Ela já tinha visto todos os cômodos da casa e começou a limpar pelo meu quarto, depois o resto. Fez o almoço, eu tomei banho antes, comi e em seguida fui descansar. Estava um pouco sonolento quando ouvi que ela entrou no meu quarto. Fiz que não a vi. Ouvi ela falar: "Será que está dormindo mesmo? Pela idade que tem, está desmaiado; idoso é assim". Rita estava vestindo uma calça de moletom cinza e camiseta branca. Abriu o guarda-roupa e guardou algumas roupas. Parou de frente para mim e começou a passar as mãos no seu corpo. Começou pelos seios, desceu até a buceta por cima da calça e começou a passar os dedos nela, fazendo o tecido da calça entrar. Veio a certeza de que estava se masturbando olhando para mim. Acredito que ficou mais excitada do que esperava, porque enfiou a mão por dentro da calça tocando a buceta. Encostou as costas no guarda-roupa.
Viu que eu estava imóvel, abaixou sua calça e a calcinha até os pés e continuou sua sirica frenética, falando baixinho: "Será que esse coroa ainda dá conta disso? Acho que não, melhor eu gozar logo e sair daqui". Fiquei olhando sua buceta depilada, ela a abrindo com os dedos e metendo os dedos dentro até que gozou, molhando o chão. Vestiu sua roupa e saiu sem limpar o chão de piso frio. Fiquei mais 40 minutos deitado, levantei e fui no banheiro. Rita me viu e disse: "Ah, o senhor levantou. Descansou bem?". Respondi que sim e que não escutei barulho. Ela falou: "Ainda bem. Pensei que o barulho da máquina de lavar tivesse acordado o senhor". Falei que ela não era barulhenta, mas perguntei: "Tinha roupa para lavar, Rita?".
Ela explicou que era a dela, que ao lavar a louça do almoço molhou. "Sorte eu ter trazido outra roupa", disse ela. Falei que sorte mesmo, porque roupa que serve em você eu não tenho, e brinquei que, se fosse preciso, eu ficaria no quarto enquanto ela lavava sua roupa e secava. Rita falou: "Que isso, senhor? Poderia vir alguém aqui". Falei que aí ela iria para o banheiro fazer de conta que estava tomando banho e tudo bem. Ela perguntou: "Está falando sério que deixaria eu me esconder assim?". Respondi que sim, que foi um acidente molhar a roupa. Perguntei por que a camiseta não molhou, e ela disse que molhou um pouco, levantando a barra para mostrar a barriga: "Já está quase seca". Falei que era bom para ela não ficar resfriada e brinquei: "Está precisando pegar um sol para bronzear, é vitamina D, Rita".
Ela perguntou como eu sabia que ela estava precisando de sol e vitamina D e eu respondi que vi pela cor da barriga quando ela levantou a camiseta. Rita respondeu em tom de desafio: "Sorte minha que o senhor já está idoso e já não sente nada ao ver". Falei que sou idoso, mas não morto. Ela respondeu: "Eu não sei, senhor. Pela sua idade, 54 anos, já não tem a mesma virilidade de antes". Respondi para ela não duvidar, pois poderia se dar mal. Ela retrucou: "Posso me dar mal ou bem, senhor? Depende da visão". Falei para não criarmos falsas expectativas, e ela provocou: "Falsa em que sentido? De não ser mais capaz?". Perguntei do que ela estava falando, e ela disse entender que, na minha idade, eu não tivesse mais interesse e por isso passar muito tempo sozinho.
Respondi que passo muito tempo sozinho por não querer atrapalhar nem interferir no serviço de minha esposa, mas que isso não tem nada a ver com falta de virilidade. "Meu medo é arrumar problemas. Você tem 18 anos, não sei muito de você e confiança é o principal. Veio trabalhar porque precisa, certo? O resto não vem ao caso". Ela disse que a roupa terminou de centrifugar e foi tirar para colocar no varal. Pegou as roupas da máquina, a calça e a calcinha. Olhei e perguntei se lavou direito. Ela olhou as peças fazendo questão que eu visse o tamanho da calcinha e disse que lavou bem. Falei que aquilo que ela usa era pequeno e não cobria nada. Rita disse: "Ela não cobre, mas a calça cobre. Com calça pode ficar até sem calcinha". Falei que ia do gosto de cada um e que não ficava bem conversarmos sobre isso. Ela disse entender que, como eu falei, eu não estava morto.
