Vídeo game! que nada

Saudações aos leitores.
Venho contar pra vocês oque rolou hoje na casa do meu amigo. Vim embora já pensando em fazer o post.
Eu já estava quase chegando na casa do Lucas quando mandei a mensagem: “Tô aí em 5 minutos, irmão.”
Ele respondeu só com um emoji de sorriso, uma carinha piscando e escreveu: “Quando chegar, só pode entrar. Tô na sala jogando play.”
Quando entrei, o apartamento estava com a luz baixa, só o brilho da TV grande iluminando a sala. O Lucas estava largado no sofá, pernas bem abertas, jogando um jogo de tiro. Usava um short de nylon preto, daqueles bem curtos e soltinhos, sem camisa. O tecido fino deixava quase tudo à mostra.
Sentei do lado dele no sofá. Ele nem tirou os olhos da tela direito, só deu um sorrisinho de canto.
— E aí? Demorou hoje, hein.
— Trânsito do caralho — respondi, tentando não olhar pro short dele.
Mas era impossível não notar. O short era tão largo que, toda vez que ele mexia as pernas ou se ajeitava no sofá, o tecido subiu e descia. De vez em quando ele dava uma puxadinha discreta com a mão livre, e eu via a cabecinha rosada aparecer rapidinho, meio coberta pela pele, antes de ele soltar e o short cair de novo. Meu rosto esquentou na hora.
Ele deu uma tragada longa no baseado que estava acendendo e passou pra mim sem falar nada. Eu peguei, dei a primeira bola bem devagar, sentindo a fumaça descer quente. Quando soltei a fumaça, ele virou o rosto pra mim, olhos semicerrados, voz baixa e safada:
— Pega nela um pouquinho…
Eu quase engasguei com a fumaça.
— Quê? — perguntei, fingindo que não tinha entendido.
Ele riu baixinho, deu mais uma puxadinha no short e deixou a cabecinha da rola aparecer de novo, dessa vez por mais tempo. Estava meio mole ainda, grossa, com aquela pele macia cobrindo parte da cabeça.
— Você ouviu. Pega nela só um pouquinho. Eu sei que cê gosta.
Meu coração disparou. Eu fiquei vermelho pra caralho, olhando pro videogame como se aquilo fosse a coisa mais interessante do mundo.
— Para, Lucas… tu tá louco?
Ele deu outra tragada e passou o baseado de volta pra mim.
— Cê acabou de dar a primeira bola… já tá com aquela cara. Eu conheço você, Geovane. Quando cê dá uma bola, cê fica mole, fica com vontade. Tá na sua cara que cê ia gostar de tá chupando uma rola agora.
Eu segurei o baseado, mas minha mão tremia um pouco. Dei mais uma bola, mais longa dessa vez, só pra ganhar tempo. Quando soltei a fumaça, ele se aproximou um pouco mais no sofá, abrindo mais as pernas. O short subiu quase até a virilha.
— Vem… só um pouquinho — ele falou bem devagar, quase sussurrando. — Deixa eu ver essa boca trabalhando. Eu sei que você chupa gostoso pra caralho.
Eu olhei pra ele, sem acreditar que isso estava acontecendo de novo. Já tinha rolado outras vezes, mas sempre parecia surpresa.
— Eu… eu não sei, cara… — murmurei, voz baixa, envergonhado.
— Sabe sim. Olha pra ela — ele disse, dando mais uma puxadinha. Dessa vez a rola já estava um pouco mais inchada, a pele recuando devagar e mostrando mais da cabecinha brilhante. — Tá vendo como ela é bonitinha? Cê já chupou ela outras vezes e ficou louco. Vem. Só lambendo primeiro, bem devagarinho, do jeito que você gosta.
Eu mordi o lábio. O baseado estava fazendo efeito, meu corpo relaxando, a vergonha misturada com tesão. Coloquei o baseado no cinzeiro e me aproximei devagar, ajoelhando no chão entre as pernas dele.
— Porra… tu é safado demais — eu disse, quase rindo de nervoso.
