O conto (como tudo começou)

O conto (como tudo começou)

'Flávio'

Essa história se passa no início dos anos 90, quando as crianças ainda brincavam nas ruas, e as redes sociais eram nas esquinas dos bairros.

Flávio era filho caçula de uma pequena família do interior, seu pai militar, trabalhava em outra cidade, de modo que estava presente, em casa, um final de semana a cada 15 dias; sua mãe, professora, trabalhava o dia todo, seus dois irmãos moravam fora, cursando suas respectivas faculdades, assim, aquele pequeno garoto, vivia praticamente sozinho com sua mãe, e por ficar "responsável" pela casa durante o dia, era um menino muito caseiro. Moreno, magricela, de olhos castanhos escuros, cabelos cacheados, com um certo tamanho e sorriso fácil, essa história acompanhará as desventuras do nosso pequeno no mundo do sexo. Sejam bem vindos e divirtam-se.

Por passar boa parte do dia dentro de casa, Flávio sempre aproveitou cada segundo da experiência de estar na rua, e isso, basicamente, acontecia no caminho de ida e volta da escola, garoto nerd, de pouquíssimos amigos, tinha como hobby, observar; as pessoas, a natureza a sua volta, os animais, etc... Apesar de caseiro, devido ao trabalho de seus pais, e também por sua gentileza e educação extremas, ele era muito conhecido na vizinhança e conhecia tudo e todos. Num desses devaneios de observação que nosso pequeno e franzino teve seu primeiro "contato" com o sexo... Em seu caminho para a escola pouco antes das seis, ele viu o enorme Billy, o pastor alemão de sua vizinha Dora cheirando o rabo de uma cadela vira latas, que não tinha um dono certo, mas estava sempre pela vizinhança, curioso, o garoto se 'aprumou' na esquina a observar aquela ação, até então, nova. Depois de cheiradas, arrodeios, e rosnados, o garoto observou que do baixo ventre de Billy surgirá uma pequena ponta vermelha, que lembrava um batom saindo de seu envolucro, que foi ganhando tamanho e volume sob o olhar fixo do curioso, e agora hipnotizado, garoto que acompanhava de longe aquela cena peculiar... Billy então montou a cadelinha, e com movimentos rápidos de ida e volta, fez sumir dentro dela, aquele "haste" que surgira em baixo de suas pernas, devidamente encaixado, o cão acelerou de maneira espantosa, seus movimentos... maravilhado, o garoto observava à distância e absorvia cada detalhe daquela cena animalesca que transcurría em sua frente, ele viu, por exemplo, que o cão babava, tanto quanto o seu próprio cachorro o fazia quando recebia comida, notou também que a cadelinha mantinha a boca aberta e a lingua de fora, numa expressão que se não era de prazer, estava longe de denotar dor, porém o pequeno não percebeu que uma "força elétrica" tomou seu corpo, um fogo e um desejo que o deixava febril, boca seca, olhos ressecados, e numa piscada para ver melhor tudo aquilo, o garoto se enxergou no lugar da cadelinha, sendo subjulgado por Billy que babava em suas costas e arranhava suas ancas, aquele pensamento foi o estopim que desencadeou uma série de conexões neorologicas, causando em seu cume o primeiro orgasmo do garoto, que gemeu profundamente apertando seu pau, que duro como uma rocha, quase lhe furava as calças... Absorvido em si mesmo e em seus sentimentos "impuros" o garoto não percebeu que por trás, seu amigo e vizinho, Enéas, se aproximava devagar, e o apalpou fortemente a bunda... O susto o fez recobrar os sentidos, e o amigo, 2 anos mais velho ria daquela situação, cheio de dúvidas, Flávio seguiu Enéas para escola, mas antes olhou uma ultima vez os cães, que naquele momento estavam bunda com bunda. Enéas vendo todas as interrogações estampada no rosto do garoto, pôs a mão sobre seu ombro e disse:
- vou te contar o que tava acontecendo e o que mais você queira saber...

O conto II (o macho alfa)

'Eneas'

