... Após encontrar Flavinho, extasiado, observando o sexo animal, Enéas lhe explicou que eles estavam copulando, de modo que a haste vermelha de Billy, era o pênis, similar ao o humano, e ele introduzira na vagina da fêmea no cio, e o fato deles ficarem "presos" se dava pelo fato do macho ter uma 'bola' na base do pênis, que serve para prender e aumentar as chances de que a fêmea fique prenha/grávida:
Flávinho: e não doi?
Enéas: acho que não, os animais são compatíveis, deve ser prazeroso como é para os humanos
F: e como é para nós humanos?
E: é a melhor sensação do mundo, gozar libera uma descarga louca pelo corpo, como se tivesse tomado um choque, só que de prazer, e aí jorra um líquido do pau... É muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito bom!!
F: acho que aconteceu comigo a primeira vez
E: você gozou a primeira vez?
F: sim, não sei o que aconteceu, senti o que você descreveu e minha cueca ficou melada
E: deixa eu ver?
F: ta!
Na escola, os garotos foram direto pro banheiro, e Enéas constatou que, realmente, Flávio havia gozado, e muito!! O restante do dia transcorreu envolto em pensamentos, a cena dos cães, agora pontuada com todas as explicações, não saia da cabeça de Flávio que além de curioso, agora estava definitivamente, excitado. E uma situação ia se construindo em sua mente.
Em seus devaneios, o pastor alemão com pé duro que atendia pelo nome de Zeus, agarrava o frágil e bundudo menino, e sem dó, o penetrava animalescamente... Aquele "sonho" durou tanto tempo que o garoto só foi acordado pelo tocar do sinal, no fim da manhã, rapidamente juntou suas coisas ele rumou pra casa, decidido, ele teria Zeus dentro de si, antes do fim da semana.
Em casa, o moleque mal comeu, sentindo um frio no estômago, uma ereção infinita, e um piscar de cu insistente, ele alimentou o cão babando tanto quanto o pet, o primeiro baba pela comida, o segundo pelas possibilidades do prazer... Finalizado as tarefas de casa, Flavinho deu início ao seu plano de "virgindade zero", foi pro fundo do quintal e começou a alisar o dog, que até estranhou, já que a relação dos dois se limitava apenas na alimentação, mas aquele dia, um cheiro diferente exalava do corpo do garoto, que os sensores olfativos detectava mas não sabia definir, o cheiro era bom e ativava as papilas gustativas do cão, que já babava apenas com o garoto lhe passando as mãos pela cabeça, por suas costas, pela barriga... A tensão sexual aumentava, o garoto sentia seu coração acelerado, quase pulando do peito, e toda aquela sensação ficou incontrolável quando o moleque tocou a "capa" fazendo apontar a cabeça vermelha de um pênis canino, aquela tarde seria memorável.
'Eneas'
Naquela mesma manhã, na sala ao lado, Enéas rememorava a conversa com Flavinho, na rua, mas principalmente o moleque mostrando seu corpo para o amigo, ver aquele pau, melado, aquele corpinho magro, e principalmente, e pela primeira vez, aquela bunda totalmente descoberta, fez o rapaz sair mais de uma vez da sala, para pôr pra fora todo desejo que lhe invadia a mente, para além disso, uma série de perguntas lhe tomava a mente... Que ele curtia um cuzinho de viadinhos, isso ele sabia, e apesar do tabu enorme daquela época, isso era algo que ele já sabia lidar, mas, desde o episódio do temporal, "o índio" experimentava um desejo, até então, inimaginável, ele queria não apenas comer Flavinho, ele queria beijar, chupar, ele gostaria de ter aquele garoto bonito e frágil, para si, e essas sensações trazia uma confusão na mente de Enéas, que se masturbava, cada vez mais, e se recriminava, pois, era isso que ele séria/queria? Naquela manhã, Enéas não encontrou Flávinho no recreio e nem na saída e teve uma surpresa naquela tarde, ao subir a escada encostada no muro que separava ambas as casas, ele viu seu vizinho agachado ao lado do cachorro, segurando pela base, uma haste vermelho vivo de uns 25 cm, e chupando a ponta que espirrava um liquido transparente que lambuzava a cara do garoto... Um misto de tesão e ciúmes tomou conta de Enéas que não sabia se saia, se gritava, enfim decidiu se masturbar com aquela cena que o controlava, e o orgasmo veio, farto, em jorros longos, ao mesmo tempo que o cão despeja no moleque uma exurrada de porra que não lhe cabia na boca...
'Flavio'
Ao ver a ponta do penis de Zeus, Flávio ficou sem ar, boca seca, olhos brilhando, e um desejo incontrolável que o impelia a seguir em frente, e ele foi, seguindo seu instinto, abocanhou o membro crescente do cão, que ganiu... O menino hipnotizado pelo cheiro do macho, e agora pelo sabor daquele obelisco, mamava com voracidade o pau que crescia assombrosamente, 10/15/25cm, e o menino Segurava um mastro que ia cada vez mais fundo em sua garganta, o tesão incontrolável, ali nascia algo que ele jamais pensará existir, quase que uma entidade sexual que se apossara daquele corpo, e possuído ele sabia ser capaz de tudo... Sem medo ou timidez, o garoto chupava, lambia e engolia, como se tivesse feito a vida inteira, o cão babava aos baldes, conhecendo um prazer inédito, os virgens descobriam o quanto as tardes poderiam ser saborosas, para ambos, e aquela estava sendo incrível... ajoelhado, segurando a bola na base do pênis canino, Flávio engolia até a metade, enfiando até a garganta, a pika flamejante do seu macho, e numa dessas "engolidas", o membro inchou em sua mão, em sua boca, e a primeira golfada veio direto na garganta, fazendo o moleque engasgar com a força e quantidade, a segunda veio em seguida, na lingua e vazando pelos cantos da boca, os próximos jatos banharam com violência o rosto do pequeno garoto, que em êxtase, viu seu membro despejar aos jorros, seu seu nectar juvenil...
