Meu Psicólogo me deixou molhada de novo - continuação 2

Meu psicólogo se levantou, desligou a luz, deixou apenas um abajur tênue aceso, veio por trás de mim e começou a sussurrar obcenidades no meu ouvido. Meu coração estava quase saltando pela boca, mas ele tinha explicado que fazia parte da terapia.

Na última sessão o Roberto havia dito que iniciaríamos um protocolo pra tratar a minha compulsão por siririca. Eu estava viciada, me me masturbava 3 4 vezes por dia, e isso começou depois de eu começar a ser abusada pelo meu namorado, que me fazia provar do meu próprio líquido proveniente da excitação que ele mesmo causava em mim.

Quando eu sentei, o Roberto estava bem sério, revisando seu caderninho. Depois de um leve quebra gelo, ele pediu pra que eu narrasse como acontecia com meu namorado. Eu tentei narrar superficialmente, que quando estamos nos beijando num lugar qualquer, meu namorado quer avançar e não quer apenas beijar etc., mas ele perguntou detalhes.

- Ele começa apertando os seus seios?
- Ele masturba você por cima da calcinha também?
- Ele prova do seu melzi... digo, do líquido de sua excitação? Ele coloca na boca?
- Ele molha o seu anus com o seu melzinho?

Eram perguntas muito íntimas, mas no final, ele tinha uma relato detalhado de tudo o que acontecia entre mim e o Leo. E eu tinha mais uma vez líquido escorrendo entre minhas pernas. Era cruel lembrar disso tudo e não poder me tocar por causa do contexto profissional.

Então ele desligou a luz.

- Paula, agora vamos iniciar uma dinâmica. Você vai fechar os olhos, vai relaxar. Abra um pouco as suas pernas. Eu não vou ver nada, vou ficar atrás de você. Você vai subir um pouco o vestido e ficar sentada na ponta do sofá. Suas mãos vão ficar nas laterais das suas coxas, bem próximas da sua buce... perdão, vagina. Mas você vai resistir ao impulso de tocá-la enquanto eu falo com você.

Feche os olhos.

Eu abri as pernas suavemente, apenas para que coubessem as minhas mãos. Estava escuro, mas eu tinha medo de o Roberto descobrir que eu não estava usando calcinha. Ele não conseguiria ver pelo ângulo em que estava, mas eu não quis arriscar. Eu não toquei, mas eu sentia que estava imensamente molhada, era muito constrangedora a situação, mas também excitante, e eu confiava no profissional.

- Agora eu sou o Léo. - Ele sussurrava tão perto que eu podia sentir seu hálito de café. - Eu vou fazer com você o que eu quero fazer. Você não pode resistir. Você não consegue. Por mais que queira, eu conheço a sua mente. Você implora por isso. A sua buceta, Paulinha, implora por masturbação. Ela quer gozar. E você sabe disso.

Nesse momento, involuntariamente e sem nenhum sentido, as minhas pernas começaram a abrir um pouquinho mais e eu tentando contê-las. Eu nunca imaginei que o Leo pensava daquela forma, mas tudo fazia sentido. 

 - Eu nem comecei a tocar você ainda, mas eu sei que você já esta pulsando de tesão.

Eu não sabia se meu psicologo estava lendo minha mente, se era pra eu pensar no Leo ou no Roberto, o que eu sei é que naquele momento, com o Roberto, já tava muito dificil suportar o tesão. 

 - Nesse momento, estou colocando a minha mão nas suas coxas, bem perto da sua virilha. Eu sei, Paulinha, que você tenta se convencer de que não quer, mas que o seu corpo, no dia que eu venho, pede, e você não consegue mais impedir isso. E sabe porque eu sei? Você sabe?

Por quê? - Eu respondi sem saber se tinha que responder.

 - Porque você não está usando calcinha. 

Eu gelei. Como assim ele sabe? Pensei. E suspirei forte, quase num gemido. 

 - Sim, Paulinha. Eu sei.

E ele disse que tinha acabado a dinâmica por hoje. Eu estava confusa. Ele sabia demais. Como assim? Ele estava dizendo que eu não estava usando calcinha na terapia ou era o Leo dizendo que eu não usava calcinha quando recebia ele? Não ficou claro.

O que estava claro é que eu não estava usando calcinha, e o psicólogo parecia saber, ou não. Eu me recompus...

Ele sentou na poltrona e perguntou:

 - Paulinha, você sentiu a sua vagina pulsar enquanto eu falava, e é normal que você tenha ficado com tesão. Mas você agiu muito bem conseguindo controlar o impulso de se masturbar. Na próxima, você será exposta a algo mais tentador, mas não se preocupe, eu estarei com você em todo o momento.

Agora, pode ir no banheiro se enxugar, até a próxima semana.

Parece que ele sabia que eu não ia apenas me enxugar... que psicólogo safado

Continua...


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


259598 - Meu psicólogo me fez gozar como uma putinha - Categoria: Fantasias - Votos: 5
259434 - Meu psicólogo me deixou molhada na terapia - Categoria: Confissão - Votos: 7

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico jundiaipaulista3333

Nome do conto:
Meu Psicólogo me deixou molhada de novo - continuação 2

Codigo do conto:
259526

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
15/04/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0