Como já contei minha história antes, moro numa favela no RJ, sou mãe solteira,pois meu ex me abandonou assim que o bb nasceu, moro num barraco no meio da comunidade, minha família na época não me deu condições de estudar, pois tive que ajudar nos afazeres e cuidar dos meus irmãos na época, por isso terminei só a quinta série, minha casa é bem simples, com apenas 2 cômodos, sem reboco, sem chuveiro, por isso o aluguel acaba sendo em conta, eu estava com as contas bem apertadas, não tinha quase nada de alimento pra minha filha, e estava quase sendo despejada por dever já 2 meses de aluguel...
Até que encontrei minha amiga que sempre me indicava serviço, conversa vai, conversa vem, fiquei sabendo de um senhor viúvo que estava precisando de uma diarista que pudesse fazer uma faxina em seu apartamento pelo menos três vezes por semana – "ufa", até que enfim, uma oportunidade. Não perdi tempo e fui atrás do tal senhor. No prédio, o porteiro me informou que ele só chegava depois das dezoito horas. Fiquei aguardando até o tal senhor chegar. Depois de falar com ele sobre a possibilidade de ser a diarista que ele precisava, ele me convidou a subir para conhecer o apartamento e me explicou o que necessitava que fosse feito.
O Sr. Rogério era um senhor bem afeiçoado, devia ter uns sessenta anos. Depois de mostrar o apartamento, que não era muito grande, ele me disse o que precisava: que eu limpasse seu apartamento – basicamente, limpar o pó, já que estava tudo bem arrumado e, como ele morava sozinho, não tinha nenhuma bagunça – e pediu que eu fizesse o almoço durante esses dias, pois já estava cansado da comida da empresa, coisa que certamente eu tiraria de letra. Combinamos os três dias da semana, o pagamento – que não era muito – de 50 reais por faxina (o que dava 150 reais na semana); mas, pra quem estava sem nada, já era alguma coisa, e que eu deveria pegar a chave na portaria do prédio.
Passei a limpar o apartamento do Sr. Rogério todas as segundas, quartas e sextas, e ele combinou que, nesses dias, viria almoçar em casa. Comecei a trabalhar normalmente: chegava de manhã cedo, limpava o apartamento, arrumava tudo, depois fazia um almoço "simples". Ele chegava, almoçava e ia embora; rapidamente eu lavava seu prato, guardava a comida na geladeira, missão cumprida, e por volta das 13:00 eu ia embora.
Depois de uns três semnas trabalhando no apartamento dele, me senti mais à vontade e com mais liberdade para conversar sobre meus problemas. Acabei comentando estava faltando as coisas dentro de casa, e que a situação estava muito difícil, que só estávamos comendo porque eu estava fazendo limpeza no seu apartamento. Ele disse: "Mas o que eu pago não é suficiente pra isso; numa casa tem outras prioridades: água, luz, gás, telefone e outras contas que certamente eu tenho." Respondi: "O senhor tá certo, mas eu só tenho essa faxina pra fazer; é com o que ganho aqui que estamos nos virando." Durante essas três semanas, o Sr. Rogério mostrou-se um senhor educado, gentil e muito respeitador. Sempre me convidava pra almoçar com ele – claro que não rejeitei, pois almoçar com ele significava um gasto a menos pra mim, algo importante pra quem tem dinheiro curto, três dias por semana.
Alguns dias depois, quando ele chegou e, depois de almoçarmos, o Sr. Rogério perguntou se eu tinha muitas contas a pagar, eu disse que sim, que chegavam cobranças todo dia e que minha água e luz estavam para serem cortadas a qualquer momento. Ele perguntou se eu queria que ele pagasse todas as minhas contas, para que eu não ficasse devendo para mais ninguém. Respondi: "Claro que quero." Aí pensei comigo: "Ele vai pagar minhas contas e vai descontando na faxina que estou fazendo; vou ter que trabalhar um bom tempo pra ele até pagar tudo que devo."
