Eu tinha acabado de fazer 15 anos. Meu corpo ainda era magro e pequeno comparado ao do Rafael, que aos 26 anos era um moreno grande, pele escura queimada de sol, músculos torneados de tanto trabalhar no sítio. Naquela noite, quase todos já dormiam. A mãe dele estava no quarto, porta fechada e longe. O Adriano tinha ido pro quarto onde nós íamos dormir e já tinha apagado. Só restávamos eu e Rafael na sala. Ele estava deitado no sofá grande, só de bermuda. Chamou baixinho: — Vem cá, garoto… senta aqui na frente. Assim que me aproximei, ele passou o braço forte pela minha cintura e me puxou para trás. Meu corpo pequeno e mais claro se encaixou contra o dele — o contraste era enorme. Eu me sentia frágil, quase protegido dentro daquele peito largo e moreno. Uma admiração confusa me invadia: por que isso me deixa tão nervoso e ao mesmo tempo tão bom? Minhas costas colaram no peito quente dele. Logo senti o volume pesado da rola dele pressionando contra minha bunda. — Fica quietinho… — sussurrou no meu ouvido. — Vamos assistir um pouco. Não faz barulho. A mão grande dele começou a passear. Entrou por baixo da minha camiseta, acariciando minha barriga. Depois desceu até a cueca e envolveu meu pau. Meu piruzinho sumiu completamente na mão dele. Rafael deu uma risadinha baixa e apertou de leve. — Olha… ela é pequenininha — murmurou, quase debochando com carinho, enquanto começava a mexer devagar. Os dedos grossos cobriam tudo, subindo e descendo. Aquilo tudo era novo pra mim. Eu não sabia direito o que sentir. Quando ele perguntou baixinho: — Você gosta de ser tocado por homem, né? Eu hesitei. Meu coração batia forte. Não sabia bem o que responder, mas consegui falar quase sem voz: — É… é gostoso. Na verdade, eu estava confuso. Era uma mistura estranha de vergonha, medo e um prazer que eu não entendia ainda. Ele continuou masturbando devagar. Depois pegou minha mão e colocou sobre a dele, me fazendo sentir o contraste: minha mão pequena segurando a dele enorme enquanto ele brincava com meu pau. A outra mão dele desceu mais, passando atrás do meu piruzinho, acariciando a virilha com as pontas dos dedos. Quando ele chegou perto do meu anelzinho, roçando de leve, um arrepio forte subiu pela minha espinha. Por um segundo eu quis sair correndo, mas fiquei quieto, respirando pesado. — Shhh… fica quietinho — ele sussurrou quando eu tentei falar algo. — Não faz barulho, senão acorda alguém. Ele continuou explorando, tocando minha virilha, roçando o dedo no meu cuzinho por cima da cueca. Aos poucos, aqueles toques começaram a me agradar mais. Os arrepios viraram um calor gostoso que se espalhava pelo corpo. Eu comecei a gostar do jeito que ele me tocava ali, devagar, curioso. Rafael percebeu e sorriu contra minha nuca. — Tá gostando, né? Relaxa… deixa eu te tocar. Você é tão sensível aqui… Ele voltou a masturbar meu pau enquanto o dedo continuava roçando meu anelzinho. Eu tremia inteiro, mordendo o lábio, tentando não gemer. O contraste entre meu corpo pequeno e o dele grande, a pele clara contra a morena, e aquela sensação nova de estar sendo cuidado e explorado ao mesmo tempo me deixavam completamente entregue. Quando eu gozei, foi forte e silencioso, jatos quentes caindo na minha barriga e na mão dele. Rafael me abraçou mais forte, como se me protegesse, e sussurrou: — Bom garoto… amanhã a gente continua isso com mais calma.
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