Minhas amizades, estavam iguais, tinha minha turminha do clube, e no verão uma turminha da praia, para a praia eu ia todos os verões, dede meus 8 anos. Casa depois ficou como herança do meu avô. A turminha da praia era super agitada, vinham de diversas cidades do estado , inclusive de estados vizinhos. Ano a ano, entrava novos amigos e sumiam alguns, mas sempre a maioria já se conheciam a anos. Meninos e meninas, perdíamos um a amiga ou amigo e ganhávamos outros. Nos anos de adolescentes, as novidades eram muitas, muita curiosidade, fantasias, os hormônios saindo pelas orelhas e a praia nos dava uma sensação de liberdade e era por isso que as coisas todos aconteciam com mais facilidade. A parte ruim, foi quando apareceram as drogas, inicialmente o "fumo", deixava todos que usavam, meio sem controle, depois o "pó", esse já deixava fora de controle, e como apareciam anualmente adolescentes novos, então a complicação era bem maior. Conto então, 1990 eu tinha 16. Neste ano, minha mãe que estava separado do meu pai, convidou a única irmã, tia Carla, que chegou na praia com a filha Laura (15) (Laurinha), que trouxe a amiguinha Dalva (16), a dupla mostrou ser muito agitada, minha tia não tinha controle sobre a Laurinha, e a Laurinha se achava dona do mundo. Eu tinha uma relação muito legal com a Laura, a gente conversava de tudo, eu achava ela muito agitada para a idade, mas conhecendo minha tia e minha, mãe dava pra entender. Naquela ano, apareceu entre a turma, dois irmãos gêmeos (Renato e Ronaldo (17) e um amigo deles (Claudio 17), surfistas, tinha alugado uma casa, para todo o veraneio. Logo0 se aproximaram da nossa turma, colocaram a casa a disposição, e lá passou a ser nosso local de encontro naquele ano. Festa e festa, churrascos , cantorias, violão, bebidas a vontade, e lamentavelmente drogas. Desde o primeiro dia em que nos reunimos lá, logo notei alguns movimentos, as meninas todas estavam soltas, cheguei a falar para a Laurinha para ter cuidado, dava para notar que algumas meninas, sumiam por um corredor, ou acompanhada por um deles, ou sozinhas de pois de uma deles já ter ido lá. O Claudio logo começou se aproximar de mim, rolou muito papo legal e senti que ele estava a fim, ficou bem claro isso pra mim. Era um bissexual como eu. Ele abriu o jogo direto, que gostava , já tinha ficado diversas vezes, com um dos gêmeos ( Renato), que por ser pauzudo, deixava ele arregaçado, mas que também gostava, gastava mais das meninas, mas também não era mais virgem no anal, " também bi " afirmei rindo. Então ele simplesmente me convidou, "tá afim ? a gente troca legal, vamos", eu não estava preparado, tinha medo, muito medo que a minha priminha e a amiga, descobrissem algo, ou mesmo desconfiassem de algo, falei isso pra ele, "cara a gente deixa para outro dia", ele entendeu. "mas estou muito a fim deste cuzinho", afirmou sorrindo. Voltei para a sala, só estava ali a Dalva, perguntei pela prima Laurinha, ela disse, " por aí". Depois de um tempão a Laurinha apareceu com cara de safada, a Dalva rindo, pegou ela pela mão, se afastaram um pouco de mim, foram fofocar, dando risadas. Naquele mesmo dia, a noite no centrinho em um barzinho eu estava com as duas meninas, que estavam procurando confusão, estava a mil por hora, quando apareceu o Claudio, veio direto em mim. Veio direto onde eu estava, "deixa estas duas aí, vamos caminhar", saímos, ele então, "cara, vamos lá em casa ligeirinho, não tem ninguém lá", eu estava com aquilo na cabeça, desde que ele tinha me convidado, e topei, a casa era no centrinho mesmo, só que bem próxima ao mar. Em poucos minutos entramos na casa, tudo escuro, ele na frente fomos para o quarto dele, em segundos ele estava nu, se virou e vi aquela coisona dele, já ficando excitada, rápido ele abriu o armário e um tubo de gel, apareceu. "Vou me ajeitar ali, passa bastante gel e me come, mas não goza, depois como vc", Untei meu pau com gel, e ainda com os dedos passei no cuzinho dele, foi só encostar e empurrar, deslizou direto, entrou tudo num empurrão só, ele gemeu, pensei comigo na hora, esse cuzinho já conheceu alguns. Soquei um bom tempo, segurando pra não gozar, ele gemia e se masturbava, canse, puxei pra fora, ele ficou ainda imóvel por segundos, se virou, pauzão duro, bem reto, bem duro. "Fica ali querido, deixa eu ver esse cuzinho", me ajeitei na posição que ele queria, senti ele abrindo minhas nadegas e passando gel no meu cuzinho, "fechadinho, assim que eu gosto, vou deixar ele bem abertinho, vou arrombar este cuzinho", então pedi para ir devagar bem devagar. Senti a cabeça encostando e forçando, não entrou direto, ele então forçou mais e senti que meu cuzinho se abria, para receber o pau dela, gemi sem querer, sentia ele entrando, e foi todo, todo, ele então deitou o corpo sobre o meu, tudo dentro, sentia a respiração perto do meu rosto, pau dentro ele imóvel, sentia bem de leve uns movimentos de vai e vem bem curtinhos e puxou pra fora, senti um alívio, ele me puxou pela mão, agora vem ali na cama, senta encima, te enterra nele, senta forte, cavalga, foi o que fiz, me enterrei no pau dele, super duro, quando sentei com tudo dentro ele outra vez me segurou, ficamos travados parados, sem mexer, ele me empurrou, fez eu sair de cima, "fica ali, meio que me empurrando para a nova posição que ele escolheu, de pé, de costas pra ele, outra vez senti ele enterrando tudo num empurrão contínuo, me segurando pela cintura, "fica firme ,agora vou terminar de arrombar esse cuzinho, vou encher ele com meu gozo, e deu em seguida algumas estocadas bem fundas, puxando quase tudo pra fora e enfiando outra vez, começou gemer, acelerou, e deu uma enterrada final, me segurando, eu sentia as contrações do pau dele enterrado em mim, ele gozando. Segundos imóvel me segurando puxado pra ele, e senti que começava puxar pra fora. "Vc quer se lavar, se limpar, vai que fico aqui esperando depois eu vou". Fui para o banheiro, meu cuzinho eu não sabia se era dor ou ardência. Rápido me lavei no box, e voltei, ele foi e logo voltou, quando a gente estava voltando para o centrinho, "olha só, que cuzinho legal vc tem, vou querer mais, vc deixa eu contar para o Renato (um dos gêmeos), ele gosta, e vc vai gostar tenho certeza", não respondi, mas ele entendeu que podia falar. No centrinho as duas Laurinha e Dalva, na calçada, no meio de quatro adolescentes, no maior papo, deixei elas ali, entramos no barzinho, lá os dois irmãos gêmeos numa rodinha de amigos, o Claudio não precisou nem falar nada para o Renato, quando chegamos pelo olhar e sorriso dele, deu pra imaginar que ele tinha entendido nós dois chegarmos juntos. ...... segue em MEU PRIMO (06) ainda na praia.
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