Fui pega por patrão tarado!

Olá meu amores, meu nome é Ana, época do conto tinha apenas 18, negra, do cabelo cacheado, bumbum grande e empinado, peitos médio e durinho, lábios carnudos, sou baixinha, pernas grossas e torneadas!

Enfim, eu fui deixada grávida pelo meu marido, moro numa comunidade do RJ, numa casa de aluguel, um barraco humilde, de 2 cômodos, vivo apenas de auxílio de 600 e faço algumas faxinas por fora pra sobreviver eu e minha filha!

Enfim, eu fazia faxina num apartamento de família, 3 vezes por semana, por 80 reais a diária, comida eu tinha que levar de casa e comer fria pois a senhora que contratou meu serviço não permitia usar o micro-ondas, era uma senhora 48 anos, branca, bem magra, usava vestidos longos, era uma pessoa desumilde, e sempre soltava piadas racista quando eu estava por perto!

E tinha o marido dela, o seu Pedro, um coroa de 55 anos, era um senhor que veio da Itália, pelo que entendi, ele trabalhava de engenheiro, e tinha alguns imóveis espalhado pelas cidade!

Ele era um senhor bem sério, mas atencioso, sempre me tratava bem, quando só estava só eu e ele no apartamento me deixava comer junto a mesa, as vezes me dava até dinheiro escondido pra ajudar nas despesas, até aí tudo bem!

Já a esposa dele me xingava por qualquer coisa, sempre me ameaçava falando que não ia me chamar mais, que já havia achado outra diarista, mas eu aceitava sempre calada pois precisava daquele dinheiro e iria fazer falta no final do mês!

Teve um dia, que depois de faxinar o apartamento, estava meio atrasada pra buscar minha filha na creche, fui descendo ligeiro pelas escadas, já que o elevador estava estragado!

Seu Pedro me encontra no meio do caminho e diz que precisa que eu suba com ele pra ele mostrar umas taças que ele quer que eu ilustre, que no qual ficava numa adega que ninguém tinha autorização de mecher!

– o quê é? precisa ser rápido, pois já estou muita atrasada!

-Ele: Vai ser rápido eu prometo!

Acompanhei então o senhor Pedro para dentro da casa, quando fomos subir a escada, ele fez um gesto para que eu fosse primeiro. Na hora, estranhei, e pensei comigo: Gentil? Ou queria apreciar minha bunda?

Enquanto subiamos a escada o senhor Pedro disse:
– o seu ex marido não sabe oque perdeu Aninha...

– por quê? Perguntei inocentemente.

– a você tem a bunda mais linda do mundo. Disse o senhor Pedro sem papas na língua.

Quase parei, desci a escada e despedi aquele homem ali mesmo. Mas fingi que não era comigo e continuei pensando em ir embora o mais rápido possível.
Eu subia a escada e o seu Pedro ía atrás me comendo com os olhos.
Senti um arrepio na espinha.
Pra piorar eu estava com um short curto jeans, que mostrava se polpas de bunda ao subir as escadas!


Chegando no andar no apartamento, entrei na peça que ficava os vinhos e os cristais, parei e fiquei olhando atentamente para ver qual taças eu teria que ilustrar no dia seguinte!

Reparei que um colchão de casal no chão estava em um dos cantos, que provavelmente era do seu Pedro.
Nisso, virei para trás e olhei para a porta e fiquei pasma.
Que cena era aquela? Gelei.
Meu coração disparou. Minhas pernas bambearam. As palavras não saiam da minha boca. Gaguejei. Tremia toda.
O seu Pedro estava em pé, imóvel, sem palavras, parado na porta, totalmente pelado, com um monstro semi adomercido pendurado entre suas pernas que ia até a altura do seu joelho pelo menos, a cabeçorra do tamanho do meu punho cerrado já saltava para fora do prepúcio, vermelha.

– O que é isso seu Pedro? Eu você é casado. Você esta louco? Disse, indignada.

– vou comer esse buceta hoje. Por bem ou por mal. Disse o seu Pedro com os olhos esbugalhados fixados em mim e no meu corpo.

– o quê? Gritei eu. – você está louco, isso é estupro, você vai ser preso, ponha já sua roupa e ponha-se daqui pra fora ou eu chamo a polícia.

Ele foi se aproximando devagar como uma onça armando seu bote.
Fiquei em pânico, pensei em gritar, mas não consegui e também ninguém ouviria, pois a mansão era isolada no meio de seu terreno imenso com altos muros.

