Passaram se algumas semanas desde minha ida até o consultório da Keila e ainda não tinha conseguido apresentar se como Amanda pra ela.
Por conta do trabalho revezava dias entre SP capital e a cidade aqui no litoral, o trabalho exigia cada vez mais minha presença aqui e planos de comprar um imóvel em SP estavam descartados até então e o foco da busca seria por aqui. Além disso tinha outras prioridades para organizar, mas alguns assuntos e experiências relatados no meu relato anterior já havia contado pra Keila, então aqui neste de certa forma focarei mais no primeiro “encontro” entre as duas.
Keila sempre me perguntava quando iria conhecer a Amanda, ela estava ansiosa por esse momento.
Eu sempre dizia que queria muito e de fato queria, mesmo isso me causando um friozinho na barriga, porém não queria que fosse de qualquer jeito, pra mim era algo importante e queria que fosse especial, único e com calma.
O lugar também tinha que ser reservado, mas não queria que fosse em um motel para não passar a imagem sexual do contexto algo que no momento eu não queria misturar.
Nesse período oficialmente ainda morava na casa dos meus pais em SP e também em um apartamento alugado no litoral onde morava sozinho quando estava a trabalho.
Então decidi que o local seria no meu apto no litoral, por ter privacidade, tempo de organizar e tentar realizar tudo da forma que imaginei e sonhei.
Combinei com a Keila um final de semana pra irmos até o litoral e lá poderia enfim conhecer a Amanda.
Ela sairia de SP após finalizar o trabalho e chegaria por volta das 21hrs e passariamos o final de semana juntos por lá.
Já havia obviamente conversado com ela sobre as expectativas e Keila demonstrava uma genuína ansiedade e digamos até uma euforia de conhecer a Amanda. Eu por outro lado já começava a me preocupar com outras coisas, tipo:
Que roupa será que uso ? Ai eu lembrava de um conjuntinho de oncinhas formado de saia curta e top curtíssimo, salto alto e peruca loira, mas pensava:
Mas este ela vai me achar uma travesti da Av. Indianapolis fazendo ponto na rua, muito vulgar, que imagem vou passar usando essa roupa ?
Talvez um mais formal, tipo um vestido preto de mangas longas, salto alto e peruca castanho médio ? Será esse ? Será que este, estou me escondendo demais e demonstrando que estou com vergonha ?
Pensar em uma roupa para esse dia foi uma tarefa mais difícil do que parece, imaginava milhares de combinações na minha cabeça e logo desistia, pensei em ir as compras mas tempo me faltava e quando eu menos esperava, a sexta-feira chegou...
Na sexta-feira consegui adiantar o máximo de tarefas de trabalho e consegui sair por volta das 14hrs.
Já havia preparado o cardápio do jantar e do nosso primeiro encontro, que seria massas, molho branco e frutos do mar comprados e já preparados em um restaurante próximo de casa, e de bebida vinho branco e tinto, bebida inclusive não faltava e já pensava em tomar algo para relaxar....eu já estava muito ansioso confesso.
17:30 já recebo uma msg da Keila:
“Amanda já chegou ? Eu já estou a caminho e ansiosa pra conhece-la”. respondi: “Amanda acabou de sair do banho e o Thiago acabou de entrar no armário”.
Nesse momento de banho tomado, toda depilada e sem pelos, vou para o quarto e começo a preparação:
Começo colocando uma calcinha preta e semi fio dental pra melhor acomodação das partes intimas. Eu prefiro as fio dental, mas hoje optei por essa que é linda também, depois coloquei um sutiã básico preto de alças finas com bojo e um leve enchimento de silicone que deu um volume bonito e destacou meus peitos.
Na parte de baixo uma saia preta curta bem colocada ao corpo de couro falso com alguns detalhes de costura aparente que dão sensação de movimento e um ar mais sexy. Na parte de cima uma blusinha de manga longa preta coladinha de tecido de seda semi transpartente principalmente na área do decote.
Nos pés uma sandália preta com salto fino de 11cm de altura o que me deixava bem alta e super sexy, nesse momento já sentia a euforia o que somente nessa minha versão é possível.
