Eu, com meus 50 e tantos, grisalho, olhos verdes, corpo em dia, culpa do compromisso com atividade física, 1.80, 88kg, branco, boa formação e nível social, umas mil aventuras desde tenra idade, muitas historias e alguns contos, para findar, continuam a acontecer. Para alguns espectadores ou leitores, a grande maioria das histórias de vida ainda que da vida dos outros, dizem respeito ao olhar do homem, seus fetiches, desejos, sonhos, fantasias e realizações, mas e como a mulher enxerga, afinal, quantas vezes o homem principalmente depois de certa idade, assim como a mulher, sai de casa para o trabalho e ainda pela manhã encontra oportunidade ou tem agendada aquela trepada, senão no meio do dia ou a tarde, em meio a rotina de serviço para alguns, outros após conseguem aquela escapada. Confesso que ja aconteceu de ter dia que dei 03 escapadas, nada de amantes, apenas momentos de sexo, quantas vezes aquela trepada na salinha do café, no escritório, são trinta minutos de sexo forte, com vigor e a gozada de ambos, que após se arrumam, saem como nada tivesse ocorrido. E passa o dia, chega em casa, banho, atividade ou inverso, janta, conversa ou não, cada um em seu canto, até o aconchego da cama, e se quiser sexo, vai ter de novo, ai sim, com amor, carinho, reciprocidade de sentimentos, toques, caricias e o gozo gostoso. Mas e a mulher sempre tão observadora, não enxerga ou faz que não, em nome da conveniência. Não vê o olhar de sua amiga, vizinha, cunhada, irmã sob seu marido ou é apenas para não admitir que o terreno que caminha é minado e espera que o caçador esteja desatento, alienado o tempo o todo, quando na verdade metade ou todo entorno, já esta no cercadinho. Já aconteceu de conversar uma única vez com a "manicure" dela, pessoa de confiança e dois dias depois receber mensagem para visitar o salão, meio de semana, horário de expediente que estaria sozinha, adivinha, fui, uma morena gostosa, buceta fervendo, bunda dura e cu guloso, chupava que se babava, tomou porra no rabo e na boca. Foi uma hora de atendimento e a amiga (companheira) de serviço na outra sala, gemendo com o dedo na buceta, quando sai, apenas "tchau", a amiga veio sorrindo, mordendo o lábio, dizendo que no outro dia queria atender, ambas de confiança, que aliás, são até hoje. Existe uma regra básica, o caçador não perde o faro e a mulher sabe disso. abcs.
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