Meu psicólogo me fez gozar como uma putinha

Cheguei na sessão muito constrangida, mas apreensiva. Meu psicólogo disse que seria algo um pouco mais desafiador. Eu não sabia o que esperar. E ele começou de cara com as perguntas indiscretas dele.

- Hoje você está usando calcinha, Paula?
- Você se masturbou antes de chegar na sessão?

Eu não havia me masturbado, mas no banho, acidentalmente eu esfreguei um pouco demais ou clitoris, e ele inchou na hora. Mas eu me segurei e segui. Mas agora, a conversa já começou a me excitar.

- Não me masturbei hoje, doutor.

- Certo. Você está contraíndo agora a sua bucetinha?

Esse cara fez pacto com o Diabo, pensei. Naquele momento, a minha buceta estava piscando muito. Eu não sei se eu estava contraíndo voluntáriamente ou se ele estava pulsando por conta própria. Mas eu sei que ela estava implorando por algo.

- Est... s... dou... - Eu murmurei envergonhada

- Não entendi, Paulinha. Repita pra mim.

- Sim, doutor. Eu estou nesse momento piscando a minha bucetinha que está muito excitada e necessitada por pau. Tá muito difícil controlar.

Ele riu com o canto de boca.

- Pois bem, vamos para a dinâmica de hoje.

Roberto levantou-se e chegou até mim. Ficou em pé na minha frente. Baixou a calça e tirou um pau enorme pra fora. Bem grosso. Eu não conseguia parar de olhar, assustada com o que estava acontecendo, mas louca de desejo.

- Paulinha, vejo que você está impressionada. O que você tem vontade de fazer quando vê esse pau?

- Tenho vontade de chupar e me tocar ao mesmo tempo.

- Pois bem. Sente na ponta do sofá, abra as pernas e coloque uma mão em cima da sua vagina. Você vai tapar a sua vagina, não é pra masturbar, é apenas para tapar. Fez isso?

Eu fiz o que ele disse. Coloquei uma mão sobre a minha vagina, mas era muito difícil não pressionar ao menos, então eu pressionei bem firme.

- Agora, eu vou aproximar o meu pau já duro da sua boca, mas você tá proibida de chupar. Ok?

- Ok. - Engoli a seco, muito difícil.

- Olhe bem pra esse pau, Paulinha. Ele está escorrendo de tesão por você. Ele tem a capacidade de vingar o seu namorado por tudo o que ele tem feito. Esse pau tá com a cabeça latejando esperando a sua língua. Você pode imaginar molhado com o seu próprio melzinho que agora escorre nos seus dedos. Você pode juntar o melzinho da sua buceta com a baba que sai dele, e fazer o nectar da sua felicidade.

Eu não ia conseguir resistir.

- Por favor... por favor, doutor.

- Por favor o quê

- Por favor, me deixa chupar.

- Fica de joelhos e implora.

Eu levantei, fiquei de joelhos, e implorei.

- Por favor, doutor. Eu quero seu pau. Eu não aguento. Não tem cura pra mim.

Nesse momento, o doutor em pé se aproximou de mim, e apoio o pau na minha testa, eu pude sentir o peso daquela coisa. E comecei a me masturbar. Foi um grande erro.

- Você descumpriu o combinado, Paulinha. Agora será punida pela putinha que você é.

Ele sentou na poltrona, e pediu pra que eu montasse nele. Não teve rodeios. Sentada em cima dele, ele já me penetrou. E disse que eu não poderia rebolar. Que teria que apenas me contentar com o preenchimento total da minha vagina. Era muito difícil. Ele colocou meus braços pra trás, segurou firme com uma só mão, e com a outra segurou no meu pescoço e disse.

- Paula, se você se mexer, rebolar, contrair essa bucetinha no meu pau, você será punida. E talvez você não goste disso.

Eu não tava nem pensando em nada. Minha cabeça não assimilava nada. Eu fui pra terapia pra curar os meus problemas. Agora eu estava sentada, com o vestido levantado, em cima do pau do meu psicólogo, que segurava meu pescoço e os meus braços nas minhas costas. Que situação indescritível. E eu não podia me mover. Ou deveria? Pensei no meu namoradinho, que agora era corninho, lembrei de como ele me fazia gozar sempre, lembrei do pau do psicólogo na minha cara, lembrei de ele sussurrando no meu ouvido. Eu não estava me mexendo, mas estava ficando muito sensível e quase gozando.

- Resista, Paulinha. - Ele disse.

Ao ouvir isso, foi aí que, involuntariamente, a minha buceta pulso, sem aviso, sem comando. Ele sentiu, apertou forte a minha garganta e fez mais força pra o pau dele entrar mais. No susto, eu contraí ainda mais a minha bucetinha, e com a respiração dificultada, isso me deu um prazer imenso.

- Por favor, Doutor... por favor.. eeeu...

Eu comecei a rebolar freneticamente contra a minha a minha e contra a vontade dele, ele continuava apertando o meu pescoço, e eu não conseguia parar. Tudo o que ele fazia piorava a situação.

Ele apertou um pouco mais forte, eu aumentei o ritmo, já estava quase gozando. E aí ele finalmente percebeu que eu não tava conseguindo parar. E simplesmente...

Riu, sutilmente, como quem descobria: mas é uma putinha mesmo, viu? Ele não falou nada, apenas riu, debochadamente. Ele entendeu. Sacou tudo. Eu era apenas uma vadia querendo ser santa.

Então eu gozei.

Gozei muito, gozei tanto que tive cãimbra. Gozei tanto que doeu. Nunca tinha gozando tão forte. Eu apertei e relaxei a buceta, involuntariamente, por uns 30 segundos.

E quase desfalecida, envergonhada, humilhada, culpada... ouvi a voz dele sussurrando:

- Paulinha. Meu bem. Tá tudo bem, ok? Temos alguns minutos para nos recompormos e encerrar a sessão. Você é uma boa menina, eu respeito muito você. E você vai ficar bem. Não se preocupe com o que aconteceu. Você é uma excelente paciente e eu tenho orgulho de você.

Por mais que naquele momento o pau dele ainda tivesse dentro da minha buceta, eu acreditei, confiei, e me senti um pouco melhor.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico jundiaipaulista3333

Nome do conto:
Meu psicólogo me fez gozar como uma putinha

Codigo do conto:
259598

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
17/04/2026

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