Meu nome é Suelen, morena branca, seios fartos, bunda grande e branquinha. Acabei de completar 18 anos. Era 6 de janeiro de 2024, sexta à noite. Estava em casa sem nada pra fazer quando minha prima Larissa me chamou pra dar um rolê. Topei. Fomos a um barzinho no centro. Lá encontramos minha tia, mãe da Larissa, acompanhada de Rone, meu padrinho. Rone era alto, 1,93m, forte, negão. Sempre me tratou como filha, nada fora do normal. A noite avançou. Minha prima e minha tia se envolveram com uns rapazes. Decidi ir pra casa. Saí do bar, virei a rua ao lado pra chamar carro de aplicativo. Usava saia rodada preta bem curta e camiseta colada branca, sem sutiã. Rone apareceu do lado e perguntou o que eu fazia ali sozinha. Disse que esperava o carro pra ir pra casa. Ele se ofereceu pra me levar. Aceitei. Andamos 4 quadras até o carro dele, conversando e bebendo gin num copão de plástico. Chegamos no carro. Percebi que Rone estava um pouco alterado. Resolvi ir até a casa dele e ficar no sofá. De manhã iria pra casa. Como era meu padrinho, estava tudo certo. Na casa de Rone bebemos mais umas cervejas. Ele escorou no sofá e cochilou. Tomei um banho pra refrescar. Depois fui pro quarto dele e deitei na cama, nua embaixo do lençol. Rone ficou no sofá. Apaguei. O quarto estava todo escuro, só uma leve claridade da luz do poste lá fora deixava tudo meio claro, nítido mesmo no escuro. Acordei de barriga pra cima, pernas meio dobradas e abertas. Rone estava sentado bem no meio delas. Um dos meus seios estava babado, bico bem duro. Olhei pra baixo. Rone segurava o pinto na mão: grande, grosso, preto, cabeça bem roxa, meio encurvado, uns 23 centímetros. Fiquei em silêncio. Ele bateu aquela jeba bem na testa da minha buceta pelada. Barulhão de tapa. Percebi que estava bêbado. Tentava abrir a embalagem de camisinha Juntex. Fiquei olhando uns 2 minutos. Ele não conseguia. De repente escutei a embalagem rasgar. Rone desenrolou a camisinha na rola. Ela desenrolou inteira, mas ainda faltava metade da rola. Ele segurou minhas pernas com as mãos e me apertou num frango assado, bem assado mesmo. Deitou sobre meu peito, mamando um seio, e com a outra mão acertou o buraco da minha buceta. Senti aquela rola me abrir instantâneo. Entrou já bombando. Abri um berreiro. Rone metia sem falar nada, com muita força e violência. A rola saiu da buceta e deu um cutucão no meu cu. Vi estrelas. Ele nem se tocou, bêbado demais. Formou a rola no meu rabo, ainda no frango assado. Com seu peso de uns 100 kg por cima, não pude fazer nada. Rone bombou meu cu como se fosse uma buceta. A dor era insuportável, mas ele seguiu firme e violento por uns 30 minutos. Por causa da bebida, não gozava. Até que encheu meu cu de porra e caiu pro lado. Saí meio rápido pro banheiro. Saía muita porra e sangue do meu cuzinho. Tomei banho. No outro dia Rone agiu normalmente. Eu também. Nunca tocamos no assunto até hoje. Foram 5 dias sentando de lado. Esse segredo ninguém sabe até hoje. Votem no meu conto bjao da suuh
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