Perdi meu medo e me apaixonei pelo Negão cheio de carinho pra dar Parte 2

Depois daquela primeira foda, eu me tornei viciado no Renato. Não foi só pela rola grossa ou pelas socadas gostosas. Foi pelo carinho que ele me deu o tempo todo. Ele me deflorou com paciência, parando sempre que doía, me abraçando e beijando. E depois, quando eu estava todo melado e sensível, ele me pegou no colo, me levou para o banho e me segurou contra o peito dele debaixo da água quente, me lavando com cuidado enquanto eu me agarrava ao seu pescoço. Nunca tinha me sentido tão bem cuidado na vida. Isso me viciou completamente.
Com o tempo, eu me sentia cada vez mais à vontade na casa dele. Comecei a aparecer sem avisar, às vezes só pra dar um oi, outras vezes já chegando com tesão querendo mais. Ele não reclamava, mas sempre fazia algum comentário sobre a frequência.
— Você tá vindo quase todo dia, garoto… — disse ele uma tarde, enquanto me puxava pra dentro de casa. — Não que eu esteja reclamando, mas você tá se expondo demais. Alguém pode notar que você some toda tarde pra cá.
Eu fiquei com o rosto vermelho e respondi baixinho:
— Ninguém pode saber, Renato… por favor. Eu morro de vergonha se os conhecidos descobrirem que eu venho aqui todo dia.
Ele sorriu, me abraçou forte contra o peito largo e beijou meu pescoço devagar.
— Eu sei, minha menina. Só tô te alertando. Toma cuidado, tá? Mas enquanto ninguém descobrir, pode vir sempre que quiser.
Minha vida em casa ajudava nisso. Eu morava só com minha mãe e minha irmã mais velha. As duas trabalhavam o dia inteiro. Minha irmã me levava de manhã pra escola e depois ia direto pro trabalho. Elas só chegavam em casa depois das 6 da tarde. Eu estudava no turno matutino e saía da escola por volta das 11h30. Isso me dava bastante tempo livre à tarde. Eu tinha minha casa inteira disponível, mas onde eu realmente gostava de estar era na casa do Renato.
Eu guardava a mochila rapidinho em casa e já corria para lá. Com o passar dos meses, eu ia pra lá quase todos os dias. Às vezes nem precisava de sexo. Só gostava de chegar, me deitar no sofá da sala, assistir televisão e sentir aquela sensação de conforto e segurança que só ali me dava.
— Posso ficar aqui deitado um pouco? — perguntei uma vez, já me jogando no sofá.
Renato riu baixo e sentou ao meu lado, passando a mão grande no meu cabelo.
— Pode sim, minha menina. Fica à vontade. Essa casa já tá virando sua também.
Ele trabalhava em escala 12 por 36, então tinha dias em que chegava mais tarde. Teve um dia que eu fui direto pra lá depois da escola e a casa estava fechada. Como eu já sabia onde ele escondia a chave reserva, peguei a chave e entrei sozinho. Fiquei esperando por ele deitado no sofá, assistindo TV. Quando Renato chegou e me viu lá dentro, ele parou na porta, sorriu e balançou a cabeça.
— Olha só… você já tá se sentindo em casa, hein? — disse ele, divertido.
Eu fiquei um pouco envergonhado e respondi:
— Desculpa, Renato… eu não aguentei esperar lá fora. Posso ficar?
— Claro que pode, garoto. Mas toma cuidado com isso, tá? Alguém pode ver você entrando sozinho.
Num outro dia, eu cheguei e ele tinha acabado de chegar do trabalho. Eu estava suado da escola e disse:
— Renato, vou tomar banho, tá? Tô todo suado.
Ele me olhou com um sorrisinho safado e respondeu:
— Pode ir sim, comprei um presente pra você, está no banheiro te esperando. Quero você usando ele quando sair bem cheiroso do banho pra mim ver como vai ficar.
Quando entrei no banheiro, vi uma sacola em cima da pia. Dentro tinha uma calcinha branca bem delicada e um vestidinho pijama básico, cor de rosa claro, de tecido macio e leve, todo estampado com pequenos coraçõezinhos vermelhos.
Eu peguei a roupa, confuso, e chamei da porta:
— Renato… que roupa é essa? É pra eu vestir mesmo?
Ele respondeu da sala, com a voz calma e um pouco safada:
— É sim. É um vestidinho pijama bem confortável pra você ficar em casa, pra se deitar e descansar. Vai, experimenta pra mim.