Já consigo sentir-se mais confiante e segura nesse momento, vou até o banheiro e começo a fazer a maquiagem, decidi não abusar muito, queria algo mais simples e delineado, usei uma base neutra, cílios postiços médios, lápis contorno e nada de brilho e no batom um vermelho borgonha seco, sem brilhos também.
Brincos curtos e decorados com duas pedrinhas brilhantes, ele é muito elegante e discreto, mas passa uma delicadeza que combinava com o visual.
De peruca fui de loira, cabelos lisos até a metade das costas, da um ar fácil de ousadia já que foge da minha paleta natural que é castanho médio.
Com a minha pressa esqueci de trazer as unhas postiças, então ficaram sem nada (infelizmente). Voltei a me olhar ao espelho de corpo inteiro e me senti pronta.
Peguei o celular e já havia uma nova mensagem: “Chego em 20 minutos!”
Só que a mensagem já havia sido enviada há quase 20 minutos, então pensei ela está chegando e eu vou.... campainha tocou !!
Gelei !!
Me olhei rapidamente no espelho dando a ultima conferida, abaixei um pouco a saia e fui até a porta abrir, joguei o cabelo pra trás e abri a porta...
Nos olhamos olhos nos olhos...depois desceu o olhar me fitando de todos os ângulos...
Como eu disse antes, Keila é sempre faladeira, faz 1000 perguntas mas agora ela só me olhava... O que será que ela está pensando ? Mil pensamentos na minha mente, será que ela ficou chocada e não gostou ? Será que isso foi muito pra cabeça dela ? Enquanto eu me perdia nos pensamentos e indagações internas, ela solta:
”Como você é alta ! E bonita, pensei que era diferente, prazer me chamo Keila, e me deu um beijo de duas pessoas estranhas se conhecendo” Dei uma risada e pedi pra ela entrar.
Fechei a porta e ela disse, se soubesse que vc estava tão linda pra esse jantar eu tinha me preparado melhor.
Ai eu respondi que ela não precisava, que estava linda e gentil como sempre e poderia ficar mais a vontade...do jeito que ela quisesse.
Peguei o vinho e a servi, sentamos uma de frente para a outra, brindamos e começamos a beber.
Me diz Amanda, o que você sente quando está montada? É uma sensação de relaxamento, excitação, liberdade ou outra coisa?
R:É uma mistura forte de relaxamento profundo e liberdade. Sinto que posso ser uma versão mais suave e sensual de mim mesmo. Sem carregar pesos e obrigações, tem também uma excitação, mas não é só sexual é como tirar um peso e me sentir bonita.”
E o que você gosta de fazer quando está montada?
R: Gosto de me arrumar com calma, tirar fotos, brincar de desfilar, fazer tarefas comum do dia a dia mas me sentindo feminina, arrumar a casa ou simplesmente ficar deitada no sofá curtindo a sensação da roupa e da maquiagem. Me sentindo realmente a Amanda.
E não é que eu não seja eu mesmo como homem, mas como Amanda eu me sinto mais completo em alguns momentos e curto esse prazer.
Keila diz: Então por favor desfile para mim e não fique com vergonha; Eu me levanto vou até porta, jogo meu cabelo para trás e vou em direção a ela como se estivesse na passarela e paro diante dela que me olha fixamente bate palminhas toda animada....dou risada, ambos dando risada e ela diz, volte aqui e vamos beber mais que to adorando te conhecer....
(nota: em certo momento parecia que eu estava numa sessão de psicologia com ela, mas o “EU” era a Amanda, e nesse momento a Keila já estava no seu modo padrão faladeira e realmente parecia que ela estava conhecendo uma pessoa nova ali na frente dela e tenho a sensação que o Thiago nem existia ali naquele momento, era realmente a Keila e a Amanda)
E onde você compra suas roupas, sapatos, perucas e lingerie? Tem lojas ?
R: Hoje é mais fácil de comprar principalmente pela internet, nem preciso sair de casa. Mas já comprei várias e várias vezes na região da Rua Augusta e na República, lá tem roupas e lingiries para travesti, na primeira vez que fui comprar me deu muito medo e vergonha mas fui recepcionado por pessoas de mente aberta que conhecem desse meio especifico e a mesma coisa foi na loja de perucas, da vergonha quando entra, mas depois no atendimento e provando os laces eu ia me soltando, lá tem muitas perucas lindas e para diversos bolsos, a minha é dessas aqui mais simples, demonstrando meus cabelos e jogando ele para o lado num movimento feminino. E tenho outras 3, que posso te mostrar depois...