Fui para o meu quarto esperar ela terminar. Às 16: 00h, ela veio perguntar se eu precisava de algo mais. Respondi que não, que à noite eu me virava com o jantar. Perguntou se era para vir amanhã e, como gostei do serviço, entreguei as chaves e dinheiro para o pão. Ela mostrou a sacolinha com a roupa que lavou e se despediu. No dia seguinte, ela veio mais cedo. Ouvi o barulho dela na cozinha e ela veio ao quarto me ver acordado. Deu bom dia e perguntou se eu precisava de ajuda para levantar. Respondi que ainda conseguia sozinho. Ela insistiu: "Não custa nada ajudá-lo". Pedi apenas que pegasse minha roupa na cadeira, mas ela, deduzindo que eu estava nu, retirou a coberta de cima de mim.
Tentei puxar a coberta de volta e disse que estava nu. Ela falou: "Estou vendo, senhor. Está com vergonha?". Respondi que não estava com jeito de ela me ver assim, que me pegou de surpresa. Rita falou: "Até que o senhor não é mesmo fraco como me falou, bem grande esse caralho. Está com vergonha e com ele duro assim por quê?". Eu falei que o que ela imaginava em relação à minha idade poderia surpreendê-la. Ela disse que se surpreendeu positivamente e me ajudou a ir até o banheiro. Lá, ela pegou meu caralho na mão já em baixo do chuveiro, alisou lavando e começou a passar a língua na cabeça dele. Falou que minha idade não dizia que eu tinha um caralho grande, cabeçudo e duro assim. Ela tentou chupar e disse: "Delicioso". Depois se despiu e entrou em baixo da água também.
Coloquei as mãos nela e disse que era linda, que queria sentir sua buceta. Vi que era volumosa, de lábios grandes e carne macia. Passei a língua e senti o gosto do seu gozo. Fomos para a cama, onde caí de boca nela. Rita disse para parar um pouco que ia ter um orgasmo, mas não tirei. Ela rebolou empurrando contra minha boca e espirrou seus jatos em mim. Gritava que era uma delícia gozar com alguém tocando. Deixei ela ter orgasmos seguidos em jatos fortes até terminar. Ela disse: "Foi a melhor gozada que já consegui ter. Você foi ótimo, patrão". Falei que ótima era ela, minha negrinha da buceta rosada. Ela disse que, para foder, ela também abria a buceta com as mãos. Subi em cima dela, passando o caralho nos lábios vaginais. Ela pediu: "Mete dentro logo". Penetrei de uma vez e comecei o vai e vem.
Com os gritos dela, aumentei a força. Ela dizia: "Velho safado e comedor de buceta. Pensei que não conseguia e errei, ainda bem. Assim posso ter seu caralho grosso dentro da minha bucetinha". Falei que de bucetinha não tinha nada, que era uma buceta grandona de vaca. Ela aceitou: "Isso, sou vaca mesmo, a sua vaca. Morde meus seios, vai meu macho, faz eu sofrer um pouco com dor. Quero gozar gritando". Atendi ao pedido e ela chorava de prazer, pedindo para não parar. Tirei o caralho e comecei a meter os dedos, forçando até minha mão entrar. Rita gritava: "Isso mesmo, meu macho, vou gozar novamente". Depois que ela acalmou, eu disse que ela era doida, e ela disse que eu também era por ter feito aquilo.
Ela perguntou se eu não ia gozar, e eu disse que sim. Segurei sua cabeça e meti na boca dela. Quando ela pediu para respirar, parei um pouco. Depois, pedi para ela ficar de quatro porque ia gozar na bunda dela. Ela perguntou de lubrificante, mas eu disse para ela apenas rebolar. "Se doer, grite, porque vai ser assim". Ela disse: "Já arregaçou minha buceta com a mão, agora vai fazer o mesmo no meu cu?". Respondi que sim. Forcei a entrada e dei um tapa na bunda dela. Rita gritou: "Isso, patrão, estou sentindo que está entrando, bate mais". Quando a cabeça do caralho entrou, o resto foi fácil. Agarrei seu cabelo e a fodi como um animal. Senti minha porra sair dentro da bunda dela. Encostei minha cabeça nas costas dela e pedi desculpas se doeu. Ela disse que doeu, mas que foi o que ela procurava.
Rita disse que ia terminar o serviço para ir embora, mas pedi para ela ficar deitada comigo. Acabamos dormindo. Quando acordou, ela disse que precisava ir. Falei para tomar banho, mas ela respondeu: "Não, vou com sua porra dentro de mim para minha casa. Amanhã você me enche novamente". Falei que sim, para ela nunca mais duvidar do velho. Ela disse que recebeu a lição merecida com um castigo delicioso. Depois dessa primeira vez maravilhosa, tivemos muitas outras, sempre inovando. É real mesmo, tá bom?
J. Castelhano – Azeitão, PT. 54 ANOS, Casado, DOTE 16x6,5 CM.