Eu vesti no banheiro. A calcinha branca era macia e justa no meu corpo. O vestidinho pijama rosa claro era simples, caía solto e leve sobre meu corpo magrinho, os coraçõezinhos vermelhos espalhados pelo tecido. Quando me olhei no espelho, eu realmente me senti uma menina. O tecido macio roçava na minha pele, o comprimento curto deixava minhas pernas à mostra e o estilo delicado combinava com meu corpo pequeno e branco. Foi uma sensação estranha… mas muito gostosa e excitante.
Quando saí do banheiro, Renato estava sentado no sofá. Ele me olhou de cima a baixo, devagar, com um sorriso satisfeito.
— Tá linda… olha só pra você — murmurou ele, a voz mais rouca. — Tá parecendo minha menininha de verdade agora. Vem cá.
Eu me aproximei tímido, puxando um pouco a barra do vestidinho pra baixo.
— Tá estranho, Renato? — perguntei baixinho.
— Estranho nada. Tá lindo. Vem aqui no colo do papai.
Eu subi no colo dele. Renato passou as mãos grandes pelas minhas coxas lisas por baixo do tecido fino e me beijou o pescoço devagar.
— Gostou da roupinha que eu escolhi pra você? — perguntou ele.
— Gostei… me sinto diferente — respondi, corando. — Me sinto… uma menina mesmo.
Ele sorriu e apertou minha bundinha por cima da calcinha.
— Isso mesmo. Você é minha menininha agora. Rebola um pouco pra mim ver.
Eu obedeci, mexendo devagar no colo dele. Senti o pauzão dele endurecendo embaixo de mim. Ele gemeu baixo e sussurrou no meu ouvido:
— Tá vendo como você me deixa louco? Essa bundinha branca toda embaladinha pra mim…
Depois daquele dia, sempre que eu chegava na casa dele, tomava banho e vestia o vestidinho pijama rosa com os coraçõezinhos. Eu ficava o resto da tarde assim, só com ele em casa.
Teve uma tarde em que, depois do banho, vesti o pijaminha e voltei para a sala. Renato me olhou e disse:
— Hoje você tá especialmente linda, minha menina. Vem cá.
Ele me deitou no sofá, abriu minhas pernas e ficou me chupando por cima da calcinha até eu gemer alto.
— Ahh… Renato… tá bom demais… — eu gemia.
— Gosta quando o papai te mama assim, hein? — perguntou ele, safado.
— Gosto… não para, por favor…
Depois ele puxou a calcinha para o lado, lambeu meu cuzinho demoradamente e me fodeu de quatro, segurando o vestido levantado enquanto metia fundo.
— Rebola pra mim, minha putinha branca — rosnava ele. — Isso… aperta a rola do papai.
Eu gemia como uma putinha, apertando os lençóis:
— Mais fundo, Renato… por favor… me fode mais…
Outra vez, depois de tomar banho e vestir o pijaminha, ele me fez ficar de joelhos no sofá e fodeu minha boca enquanto assistia TV.
— Chupa gostoso, garoto… isso… que boquinha gulosa você tem.
Depois me virou de costas, me fez apoiar no encosto do sofá e me comeu ali mesmo.
— Tá gostando, minha menina? — perguntava ele entre as socadas.
— Tô… adoro quando você me chama assim… — eu respondia gemendo.
Às vezes, depois de transar, eu tomava outro banho rápido, vestia o vestidinho pijama novamente e ficava deitado no peito dele, só descansando.
— Posso dormir um pouco aqui com você? — perguntava eu, já me aconchegando.
— Pode sim, minha menina. Descansa. O papai tá aqui — respondia ele, passando a mão nas minhas costas por baixo do tecido macio e me beijando a testa.
Eu continuava com medo de alguém descobrir, mas o tesão misturado com o carinho que eu nunca tive, talvez pela ausência de um pai ou uma figura masculina em casa, era mais forte que o medo. Toda tarde, depois das 11h30, eu sabia exatamente para onde queria correr: para a casa dele, para os braços dele, para ser a putinha branca e delicada que ele tanto gostava de foder e cuidar.
Foto que fiz por Ia, bem semelhante ao que éramos

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Perdi meu medo e me apaixonei pelo Negão cheio de carinho pra dar Parte 2

Codigo do conto:
258484

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/04/2026

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