Qual é a sua peça favorita de roupa feminina e por quê?
R: Essa á fácil e tem duas respostas, minha favorita é um vestido preto justo ou uma saia curta com meia-calça. Adoro a sensação das roupas coladas no corpo, o barulho dos saltos e como me sinto elegante e sexy. Mas qualquer roupa que demonstre super sensualidade, ousadia é minhas preferidas.
Keila sorri e diz, adorei suas roupas, e seu estilo, já quero conhecer seu armário e ver do que mais vc tem guardado...logo já engata outra pergunta:
Você já usou minhas roupas ou alguma lingirie minha?
R: Não, mas gostaria e já pensei em algumas várias vezes. Aquele conjunto que vc tem de lingirie verde água sabe ? E aquela saia preta estilo rocker eu acho linda tbm....Isso de alguma maneira me faz me sentir excitado e conectado com você, compartilharmos roupas...sonho ! que delícia isso tudo. Kkkkk
Keila: Vamos dar um jeito de vc matar essa sua vontade da saia e as minhas lingiries (risos).
E você gostaria que eu te ajudasse a se montar ou a escolher looks? Vc me inclui nesse seu momento ?
R: Gostaria muito! Seria incrível ter o seu olhar e a sua ajuda. Me deixaria mais confiante e aproximaria a gente. Já imagino nós duas andando por várias lojas e escolhendo roupas, provando sapatos e conversando sobre moda.
E como você aprendeu a se maquiar? Foi sozinho ou alguém te ensinou?
R: Aprendi quase tudo sozinha, sempre via minha mãe se maquiando, em casa ou no carro, e desde jovem tentava alguma coisa, demorou bastante tempo e muita prática. Ainda estou aprendendo. Já fui também duas vezes em um maquiador profissional que me deu bastantes dicas...
Keila: Como assim, vc ja foi em maquiador ? Eu só fui maquiada pela minha cabeleireira quando fiz 15 e nada mais, e vc já foi no maquiador ? Já pode marcar uma sessão pra nós duas e deu risada e continuávamos a beber e a esse momento muito mais soltas e se divertindo muito.
Keila: Você já frequentou algum local, balada ou barzinho?
R: A resposta curta é Não. Eu já me imaginei em todos esses lugares, mas tenho receio de ir sozinha e me expor, é algo que requer muita coragem. Conheço diversos lugares incluindo baladas fechadas ao público e totalmente seguro e reservado mas mesmo assim não me sinto confortável em ir, pois está associado a ambientes LGBT e eu não me encaixo nesse ambiente e com o perfil do público, o meu estado atual de crossdresser é meio conflitante pois incapacita eu ir num local heteronormativo por razões óbvias e ir sozinho nos bares que citei não me convém.
Mas existe vários lugares em SP como bares no Largo doArouche, República e no centro que tem uma temática mais diferenciada e podemos explorar essa idéia.
Keila: Mas se fossemos juntas, toparia ?
R: Sem dúvidas, com certeza.
Keila: Qual quer ir primeiro ? Uma balada na pista de dança e nós duas fritando na pista ou um barzinho para passar o tempo conversando e curtindo a companhia ?
R: Quero os dois na mesma noite, começamos pelo barzinho e depois partimos pra balada (risos)
Envolvedo a parte sexual ? Como é essa dinâmica, como você gosta Amanda ? Conte me tudo...
R: (Nesse momento, eu já havia contado anteriormente minha relação hxh e com as travestis conforme no relato anterior, porém com inúmeros detalhes e respondendo a 10 mil perguntas da Keila, continuamos...)
Eu sou uma mulher com gostos peculiares, preferencialmente passiva e gosto da submissão mesmo nunca ter sido uma submissa na prática, mas a ideia na minha mente é envolvente e intimamente excitante.
Na cama gosto de ser chamada realmente pelo meu nome de Amanda, gosto de receber elogios e humilhações sexuais com adjetivos femininos.
