O BOY DO ÔNIBUS

Gente deixa eu dizer uma coisa para vocês. Todos os contos que relato aqui são situações que aconteceram comigo e tento lembrar de todos os detalhes, porém é óbvio que eu romantizo um pouco até para o texto ficar interessante e vocês excitados.
Hoje vou contar do homem do ônibus. Em 2012 eu decidi ir embora da minha cidade natal e morar na capital. Logo que cheguei consegui um emprego e tinha que pegar o ônibus cedo e na volta pegar trem e ônibus. Já fazia quatro meses que eu fazia esse trajeto trem + ônibus e sempre lotado. Até que um dia peguei lugar no ônibus e para mim foi alívio porque trabalhar em pé por 8h não é fácil e pegar lugar no ônibus é uma dádiva. Estava quase dormindo quando senti algo encostando no meu braço. Abro o olho e tem um homem na faixa de 33 anos, eu tinha 26 nessa época. Olhei para ele, mas ele estava olhando para janela e voltei a fechar os olhos. De novo senti o pau dele encostando no meu braço, mas imaginei que fosse o balanço do ônibus e coisa da minha cabeça. Fiquei olhando para a janela e de novo senti o pau dele no meu braço e percebi que ele estava encostando de propósito. Olhava para cima e ele nem olhava para baixo, até que chegou minha parada e levantei para descer e quando eu olhei nos olhos desse homem ele sorriu e ali percebi que o safado estava encostando de propósito. Ele era um homem de beleza mediana, branco, 1,70cm, cabelo um pouco grisalho e usava um brinco na orelha direita que dava um charme para ele. Sempre gostei de homens mais velhos do que eu então achei esse homem era muito gato. Desci e fui para casa. Fui para o banho e me lembrei daquele homem e das encostadas do pau dele mesmo mole no meu braço, não deu outra fiquei de pau duro imaginando como ele seria pelado e comecei a me tocar. Dei uma gozada rápida e fui para o meu quarto para dormir. Não consegui dormir pensando naquele homem e do quanto ele me chamou a atenção. Fiquei lembrando dele e principalmente do sorriso safado que ele me deu, não deu outra bati mais uma punheta pensando nele. Dias se passaram e eu nunca mais vi ele, meu horário sempre foi o mesmo e eu pegava sempre o mesmo ônibus, talvez aquele dia foi um dia atípico e ele pegou o meu ônibus porque não era o horário dele. Já tinha perdido a esperança de ver aquele homem. Eis que um dia tive que ficar além do meu horário por conta de um evento. Eu estava puto com isso porque a padaria que eu trabalhava não pagava extra por esses eventos e sim banco de horas e a gente tinha que implorar para usufruir essas horas. Fechamento e fui correndo para estação de trem, consegui pegar um lugar para sentar e quando o trem chegou na estação que eu tinha que descer, corri para pegar meu ônibus que já estava saindo, graças a Deus consegui pegar. Achei um lugar bem no meio porque nesse horário o ônibus é mais vazio. Tinha gente, mas não estava lotado. Deitei a cabeça no vidro e senti que alguém se sentou do meu lado e encostou o braço em mim. Estava tão cansado e saltei de susto, quando vi era o homem daquele dia. Meu coração foi a mil por hora, ele olhou para mim, sorriu e disse:
- Desculpa por ter chegado assim. É que o ônibus está sempre lotado e quando vejo um lugar vago eu dou minha vida.
Ri com essa declaração e disse para ele que sabia como era. Ficamos um tempo em silêncio, até que ele começou a puxar papo. Conversa vai e conversa vem ele disse que morava a uma quadra depois da minha e que me conhecia porque tem amigos que moram na minha rua. Olhei para ele e perguntei se ele estava me seguindo e ele riu e disse que não, mas que sabia onde eu morava porque me viu saindo do portão. Nem vi o tempo passar que passei da minha parada e ele disse que já estava chegando na dele. Olhei para ele e disse:
- Puta merda, passei da minha parada e nem percebi.
- Foi mal, te distrai com minhas conversas.
- Relaxa são apenas algumas quadras, só vou ter que caminhar um pouco.
- Bom, para te compensar eu vou te deixar me casa.
- Que isso! Não precisa, eu deveria ter me atentado que passei da minha parada.
- Capaz amigo, faço questão de te levar para compensar tudo bem?
Meio relutante aceitei, mas no fundo já imaginando que ia rolar alguma coisa entre nós. Porém eu estava fedendo a suor, gordura. Descemos e fomos caminhando em direção a minha casa. Quando estávamos quase chegando ele pegou do meu braço, me levou para um beco sem saída e me deu um beijão que me deixou de pau duro na hora. Olhei para ele e perguntei o que era isso e ele disse que desde o dia que me viu no portão da minha casa e outros dias sentiu uma conexão comigo e quando me viu aquele dia no ônibus fez questão de ficar bem na minha frente para ver se eu entendia os sinais.
Não resisti, ajoelhei e abri o zíper dele. O pau dele saltou para fora e eu senti o cheiro dos pentelhos dele. Tinha mais ou menos 16cm, cabeçudo e grosso. Comecei a mamar ele e ouvindo os gemidos dele. Fiquei mais ou menos uns 10 minutos mamando enquanto escutava ele gemendo, até que ele falou que ia gozar. Tirei da boca e comecei a masturbá-lo e dizia para ele: - gozar para mim vai! Jorra esse leite vai. Continuei até que senti o corpo dele se esquivar e o gozo veio na minha cara, foram uns dois jatos bem fartos.
-Quer ir lá pra casa para a gente continuar?
- Quero sim, mas vou precisar de um banho.
- Beleza, eu moro com minha mãe tu vai precisar pular um muro atrás do campo até o meu quarto, tem problema?
-Tranquilo.
Ele me mostrou o tal campo e eu fiquei esperando ele entrar em casa, escutei ele falando com a mãe dele e depois ele abriu a janela do quarto dele e eu entrei. Ele já estava de cueca e disse para eu fazer silêncio e pediu para eu tirar a roupa. Tirei e fiquei só de cueca. Tem banheiro no quarto então a gente entrou no chuveiro e começamos a nos lavar. Eu estava de pau duraço e ele também. Ele se ajoelhou e começou a me chupar. Tive que gemer baixinho, pois a mãe dele estava em casa. Ele continuou o trabalho e eu a ponto de gozar e gemendo baixo até que escutamos uma batida na porta e a mãe dele perguntou:
- Tá tudo bem aí? Que barulho é esse?
Saí do transe do tesão e ele tirou meu pau da boca e fez sinal para eu não falar nada.
Continua...

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Ficha do conto

Foto Perfil lucas17cm
lucas17cm

Nome do conto:
O BOY DO ÔNIBUS

Codigo do conto:
259665

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/04/2026

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