Vizinho de muro (de Flávio), Enéas era um tipo incomum de garoto, moreno, com forte raízes indígenas por parte de sua mãe, ostentava uma cabeleira lisa, abaixo dos ombros, um corpo magro, porém musculoso devido ao trabalho constante nas obras que seu pai assumia, como mestre; o abdômen e os braços se destacavam naquele encanto de rapaz de fala arrastada, e que escondia segredos de uma vida familiar complicada, o que refletia diretamente em seu comportamento violento na escola e nas ruas... Era um garoto de "muitos amigos" a maioria próxima mais por medo do que por real amizade, um em especial Enéas tratava até com carinho, muitas vezes chamando-o até de irmãozinho...
Flávinho povoava os sonhos mais íntimos de Enéas, desde a um ano atrás, quando este sofreu um acidente de bicicleta numa tarde chuvosa, e seu pequeno vizinho que voltava da padaria junto aos muros para se proteger da tempestade, enfrentou a enxurrada forte para ajudá-lo a sair de debaixo da bicicleta que travou sua perna em uma "boca de lobo", muito agradecido, Enéas passou a observar melhor aquele garoto que ele não tinha muito contato, e que, no entanto lhe era "próximo" haja visto que ambos estudavam na mesma escola, más, principalmente, a proximidade que a mãe dos dois tinham. Em sua observação, Enéas viu que o frágil garoto, moreno e magrinho, tinha cabelos encaracolados e crescidos, membros inferiores e superiores não lhe dava destaque, no entanto as coisas mudavam nas coxas e bunda, que chegavam a ser desproporcionais, pela magreza do resto do corpo. Essa bundinha era tão cobiçada, que Enéas posicionou uma escada no muro que separavam as duas casas, e, todos os dias ele observava seu pequeno amigo fazendo as tarefas de casa; regar plantas, dar comida ao cachorro, limpar as folhas e demais sujeiras, o que chamava atenção era o short curto que Flavinho usava, e por conta da sua bunda e coxas avantajadas, deixava o shorts, devassamente apertado, o que fazia com que o moleque tivesse que tirá-lo, diversas vezes, do seu rego... Nessas idas e vindas, Enéas se masturbava, 2/3 vezes, diariamente.

(Um adendo: Enéas era 2 anos mais velho que Flavinho, e perdeu a virgindade com um moleque viadinho da vizinhança, desde então, corria a boca miúda que o índio, uma de suas alcunhas, adorava comer um cuzinho dos moleques)
Uma história dessas transas merece destaque:
Era uma tarde de domingo, e Enéas foi com a família visitar parentes num bairro distante, nos limites da cidade, e nesse local ele conhecia alguns garotos, dentre eles, João, pequeno e frágil, esse garoto era a cópia fiel de sua irmã, um ano mais velha, de modo que a turma desejava um, pensando na outra, Enéas, porém, tinha a pretensão de traçar o garoto mesmo, ainda que traçar a garota, também fosse ótimo, e pôs em prática seu engenhoso plano, levou João a uma mata mais fechada e disse que eram pra procurar bambú, pois ele faria uma pipa para o garoto, e acrescentou, quem encontrar o bambú primeiro, vai poder comer o outro... O garoto, que já estava imensamente feliz por ganhar uma pipa, ficou exultante com a possibilidade de traçar um cuzinho, e aceitou sem pestanejar, Enéas, no entanto, não contou que conhecia perfeitamente aquela região, e em poucos minutos trazia nas mãos, um bom pedaço de bambu, perfeito para as talas da pipa. Não foi preciso pedir seu prêmio, no fundo, João queria sentir o índio dentro de si e não tardou a ter seu desejo atendido, com certa rudeza, de quatro, calças arriadas, Enéas cuspiu no cuzinho, que piscou, pincelou seu pau babão no orifício, que vibrava num misto de medo, desejo e emoção, mais uma cuspida na cabeça do pau e o índio forçou a entrada... Aquele cuzinho que, apesar de não ser mais virgem, nunca havia visto um brinquedo de tal calibre, haveria prazer, mas também um custo. A esfíncter fazia força pra se manter fechada, mas o falo grande e cabeçudo forçava a entrada, João gemia e tentava se desvencilhar em vão, agarrado em suas ancas, Enéas concentrado, forçou mais um pouco, e viu a cabeça romper aquelas pregas juvenis, o garoto gritou de dor, mas já não era possível voltar atrás... Enéas abraçou o garoto, mordendo o pescoço, e falando baixarias, somente com a cabeça de seu membro dentro do amigo, a dor foi cedendo, e em seu lugar um desejo louco, incontrolável, de modo que o próprio João empinou sua bunda, forçando para trás, engolindo aquele pau que lhe arrebentava, más que também o enlouquecia... Totalmente dentro, Enéas começou a estocar, e cada batida era acompanhada por um gemido cada vez mais alto e mais prazeroso, a cena era digna de um quadro, dois machos atrelados a um desejo puro e animalesco, seus rostos eram máscaras desfiguradas pelo prazer, Enéas urrava, socando mais e mais, João ronronava um gemido felino que incitava seu macho, naquele ínterim, o orgasmo veio, intenso, farto e grosso, enchendo as entranhas de João que gemeu forte para em seguida derramas seu sêmen em golfadas, no solo...

Continua...


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico henripiper

Nome do conto:
O conto (como tudo começou)

Codigo do conto:
259265

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
12/04/2026

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