Keila interrompe: Pode PARAR !! Vc está muito comportada, diga assim:
Eu gosto de ser chamada de PUTA, VADIA, CACHORRA !! mete aqui e mete com força.....risos
R: Bem isso mesmo risos....
Keila: Você imagina isso tudo comigo ? Me conte mais sobre seus segredos e por favor SEM VERGONHA, se entregue sem filtros.
R: Amor… vou te contar a fantasia mais secreta que eu tenho. Essa é a que me faz gozar secretamente.
O cenário é você me transformando numa puta completa. Não uma mulher bonita… uma vadia barata, uma cachorra no cio, uma puta de esquina que só serve pra ser usada. Me arruma como uma puta de verdade: lingerie barata e transparente que deixa tudo à mostra, aquela saia curta preta bem curta e apertada enfiada na bunda, salto alto de puta, peruca e maquiagem de piranha, olhos borrados, blush demais e aquele batom vermelho escuro bem puta.
Quando eu estiver pronta, quero que você me olhe com tesão e ao mesmo tempo já comece a me humilhar:
“Olha só pra você… que puta ridícula. Vc virou uma vadia barata, né ?
Se ajoelha, sua cachorra.” Quero que você me pegue pelo cabelo, enfie o pau na minha garganta e me foda a boca sem dó, falando: “Engole tudo, sua puta nojenta. Chupa como a vadia que você é. Batom todo borrado… assim mesmo, Amanda, você nasceu pra ser uma boca de puta chupeteira.”
Depois quero que você me jogue de quatro, levante essa saia curta preta, puxe a calcinha pro lado e me foda como se eu fosse um buraco qualquer: “Toma rola, Amanda! Abre essa bucetinha de puta. Geme mais alto, sua cachorra barata. Você não é homem, você é só uma vadia que adora levar no cu. Fala pra mim: ‘Amanda é uma puta inútil que só serve pra se fodida por qualquer um’.
”Quero tapa na cara, tapa na bunda forte, cuspe na cara, mão apertando o pescoço enquanto você mete fundo e fala:“Olha como essa puta tá molhada… que vergonha, Amanda. Você é uma cachorra no cio, uma vadia sem dignidade.
Rebola no pau como a puta barata que você é. Goza, sua puta ridícula! Goza enquanto eu te uso como um brinquedo.”
Quero que você me humilhe o tempo todo:
“Você é patético assim… mas fica tão gostosa de puta. Amanda não merece respeito, só rola e porra.” E no final, quando eu estiver destruída, maquiagem toda borrada, manda eu gozar na sua cara e depois pede pra eu lamber a minha própria porra e limpar tudo, manda forte e impositiva sem condições de aceitar ou recusar.
Keila nesse momento me olha com olhos de tesão, mordisca o lábio e parece que visualizou toda essa cena em sua mente, parece que nesse momento com o vinho nos deixando de fogo ela se levanta e vem até mim e me puxa com força e me da um super beijo de lingua, cada beijo e estocada de mão ela me puxa mais forte contra ela me desejando estar dentro um do outro.
Meu pau já explode de tesão e já começo a tirar a roupa da Keila que logo sinto sua buceta super enxarcada de tesão, até as coxas estavam molhadas, e nunca a tinha visto desse jeito. Comecei chupando os peitos dela e passava as mãos em todos seu corpo, suas mãos tbm percorriam todo meu corpo, puxava minha calcinha para dentro da minha bunda e apertava meus peitos falsos e a essa altura queria que ela me chupasse ou esfregasse suas mãos no meu pau, mas ela ignorava meu tesão só aumentava e assim o fez, tentei pegar a mão dela e colocar no meu pau e ela tirou e disse: Amanda não tem pau ! Amanda é mulher passiva e submissa. E continuamos a nos pegar, puxei ela pro sofá, eu por baixo e ela por cima, ela lambia meu pescoço e subia me beijando até a boca, fazia tempo que não via tanto tesão nela, ao mesmo tempo começei a dedar ela e ela começou a curtir, ficando molhada e rebolando e forçando meus dedos no qual eu aumentava mais e mais a velocidade, ela se contorcia e gemia de tesão, subia me olhava nos olhos e me puxava pela nunca com meu cabelo de peruca e me beijava, nessa hora que ela subiu mordi levemente um dos peitos dela e ela forçou ainda mais meus dedos dentro dela.....os gemidos aumentavam e ela gozou, pernas tremendo e se deitou brevemente no meu colo onde sentia sua ofegante respiração...
