Nunca me achei normal em questões de sexo.

Este é o primeiro conto que publico, e todos serão de situações reais que Eu Vivi. (Verídico) - 001

Tenho 49 anos, este conto aconteceu no ano de 1989. Perdi minha virgindade com minha prima durante velório do tio da minha mãe.

Sempre me achei diferente nas questões sexuais, quando entrei na puberdade, não tive nem tempo de bater punheta igual os moleques da minha idade, na mesma semana comecei transar.

Quando adolescente eu sempre aparentava ter o corpo de mais velho, e também a grande maioria das mulheres que eu ficava eram mais velhas , algumas tinham mais que o dobro da minha idade. Meu comportamento era contraditório, eu amava brincar de carrinho, jogar basquete, vôlei, futebol pelas ruas, mas, amava beijar na boca e estar em meio a pessoas mais velhas. Inclusive meus amigos e amigas, alguns eram mais velhas q eu.

Na semana que entrei na puberdade minha prima Estela, foi ficar uns 2 meses na minha casa pq estava sofrendo com a separação dos País.

Ela tinha 19 anos, Manauara raiz, pele morena, parecida com indígena, olhos pretos puxados, cabelos pretos lisos, abaixo da cintura, bunduda, pernuda, seios médios, lábios carnudos, usava perfume innamorata, só de falar sinto o cheiro dele, andava sempre de shorts de coton, que destacava o corpo gostoso que ela tinha.

Estela chegou bem triste, eu era aquele adolescente que animava, motivava as minhas turmas, até porque eu tinha várias, do colégio do condomínio do bairro da balada do grupo de jovens, e então de imediato me sensibilizei com minha prima, mas percebi rapidamente q na verdade eu fiquei foi atraído e impactado com toda aquela beleza e sensualidade, mas consegui disfarçar por algum tempo.

Fiz de tudo para agradá-la, começamos lembrar de quando brincávamos com carrinhos e bonecas na casa da nossa avó materna, eu dizia que era minha namorada e em meio a tantas lembranças ela disse, você Iago era sedutorzinho desde pequeno e emendou, e pelo jeito agora com sua lábia e lindo como tá deve pegar todas amigas da sua idade. As conversas fluíram, e muito.

No segundo dia ela confidenciou na mesa do café da manhã que deveria ter vindo antes, nossa casa estava te fazendo muito bem, minha mãe disse que ela era muito bem vinda e poderia ficar o tempo que quisesse, mas só tinha um problema.

Minha irmã, meu pai, eu e minha prima, paramos e assustados olhamos pra minha mãe e perguntamos em coro, que problema?

Minha mãe disse, Estela se cuide com o Iago, esse moleque não tem um pingo de juízo eu não aguento mais telefone tocando, interfone tocando com as biscatinhas que ficam atrás dele, todos deram risadas, eu fiquei irritado, discuti com minha mãe, me levantei pra sair da mesa, minha prima me puxou e pediu pra eu ficar.

Estela foi tentar consertar a situação e só piorou, perguntou pra minha mãe o que ela quis dizer sobre se cuidar comigo, minha mãe imediatamente respondeu, você entendeu muito bem, não quero saber de envolvimento de vocês dois porque você está sob minha responsabilidade seu pai confia muito em mim e não quero que ele se decepcione comigo, já pensou se você engravidar do meu filho? Minha mãe nem acabou de falar minha prima deu uma gargalhada alta e disse, que isso tia, não se preocupe, isso não tem a menor possibilidade de acontecer, o Iago é muito novinho, eu tenho 19 e não sei trocar fraldas.

Eu fiquei furioso, falei em alto e bom tom, você não sabe trocar fraldas, mas eu sei trocar suas calcinhas, meu pai me mandou calar a boca e falou que aquilo não se falava, eu retruquei meu pai, você vai ver pai se eu tô só falando, Estela deu outra gargalhada, minha irmã emendou, não liga não, ele se acha mesmo, pensa que todas pirralhas aqui do condomínio querem ficar com ele, minha mãe também ficou falando e virou aquela discussão e o assunto era eu. Me levantei, olhei firme para minha prima e disse, você vai ver se eu não vou comer você, ela arregalou os olhos, ficou paralisada, todos começaram dar risadas e tentaram descontrair, sempre me desqualificando, sai bravo e fui pro Colégio.

Na aula fiquei com aquela íra na cabeça e pensando mil formas de como eu iria fazer pra cumprir minha palavra e comer minha prima.

Retornei do Colégio, meus pais não foram almoçar em casa porque foram visitar um tio da minha mãe que estava hospitalizado. Eu, minha irmã e minha prima almoçamos, o clima estava tenso por causa da discussão no café da manhã.

