Nesse dia meu marido estaria fora de casa a trabalho pois iria palestrar em um seminário, junto a ele foi minha filha para assistir a palestra fiquei em casa com a desculpa que tinha muitas provas dos meus alunos para corrigir, quem leu minha apresentação sabe que nos dois somos professores. Mal sabia ele que na verdade meu compromisso era outro, já estava marcando com nosso vizinho outro tipo de diversão para aquela noite, bem mais adequada ao tipo de mulher que eu sou. O corno saiu com nossa filha as 18:00 horas e menos de 30 minutos depois nosso vizinho já tinha chegado aqui, gostoso como sempre moreno alto, apenas 24 aninhos, com diversas tatuagens, os braços fortes e malhados, todo ratinho de academia, o shortinho folgado e sem cueca como sempre, deixando marcado aquele pecado enorme e delicioso que ele carrega no meio das pernas. Eu já estava com minha camisola que ele adora, por baixo apenas um fio dental que mal cobria meu bucetão, a linha fina atrás se perdia entre minhas nadegas, escondida, enfiada bem no meio da minha raba, beijando o meu cuzinho, a camisola curta deixava parte de minha bunda de fora, eu estava para o crime, exatamente como toda vadia infiel deve estar esperando quando seu comedor chega. Assim que ele entrou e eu fechei a porta atrás de nós, sem perder tempo ele já agarrou meus cabelos e me puxou até ele, a língua entrando rapidamente em minha boca, como quem sabe que não precisa pedir permissão para tomar o que já é seu, a outra mão veio forte na minha bunda, com um tapa que estalou e o som se propagou por toda a sala, então mais um tapa e segurou com força, puxando para o lado, abrindo minha bunda sem piedade, bem como eu gosto, cursei meus braços envolta do pescoço dele enquanto nos beijavamos e ele colocou a outra mão em minha raba, agarrando minha bunda e abrindo com força enquanto nos beijávamos, eu já sentia minha bucetinha babando na calcinha toda. Quando terminamos o beijo ele me olhou nos olhos e disse. — Vem logo que estou sem tempo pra você hoje. — Segurou meus cabelos e me arrastou pela sala até me jogar no sofá, eu estava sentada e ele já baixou o shot de uma vez só, minha boca chegou a salivar na hora, quando fui segurar aquilo para dar uma chupada daquelas tomei um tapa direto no rosto, minha cabeça foi pro lado e meu cabelo cobriu parte da face. — Já te falei que eu estou sem tempo sua vagabunda, você é burra? — Olhando diretamente pra ele me movi para a ponta do sofá recostei minhas costas, e levantei minhas pernas segurando com as mãos por detrás das coxas, abrindo o máximo que eu conseguia. Ele apenas afastou minha calcinha de lado e já foi metendo, eu estava tão molhada que pelo som pareceu que minha buceta iria engolir ele inteiro. Minha cabeça se curvou para trás automaticamente quando ele enfiou o pau tão fundo que eu pude sentir as bolas dele encostando em minha bunda por baixo, não tive muito tempo para gemer pois ele já começou a apertar meu pescoço enquanto estocava, eu segurava minhas pernas abertas com esforço, como sempre ele estocava com muita força, as mãos apertando meu pescoço, tudo que eu conseguia sonorizar eram alguns gemidos abafados enquanto permanecia com minha boca aberta e a língua pra fora, a cada estocada sentia ele espancar meu útero, depois de algum tempo não me aguentei mais e gozei no pau dele, o som gorgolejante se intensificava enquanto ele continuava a meter sem parar enquanto eu gozava, então senti os tapas no rosto, um, dois, três ... — Tá gozando né puta? Goza no meu pau sua cachorra, goza ... — Cada tapa me deixava mais consciente em meio aquela surra e eu senti um jato quente direto dentro de mim, então apertou meu pescoço com mais vontade, quando estava quase perdendo a consciência ele soltou, senti mais dois tapas fortes no rosto que me despertaram na hora. — Não desmaia não cachorra, acorda e limpa essa sujeira que você fez. Me ajoelhei e me coloquei a lamber o pau e a virilha dele onde eu avisa sujado tudo com meu gozo, enquanto chupava sentia o gozo dele escorrendo de dentro de minha bocetinha pelas minhas pernas, depois de limpar ele adequadamente com minha língua, ele vestiu o shorts e se virou para sair, eu ainda o segui ate a porta, como uma boa vadia deve ser, dei-lhe um selinho antes dele sair e ele saiu olhando para os lados, para conferir que não tinha ninguém na rua, esgueirou-se pela cerca e foi pra sua casa, não me disse nada antes de sair, e nem precisa o comedor não deve mesmo satisfação para uma puta infiel como a profe aqui. "Obrigada pelas mensagem de apoio, amei receber todas, vocês todos são uns amores. Um beijo da profe safdadinha de vocês!"
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Delicia de conto. Como eu queria ser esse vizinho, explorar esse corpo todo, chupar essa buceta esse cu, te tratar como uma puta depois de sentir seu gozo em minha boca, fuder essa buceta ate vc pedir pra arrombar seu cuzinho. Parabens pelos relatos
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