Meus Três Enteados Parte 04

se passaram quase três semanas desde aquela primeira noite.

Ricardo voltou de viagem e a rotina da casa mudou. Ele passava mais tempo em São Paulo agora, mas ainda viajava de vez em quando. Carlos, que antes dividia um apartamento com amigos perto da faculdade, decidiu voltar a morar definitivamente com o pai. Disse que era mais prático, mais perto da academia e que queria “ajudar em casa”. Ricardo adorou a ideia. Eu fingi que também.

Na verdade, desde que voltamos a conviver sob o mesmo teto, a tensão entre nós dois só aumentou. Transávamos sempre que podíamos — no quarto de hóspedes quando Ricardo saía, na lavanderia, até rapidinho no carro na garagem. Mas eu ainda me segurava. Ainda tinha medo de me entregar por completo.

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Até aquela manhã de sábado.

Ricardo tinha saído cedo para jogar golfe com uns amigos e só voltaria à noite. Rodrigo e Eduardo tinham viajado para passar o fim de semana na casa de praia de um amigo da família. A casa estava vazia. Só eu e Carlos.

Eu acordei por volta das dez horas, o corpo já formigando de expectativa. Vesti apenas uma camisola curta de seda preta, sem calcinha, e subi até o quarto dele no segundo andar.

A porta estava entreaberta. Carlos ainda dormia de bruços, o lençol embolado na cintura, as costas largas e musculosas expostas. O quarto cheirava a ele — perfume masculino, suor limpo e algo mais primal.

Eu entrei devagar e me aproximei da cama. Sentei na beirada e passei a mão pelas costas dele, descendo até a curva da bunda.

— Carlos… — chamei baixinho. — Acorda.

Ele resmungou, ainda sonolento, e virou de lado. O lençol escorregou, revelando que estava completamente nu. O pau já meio duro descansava contra a coxa.

Ele abriu os olhos e sorriu preguiçoso ao me ver.

— Madrasta… veio me acordar?

Antes que eu pudesse responder, ele segurou meu pulso e me puxou para cima dele com firmeza. Caí sobre seu peito, a camisola subindo até a cintura.

— Hoje eu não tô com paciência pra delicadeza — murmurou, a voz ainda rouca de sono, mas com um tom de comando que me fez arrepiar. — Você vai fazer o que eu mandar.

Meu coração acelerou. Algo tinha mudado nele nas últimas semanas. Ele estava mais confiante, mais dominante. E eu… eu estava gostando disso mais do que queria admitir.

Carlos segurou meu cabelo com uma mão e me beijou com força, a língua invadindo minha boca. Com a outra mão, apertou minha bunda, abrindo minhas nádegas.

— Tira essa camisola. Agora.

Eu obedeci, tirando a peça pela cabeça e ficando completamente nua sobre ele. Ele olhou meus seios, minha boceta depilada, e lambeu os lábios.

— Boa garota. Agora desce. Quero sua boca.

Ele me guiou para baixo até que meu rosto ficasse na altura do seu pau. Já estava totalmente duro, grosso, a cabeça latejando. Carlos segurou a base com uma mão e, com a outra, segurou meu cabelo com mais força.

— Abre a boca.

Eu abri. Ele esfregou a cabeça nos meus lábios, espalhando o pré-gozo.

— Hoje você vai engolir tudo. Até o fundo. Sem tirar. Entendeu?

Eu assenti, o olhar fixo no dele. Era a primeira vez que ele pedia isso de forma tão direta.

Carlos empurrou devagar. Primeiro só a cabeça, depois mais alguns centímetros. Eu relaxei a garganta como podia, sentindo ele invadir mais fundo. Quando chegou no limite, eu engasguei levemente.

— Relaxa a garganta — ordenou ele, a voz baixa e firme. — Respira pelo nariz. Você consegue.

Ele não esperou muito. Segurou minha cabeça com as duas mãos e empurrou mais. Senti o pau dele deslizar pela minha garganta, enchendo tudo. Meu nariz encostou na barriga dele. Lágrimas escorreram pelos cantos dos meus olhos, mas eu não tirei.