Minha irmã não foi trabalhar. Durante o decorrer da tarde minha prima pode testemunhar telefone e interfone tocando, minhas amigas me procurando me chamando, até que minha prima não aguentou e falou, nossa bem mesmo que a tia disse, você é requisitado heim, eu disse, são minhas fãs e você é mais uma, ela denovo soltou aquela gargalhada dizendo, você é muito pretensioso, minha irmã completou; eu falo que esse moleque se acha o mais gostoso do condomínio do colégio da família de tudo.

Me irritaram denovo, eu afirmei denovo, dessa vez pegando minha prima pelo cabelo e pela nuca e olhando profundamente nos olhos dela como se estivesse vendo a alma dela e falei soletrando, E U V O U C O M E R V O C Ê.

A idiota falou com desdenho, jura que acredita nisso mesmo, no impulso, sem pensar respondi, tenho certeza que sim, pior que a certeza era tanta que eu realmente acreditava, era como que se alguém me "soprasse" que ia acontecer. Ela, como assim você é um moleque e nunca viu uma buceta na sua vida a não ser de revista porno a da sua mãe e da sua irmã. Blefando falei, você que pensa. Ela, tá bom agora vai me dizer que você já transa. Eu, claro que sim. Ela, você está de brincadeira, então com quantas mulheres, ou melhor, pirralhas você transou? Transei com várias. Ela mais uma vez soltou aquela gargalhada que me irritava. Na verdade, eu ainda não tinha transado, mas beijava até as árvores na rua.

No 3° dia que minha prima estava em casa, a noite chegou a notícia do falecimento do tio da minha mãe. Minha família sabia que eu morria de medo de velório, nem me perguntaram se eu ia, ainda mais que já era um pouco tarde da noite, minha prima disse que preferia ir durante o dia.

Na ora "alguém me soprou" kkkkk agora você come sua priminha debochada. Todos saíram, estávamos na sala de tv, minha prima já estava de pijama, acabou a novela, falei, vou tomar banho pra dormir, ela disse, não vai dormir não, vamos conversar, eu tô com medo e você com seu alto astral me faz bem, eu disse, vou te fazer muito mais bem e sorri contido. Estela com ironia respondeu, já baixou o comedor de novo em você. Fui no meu quarto, me enrolei na toalha e fui pro banheiro da área de serviço, ao passar pela sala, parei por uns 3 minutos pra conversar, percebi ela me olhando inteiro, com um ar de curiosidade, propositadamente fiz o volume da toalha aumentar, ela demonstrou uma certa insegurança ao tentar disfarçar a vontade de me olhar.

Tomei um banho bem demorado propositalmente, saí do banho, fui direto pra sala, minha prima disse, nossa pensei que tinha morrido de tanto que demorou. Ela estava em pé indo pra cozinha comer alguma coisa.

Parei na frente dela, as nossas alturas eram quase as mesmas, ficamos olhos com olhos, bocas próximas, dava até pra sentir a respiração um do outro, não sei porque um sentimento de vingança tomou conta de mim, minha confiança estava tão alta que senti Estela rendida a mim.

A proximidade das bocas de segundos já estava parecendo horas, até que a beijei, realmente ela estava rendida, não fez nenhum movimento pra resistir, foi um beijo diferente, marcante, inesquecível, tô falando e sentindo aquele beijo de mais de 36 anos atrás.

Ao pararmos o beijo que pareceu de horas, Estela me falou o que é isso você tá louco, eu respondi, só vou cumprir minha palavra, ela retrucou e quem te disse que eu quero, mais uma vez no impulso e sem pensar falei, não tô te perguntando, tô avisando e a partir de agora vou trocar sua calcinha já que você não sabe trocar fraldas.
Ela foi querer falar, voltei a beija-la, desta vez rápido, apenas pra calar a boca dela, levei uma sorte porque o pijaminha azul com estampas de ursinho era bem fininho, rasguei a camiseta de alcinhas, os olhos puxados dela se arregalaram, a deixei só com a calcinha minúscula branca linda q ela estava.

Os bicos dos peitos dela pareciam que iam me furar, nossas vozes sumiram, falávamos apenas com olhares e toques, fui beijando cada vez mais forte, mordia o pescoço, ombro. A dominei nos meus braços, girava ela de um lado pro outro pra morder as costas, puxava o cabelo a segura pela nunca, comecei apertar e chupar os peitos dela, na hora me lembrei das gargalhadas dela, me tirando pra moleque, uma fúria tomou conta de mim, ela levou a mão para pegar na minha pica, não deixei, todas iniciativas dela eu não permitia, eu queria mostrar pra ela que quem mandava era eu, embora, isso tudo era instinto, eu estava no automático, porque eu nunca tinha transado.