Mau terminou de gozar, ela se levanta do sofá, me puxa para me levantar tbm e me diz, como vc é gostosa e me fez gozar gostoso, mas quero mais....nessa hora deixei ela me conduzir, começa novamente a passar a mão no meu corpo, deslizando e admirando novamente minha versão e diz para eu ficar de 4 no sofá, assim o fiz.
Ela veio por trás e subiu a saia, com o dedo tirou a calcinha que estava socada e puxou de lado e começou a acariciar por cima meu cú, e dizia: vc ficou muito linda e gostosa toda montada, de calcinha posso garantia que é melhor do que sua outra versão que usa cuecas....e continuou o carinho e a provocação ali na portinha...foi quando senti a lingua quente dela entrando no meu cu, um movimento lento e invasivo q me fez arrepiar, nessa hora eu ja estava toda entregue, relaxada, e mesmo assim já sentia me realizada, por estar nessa posição, toda montada com a pessoa que mais amo nessa vida...
A lingua continuava a me invadir, quando senti um dedo entrando, e confesso que entrou muito fácil e logo soltei um gemidinho de tesão, ela percebeu a mesma coisa o quanto entrou fácil e logo ja entrou o segundo que ficou mais gostoso ainda, comecei a rebolar e empurrar a mão dela pra aumentar o movimento e assim ela fez, começou a me foder rápido com os dedos e dizendo que meu cuzinho era uma delicia, ai ela tirou os dois dedos e eu explodindo de tesão fui me tocar, ela foi até minha mão e a puxou não deixando eu encostar no meu pau.....nada de se tocar, seu prazer é aqui a atrás, queria me tocar mas ela falando isso me deixou mais doido de tesão.
Eu ainda de 4, senti denovo, um dedo, segundo dedo e logo o terceiro entrou e senti uma dorzinha e reclamei, ela disse calma, relaxa sua biscate que é isso que vc quer....ficar com dor e ser arrombada.
PQP não tinha como sentir mais tesão e eu senti naquele momento, eu ainda de 4 com os dedos dela enfiado dentro de mim apontados para baixo ela movimentou de uma forma que alcançou minha proposta (ponto G masculino) começei a gemer mais alto e senti que meu pau estava gozando sem eu tocar nele. Foi a sensação mais doida e única que senti ao gozar pela frente sem me tocar, só quem já gozou assim sabe o que é isso e do que estou falando, eu olhava pra trás vendo meu pau apontado pra baixo e saindo porra e os dedos ainda dentro de mim....indescritível aqui em palavras, tremia e gemia alto e cai de lado no sofa, destruída, sem maquiagem, peruca bagunçada, gozada, realizada, plenamente feliz e satisfeita.
Keila vem ao meu lado me beija e essa é a ultima cena que lembro dessa noite maravilhosa.
(...)
No dia seguinte, acordo com um barulho vindo da cozinha e no quarto estou apenas de calcinha e sutiã mas sem sapato e saia, não recordando ter me despido. Chegando na cozinha ainda entorpecido pelo sono e pela ressaca Keila me recepciona com um sorrisão no rosto e diz “Bom dia Amanda, dormiu bem boneca ?“
Respondi que sim meio perdido e dei um beijinho de bom dia e retribui a pergunta, no qual ela respondeu que fazia tempos e tempos que não gozava e dormia assim...fiquei pensativo a ponto de tentar compreender pq ela não gozava assim ???
Depois de um breve café da manhã, ela vai até o quarto, ouço a mexendo na mala dela e ela volta com um shortinho jeans curto dela e uma camisetinha rosa salmão mas claramente feminina, e pedi pra eu coloca-las e assim o fiz sem questionar nada.
Ela me olha de cima aos pés e diz, claramente assim sem a peruca é um homem afeminado, e me pergunta quer colocar a peruca sim ou não ?