— Porra… isso… garganta profunda pela primeira vez… que boquinha gulosa.

Ele começou a foder minha boca com estocadas curtas e profundas, segurando minha cabeça no lugar. Eu babava, o som molhado e obsceno enchendo o quarto. Cada vez que ele entrava até o fundo, eu sentia meu queixo e garganta se esticarem ao máximo.

Carlos grunhia de prazer, os quadris subindo para encontrar minha boca.

— Olha pra mim enquanto engole meu pau.

Eu levantei os olhos cheios d’água. O olhar dele era puro desejo selvagem.

Depois de alguns minutos, ele me puxou pelos cabelos, tirando o pau da minha garganta com um fio grosso de saliva ligando meus lábios à cabeça inchada.

— Suba. Senta no meu pau. Quero te foder enquanto você ainda tá com a garganta ardendo.

Eu subi tremendo de excitação. Posicionei a boceta molhada sobre ele e desci devagar, sentindo cada centímetro me abrir. Quando estava todo dentro, Carlos segurou meus quadris com força e começou a ditar o ritmo — rápido, profundo, quase bruto.

— Rebola gostoso. Assim… isso. Você é minha putinha agora, né?

Eu gemia alto, as mãos apoiadas no peito dele, rebolando e subindo e descendo conforme ele mandava. Ele dava tapas firmes na minha bunda, apertava meus seios, beliscava os mamilos.

— Diz que você é minha.

— Sou sua… — respondi entre gemidos.

— Mais alto.

— Sou sua, Carlos! Sua putinha!

Ele sorriu satisfeito e, de repente, virou comigo na cama, ficando por cima. Segurou minhas pernas abertas, quase dobradas contra meu peito, e meteu com força, fundo, sem piedade. A cama batia contra a parede. Eu gozei uma, duas vezes, apertando ele por dentro, gritando seu nome.

Só então ele se entregou. Com um grunhido rouco, gozou fundo dentro de mim, enchendo minha boceta com porra quente enquanto me olhava nos olhos.

Ficou dentro de mim por um tempo, pulsando, recuperando o fôlego. Depois saiu devagar e se deitou ao meu lado, puxando-me para o peito dele.

Beijou minha testa suada e murmurou:

— Da próxima vez vai ser ainda mais fundo. E você vai engolir até a última gota.

Eu fechei os olhos, o corpo dolorido e satisfeito, a garganta ainda sensível.

A culpa ainda existia.

Mas o desejo de me entregar cada vez mais para ele estava crescendo mais rápido do que eu conseguia controlar.

E agora, com a casa só nossa durante o dia, eu sabia que isso ia acontecer muitas, muitas vezes.

As semanas seguintes passaram como um sonho proibido e viciante.

Ricardo viajava cada vez mais, às vezes duas ou três vezes por mês. Rodrigo e Eduardo tinham suas próprias rotinas — faculdade, academia, saídas com amigos —, mas Carlos e eu criamos nosso próprio mundo secreto dentro da casa grande de São Paulo. Ele não era mais apenas meu enteado. Ele era meu amante. Meu dono particular.

Carlos tinha assumido o controle total da nossa relação. Não precisava mais pedir. Ele determinava. E eu obedecia. Quanto mais eu me submetia, mais eu me sentia viva, molhada e desejada. A culpa ainda existia, mas tinha sido empurrada para um canto escuro da minha mente. O desejo era muito mais forte.

Ele estabeleceu regras claras desde o começo dessa nova fase.

Regra número um: toda manhã, quando Ricardo não estivesse em casa, eu tinha que acordá-lo com a boca. Sem exceção. Sem aviso. Era a forma dele começar o dia — e a minha forma de provar que eu era dele.

Na primeira vez que ele me deu essa ordem, eu corei inteira. Mas obedeci.

Era uma terça-feira comum. Ricardo tinha viajado para o Rio. Eu acordei cedo, vesti apenas uma camisola curta transparente e subi as escadas em silêncio até o quarto de Carlos. Ele dormia de bruços, o corpo musculoso relaxado, o lençol embolado na cintura.

