Passaram-se uns meses e eu seguia na tentativa de vê-lo peladão e esfolando meu pau na punheta. Um dia, eu, minha namorada, a irmã deles, ele e mais dois casais de amigos fomos a um festival de música sertaneja. O evento era open bar e todos os garotos beberam muito, inclusive meu cunhado e eu. Chegando na casa deles, mais uma vez fizemos a divisão de quarto entre meninos e meninas, ficando ele e eu sozinhos no quarto dele. Ele chegou tão ruim q deitou na cama sem nem tirar o sapato. Eu estava menos pior, mas mesmo assim muito bêbado. Todos deitamos pra dormir e meu cunhado capotou na cama ao lado da minha. Eu não consegui dormir, estava cheio de tesão, então peguei uma cueca suja dele e comecei a cheirar e punhetar, como de praxe. Gozei bem rápido, estava louco de desejo nele, mas queria mais e acabei encontrando na bebida a coragem que eu precisava.
Levantei e fiquei em pé ao lado da cama dele. Conseguia ouvir meu coração bater de tão nervoso. Fiquei um tempo olhando pra ele, alisando meu pau por cima da cueca e pensando o que ia fazer. Decidi começar tirando as botas dele, pra testar e com a desculpa de que iam sujar a cama, caso ele acordasse. Ele estava lindo, por sinal, usava botas marrom, calça jeans mais justa e uma camisa xadrez. Homem vestido assim é o meu ponto fraco! Fui para o pé da cama, me ajoelhei e tirei lentamente as botas dele. Foi bem difícil, tive que mexer com as pernas dele e levantá-las, mas ele pareceu me ajudar. Comecei a cheirar os pés dele e me masturbar, tirei as meias e lambi seus pés másculos. Minha barba fazia cócegas e ele recolhia os pés, mas ainda não parecia acordado. Eu estava adorando aquilo, me sentia uma puta servindo meu macho, queria que ele sentisse o tesão e o prazer que eu sentia. Depois de alguns minutos me deliciando com os pés dele resolvi q era hora de alcançar meu sonho e finalmente ter algo mais do meu gostoso. Levantei tentando fazer o mínimo de barulho possível. Cheguei próximo do ouvido dele e sussurrei aconselhando ele a tirar a roupa, já que estava suada e apertada. Ele acenou positivamente com a cabeça. Estava deitado de bruços, mas virou de barriga pra cima. Novamente cheguei perto do seu ouvido e disse que o ajudaria, dessa vez com um tom bem safado na voz. Abri sua camisa alisando seu tórax. Era incrível como passei a admirar e desejar aquele homem. Não tinha os padrões que sempre me atraíam, mas cada detalhe nele me deixava completamente excitado. Alisei seus mamilos com a ponta dos dedos e terminei de tirar sua camisa. Fiz movimentos bem lentos pelo seu tórax até chegar próximo ao botão de sua calça. Nunca me senti tão nervoso. Em poucos minutos conheceria a coisa que eu mais havia desejado nos últimos quase dois anos. Abri o botão da calça e o zíper e aproximei meu nariz pra sentir o cheiro que exalava. Era o mesmo perfume maravilhoso que ele usava, pois ele passava no pau... pensa na delícia que era! Com certa dificuldade fui tirando a calça dele e deixando-o apenas com aquela cueca box branca com listras verdes que ele adorava e que ficava incrivelmente sexy nele. Comecei a beijar a mala dele com calma pra poder sentir o cheiro bom dele. Era um volume lindo e pela primeira vez eu o via tão de perto e sem precisar disfarçar que estava olhando. Quando notei que ele ensaiava uma ereção decidi tirar a cueca dele, eu adoro ver um pau mole endurecer e não queria perder a chance de contemplar isso. Com as duas mãos segurei as laterais da cueca e fui puxando pra baixo. Primeiro apareceram uns pelos mal aparados do jeitinho que eu imaginava. Depois o pauzão dele foi se apresentando mole e livre, caindo de um lado para o outro conforme a cueca era retirada. O pau era moreno, mas conservava um tom roxo na cabeça que a deixava muito mais linda do que todas as versões que eu já tinha imaginado pra ele. Em seguida veio o saco, farto e escuro, beirando um tom roxo. Era maravilhoso e grande, quase sem pêlos e pouca flacidez. Adoro saco de macho, então comecei a beijar e cheirar aquela fartura que estava ali na minha frente. Me deliciei com cheiro, textura e calor daquela mala... cheirava também as virilhas peludas dele que tinham um cheiro maravilhoso de homem. Ele se mexia, mas não parecia acordado. Acho que era por conta de sentir cócegas com a minha barba.
