Bom, o pessoal que me segue no Insta sabe que eu consegui um folgão para curtir uns dias com minha melhor amiga e meu namorado em casa. Não preciso nem dizer que se eu desfrutei do homem dela lá atrás, ela teria o direito de fazer o mesmo com o meu (o que eu acho uma delícia). Durante esses dias recebi várias perguntas sobre a possibilidade de eu postar contos sobre eles, mas, sendo sincera, apesar da putaria gostosa entre nós, nada daria um conto tão excelente, tenho relatos nossos ainda mais safados. Porém, ontem a noite, fizemos algo que merecia ser contado e eu resolvi fazê-lo com tudo fresco na memória. Eram quase 7 da noite e estávamos sentados no sofá vendo série e divagando. Meu namorado, Carlos, tentou conseguir um folgão tal qual o meu, mas o máximo que teve foi a troca do dia de descanso (de terça pra segunda), portanto, ele acordaria bem cedo no dia seguinte. O problema é que não tinha nada pronto em casa para comer e nenhum de nós estava disposto para cozinhar e, ainda que estivesse, levaria um tempo e ele queria dormir o quanto antes. A solução? Simples! Pedir algo pra comer. Ficamos um tempo avaliando e escolhemos um lugar que vende hot dog e costuma entregar bem rápido. Enquanto esperávamos a comida, mais séries e algumas conversas amenas. Quando recebeu a notificação da proximidade do entregador, meu namorado se levantou e foi segurando o braço da minha amiga. "Vamos lá também, se tiver muita coisa, vocês me ajudam." "Nem pensar, amor, a gente não está vestida pra isso." Ambas estávamos com esses pijamas rosa personalizados: o dela, com o meu rosto, o meu, com o rosto dela; e nada mais por baixo. "Deixa disso, amor. Vai ser rápido, ninguém vai ver vocês." Eu fiquei receosa, apesar de amar minhas aventuras e sacanagens prezo pela discrição em algum grau, fora que já temos problemas demais com os vizinhos e não queria arrumar mais um por agora. O duro é que se um não fosse o bastante, juntaram os dois, Marcinha adorou a ideia e ajudou a me convencer a ir. Descemos até a portaria pelo elevador, chegando lá tinha apenas uma sacola, que Carlos levaria facilmente, mas não cheguei a me chatear. Quando entramos no elevador outra vez, meu namorado errou e apertou dois andares a menos do que o nosso. Eu questionei, mas ele disse ter sido um simples engano. Enquanto o elevador subia até a primeira parada, Marcinha veio até mim, dar beijinhos e me alisar. Eu não resisto muito a ela e fui correspondendo, começando a ficar excitada, até a gente se beijar. Infelizmente, rapidamente fomos interrompidas pelo elevador parando. "Já sei. A gente desce aqui e sobe nas escadas de emergência." Meu namorado disse isso segurando a porta do elevador e eu nem questionei, apenas fui andando enquanto minha amiga me passava a mão. Quando todos entramos e eu ouvi a porta da escadaria trancar ao fundo, Marcinha parou e segurou meu braço. Eu já estava alguns degraus acima e me virei para ver o que ela queria. Ao virar, ela estava num beijo quente e delicioso com meu namorado. Eu mordi os lábios, sorri e fui andando até eles, entendendo de vez do que se tratava aquilo. Quando me aproximei, Carlos me agarrou pela cintura e me beijou gostoso. Marcinha assistia e passava a mão em nós dois, me deixando molhada quase que instantaneamente. Quando me soltou, Carlos apontou para cima, no primeiro patamar após um lance de escadas. Eu fui subindo até lá e eles ficaram se pegando mais um pouco logo abaixo. Já em cima, eu chamei os dois, não tínhamos muito tempo ali. "Amiga, senta na beirinha aí." Sem entender muito, eu sentei e ela subiu até um pouco abaixo de mim e foi ficando de quatro na escada, com o rosto na altura da minha buceta. Eu me aproximei e abri bem as pernas, ela afastou de lado o shortinho do pijama e lambeu lentamente minha buceta. Se eu estava com tesão, nesse momento quase delirei, gemi alto e tampei a boca, já perdida no prazer. Seu beijo quente ia umedecendo mais e mais minha buceta, meu corpo reagia com arrepios e contrações involuntárias, meu quadril se mexeu sem eu sequer pensar nisso. Marcinha estava na posição perfeita, então Carlos abaixou o short e revelou o pau já duro feito pedra, foi chegando devagar, afastou seu pijama de lado e, quando enterrou a pica na minha amiga, senti seu gemido abafado pela minha buceta que engolia sua boca naquele momento. Apesar da enterrada firme, meu namorado começou bombando de leve, arrancando gemidos profundos de Marcinha. Eu estava numa posição privilegiada, assistindo os dois metendo gostoso enquanto era devorada por Marcinha. Quando o vai e vem deles começou a intensificar, Marcinha parava de me chupar para respirar e gemer um pouco. Nesse momento eu agarrei seus cabelos e enterrei seu rosto em mim, afim de seguir sendo chupada por ela. De vez em quando, afastava um pouco seu rosto para que ela respirasse. Meu namorado então socava com mais força ainda e, logo após seu primeiro gemido mais descontrolado, eu voltava a puxar ela contra mim. Sua língua parecia ter espasmos durante a chupada, ela estava quase que sem controle de si mesma, mas adorando aquilo tudo. Eu sentia meu corpo quente, pegando fogo praticamente e acabei não resistindo muito e gozei. Na boca da minha melhor amiga enquanto ela era fodida pelo meu homem. Logo que o descontrole do orgasmo passou, eu saí da frente dela e fui ajudar meu namorado. Segurei a bunda de Marcinha deixando-a bem aberta e exposta. Carlos começou a usar toda a força que conseguia naquela posição desconfortável, eu via de perto seu pau entrando e saindo, aquela imagem, o som da buceta o devorando, os gemidos da minha amiga. É o tipo de coisa que não se esquece. "Vai, amor. Fode com força essa putinha. Enterra seu pau nela, ela aguenta. É meu presente pra você essa bucetinha." Carlos agarrou forte a cintura dela, eu segurei firme e bem aberta a sua bunda. Ele socava com um vigor invejável, o barulho dos seus corpos em choque ecoavam pela escadaria, Marcinha fazia força contra ele e gemia copiosamente. Nenhum de nós se importava mais com o perigo ou o barulho, apenas queríamos a satisfação. E ela veio. "Vai, vadia. Goza no pau do meu homem. Não se segura não, putinha safada. Eu sei que você quer." Sussurrar isso pra Marcinha foi o ponto final para seu prazer, ela fez um breve silêncio e depois gemeu ainda mais intensamente que antes. Meu namorado a acompanhou, gozando enterrado na sua bucetinha e veio me beijar enquanto isso. Quando o orgasmo passou, ele foi tirando o pau e eu fiz questão de pôr na boca para limpar e sentir o gosto dos dois juntos mais uma vez. Marcinha se recompôs, arrumou a roupa um pouco e tomou a frente, eu a observava de trás e percebia sua buceta já escorrendo um pouco. Seguimos devagar, degrau a degrau, até o nosso andar. Carlos foi jantar e eu puxei Marcinha para o sofá, ainda tinha algo para provar direto dela.
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