Aí veio a surpresa. Ele colocou a mão sobre a minha e falou que eu era uma mulher linda, que certamente era desejada por muitos homens. Gelei na hora; puxei minha mão, meu coração disparou, e um calor imenso tomou conta do meu corpo, fazendo-me ficar vermelha como um pimentão maduro. Ele disse: "Eu pago tudo que você deve, mas tem um preço." Aí comecei a tremer, mesmo antes dele dizer qual era o preço, mas eu já imaginava qual seria. "Eu vou te fazer uma proposta indecente; não precisa me responder agora, pense se vale a pena pra não se arrepender depois. Se você aceitar, ótimo; se não, você pode continuar fazendo sua faxina normalmente – não falo mais no assunto e nem te importuno. Quando você tiver uma resposta, é só dizer: aceito ou não aceito." A proposta foi: "Eu quero chupar sua buceta e lamber seu cuzinho." Depois disso, ele se levantou, foi escovar os dentes e se foi.
A situação em casa não havia mudado muito; continuava difícil, as fraldas ja estavam no fim, sem roupinhas ja gastas e curtas, gás no final, o dinheiro nunca dava! Aquela proposta do Sr. Rogério, no princípio, me deixou nervosa, com raiva, fazendo-me sentir uma puta. Engoli em seco para não fazer uma besteira, pois era o único emprego que consegui e não queria perdê-lo. Passei o fim de semana cabisbaixa, pensando… Apesar de indecente, como ele mesmo disse, era uma proposta tentadora. E, como ele já tinha seus sessenta anos, chupar uma buceta e lamber um cuzinho deveria ser o máximo que ele conseguiria fazer – aquele pau já não deve levantar mais, pensei eu – e só quem tem muitas contas a pagar e só vê cobrança chegando, e nada de dinheiro entrando, sabe como essa situação é sufocante.
Fui trabalhar na segunda, e estava esperando a hora do almoço para dizer ao Sr. Rogério que não aceitaria sua proposta e que sairia do serviço, que não faria mais faxina no seu apartamento. Mas, lá pelas dez horas, meu minha vizinha ligou, me ligou dizendo que nossa luz fora cortada e nossa água também. Fiquei muda, pois não tinha mais outra saida, a proposta do Sr. Rogério, apesar de indecente, era a única possível para nos tirar do sufoco. E agora, o que vamos fazer? Aquele era o sinal verde para que eu pudesse aceitar a proposta do meu patrão.
Entrei e joguei o envelope sobre a mesa com as contas a pagar – cerca de dois mil e oitocentos reais – quando o Sr. Rogério chegou, abriu o envelope e, vendo as contas, deu um leve sorriso de satisfação e a certeza de que conseguira o que queria. Levou o envelope para o quarto e, depois de um tempo, voltou e me entregou. Cada conta tinha uma quantia em dinheiro grampeada, referente ao seu valor, e mais cerca de duzentos reais, que só vi na hora de pagar as contas. Almoçou e disse: "Quando você for embora, passa numa lotérica e paga. Eu sou um homem de palavra. Na quarta eu dou um trato em você: quero lamber esse cuzinho e chupar essa buceta até você gozar em minha boca; mas se você não vier na quarta, vou entender que você se arrependeu – não vou lhe cobrar mais nada, nem mesmo o valor das contas."
Ele almoçou sozinho; não tive coragem de sentar à mesa com ele. Depois, voltou para a empresa onde trabalhava. Logo em seguida, saí também e fui à lotérica, paguei as contas, pedi religamento da água e da luz e fui para casa!. Eram cerca de duzentos reais, sobra do dinheiro que o Sr. Rogério havia me dado e, ele ainda me deu até amanhã para eu pensar se não vou me arrepender." Fiquei pensativa, pois ainda não sabia o que fazer, mesmo tendo acertado as contas para ele pagar como demonstração de que aceitaria sua proposta.
Na quarta-feira, quando voltei para o apartamento, fiz tudo o que havia para fazer, inclusive o almoço, e fiquei ansiosa pela chegada dele. Quando ele chegou e me viu, disse: "Pensei que não te encontraria aqui hoje." Respondi: "Eu também sou uma mulher de palavra." Ele me pegou pela mão e me conduziu até seu quarto, me pediu para tirar a roupa, o que fiz, muito envergonhada por estar me despindo na frente de um homem que mal conhecia, Sr. Rogério deitou-se e me chamou: "Vem, põe sua buceta na minha boca."
