me passar seu numero
O medo se esvaiu um pouco eu estava cheia de adrenalina não estava nem pensando, fiz que sim com a cabeça e ele me deu o celular dele.
Anotei meu número e ele se apresentou (vou chamá-lo de Gustavo)
O mais novo só observava meio tímido
Enquanto o mais velho me deu um beijo na bochecha me cumprimentando. Fiquei conversando com eles esperando o próximo ônibus.
Oque tava rolando lá dentro ein ?
Ele falou baixinho para mim dando uma risadinha.
Quer por a mão na minha buceta também falei rindo no ouvido dele?
Nesse momento ele ficou vermelho, eu tava cheia de tesão meia louca pela a adrenalina.
-porra sério?
Fiz que sim e ele veio logo me abraçando encostei no ponto vazio e ele já veio metendo a mão alisando minha xota por cima da calcinha.
Outro estranho que eu não perguntei o nome passando a mão na minha buceta lisinha e melada, outro estranho que eu nunca havia visto de pau duro por causa da minha buceta rosa.
Me desvencilhei dele e tirei minha calcinha discretamente, enfiei no bolso do moletom preto que ele usava, ele tava louco. por ele, me comeria ali mesmo. Apoiei um pé em um banco abrindo um pouco mais as pernas já que a rua tava meia deserta.
O mais novo estava com o olho arregalado olhando meio de lado.
Eu comecei a gemer baixinho encarando o mais novo, fazendo carinha de puta, quando ele começou a me dedar coloquei a linguinha para fora gemendo só para os dois me ouvir. O garoto novo também estava de pau duro apesar de tentar disfarçar, quando passava algum carro a gente disfarçava.
Nunca me senti tão suja tão puta, tão excitada e louca para dar.
Quando vi o ônibus se aproximando pedi para parar e me despedi, beijei o mais velho no rosto é dei um selinho no mais novo arrancando uma risada do mais velho dei tchau e subi no ônibus deixando para trás dois estranho em êxtase.

Linda!