Muitas vezes os pensamentos sobre sexo aconteciam.

2° conto.
Todos serão de histórias reais que eu vivi.


Tenho 49 anos, este conto aconteceu no ano de 1989.

Continuando o conto sobre a primeira vez que transei e inciando sobre a segunda transa.

O título do meu primeiro conto foi "nunca me achei normal em questões de sexo" e conforme eu for publicando vocês vão entendendo o pq.

Depois que consegui cumprir minha palavra de comer minha prima q se achava e contrariar minha mãe e minha irmã que m subestimavam, fiquei com a auto estima lá em cima.

Na semana que entrei na puberdade comecei transar, na semana q transei pela primeira vez, já transei também com mais duas garotas, começou chover buceta na minha horta.

A minha prima Estela ficou uns 3 meses na minha casa, do nada resolveu ir embora, ninguém entendeu, principalmente eu, nós transavámos todos os dias, estávamos muito apegados um no outro. Minha mãe no decorrer da vida jogou algumas indiretas, mas eu sempre neguei, pra mim é muito excitante eu ter relacionamentos e negar, esconder. Aquela arrogância toda da Estela caiu por terra imediatamente após a primeira vez q comi ela.

Ainda não sei se vou manter ou não uma ordem cronológica nas minhas publicações, vou encerrar o assunto com a minha prima neste conto, embora foram meses muito intensos, valeram por anos, tanto que hoje eu com 49 e Estela 56 anos, nunca esquecemos as loucuras q vivemos.
Fiquei baqueado por muito tempo depois q a minha Manauara linda, de olhos puxados e pretos, cabelos até a cintura bem pretos, seios médios, pernas grossas, bunda grande e lábios carnudos foi embora.

No dia seguinte de ter transado pela primeira vez, eu com a auto estima lá nas estrelas, fiquei sabendo pelos meus amigos que o Jefão um policial militar com fama de brabão e pegador q morava no bairro do meu condomínio tinha uma filha linda, nossa turma não a conhecia pq era mais velha que nós e morava em outra cidade.

Meus amigos falaram tanto dela q atiçaram meus instintos por desafios, as poucas informações que tinhamos eram pq o Binho era vizinho e a irmã dele tinha feito amizade com a Fernanda, filha do policial.

Naquele dia a noite fui pra quadra jogar vôlei, eu era adolescente, mas jogava com os adultos, o Binho falou pra irmã dele a Janaína que eu queria conhecer a Fernanda e assim q a Jana m viu já m chamou pra m apresentar pra sua nova amiga, eu falei de longe, agora não posso, inventei q tinha q falar com alguma amiga e ia jogar, Janaína insistiu falando alto por causa da distância, mas o Binho falou q vc queria conhecer a Fernanda, eu estrategicamente respondi que era mentira do irmão dela pq eu não pedi pra conhecer ninguém, kkkkkk atingi meu objetivo, consegui virar o assunto da roda e chamar a atenção da novata.

Fernanda tinha uns 1,70 de altura, pele bem branquinha, cabelos castanhos, igualados nos ombros, olhos cor de mel, voz marcante e rouca, 20 anos, eu tinha 8 a menos q ela.

Joguei vôlei, joguei futebol e qdo acabou tudo fui na roda q a Fernanda estava, fazendo de conta que ia me despedir, mas era uma forma de me apresentarem pra ela. A Janaína, Fernanda este é o Iago amigo do meu irmão, a novata deslumbrada com o assédio todo, tentou desfazer de mim, Ué não foi ele q disse q não queria m conhecer, eu rapidamente justifiquei, eu não disse q não queria conhecer vc e sim q aquela hora eu não tinha tempo, ela, a tá, então agora quem não tem tempo sou eu, estou indo embora e saiu em direção ao carro eu a acompanhei entrei junto com ela no carro e pedi carona, ela indignada falou, vc é muito cara de pau, fala q não quer m conhecer e agora m pede carona. Respondi, tenho certeza que você vai querer me dar carona sempre.