Percebi que o pau dele estava meia bomba, como queria sentir ele crescer na minha boca, parti para a mamada mais esperada da minha vida até então. Segurei aquele pau lindo com uma das mãos e com a outra puxei o prepúcio que cobria parcialmente a cabeça meio roxa e brilhosa dele. Senti o cheiro de rola invadir o quarto e fazer o meu pau latejar. Que cheiro bom... mas nada superou o gosto de ter aquele cacete na boca. Sentia o gosto da pele suada. Mesmo mole aquele pau preenchia completamente a minha boca. Engolia e tirava a rola dele da boca e logo tudo ficou babado. Estava com água na boca há muito tempo! À medida que eu mamava o meu macho dos sonhos sentia a rola dele endurecer. Quando ele atingiu o máximo de rigidez foi que eu percebi o monumento que tinha em mãos, ou melhor, na boca. Era grande, muito grande, como eu tinha imaginado no dia que vi sob a toalha. Tinha poucas veias, mas as que existiam eram bem salientes, levemente torto para a esquerda, mas reto da base à cabeça. Eu sentia meu corpo tremendo e o dele cada vez mais quente. Estava tonto não sei se ainda do álcool ou se com a adrenalina daquela situação. Não me segurei e engoli o pau dele como se fosse a última mamada da minha vida. Enquanto eu me deliciava e saciava o meu desejo, ouvia ele esboçar uns gemidos. Aquilo aumentou meu nível de adrenalina e já não me preocupava em não fazer barulho. Chupei feito louco, engolia e tirava da boca sugando com toda força. Em certo momento senti suas mãos pressionarem minha cabeça contra aquele cacete delicioso. Eu achei que ia desmaiar... Meu corpo gelou, mas eu não podia mais parar. Já havia ido longe demais, agora era curtir finalmente o meu macho. Olhei para o rosto dele e fiquei assustado e paralisado com o que eu vi: ele estava com a cabeça levantada, olhos fixos em mim e mordendo os lábios. Antes que eu tivesse qualquer reação, ele segurou com uma das mãos o pau e com a outra puxou meu cabelo forçando minha cabeça contra ele. Entendi que ele queria mais e fiz valer a pena o risco que estava correndo. Ele gemia discretamente e respirava fundo até que senti o primeiro jato de porra quentinha na minha boca. Parei de me movimentar e engoli o cacete dele por inteiro, a porra batia na minha garganta, mas eu não deixei escapar nenhuma gota. Foram 5 ou 6 jatos fartos. Que delícia de leite! Branquinho e com o cheiro característico que eu amo! O quarto ficou invadido pelo cheiro de porra. Ele se contorcia, apertava minha cabeça entre as suas coxas grossas e peludas e puxava meu cabelo... sentia seu pau latejar esporrando na minha boca e quando acabou ouvi ele me chamar de "viadinho". Que tesão que isso me deu... eu era mesmo um viadinho, puto e safado, louco pra satisfazer aquele macho que eu admirava há tempos! Tirei o pau da boca e comecei a lambe-lo, deixando-o completamente limpo. As minhas penas tremiam, meu pau doía do tanto que eu punhetei, gozei largado no chão vendo o meu sonho de consumo ali, pelado na minha frente. Eu não acreditava no que tinha acabado de acontecer, sorria feito bobo. Meu cunhado se levantou, com a rola ainda dura e foi pelado para o banheiro mijar. Que gostoso ouvir o barulho do mijo caindo no sanitário, que delícia saber que ele estava andando pela casa completamente pelado e que eu havia deixado ele assim. Ele voltou para o quarto passou por mim, me deu um tapinha no rosto e deitou na cama sem roupa. Eu me levantei ainda tremendo, tranquei a porta e deitei na minha cama, com a cueca dele na mão. Mal consegui dormir, era difícil acreditar que aquilo tinha acontecido e que tinha sido tão gostoso. Peguei no sono admirando aquele macho.
No outro dia acordei antes dele e fui pra mesa tomar café com as demais pessoas. Quando ele acordou foi para a sala usando o short azul do Barcelona sem cueca que deixava a rola dele totalmente visível. Meu pau ensaiou uma ereção vendo aquele macho e agora sabendo o que tinha dentro daquele short. Ele passou por mim por trás da cadeira onde eu estava sentado, segurou nos meus dois ombros e me deu bom dia como se nada tivesse acontecido e agradeceu por ter o ajudado na noite anterior. Eu devo ter ficado roxo de vergonha, mas as pessoas imaginaram que era porque ele estava muito bêbado e até zoaram ele por isso. Nunca mais tocamos no assunto, até que tive outra oportunidade... mas essa é outra história que contarei em breve!
Delicia de conto... que venha rápido a continuação
Delicia. Toda essa tensão do errado/proibido. Bom demais!
Que tesão de contos, acabei de ler e ainda tô de pau duro.
olha que conto mais gostoso, gozei sem tocar no meu pau, parabens pela coragem safado!