Suelen era morena clara, com seios fartos e uma bunda grande, branquinha, que tremia toda vez que batia. Sua buceta carnuda só se apertava direito com rola grossa; qualquer coisa fina ficava frouxa lá dentro.
Felipe, seu namorado, tinha um pau de 12 cm, fino, mas duro como osso. Era pequeno demais pra ela.
Eles moravam em Almirante Tamandaré e foram a uma festa numa chácara em Campo Largo, 70 km distante. Chegaram de táxi e beberam bastante. Felipe já estava grogue, cambaleando. Suelen, alegre e ainda consciente, usava uma saia preta brilhante de borracha que marcava sua bunda redonda e um fio dental branco fininho que às vezes aparecia. A camiseta decotada mal continha os seios; quando dançava, um deles pulava pra fora, mostrando o bico marrom grosso como mamadeira. Ela guardava rápido, enquanto velhos de barba amarela de cigarro babavam olhando.
Felipe sentou numa cadeira, tonto. Um senhor de 67 anos chamou Suelen pra dançar forró. Ela foi. O seio escapou de novo e foi direto na boca do velho, que deu um chupão rápido. Suelen riu, guardou o peito e voltou pro lado de Felipe.
Às 2h da madrugada, Suelen carregou Felipe até a entrada. Um menino magrelo chamado Robertson ofereceu carona no trator até a portaria. Ela aceitou, colocou Felipe na carretinha e subiu na frente. No caminho escuro, seus seios balançavam e saíam da roupa. Chegando, Felipe acenou agradecendo e ofereceu 20 reais. O menino recusou e foi embora.
Estavam no escuro total, sem sinal no celular. Felipe ria bêbado. De repente, um farol aceso iluminou a soja: uma Kombi branca velha parou. Dentro, só seis tonéis de lavagem pra porcos.
Era Anderson, primo de Felipe. Moreno escuro, quase preto, só os olhos brancos apareciam. Ele cumprimentou Felipe bêbado, depois beijou o rosto de Suelen, se apresentou e ofereceu carona. Ela aceitou.
Colocaram Felipe atrás, entre os tonéis. A Kombi não pegou. Suelen empurrou no tranco enquanto Anderson girava a chave. Quando pegou, ela correu e entrou pelo lado do motorista, passando a bunda grande no colo dele antes de sentar.
Na BR escura, Anderson pegou uma garrafa de Velho Barreiro e ofereceu. Suelen bebeu no bico. Num trecho de buracos, um seio pulou pra fora; ela segurou com as mãos.
Começou uma chuva forte de granizo. Anderson disse que morava perto e ofereceu a casa humilde pra dormir e ir embora de manhã. Suelen aceitou.
A casinha tinha sala, cozinha pequena e banheiro sem porta. No chão, um colchão de espuma sujo sem lençol, dois travesseiros velhos, um copo e cinzeiro cheio. Colocaram Felipe no sofá velho; ele apagou roncando.
Suelen pediu pra usar o banheiro. Mijou fazendo barulhão. Anderson riu. Ela secou a buceta com jornal e jogou no lixo.
Sentou na cadeira vermelha de plástico na porta. Anderson não tirava os olhos dos seios e das pernas da mini saia. Suelen, suada, abriu um pouco as pernas pra testar. Ele olhou direto pra buceta. Ela fechou rápido. Notou a rola dele dura na calça.
Pediu pra tomar banho. Entrou, tapou a visão com uma toalha na porta. Lavou a buceta melada de tesão com sabonete velho. Viu um prestobarba no lixo, passou sabão e raspou tudo, deixando a buceta lisinha.
Saiu enrolada na toalha. Anderson já estava deitado no colchão. Suelen disse que ia dormir de calcinha e pediu pra apagar a luz. Ele apagou. Ela esticou o braço pra desenroscar a lâmpada na cozinha; Anderson viu toda a bunda grande de fio dental branco.
Foi deitar apertada no sofá com Felipe. Caiu no colchão. Riu e voltou. Anderson disse: “Tá apertado aí?” Ela riu: “Sim.” Ele chamou: “Vem deitar aqui, o colchão é grande.”
Suelen foi. Anderson passou a mão na bunda dela e deu um tapinha. Depois deslizou a mão pela frente, tocando a buceta lisinha.
— Olha, tá lisinha a buceta dela — disse em voz alta.
Suelen sussurrou. Ele pediu pra repetir.
— Tá lisinha porque eu raspei agora no banho.
— Por que raspou?
— Raspei pra você.
Anderson fumou em silêncio, levantou e entrou entre as pernas dela. Segurou a rola preta grossa, cabeçuda, de 23 cm. Suelen cuspiu na mão, passou na cabeça pra lubrificar e puxou a calcinha pro lado.
Anderson encostou a cabeçona na entrada carnuda e deitou por cima, no meio dos peitões.
— Posso chupar os bicos?
— Pode... só um.
Ele chupou um seio enquanto empurrava a rola grossa pra dentro. Suelen tremeu. A buceta carnuda esticou ao máximo, engolindo tudo até o fundo. Anderson metia violento, rápido, fazendo a buceta espumar perto do cu.
Felipe abriu os olhos, se levantou de lado e viu Anderson fodendo a namorada. Suelen tapou a boca com as mãos. Anderson continuou rindo e metendo. Felipe voltou a dormir.
Suelen gemeu, gozando forte. Se mijou no colchão. Anderson não parou. Quando ia gozar, tirou a rola e Suelen meteu a boca na cabeçona, engolindo toda a porra branca quente.
De manhã, às 6h, Felipe acordou. Anderson dormia virado pra cima, rola mole grande atravessada. Suelen estava de bruços, pelada, bunda grande pra cima, com a mão de Anderson nela.
Felipe acordou Suelen: “Vamos amor, pra casa.”
Ela vestiu a roupa. Chamaram táxi. Em casa, no banho, Felipe viu: um seio com marca de chupão, bunda cheia de tapas vermelhos, buceta arrombada num buracão aberto. Metendo o pintinho fino de 12 cm, não sentiu quase nada. Gozou rápido mesmo assim.
Suelen riu:
— Vamos dormir.
Continua....
Obs fotos reais