Tremia e suava de medo, fiquei petrificada.
Será que minha vida acabaria ali? Pensei.
Naqueles poucos segundos pensei na minha filha, meus pais, meus irmãos.
Fiquei com medo de morrer.
E se ele me matar? Pensei. Ninguém sabe que estou aqui hoje.

Meus Deus. Estava paralisada, as lagrimas começaram a escorrer em meu rosto.

Seu Pedro se aproximou, me pegou pelo braço, e me levou até a janela que dava para o quintal.
Não ofereci resistência. Estava paralisada.

– Não vou te machucar, Disse ele, enquanto me segurava firme pelo braço. – Fique boazinha. Eu sempre tive curiosidade de comer uma preta, hoje eu mato minha vontade!

Eu via o seu mastro enorme inchando, venoso, latejante, mais grosso que meu pulso. Enquanto ele me olhava nos olhos e dizia: – Hoje a dona vai conhecer o que um macho de verdade.

Eu apenas chorava, e soluçava. Apoiei as mãos no batente da janela, estava a ponto de desmaiar.

Seu Pedro abaixou a minha saia bruscamente e ficou apreciando minha bunda.

– Mas que nega gostosa. Disse ele.

Deu um puxão e rasgou minha calcinha.
Com suas mãos ásperas, apertava minhas nádegas:
-Hmmm delícia, bem que me diziam que preta tem o traseiro durinho e quente!

Abaixou e ficou de joelhos acariciando minha bunda. Com as duas mãos separou minhas nádegas, passou a língua no reguinho até chegar em meu cuzinho.
Deu um beijo de língua, molhado e longo, no meu cuzinho, enfiando a ponta de sua língua pelo meu buraquinho.
Depois foi até minha xaninha, lambeu, beijou e mordiscou meus grandes lábios, alcançando meu clítoris no qual deu pequenas mordidas, enquanto colocava sua língua dentro da minha bucetinha.
Subiu e começou a morder as grandes polpas da minha bunda. Passava suas mãos nas minhas coxas até que alcançou minha bucetinha.
Enfiou seu dedo grosso e sujo na minha xaninha, enquanto usava outro dedo para manipular meu grelo.

Com a outra mão começou a massagear meu cuzinho. Empurrava com o indicador forçando meu buraquinho. Apesar da minha grande bunda, havia praticado muito pouco sexo anal. Era praticamente virgem do cuzinho!

Após forçar um pouco, seu Pedro enfiou seu dedo sem dó no meu cuzinho. Enfiava e tirava, com um olhar delirante, forçando minhas entranhas.

-Que cuzinho delicioso hein dona Ana,

Eu chorava, e pedi: – seu Pedro, por favor, o senhor está me machucando. Deixa eu ir embora, eu não vou contar para ninguém. O senhor está sendo muito bruto comigo.

Seu Pedro então ficou em pé, e disse: – Fica quieta menina, você chega todo dia quase desmaiando de fome e trabalha por uma miséria, posso te pagar 10x mais de for uma boa fêmea!

Senti seu pinto enorme roçando na minha bunda, depois na minha xaninha, até que a cabeça encontrou seu destino na minha vagina, foi forçando a entrada, sem pedir permissão, foi invadindo minha xaninha, parecia que não tinha fim aquele cacete.

Nunca tinha recebido um pau daquele tamanho, parecia de um jegue, de um cavalo, de um animal.
Sentia muita dor. Dor física de estar sendo violentada no corpo, dor de ter um pau enorme invadindo meu corpo, mas também dor na alma, na dignidade, nos sentimentos.

Senti seu pau animalesco, pulsando dentro de mim, parecia que crescia dentro da minha buceta.

Ficou parado com seu pinto dentro de mim por um tempo. Depois começou a fazer movimentos bem lentos de vai e vem.
Seu Pedro arrebentou os botões da minha blusa e arrancou meus seios pra fora, rasgando meu sutiã.
Começou acariciar meus seios com suas mãos ásperas, pressionando meus mamilos entre seus dedos.

Colocou meus cabelos de lado e começou a beijar minha nuca, orelha, ombro, nuca de novo, enquanto sussurava o quanto eu era linda, gostosa, tesuda.
Comecei a perder o controle. Seu Pedro estava pegando no meu ponto fraco.

Estava sentindo um tesão incrível. Um pau de jegue enorme na buceta e ele beijando minha nuca, passando as mãos em meus seios, barriga, coxa, nos meus seios de novo, no meu grelinho, beliscando meu grelo e meus mamilos.