Eu respondi, mas qual motivo da pergunta ?
Ela pergunta novamente quer a peruca sim ou não ?
Eu disse que sim, então a coloque de forma rápida e amarre o cabelo deixando o preso.
Ela foi até a mala denovo e me trouxe uma rasterinha bem feminina com strass e muito brilho e pediu pra eu calça-las, assim eu fiz mas ficou um pouco pequena no meu pé, o restante da roupa serviu bem, mas tava curioso onde isso ia dar.
Amanda, hoje vc usa esse, mas precisamos comprar uma rasteirinha pra vc, essa minha não vai dar sempre, mas pelo visto seu numero de manequin é quase o mesmo do meu, ou seja teremos um armário compartilhado, o que acha de idéia ?
Quando eu ia responder, ela entregou o óculos de sol dela bem feminino pra mim e disse VAMOS !
Vamos aonde ?
Vamos dar uma volta na orla da praia assim, desse jeito, nós duas iremos começar o dia assim, duas meninas na praia conversando e planejando a vida.
Queria questionar e negar por mil motivos mas não fiz e aceitei, peguei na mão dela e fomos ao passeio.
Keila me impressionava muito com esse jeito prático e decidido de fazer as coisas, caminhamos até a praia, algo em torno de 2 quarteirões do apto e eu ainda estava digerindo as coisas quando ela me pergunta:
Amanda, eu estou me saindo bem ? Estou invadindo espaços, limites e causando desconforto ? Estou sendo a pessoa que vc imaginou após se assumir CD ?
Eu gostaria de responder essas perguntas, mas ainda estava me adaptando ao ambiente, olhando ao redor, procurando pra ver se via alguém conhecido ou que me reconhecesse, se alguém julgaria e o que pensaria...
Sejamos franco demais nesse ponto, alguém ou qualquer pessoa de fora me olhando sabe que não sou uma mulher, não tenho corpo, formas e treijeitos femininos, mesmo de peruca e tudo mais. Um olhar externo facilmente vai ver uma mulher andando com um “viado se vestindo de mulher” e isso me causava uma certa apreensão, pois me preocupava não com que os outros vão ou deixam de pensar, mas nos expor como um casal a certas condições que podem ser evitadas, mas entendo que esse é o meu lado protetor e querendo evitar situações diversas.
E eu via a alegria, simplicidade e empenho genuíno da Keila em me proporcionar tudo que vivi e imaginei por muitos e muitos anos e não queria dar uma resposta que nos privássemos disso, pois no fundo eu tbm queria aquilo e desejei estar ali e com ela ou seja como Amanda e Keila.
Respondendo a pergunta, disse que ela estava se saindo melhor que encomenda e dei uma risada. Disse que sozinha não teria coragem de sair na rua e com ela ao lado me fortaleceu a experimentar isso.
Experiencia diferente e estava sendo incrivel, porém pedi prudência na escolha e dos locais, que poderia se sentir livre para escolher e que eu confiava 100% nela.
Ela consentiu com a cabeça e caminhamos e conversamos mais um pouco, das pessoas que passaram ao nosso lado alguns olharam e outros nem tanto, os estranhos nas ruas não me incomodaram e de fato me senti mais a vontade nesse passeio, o que ainda incluiu uma rápida passagem no mercado com alguns olhares curiosos, mas nada de demais, o que eu senti foi que as pessoas estavam mais preocupadas consigo mesma do que com a gente.
E grande parte da minha insegurança vinha com certeza de preconceitos estabelecidos.
Voltamos para o apartamento, tomamos um banho juntas e começamos a nos pegar novamente, clima esquentou denovo, fomos para a cama e a Keila pergunta se eu tinha por ali um pau de borracha ou consolo ? No qual eu neguei, ela prontamente disse que era prioridade numero 1 providenciar uma cinta caralha e me comer como eu realmente merecia, mas não por isso a transa não foi intensa e deliciosamente quanto a do dia anterior, agora aqui não irei relatar essa transa, mas posso falar que foi sensacional novamente nos mesmos moldes da noite anterior, sendo passiva, humilhada e usada.
Perguntei agora pra Keila, como foi a experiência de conhecer a Amanda, o que pensou, sentiu e etc.
