Rapidinha no provador

Essa vai ser uma história rapidinha, comentei sobre numa caixinha do Instagram, um dos seguidores pediu pra saber mais um pouco e eu senti tesão em contar com detalhes.
Estávamos numa daquelas ondas de calor (2023, se não me engano) e eu tinha recém chegado do trabalho, era uma quarta-feira a tarde. Tomei um banho bem gelado, me sequei e deitei na cama pelada aproveitando a sensação gostosa antes de o calor voltar. Enquanto refletia na vida, recebi uma mensagem de Carlos, meu namorado, querendo saber se eu estava muito ocupada e pedindo ajuda para escolher algumas roupas novas.
Eu sempre gostei de andar em shopping, comprar por impulso e perder tempo procurando boas peças e promoções, então aquilo era um prato cheio para mim. Avisei ele que o estaria esperando e corri para me arrumar, nada muito exagerado, apenas um vestido branco e florido bem levinho, uma rasteirinha e uma calcinha preta de renda.
Quando ele chegou, percebi algo diferente assim que entrei no carro, levei um tempo até entender que era um perfume novo, que mais parecia um feromonio que me deixou doidinha. Fui o caminho todo contando pra ele do meu dia, falando de alguns perrengues no trabalho, uma conversa trivial. Mas aquele cheiro delicioso não saia da minha mente.
No shopping eu andava agarradinha nele, segurava firme seus braços (que estavam completamente nus pois ele estava de regata) e esfregava meu rosto sentindo sua pele. Só essa coisa do cheiro e de estar tão perto, me deixou acesa. Fora que dentro do shopping a climatização funcionava bem demais e ajudava a motivar já que lá fora parecia um inferno.
Andamos uns 30 minutos de loja em loja sem que ele quisesse provar nada, até que o convenci a ir numa dessas lojas grandes. Chegando lá, apesar de não se interessar muito por nada, os preços estavam ótimos o que o fez separar algumas peças para provar.
O acompanhei até a entrada do provador, onde tinha um sofá, e eu precisaria ficar até que ele saísse da cabine para me mostrar a roupa. Quando me sentei, ele entregou a carteira e as chaves do carro e eu dei uma apalpada gostosa na sua bundinha quando ele se virou para entrar.
3 minutos depois, recebo uma foto sua pelo WhatsApp, perguntando o que eu achava do look.
Abri e me deparei com a imagem dele mostrando a estampa de uma camisa, mas sem nada na parte de baixo. Foi a gota d'água pra mim, cheguei a ficar com agonia de tanta vontade quando vi.
Meu namorado é um cara baixinho, uns 1,65 e não muito em forma. Mas tem o que eu chamaria de pau perfeito, tamanho médio, grosso, meio tortinho pra dar um charme, com a cabeça bem rosinha e veias que o fazem parecer ainda maior.
Só tinha uma moça atendendo os clientes do provador e eu sabia que estava tudo vazio pois o movimento era bem baixo, ainda assim ela não me deixaria entrar. Foi aí que, por sorte ou providência divina, ela foi chamada com emergência no caixa. Não pensei duas vezes, a brecha estava ali e eu iria aproveitar.
Na direção que Carlos foi, só tinha uma cabine com a porta fechada, quando bati ele abriu completamente nu. Eu entrei, fechei a porta e voei em seu pescoço, demos um beijo quente e com tesão. Quando parei o beijo, comecei a beijar e cheirar seu pescoço e fui descendo passando por todo o tronco até me agachar e ficar com seu pau na minha frente.Lambi a cabecinha do seu pau, que estava toda meladinha e brilhosa, beijei cada pedaço até o saco e daí comecei a mamar gostoso. Seu ponto fraco era quando eu ficava sugando sua glande e assim que eu comecei a fazer isso para que gozasse logo,  ele me impediu.
"Nada disso, já veio até aqui, vou comer sua buceta."
Caprichei para deixar seu pau bem babado depois me levantei e fiquei de costas, apoiada na divisória da cabine. Senti sua mão levantar meu vestido e depois abaixar a calcinha, achei que ele só ia deixar minha buceta exposta, mas fez questão de tirar a calcinha completamente.
Meu corpo arrepiou quando senti seu pau encostar em mim, quando a cabeça entrou eu gemi alto, muito mais do que deveria naquele lugar. Comecei a ofegar esperando que ele terminasse de enfiar, mas o desgraçado foi devagarzinho, aproveitando do meu desespero por aquela pica.
Quando terminou de socar tudo, eu dei mais uma gemida. Então ouvimos algumas vozes, como se andassem no corredor e entrassem nas cabines próximas. Ele ficou parado, com o pau enterrado na minha buceta, enfiou a mão no bolso e tirou minha calcinha. Forçou a abertura da minha boca e enfiou ela dentro.
"Você é uma putinha bem barulhenta, amor."
Eu olhei para ele por sobre os ombros e fiz carinha de dengo, sabia que aquilo o excitava. Ele começou a bombar sem pressa, mas bem firme, meu gemido, apesar de abafado, ainda era meio alto. Carlos então passou um braço no meu pescoço e, com a outra mão, tampou minha boca.
"Bem quietinha tá? Seu homem vai encher sua bucetinha de porra".
Acenei que sim, olhando nos seus olhos e relaxei de vez. Apesar de um certo movimento nos provadores, o tesão não diminuía. Na verdade aumentava com aquele perigo. Ele socou alguns minutos com mais força, eu me contorcia de prazer e vontade de gritar, mas tentava me manter quieta para não estragar o momento. Seu pau entrava e saia me deixando toda bamba, me sentia uma presa para aquele homem, o cheiro do seu perfume parecia droga, me deixando com mais e mais tesão.
"Vai gozar né."
Ele sussurrou isso no meu ouvido e eu de fato gozei, não sabia como ele tinha percebido, mas foi na hora certa. Enquanto gozava, forçava meu corpo contra ele, como se não quisesse deixar escapar nem um centímetro daquela rola. Ele aproveitava para ir o mais fundo possível, tirando e colocando quase toda a extensão do pau com a ajuda do meu movimento.
"Fica paradinha, é minha vez."
Eu tentei me empinar um pouco mais e fiquei parada esperando. Quando senti o primeiro jato daquela porra quente me encher foi quase como um segundo orgasmo. Minha buceta piscava ao redor daquele pau, como se estivesse ordenhando ele. Quando saiu de dentro uma porção de porra caiu no chão. Peguei uma das camisas e limpei minha buceta, Carlos deu uma limpada no pau com ela também e quando ia se agachar para tirar a o que tinha caído no chão, eu o impedi.
"Deixa, gatinho. Alguém vai ver nosso rastro aqui."
Carlos riu e me beijou. Verifiquei a saída e parecia seguir sem funcionários na frente, apesar de algumas outras cabines estarem ocupadas agora.
Pagamos pela camisa suja e saímos do shopping para minha casa. Como o casal de safados que somos, aquela trepada não ia ser o suficiente para nossa satisfação completa.
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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico marianinfaclara

Nome do conto:
Rapidinha no provador

Codigo do conto:
259133

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
11/04/2026

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