Nestas horas que digo que sempre me achei diferente nas questões sexuais, inexplicavelmente os pensamentos surgiam na minha cabeça e acabavam acontecendo.

Fernanda bem ríspida me disse, vai, fala logo onde vc mora q não tenho tempo pra perder, ligou o carro e foi saindo. Eu fingindo estar sereno, mas na verdade estava pensando em estratégias respondi, vc sabe que tá precisando conversar, desabafar, ser ouvida, então não pode dizer que oq lhe faz bem é perder tempo. Ela m olhou espantada perguntando, o q vc sabe da minha vida? Falei, não importa oq eu saiba ou não da sua vida, oq importa é vc falar oq tá sentindo pra eu poder te ajudar. Imediatamente ela começou chorar, soluçando, contou que sua vida estava uma porcaria, teve que mudar de cidade mudar tudo pq teve um namoro de 3 anos e o ex-namorado q tinha 31 anos largou dela e ela tinha certeza q iriam se casar, etc.

Falei, pare o carro, um Voyage GLS preto lindo, vc não tá em condições de dirigir. Ficamos conversando por horas, qdo ela percebeu, já era 1:00 da manhã e falou aliviada, ainda bem que meu pai está de serviço hoje, senão ele iria me falar um monte, mas então vamos embora. Eu disse tudo bem, mas eu dirijo pq vc ainda não está em condições, ela tentou resistir, mas acabou cedendo.

Eu estava com umas ideias na cabeça, que surgiam de maneira inexplicáveis, prolonguei o caminho pq de fato eu não queria ir pra casa e falei lamentando, Fernanda pq vc já quer ir embora se a gente pode conversar mais e vc ficar melhor ainda. Ela concordou q conversando mais ficaria melhor, segui pra uma rua onde tinham empresas, pouca iluminação e estacionei atrás de um campo de futebol. Desci do carro ela m acompanhou, simulando uma braveza eu disse, quer saber, vamos parar de falar de coisas ruins, vamos falar de coisas boas, comecei fazer perguntas aleatórias, brincar com ela, falei da lua, das estrelas, dos barulhos dos bichos, ela foi ficando mais solta, já dava gargalhadas comigo imitando bichos, fazendo palhaçadas, cócegas nela, até corremos um atrás do outro pelo campo, e em volta do carro.

Começamos nos tocar, apertar, abraçar, até q acabamos nos beijando, o fogo foi aumentando, a cumplicidade a sintonia tomou conta, ela tirou minha camiseta suja do jogo eu tirei o shorts de coton e a calcinha dela, em pé, prensada no carro, ergui a camiseta grande com nó na cintura q ela usava, simultaneamente chupava os peitos pequenos e deliciosos e enfiava dois dedos na bucetinha pequenininha e no grelinho minúsculo, a buceta dela era bem diferente da minha prima, q eu tinha perdido "meu cabaço" na noite anterior.

Fernanda estava encharcada, eu comecei a esfregar o pau na bucetinha dela, fiquei enrolando, enrolando, enrolando, até q mais uma vez ela teve a iniciativa, se deitou no capô do carro, abriu as pernas, jogou os braços pra cima, a lua foi generosa comigo, clareou aquela buceta que além de delíciosa era lindaaaaaa. Fiquei alucinado com aquilo tudo, comecei meter, meter, meter, mas a posição não estava muito confortável, puxei ela e a coloquei de bruços no capô com as pernas no chão, ela rebolava na minha rola, parecia que eu ia arrancar o quadril dela de tanto q puxava, eu estava quase gozando quando de repente uma coruja passou voando baixo e cantando alto, Fernanda deu um grito de medo, confesso q fiquei um pouco assustado também, foi uma cena de filme de terror, mas o tesão imperou, ela pegou nossas roupas e me puxou pra dentro do carro.