Sabe… eu já tinha pensado mais a fundo e dei uma boa pesquisada mais sobre seu fetiche, cavei a fundo e realmente fui atrás para entender com propriedade e ví que tinha algo a mais. Não era só “fetiche de calcinha” escondido na gaveta. Sabia que tinha mais e mais dentro de você.
Quando vc abriu a porta ontem, juro, eu quase surtei só de te ver montada e linda, minhas pernas estremeceram, vc toda feminina, maquiagem perfeita, aquela saia justa marcando sua cintura, e depois o volume da sua rola durinha marcando o tecido porque você tava nervosa e excitada ao mesmo tempo. Eu pensei: “Porra, que tesão isso… e ela é minha.”
(Nessa hora Keila se aproxima mais, o nariz roçando o pescoço de Amanda enquanto a mão dela sobe e aperta a bunda com possessividade, voz mais baixa e safada):
Eu adorei cada segundo. Adorei te ver de quatro, gemendo meu nome enquanto eu te comia com meus dedos. Adorei sentir você tremendo quando eu te chamei de “minha putinha” pela primeira vez e você urrou de prazer. Adorei te ver maquiado pra mim, pedindo pra eu te foder de salto alto… e adorei mais ainda quando sentei na sua cara depois, toda molhada e dominadora, me fazendo gozar na sua boca enquanto você me chamava e pedia mais”.
Eu ganhei duas versões sua amor. Eu ganhei uma versão nova e ainda mais safada de você. E isso me deixou viciada. (Keila sobe a mão, belisca de leve o mamilo da Amanda e sussurrando no ouvido dela).
Então, pra responder direto… descobrir esse seu lado foi a coisa mais excitante que já aconteceu no nosso relacionamento. Eu achei você linda pra caralho. Sexy. Corajosa. E eu quero mais. Quero te ver assim sempre que possível. Quero te foder como mulher, te fazer gozar como mulher… e depois te abraçar sabendo que você é toda minha, dos dois jeitos. Ela dá uma mordidinha na orelha de Amanda e ri baixinho, safada.
Keila: E você? Tá arrependida de ter me mostrado? Porque eu já tô molhada de novo só de lembrar… e o fim de semana ainda não acabou oficialmente. Amanda sente o corpo inteiro arrepiar. Keila puxa a blusinha pra cima devagar, olhos famintos, esperando a resposta — mas já sabendo que a noite ainda vai render muito mais.
E pra não alongar esse relato o Thiago só saiu do armário no domingo a noite quando voltávamos para SP, a Amanda ficou livre todo o final de semana, e no domingo também passeou na orla da praia com a Keila já planejando outros finais de semana assim como este e com novos looks e acessórios.
E como não poderia ser diferente do relato, vai aqui uma opinião da Keila psicologa sobre os fetiches aqui relatado:
A psicologia do homem crossdresser que apresenta fetiche de feminização (também conhecido como sissificação ou forced feminization na literaruta internacional) combinado com prazer extremo na humilhação erótica pode ser compreendida de forma abrangente a partir de múltiplas lentes teóricas da psicologia sexual, da sexologia e da psicologia clínica. Essa combinação não é rara e aparece frequentemente em contextos de parafilias consensuais, especialmente dentro do espectro BDSM (bondage, disciplina, dominação/submissão e sadomasoquismo). Vou explicar de modo estruturado, neutro e baseado em conceitos estabelecidos, sem patologizar a prática quando ela é consensual e não causa sofrimento.
O fetiche de feminização vai além: envolve não só vestir roupas femininas, mas adotar comportamentos, maneirismos, maquiagem, depilação e uma identidade temporária hiper-feminina. É frequentemente descrito como “feminização forçada”, mesmo quando consensual, porque o prazer surge da sensação de ser “obrigado” a abandonar a masculinidade.