Agora não tinha mais volta, o melhor que tinha a fazer era não resistir e sair com vida daquela situação.
Foi aí que relaxei, lembrando que ele tinha falado que não queria me machucar.
Minha buceta começou a gostar daquela brincadeira. Já não sentia tanta dor. O vai e vem constante e o tamanho daquele pau foram crescendo o tesão dentro de mim como um tsunami.
Comecei a gozar como nunca tinha feito até aquele dia.
Percebendo que eu estava gozando e gemendo alto, seu Pedro começou um vai e vem, rápido, selvagem. Eu sentia seu saco bater em minha bunda com força.

Ele começou a grunhir e me foder com fúria. Metia sua tora enorme até o talo, socando meu cervix. Comecou a me chamar de puta, oferecida, cadela, vadia favelada, piranha, rodada, vaca, cuzuda, e outros nomes que nem me lembro, enquanto me fodia como um animal, forte, rápido, violento e duro.
Minha xaninha gozava como nunca.
Eu comecei a gritar de prazer, como uma égua sendo coberta por um garanhão. Eu gemia alto: – Fode! Fode! Arromba! Mais fundo! Estupra! Machuca! Vai! Mais rápido! Forte! Faz como macho!
Jamais tinha tido uma sensação de prazer igual. Não sei se foi o medo, misturado com a dor, a violência, o tamanho daquele pau e os orgasmos seguidos que ele me causava. Não sei, mas a verdade que a sensação foi indescritível.

Finalmente senti minha bucetinha sendo invadida por um liquido quente. Ficamos parados naquele posição, engatado como uns cachorrinhos. Estávamos molhados de suor. Um cheiro forte de sexo.
Seu Pedro foi me puxando para o colchão até cairmos deitados, estasiados, respirando forte. Ele me abraçou pela cintura e ficamos deitados, com seu membro ainda latejando dentro de mim.
Depois de alguns minutos, aos poucos seu pau foi saindo da minha buceta. Ficamos calados, apenas nossa respiração ofegante.

Tentei me levantar, mas seu Pedro me segurou forte e disse: – fica Ana,Eu já tô ficando teso de novo.
Eu disse: – por favor, seu Pedro, preciso ir embora, preciso pegar minha filha!

Ele disse: – fica dona Ana, Esquece de tudo. Pensa só na minha jeba. Eu quero a senhora.
E enquanto falava, sua "jeba", como ele disse, voltava a vida.

Eu me tremia toda, minha buceta queimava, minha cabeça rodopiava. Nosso suor e o cheiro de sexo tomavam conta do ambiente.
Meus peitos começaram a doer e eu sentia eles pesados. Sentia meu grelo inchando também e meu cuzinho piscava como louco. Não conseguia levantar.

Seu Pedro percebeu e começou a encaixar o pauzão na minha bucetinha de novo dessa vez de ladinho.
Eu gritei: – não, seu Pedro! Não! O senhor me arrombou! Seu cacete é grande demais! Para! Não!

Ele foi virando meu rosto enquanto dizia: – calma. Fica calma puta gostosa. Calma. Vem cá.
E me beijou na boca. Um beijo de língua molhado, babado e profundo. Eu perdi o controle de novo. E ele enterrou o cacete de uma vez na minha xotinha aberta.

Eu mordi o lábio dele e gritei: – Não, seu puto! Tira, seu viado!

Quando eu chamei ele de viado ele se revoltou. Me virou de uma vez e me colocou embaixo do corpo dele, com a cara no colchão e a bunda pra cima. Ele empurrou minha cabeça contra o colchão e começou a me fuder com ódio de novo, usando o peso do corpo dele pra me prender.

Ele empurrava com força e muito rápido, gritando: – Vaca! Piranha! Cadela! Puta! Toma pau!

Uns cinco minutos assim e eu parei de gritar "não". Gozei forte de novo, e comecei a gemer alto.
Seu Pedro tinha enfiado um dedo no meu cuzinho, agora ele colocara mais dois e cuspira algumas vezes.
Aqueles dedos grossos me abriam toda. Meu cú doia, latejava, mas também queimava de tesão. Eu sabia o que ele queria e no fundo eu queria também, mas o pouco de consciência que me sobrava sabia que aquele homem-animal ia me matar se enfiasse aquilo no meu cuzinho.

Quando eu gozei mais uma vez, me mijando toda, ele aproveitou do meu amolecimento e tirou a picona de uma vez da minha xota. Aquela sensação de vazio repentino provocou outro gozo estonteante e eu meio que desmaiei.