Dentro do carro, após o susto começamos a rir, eu pra descontrair disse, acho q quem se assustou foi a coruja, pq parecia q tinha uma loba uivando encima do carro, ela gargalhou alto, o carro era 2 portas, o banco do passageiro estava totalmente deitado, Fernanda de encaixou entre o painel e o banco no meio das minhas pernas e foi com a boca para chupar meu pinto, eu disse q não era pra chupar pq eu tinha jogado futebol e não tinha tomado banho, mas ela não se importou e chupava meu pau, minhas bolas, apalpava minha virilha, a mão dela não parava, até q ela tentou enfiar o dedo em mim, aquilo m irritou, sai de lado e parei, ela disse pare de charminho eu sei q vc gosta, pra mim era tudo novidade, afinal ela era a segunda garota que eu estava transando, exagerei na grosseria e afirmei que não gostava não, ela disse, tá bom então, se encaixou encima de mim, e cavalgou muito, deve ter gozado umas duas vezes.

Ela parou, foi para o outro banco e perguntou, vc se assustou mesmo com a coruja pq não tá conseguindo gozar e deu gargalhadas. Falei que naquela posição eu não gozava, ela disse, vc é todo cheio de charminho mesmo né, não gosta disso não gosta daquilo.
Abri a porta do carro, a coloquei numa posição de quatro meio desajeitada, fiquei do lado de fora e ela dentro, comecei acelerar a metida, ela tirou meu pau e disse, para q vc vai gozar dentro e não tô tomando remédio, eu disse, não se preocupe vou tirar pra gozar, Fernanda falou, vc tá loko, vai gozar dentro sim, mas no meu cuzinho e direcionou minha rola, eu praticamente nem precisei empurrar pq ela mesma já deu um jeito de colocar pra dentro e rapidamente eu gozei.

Mas, eu ainda queria mais e Fernanda na mesma vibe q eu, saímos denovo do carro, dessa vez ela foi mais ousada, ela só de camiseta eu só de calção, me puxou pro campo, atrás do vestiário, entre as árvores ela ficou de quatro e mandou, literalmente mandou, eu meter forte no cuzinho dela pq ela queria gozar mais. Eu como um bom cavalheiro q sou, ou era kkkkkk, acatei a ordem dela. Metemos em todas as posições que imaginarem e detalhe, só no cuzinho dela. Eu gozei mais umas 2 vezes, estava de pernas mole, não aguentava mais nada. A mulher era insaciável, ela encontrou um banheiro aberto, me chamou, lavou minha pica e mamou gostoso, punhetou, metemos gostoso denovo, como eu estava demorando, ela disse, pode gozar na minha buceta, foi ela falar e eu gozar.

Já era quase 5:00 da manhã, estávamos conversando em um banco numa árvore, Fernanda confidenciou que teve muita química entre nós, que nunca ficou tão a vontade e nunca gozou tanto com alguém numa primeira transa, e começou a me interrogar, se eu tinha namorada, quis saber o q achei da nossa transa, falou brincando com fundo de verdade, que se foi tão bom assim, imaginava a gente namorando e transando todo dia.
Mas, estava bom demais pra ser verdade, ela fez uma pergunta que acabou com tudo, perguntou minha idade, eu disse a verdade, ela tinha 20 anos e eu 8 a menos q ela. Fernanda achou q eu estivesse brincando, falei q era sério, ela surtou, gritando disse que não acreditava na palhaçada q eu tinha feito, me humilhou, disse q estava com nojo de ter dado pra um moleque, que eu não poderia ter feito isso, que eu enganei ela, que ela nunca tinha ficado com alguém mais novo que ela, que ela sempre ficou com homens de verdade, mais velhos que ela, o q iriam pensar dela,
eu ia querer justificar, se é q precisasse de justificativas, mas ela não permitia, disse ainda q se tivesse engravidado o Pai dela me mataria.

Ela simplesmente entrou no carro e foi embora, me deixando apenas de calção, descanso e sem camiseta. Andei umas duas quadras, encontrei um telefone público e liguei a cobrar em casa pra minha mãe me buscar e foi outro barraco, minha mãe como sempre fez um escândalo.

No próximo conto, vou continuar essa história louca com muita vingança.

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Ficha do conto

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iagoalencar

Nome do conto:
Muitas vezes os pensamentos sobre sexo aconteciam.

Codigo do conto:
259801

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
19/04/2026

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2

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