A humilhação erótica (ou masoquismo sexual) é o prazer derivado de degradação, inferiorização ou vergonha. No DSM-5(Manual de Diagnostico de transtornos Mentais), isso se enquadra no Transtorno de Masoquismo Sexual quando há excitação recorrente com humilhação, sofrimento ou submissão que causa angústia. Esses dois elementos — feminização e humilhação — coexistem com frequência: a feminização é vivenciada como forma de degradação simbólica (perda de status masculino, exposição de vulnerabilidade, inversão de papéis de gênero). Importante destacar, nem sempre se trata de um “transtorno”. A maioria das pessoas que vivencia esses fetiches o faz de forma saudável, sem prejuízo funcional. O diagnóstico patológico só se aplica quando há sofrimento significativo ou compulsão que interfere na vida.
Abordagem comportamental e condicionamento: O prazer surge por condicionamento clássico (Pavlov) e operante. Muitas vezes, a excitação começa na adolescência com masturbação associada a roupas femininas ou fantasias de feminização (ex.: pornografia ou experiências isoladas). Com o tempo, o cérebro associa roupas, maquiagem e cenários de humilhação à liberação de dopamina e endorfinas. A humilhação intensifica isso porque o “tabu” da quebra de normas de gênero amplifica a excitação (efeito de proibição e ir contra conceitos sociais pré estabelecidos).
Na psicologia cognitiva e social: A sociedade impõe papéis rígidos de masculinidade (força, controle, dominância). A feminização + humilhação permite uma escapatória temporária desse papel: o homem vivência vulnerabilidade, passividade e submissão — emoções reprimidas culturalmente — de forma segura e excitante. É um jogo de inversão de poder: ao ser “reduzido” a uma figura feminina humilhada, ele libera controle e obtém alívio psicológico. Muitos relatam sensação de libertação, como se estivessem acessando partes reprimidas da identidade.
Autoginefilia e teoria da identidade: Ray Blanchard propôs que muitos homens heterossexuais com esse fetiche experimentam excitação ao imaginar-se como mulher (autoginefilia). A feminização não é apenas externa, mas uma fantasia de transformação corporal e psicológica. A humilhação reforça o contraste: quanto maior a “degradação” da masculinidade, maior a excitação.
Perspectiva no BDSM e dinâmica de poder: Dentro da psicologia do BDSM, essa combinação é vista como troca de poder consensual. A humilhação não é real, mas encenada; o prazer vem da endorfina liberada pela vulnerabilidade, do contraste entre o “eu diário” (muitas vezes dominante) e o “eu crossdresser” submisso. É comum em homens heterossexuais que buscam equilíbrio: fora da cena sexual, mantêm identidade masculina tradicional; na fantasia, invertem tudo.
Concluindo então, por que a combinação feminização + humilhação é tão potente?
A feminização sozinha pode ser um fetiche estético ou sensorial. Quando acoplada à humilhação, ganha intensidade porque Ativa o tabu de gênero (ser “menos homem” = vergonha ? excitação).
Explora submissão profunda: ser tratado como objeto sexual feminino inferiorizado amplifica a sensação de perda do ser. Ativações do proibido.
Cria um ciclo psicológico de vergonha-erotizada: a culpa inicial (“isso é errado”) se transforma em combustível sexual, reforçando o prazer.
Muitos relatam que a humilhação torna a feminização “mais real” como se o parceiro dominante estivesse “forçando” a transformação, o que intensifica a fantasia de rendição e submissão.
Em termos abrangentes, esse perfil psicológico reflete uma variação normal da sexualidade humana quando consensual: uma forma sofisticada de explorar identidade, poder, vulnerabilidade e tabus de gênero. A feminização + humilhação permite ao homem heterossexual ou bissexual vivenciar, de modo controlado e excitante, o oposto do que a sociedade espera dele — rendição total. Não é “doença” nem “desvio moral”; é uma construção erótica que, para a maioria, permanece como fantasia ou prática privada e satisfatória. Se você (ou alguém próximo) vivencia isso e deseja explorar com mais profundidade, o ideal é consultar um psicólogo ou sexólogo especializado em sexualidade positiva e BDSM, que trabalhe sem julgamento. A chave é sempre o consentimento e a comunicação.
Meninas por hoje é isso, espero que tenham gostado desse formato mais curto com meus relatos de experiências pontuais, pois vocês me mandaram varias mensagens querendo a continuação, uns pedindo mais detalhes e outros querendo versões mais curtas, então me deem um feedback do que acharam deste.
Beijos Amanda