A brincadeira da tarde foi intensa, e após limpar a sujeira de tanto leite, Flavinho se recolheu a seu quarto, e enquanto descansava, rememorava tudo que acabara de experimentar, e em determinado momento, excitado, se masturbou, gozando mais uma vez...
Pouco antes da mãe chegar, Flavinho saiu para comprar pão e ao dobrar a esquina deu de cara com índio que tinha cara de poucos amigos
Flavinho: que foi, brigou de novo?
Índio: não, foi umas paradas aí
F: seu pai chegou bebado novamente?
I: (surpreso que Flávio sabia), não, não foi isso
Flavinho comprou o pão e voltou,ainda curioso com a cara do amigo
F: e aí, vai contar o que aconteceu?
I: não foi nada
F: imagina se tivesse acontecido, falaaaa!!!!????
I: tá bom... Vi você chupando Zeus , se você queria mamar era só me falar que te dava meu pau
Índio saiu dali ainda mais chateado, e Flavinho ficou atônito, não por ter sido visto, mas pela segunda informação. Em casa, o garoto não parava de pensar em índio, e adormeceu com uma pequena ideia surgindo na mente.
De manhã o garoto levanta extremamente excitado com o que lhe ocorreu na mente, e sem muita demora, estava pronto para ir a escola, e quando saiu avistou índio andando à frente
F: bom diaaa!
Indio, entrufado, nada respondeu
F: queria lhe falar sobre ontem
I: desculpa, eu não queria te espionar, mas fico sem nada pra fazer, gosto de observar você no quintal
F: (um tanto espantado com a informação, não desviou o foco) eu gostaria de chupar você, se quiser vá as 15 pras 10h naquele banheiro do fundo.
Índio ficou desconcertado, num misto de raiva e excitação "assistiu" às aulas contando os segundos que demoraram anos a passar.
Flávinho entrou no banheiro minutos antes do horário marcado certo de que índio estaria lá na hora marcada, a mente era puro desejo, seu pau pulsava enquanto seu cuzinho piscava de tanto tesão, em meio aas seus pensamentos, índio entra no banheiro, e antes que o pequeno pudesse dizer algo, o amigo lhe beija, com paixão, com tesão, mas com um amor palpável
I: faz tempo que estou brigando com meu desejo, mas hoje eu tive a certeza de que quero você, só pra mim
E voltou a beijar Flavinho que correspondía com o mesmo entusiasmos ao beijo, do amigo, que desceu-lhe pelo queixo, escorrendo pelo pescoço que foi mordido, arrepiando o garoto que disse:
- Sou todo seu, meu índio, me ame.
Inebriado pelo desejo e o peso daquelas palavras, Enéas colocou Flavinho de joelhos sobre o vaso, lhe baixou as calças e contemplou a bunda grande e redonda do amigo, e quando enfiou a cara com sofreguidão,esse estremeceu e possuído pelo desejo disse:
- me faça sua fêmea macho alfa, me emprenhe como Billy fez com aquela cadela...
Tomado de desejo, índio pincelou o cuzinho virgem do menino que resistiu por um tempo, mas logo foi cedendo a passagem para que aquele membro lhe preenchesse, índio puxou o amigo contra seu peito, so a cabeça do pau abrindo aquele buraco apertado, mordeu-lhe o pescoço e disse-lhe ao ouvido:
I: a partir de hoje você é meu
Com a mão na boca do moleque, Enéas entrou devagar, mas sem parar, naquele rabo que tantas vezes esteve em seus pensamentos, ao chegar ao fundo tirou a mão e Flavinho vertia uma lágrima de dor, mas carregada de emoção por enfim ter um homem de verdade dentro dele... A expressão um tanto vazia se transformou na cara de puta que aquele, outrora menino, levaria para sempre em sua vida.
Ao ver a cara de Flávio, índio bombou aquele cuzinho, o clima naquele minúsculo espaço do banheiro pegou fogo, e as estocadas até então cuidadosas, se tornaram intensas e barulhentas,
Flavinho gemia como uma gata no cio, índio urrava como um predador devorando sua presa, trocaram de posição, Enéas sentou-se e o pequeno se encaixou naquele pau que vibrava de tão duro, rebolava, subia e descia, repetia , de novo, de novo, e de novo, até Enéas lhe puxar forte pela cintura contra sí e ao pé do ouvido anunciar, - vou gozar!!
E gozou um rio de porra branca e grossa no cuzinho de Flavinho que ao sentir seu macho urrando de prazer, não aguentou, e gozou também, forte e fartamente.
Os amantes ficaram ali por mais algum tempo, Flavio voltou pra sala, uns minutos depois foi o índio...
Em seguida, Leonardo saí do mesmo banheiro em que os garotos acabaram de se amar, um sorriso de satisfação no rosto, ajeitou as calças e também voltou pra sala! Continua...
henripiper