Acordei com uma dor lancinante no meu cú. E percebi que o seu Pedro já tiha passado a cabeçona pela portinha e estava alojado no meu esfincter.
Eu gemia alto: – nã, nã, nã, não. Ti-ti-tira! Tá me rasgando, seu animal!
Ele movia devagar, um movimento de vai e vem e dizia: – calma, Ana, Se acostuma com meu pau. Fica calma, não tranca o cu. Tu vai gostar. Fica calma.
E o pior que, passados uns cinco minutos de vai e vem eu comecei a sentir outro gozo vindo. Mas dessa vez não era só na minha xota, era meu cuzinho, minha barriga, meus peitos, tudo.
Eu me tremi toda, gritando algo incompreensível, e me mijei de novo. Quer dizer, não era mijo porque não tinha cheiro de urina, mas eu como que me mijei de novo.

Percebendo que eu tinha gozado no cú, seu Pedro começou um vai e vem mais forte e profundo.
Em pouco tempo ele fodia meu cú como tinha fodido minha boceta, rápido, forte, fundo e violentamente.
Ele me xingava e eu respondia que nem uma puta: – fode vai. Arromba sua puta. Mete fundo seu pedreiro de merda.

O sexo estava muito renhido e eu já tinha gozado umas dez vezes, quando ele me virou e falou: – cavalga putona.
Eu comecei a cavalgar ele com ele deitado de barriga pra cima, e eu cavalgando ele de costas, com meu bundão batendo contra a barriga dele.
Eu estava em outro planeta. Olhava fixo para a parede e a porta e só viajava nas sensações daquele cacetão dentro do meu cú e daqueles dedos de pedreiro abrindo minha buceta.

Sem que eu percebesse, o seu Pedro tinha pego uma lata dessas de tinta spray e tinha vestido ela com umas luvas de borracha ou algo parecido.
Ele levantou esse dildo improvisado e colocou do lado da minha cara falando: – chupa puta.
Eu fora de mim obedeci meu macho e comecei a mamar aquela lata como se fosse um pau, babando muito. Eu senti que o pau dele no meu cuzinho ficou mais duro e inchado enquanto eu fazia isso.

Ele então pegou aquela lata envolta de borracha e toda babada e foi enfiando na minha bucetinha.
Era enorme, mas eu já estava bem arrombada pelas fodas com seu Pedro, então deslizou fácil para dentro. E quando eu percebi estava cavalgando o pau enorme daquele safado, enquanto ele estuprava minha buceta com aquela lata grossa e comprida.
Eu já não era mais humana. Urrava como um animal e me movia descontrolada contra aquela lata e o pauzão.

Balbuciava algumas coisas como: – fode. Estupra. Mete mais. Forte. Mais forte. Gozo. Arromba.
E embaixo o seu Pedro se satisfazia com o show daquela puta rica que era eu: – vai vadia. Fode essas rolas. Vou te levar lá na favela pra você fuder com uns dez bandidos ao mesmo tempo. Sua puta. Sua piranha.

A cena era tão forte, e a idéia de eu fodendo com um monte de caras ao mesmo tempo tão erótica, que tanto eu quanto o seu Pedro gozamos muito forte e ao mesmo tempo.

Ele caiu quase desmaiado e eu cai por cima dele deitada com a barriga pra cima em cima do peito dele.

Estava com as pernas bambas, toda melada de gozo e suor, a buceta ardendo em chamas, o cú esfolado e doendo, a cabeça rodopiando, mas tinha que sair naquele momento.
Aquele era o momento, ou me tornaria a puta daquele pedreiro para sempre.

Respirei fundo, e falei: – tenho que buscar minha filha!

Peguei minha sandália, o shorts que estava jogada no meio do quarto e olhei para seu Pedro deitado no colchão .

Ele parecia estar numa sauna, todo ensopado de suor e molhado do seu e do meu gozo.
Olhei para seu pinto, meu duro meio mole, todo sujo do meu mel, além de sua porra, e também de sangue, e pensei: nossa, que jumento. Não acreditava que aquilo tudo tinha entrado na minha buceta e no meu cú várias vezes. Era enorme e muito, mas muito grosso.

Disse mais uma vez como querendo justificar para mim mesma: – tenho que buscar meu filha na creche!

Ele disse: – este vai ser nosso segredo, ninguém precisa ficar sabendo, certo? Espera vou abrir a porta, antes de sair, me alcançou um valor de 800 reais num envelope, quase chorei de alegria ao ver tanto dinheiro!

Sai do apartamento escorrendo porra da ppk e o cuzinho, acabei avisando pra esposa dele que não iria trabalhar lá mais por problemas pessoais, mas 2 vezes por mês sempre dou uma saída com seu Pedro em troca de alguns agrados rsrsrs!

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fui pega por patrão tarado!

Codigo do conto:
262058

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
14/05/2026

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