Segurei na cabeceira da cama, ajoelhei entre sua cabeça e fui descendo meu corpo até sentir sua língua quente a me invadir. Ele vasculhava o interior da minha racha, mordia meu grelo, lambia meu cuzinho enquanto eu gemia baixinho, quase em transe, e dizia: "Aiii que tesão!" De olhos fechados, eu me contorcia, esfregando minha buceta em sua cara, acariciando meus seios: "Aiiiii, isso, aiiii, delícia!" Que gostoso ouvir ele gemer, com a cara lambuzada pela minha buceta molhada, lisinha – podia sentir o cheiro dela invadindo minhas narinas, cheiro delicioso, cheiro de buceta, cheiro de fêmea no cio. Continuava rebolando, enquanto seus movimentos de língua e dedos estimulavam minha racha. Eu gemia, queria gozar. Ele ficava a loucura e eu também; aumentei a velocidade, rebolando e me esfregando em seu rosto. Comecei a gemer mais alto, minha bucetinha babava ainda mais com ele afundando seu dedo e acariciando minha buceta. Eu suava de tanto tesão; meus seios pareciam maiores, os mamilos pareciam pedra, começaram a tremer e meu corpo se contorcia – "aiii, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, aiiiiiiinossaaaaaaa". Que delícia. Gozei na sua cara e boca, deixando-o todo melado e quase afogado no meu melzinho. Ele, com o pau duro – coisa que eu duvidava que pudesse acontecer – soltou um jato de porra que atingiu minhas costas. Sai de cima dele, num ato talvez de carinho; me virei e chupei seu pau ainda duro, podendo contemplar seu tamanho e rigidez.
Naquela quarta, ele nem almoçou; sustentou-se apenas com o melzinho da minha buceta, que ele chupou durante seu horário de almoço. Mas, antes de voltar para o trabalho, pegou um maço de dinheiro e me mostrou; depois, colocou-o sobre a mesa e disse: "Na sexta quero comer seu cu! Se eu chegar à tarde e o dinheiro não tiver mais aqui, é porque você aceitou essa nova proposta." Logo que ele saiu, peguei aquele maço de dinheiro, guardei na bolsa e voltei para casa, louca para que a sexta chegasse logo. Eu nem sabia quanto de grana estava ali; o que eu queria mesmo era dar meu cuzinho pra aquele homem, experiente, carinhoso, e sentir aquela pica entrando em mim, experimentar algo novo, pois até então só meu ex marido tinha comido meu cuzinho,– e quando chupei a pica do Sr. Rogério e ele falou de comer meu cuzinho, fiquei cheia de tesão.
Chegando o dia, já de manhã, fiz todo o serviço, o almoço, e estava ansiosa para dar meu cuzinho ao Sr. Rogério. Tão logo ele chegou, me levou para o quarto, tiramos nossas roupas, e logo ele caiu de boca na minha bucetinha, que já estava melada pelo tesão que eu sentia. Pôs-me de quatro e passou a dar um trato na minha bunda: enfiava a língua no meu cuzinho e ia me levando à loucura. Abriu a gaveta, junto à cabeceira da cama, pegou um potinho de creme, untou meu buraquinho, depois meteu um dedinho e logo dois dedos, passando a foder meu cu com movimentos circulares, lubrificando bem e massageando meu anelzinho, e depois num vai e vem com muita rapidez. Aquilo estava delicioso. Depois de untar também seu pau, colocou-o na entradinha e foi pressionando, fazendo a cabeça passar pelo meu esfíncter. Ardeu muito, mas nada que eu não pudesse aguentar. Depois de uma pausa para eu me acostumar com aquele trabuco no meu rabo, ele disse que agora meu rabo teria o que ele merece, um pau de verdade. Deitou-se sobre mim e foi empurrando sua rola para dentro do meu cu, fazendo pressão e alargando meu reto até que estivesse tudo dentro. Deu umas três bombadas, retirou tudo de dentro, untou novamente meu cu e seu pau e enterrou tudo de novo. Como era gostoso sentir meu corpo balançar a cada estocada que ele dava! Como aquele homem sabia comer um cu de uma maneira tão gostosa! Começou uma saraivada de rolas no meu cu, e depois que senti ele engrossar e alargar meu anel, disse: "Agora vou gozar dentro desse cuzinho maravilhoso." Me segurou forte, pressionando sua rola bem fundo, e soltou vários jatos de porra lá dentro, urrando, enchendo meu cu de porra. Ficou em cima de mim, me elogiando, falando frases picantes ao meu ouvido e me enchendo de tesão. Seu pau continuava dentro do meu cu, pulsando e sem amolecer – parecia um garoto fodendo um cu pela primeira vez. De repente, começou a bombear de novo, devagarinho; eu contraía meus músculos anais, apertando e soltando sua rola – era muito gostoso e acabei gozando. Ele acelerou o ritmo, bombando com força e gozou de novo no meu cu, deu duas sem tirar de dentro.