Depois de um bom tempo em pé e prensando ela na parede, virando de um lado pro outro, a joguei no sofá, fui beijando, chupando e mordendo os seios, costas, barriga até que cai de boca naquela buceta linda, cheirosa, babada, sei lá, como falam brincando, eu estava possuído, eu esfregava com gosto a cara inteira na buceta dela, enfiava a língua o máximo que eu conseguia, chupava forte aquele grelo gigante, não precisou muito tempo, senti ela se contrair, senti a virilha dela estralando, ela gemeu alto, dei uns tapas na cara dela e mandei calar a boca porque se as vizinha do apartamento de cima ouvisse contaria pra minha mãe.

Ela não falava nada, estava entregue, continuei me divertindo na buceta dela, chupava, enfiava os dedos, mordia. A dona das gargalhadas arrogantes parecia que tinha invertido, como se ela fosse a Adolescente e eu tivesse 19. Por mais umas 2 vezes ela se contraiu tanto que a virilha dela estralava forte.

Chegou a minha vez tbm, ela deitou no chão, meio que sentei com meu pau na boca dela, umas 5 bombadas foram suficientes pra eu dar uma gozada esplêndida a sensação era como se eu tivesse saído do meu corpo, como se tivesse explodido.

Levantei ela do chão pelos cabelos, porque lembrei das gargalhadas me subestimando, era uma coisa muito louca, tesão, vingança, desafio, curiosidade. Coloquei ela de 4 no sofá, com uma mão em cada parte da bunda arreganhei tudo, fiquei paralisado, admirado, em êxtase com aquela cena, coloquei o pinto freneticamente naquela buceta maravilhosa metendo de todas os lados, me encavalei nela e ela se contraia e se contorcia.

Ela me empurrou, pegou no meu pinto, se ajoelhou pra me chupar eu coloquei a mão na frente e falei, pra chupar essa rola vc vai ter que implorar, aí ela disparou de me elogiar, de falar q eu era muito gostoso que eu parecia um homem de verdade, eu a interrompi, cala sua boca filha da puta se eu te fudendo gostoso assim não for homem de verdade então não existe homem nenhum de verdade e chupa logo pq vc é melhor com a boca no meu pau.

E disse ainda, se pareço um homem de verdade vc parece uma puta de verdade, chega de chupar, agora vem sentar na minha pica. Ela, é tudo que eu quero. Falei, então não quero mais, ela, para de ser chato. Já falei, eu q mando sua filha da puta.

Iago para de me chamar de filha da puta pq minha mãe é sua tia, como sempre, sem pensar falei, melhor vc não falar da sua mãe nestas horas pq senão eu vou comer ela também.
Estela rapidamente respondeu, não duvido de mais nada.

A empurrei em cima de umas almofadas q estavam no chão, ela ficou com a bunda pra cima e a cabeça pra baixo, fui querer imitar aquelas posições q eu via em filmes e revistas pornôs, meter e pisar na cabeça dela, foi cômico, só não brochei pq era a primeira trepada da minha vida, me desequilibrei e cai, foram risadas pra todos os lados, ela aproveitou e veio pra cima de mim dizendo q era castigo pq eu não tinha deixado ela sentar.

Ela cavalgava enlouquecida, pra mim era tudo novo, diferente, ela ficou um tempão e como eu ainda não sabia de fato oq era uma mulher gozando e fingindo, pra mim ela estava se deliciando trocando a fraldinha do priminho. Ela se cansou e demonstrando indignação perguntou se eu não ia gozar mais, dei uma risadinha irônica e falei, vc nem é tudo isso, tem garotas muito melhores q vc, mal sabia ela q era a primeira buceta q eu estava fodendo na minha vida, até hoje ela não sabe disso, mas se ela ler este conto vai saber kkkkkkk

Eu saí arrastando Estela, por tudo, era como se eu estivesse batizando meu apartamento, imaginava q depois eu iria olhar pra todos os lugares, sala, cozinha, quarto, lavabo, despensa, e lembrar das metidas. Neste dia eu não tive tanta audácia de comer ela na sacada.

Às 5 da manhã meus Pais retornaram, ficamos na sala com cara de paisagem, mas eu estava em êxtase, a vontade era de folgar na minha mãe e dizer eu não falei q ia comer sua sobrinhinha e comi, mas, não me entendo o pq curto tanto coisas escondidas, proibidas, minha mãe por mim nunca soube, minha irmã soube uns 3 meses atrás e já estamos em 2026.

Esse conto tá mais pra livro que pra conto kkkkkk vou parar aqui, volto pra encerrar o assunto Estela e seguir com outros contos da minha vida sexual loka

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257409 - Liberdade - Categoria: Heterosexual - Votos: 1

Ficha do conto

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Nome do conto:
Nunca me achei normal em questões de sexo.

Codigo do conto:
259079

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
10/04/2026

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