Ele sorriu, passando a mão no meu cabelo.
— E você adora. Vai, tira esse short pra mim.
Eu estava ajoelhado ali, coração batendo forte. Antes de puxar o short, coloquei a mão por cima do pau dele por cima do tecido, dei uma lisada bem devagar, sentindo ele já meio inchado. Depois levantei o short com cuidado e olhei dentro. A rola estava jogada de lado, grossa e pesada. Eu puxei ela pra fora com a mão, deixando ela à mostra. Dei uns beijinhos na cabecinha, depois dei uma sugadinha leve, puxando a pele com os lábios para cobrir a glande de novo. Chupei só a cabeça ali devagar, tentando puxar a pele da glande com os lábios, deixando tudo bem molhado de saliva.
Só então puxei o short dele completamente pra baixo. A rola dele pulou pra fora, já meio dura, grossa, com veias aparentes e aquela pele macia que eu adorava brincar. As bolas eram bem pesadas, bordela escura, do jeito que eu gosto, do jeito que me derrete todo. Cobertas por alguns pelos enroladinhos, curtos, crespos, preto bem escuro, em volta do pau e um pouquinho espalhados nas bolas. Aquele saco bem masculino, do jeito que um macho tem que ser.
Comecei devagar, exatamente como gosto. Primeiro passei a língua bem de leve na virilha dele, sentindo o cheiro forte da pele quente. Ele soltou um suspiro longo.
— Isso… assim, bem devagar. Cê sabe fazer gostoso.
Subi a língua devagar até a base da rola, lambendo toda a extensão por baixo, bem molhado. Depois desci de novo, até as bolas. Comecei a chupar uma delas devagar, sugando com cuidado, passando a língua em volta.
— Caralho… — ele gemeu, apertando meu cabelo. — nooossa Cê chupa muito gostoso, cê gosta mesmo né!
— Gosto — respondi baixinho, antes de passar pra outra bola, chupando mais forte dessa vez, fazendo ele se arrepiar.
Eu lambi entre as bolas, descendo mais ainda. Minha língua passou bem devagar no espaço entre o saco e o cu dele, dando uma lambidinha bem safada no cuzinho enrugadinho. Ele tremeu inteiro no sofá.
— Porra… que delícia. Continua assim, vai… não para.
Eu subi de volta, lambendo toda a rola agora, da base até a cabeça, bem devagar, deixando bastante saliva. Quando cheguei na cabecinha, circulei a língua em volta, brincando com a pele que ainda cobria um pouco, puxando de leve com os lábios.
— Isso… chupa a cabecinha primeiro. Bem devagarinho, como você gosta — ele pediu, voz rouca.
Eu obedeci. Coloquei só a cabeça na boca, chupando suave, a língua trabalhando em círculos lentos. Não forcei pra engolir tudo de uma vez. Eu gosto de brincar, de deixar ele louco aos poucos. Ficava entrando e saindo só um pouco, sugando, lambendo a fenda, sentindo ele endurecer mais na minha boca.
— Você chupa tão bem, cara… — ele gemeu. — Olha pra mim enquanto faz isso.
Eu levantei o olhar, mantendo a cabecinha na boca. Ele estava com a cara vermelha de tesão, mordendo o lábio.
— Cê gosta de ficar me olhando chupando, né? — perguntei, tirando um segundo só pra falar.
— Adoro. Tá lindo assim, de boca cheia. Engole mais um pouco agora… vai.
Eu desci devagar, sentindo a rola grossa deslizar na minha língua, enchendo minha boca. Não forcei até o fundo. Fiquei num ritmo lento, subindo e descendo, chupando com pressão média, bastante saliva escorrendo pelos cantos da boca.
De vez em quando eu tirava tudo, lambia as bolas de novo, passava a língua entre o cu e o saco, dava uma lambidinha mais fundo no cuzinho dele, que fazia ele gemer alto e apertar meu cabelo.