Eu me ajoelhei ao lado da cama, puxei o lençol devagar e segurei o pau dele ainda mole na mão. Dei beijinhos leves na cabeça, depois lambi toda a extensão até ele começar a endurecer na minha boca. Quando estava bem duro, eu o engoli inteiro — garganta profunda, como ele tinha me ensinado. Desci até o nariz encostar na barriga dele, segurando o máximo que conseguia sem engasgar.

Carlos acordou com um gemido rouco, a mão indo direto para o meu cabelo.

— Boa garota… — murmurou, voz ainda sonolenta, mas já cheia de autoridade. — Isso… engole tudo como eu gosto.

Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca devagar, usando meu rosto como queria. Eu babava, lágrimas escorrendo, mas não parava. Chupava com fome, língua girando, garganta relaxada para ele. Ele gozou fundo, direto na minha garganta, e eu engoli cada gota sem derrubar nada.

Depois ele me puxou para cima, me beijou com gosto de sono e porra e sussurrou:

— Assim que eu quero ser acordado todos os dias, Fernanda. Você é minha putinha particular agora.

E eu obedecia. Todas as manhãs.

Com o passar das semanas, nossa rotina sexual ficou cada vez mais intensa e submissa.

De manhã, boquete de acordar. À tarde, quando a casa estava vazia, ele me chamava para a lavanderia ou para o quarto dele e me fodia como queria — às vezes me curvando sobre a máquina de lavar, metendo forte por trás enquanto eu mordia o braço para não gemer alto. Outras vezes ele me fazia sentar no pau dele no sofá da sala, rebolando devagar enquanto ele assistia TV e apertava meus mamilos.

Ele adorava me dominar verbalmente.

— Diz que você é minha vadia — exigia enquanto me metia fundo.

— Sou sua vadia… sua putinha… só sua — eu respondia, voz tremendo de prazer.

Ele me fazia usar plug anal durante o dia inteiro, só para me lembrar de que meu corpo inteiro pertencia a ele. À noite, quando Ricardo estava dormindo no quarto principal, Carlos me mandava mensagens com ordens:

“Desce até meu quarto agora. Quero te foder na boca até você engasgar.”

Eu descia na ponta dos pés, de camisola, e me ajoelhava no chão do quarto dele. Ele sentava na cadeira do computador, pernas abertas, e eu chupava até ele gozar de novo — às vezes na boca, às vezes no rosto, marcando-me como dele.

Uma noite, depois de duas semanas seguindo as regras, ele me fez algo novo.

Me colocou de quatro na cama dele, mãos amarradas nas costas com uma das gravatas dele. Colocou uma venda nos meus olhos. Depois enfiou o pau bem fundo na minha boceta e começou a meter com força, dando tapas fortes na minha bunda.

— Você não goza até eu mandar — ordenou.

Eu implorei, gemi, chorei de tesão. Ele me fodeu por quase meia hora, alternando entre boceta e boca, me usando como brinquedo. Só quando eu estava tremendo, quase chorando de necessidade, ele permitiu:

— Goza agora, puta.

Eu gozei tão forte que quase desmaiei, apertando o pau dele enquanto ele enchia minha boceta de porra quente.

Depois, ele me desamarrou, tirou a venda e me abraçou, beijando minha testa suada com uma ternura que contrastava com a brutalidade de minutos antes.

— Você está se tornando exatamente o que eu sempre quis — murmurou. — Minha amante perfeita. Submissa. Gulosa. Minha.

Eu me aninhei no peito dele, o corpo marcado pelos tapas, a boceta latejando, e sussurrei:

— Eu sou sua, Carlos. Toda sua.

As semanas continuavam passando. Cada manhã eu acordava ele com a boca. Cada dia eu me entregava mais. Cada noite eu dormia pensando no pau dele, na voz dele mandando, no jeito como ele me usava e me fazia sentir desejada como nunca.

Ricardo não desconfiava de nada.

E eu… eu já não conseguia mais imaginar parar.


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Ficha do conto

Foto Perfil escritorasafada1992
escritorasafada1992

Nome do conto:
Meus Três Enteados Parte 04

Codigo do conto:
259512

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
15/04/2026

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