Depois de descansarmos bastante, ele pediu mais uma vez; eu não neguei, afinal, ele pagou bem pelo meu cuzinho. Untou de novo seu pau e, com meu buraco já bem aberto, foi metendo sua rola, que agora deslizava para dentro sem dificuldade. Eu estava levando no rabo pela terceira vez naquela tarde – mas estava uma delícia. Depois de várias estocadas, comecei a gemer e a gozar, e mais uma vez o Sr. Rogério gozou dentro do meu cu, que já não tinha espaço para armazenar mais porra. Me levantei, tapando meu anelzinho, e corri para o banheiro para me aliviar e tomar um banho; depois fui para casa, dolorida e cansada, e ele faltou ao serviço na parte da tarde.
Sábado e domingo descansei, e na segunda, cedinho, estava eu no apartamento do Sr. Rogério, fiz todo o serviço, o almoço e fiquei naquela ansiedade louca para que ele chegasse logo e metesse no meu cuzinho. Assim que ele chegou, já fui pedindo: "Vem, mete logo, arromba meu cu!" Ele me levou para o quarto, pôs-me de quatro, apoiada na cama, baixou meu shorts, pegou o creme, lambuzou meu cuzinho com dois dedos, passou também na sua pica já dura, encostou no meu buraquinho e meteu a rola no meu cu de uma só vez. Entrou rasgando, me fodendo com força e rapidez, dizendo: "Eu sabia que você era puta, sua vagabunda, e que eu iria comer você mais cedo ou mais tarde; era só questão de tempo, e você iria gostar e pedir mais!" O velho parecia tarado, me segurou pelo quadril e me puxava contra ele enquanto socava sua rola no meu cu, até não aguentar e gozar dentro, enchendo-me com sua porra quentinha e grossa. Com minhas pernas bambas, tremendo também pelas suas estocadas e pelo meu gozo, arriamos nossos corpos sobre a cama, e ele ficou grudado em mim, sem tirar seu mastro de dentro. Depois, almoçou e foi embora, me deixando deitada e com meu cuzinho ardendo pela grossura do seu tronco.
Na quarta-feira, quando o Sr. Rogério chegou para almoçar, eu já estava completamente nua na cama à sua espera. Mal ele entrou, falei: "Hoje eu quero na buceta." Ele soltou um largo sorriso e eu aguentei aquele caralho na buceta que dei com o maior prazer. Virei amante fixa do Sr. Rogério, continuou pagando nossas contas, não nos deixando faltar nada. Toda vez que chego em casa, olho no meu espelho o estrago no meu cu ou na minha buceta e minha calcinha encharcada com a porra do velho. Fiquei viciada naquela pica.
O velho chegou a me visitar na minha casa, vendo as condições, acabou comprando tudo novo, cama, chuveiro, fogão, infelizmente ele acabou ficando doente e teve que se mudar pra SP pra ser cuidado pela família dele!
Mas fiquei muito agradecida pelo que ele fez por nós, acabei ficando taradinha por homens mais velhos, e sempre que recebo uma proposta eu aceito, pois na minhas condições não me dou o luxo de dispensar macho que quer esvaziar sua pica na minha buceta ou no meu cu...
Espero que tenham gostado do conto, até a próxima!!


Ah!! Ia me esquecendo, você é muito gostosa Aninha.
Delicia de conto, sem hipocrisia, muito bom, gosta de rola e assume dando de um jeito gostoso e tirando proveito, a vida sempre foi uma troca. Hoje que tem um discurso besta de assédio, moralidade e estamos deixando de desfrutar do melhor da vida.
Que maravilha de conto, essa série esta bem gostosa, bem escrita e cada vez melhor, mais picante, mais excitante, deliciosa mesmo. Que bom que sua vida vai tomando outros rumos, ficando menos difícil, menos complicada, sempre há uma luz no final do túnel, mesmo que não seja a luz que desejamos ver. As fotos são lindas e deliciosas. votado e aprovado
A verdade é uma só, depois que uma novinha pega um coroa dificilmente irá largar, sabemos como e onde dar prazer intensos! Amo adestrar novinhas submissas! 🤩🤤😈
Você e o conto, são uma delicia.