— Caralho… você é um safado mesmo. Adora lamber cu, né?
— Adoro — confessei, lambendo de novo, bem molhado. — Gosto de sentir você se derretendo.
Ele estava se derretendo mesmo. As pernas tremiam, a respiração pesada, o controle do videogame já largado no sofá há muito tempo.
Eu voltei pra rola agora chupando com mais vontade, mas ainda no meu ritmo. Engolia até onde conseguia confortável, depois subia devagar, sugando forte na subida. Às vezes parava só na cabeça e ficava ali, trabalhando só com a língua, bem safado. Agora eu comecei a colocar ele todo na boca, dando umas engasgadas que faziam meus olhos lacrimejarem. As engolidas profundas faziam a rola bater no fundo da garganta, me deixando com a boca cheia e o nariz quase encostando naqueles pelos pretos enroladinhos. Ele não se aguentava de tanto tesão, gemendo mais alto e apertando meu cabelo, mesmo eu também estando amando fazer aquilo, sentindo um prazer enorme em engasgar gostoso pra ele.
— Tá perto… — ele avisou depois de um tempo, voz falhando. — Continua assim… não para.
Eu aumentei um pouco o ritmo, mas sem pressa. Chupava gostoso, mão segurando a base, a outra massageando as bolas. Ele começou a gemer mais alto, o quadril se mexendo de leve.
— Vou gozar… porra... vou gozar na sua boca.
Eu não tirei. Continuei chupando firme, olhando pra ele com os olhos marejados. De repente os primeiros jatos quentes explodiram na minha boca, grossos, viscosos e bem quentes. Caralho, ele tava com a mamadeira cheia mesmo — veio uma porrada de esperma grosso, cremoso, enchendo minha boca rapidinho. Eu senti o gosto forte e salgado dele invadindo tudo, jato atrás de jato, muito, muita esperma quente e pesada. Tive que engolir rápido pra não transbordar, mas mesmo assim um pouco escorreu pelo canto da boca enquanto ele ainda pulsava e soltava mais. Ele gemia alto, o corpo tremendo, empurrando a rola um pouco mais fundo enquanto gozava.
Eu engoli tudo sem desperdiçar uma gota, fazendo sentindo aquela porra grossa descer quente pela garganta. Continuei chupando ele devagar enquanto ele esvaziava, sugando bem forte pra tirar até a última gotinha, limpando toda a cabeça, a fenda e descendo a língua pela rola toda. Ainda dei umas lambidas longas nas bolas pesadas e na virilha, deixando ele completamente limpinho e brilhando de saliva.
Ele estava ofegante, mão no meu cabelo, olhando pra mim com um sorrisinho satisfeito e exausto.
— Caralho… você é foda demais. Limpinho, hein? Não desperdiçou nada.
Eu subi de volta pro sofá, ainda com o gosto forte dele na boca, rosto vermelho e lábios inchados.
— Tu que me provoca… — murmurei, envergonhado de novo agora que o tesão tinha baixado um pouco.
Ele riu, puxando-me pra perto.
— E você adora ser provocado. Da próxima vez eu nem vou jogar videogame… vou deixar a rola já pra fora te esperando.
Eu ri, escondendo o rosto no ombro dele.
— Safado.
— E você é meu putinho preferido quando dá uma bola — ele respondeu, dando um beijo no meu cabelo.
Ficamos ali um tempo, o baseado ainda queimando, o jogo pausado na TV, o cheiro de sexo e maconha misturado no ar.
E eu já sabia que não ia demorar muito pra ele querer de novo.
Foto 1 do Conto erotico: Vídeo game! que nada


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vídeo game! que nada

Codigo do conto:
259022

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
09/04/2026

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