Alguns anos atrás conheci um homem numa rede social, depois de alguns meses de conversas começamos a nos encontrar, nunca escondi que era casa e ele nunca mostrou resistência quanto a isso, sempre que nos encontrávamos fazíamos sexo e no geral era muito bom, depois de alguns meses recebo uma mensagem dele me falando para ir em sua casa, digo que estava trabalhando e não poderia ir no momento, na mesma noite ele manda outra mensagem, conversarmos um pouco e externei o quanto estava estressada da corrigir provas visto que era fim de ano, também por esse motivo estava demorando à responder as mensagens dele, até que recebi uma mensagem que me surpreendeu.
— Larga essa merda e vem aqui pra casa agora, anda logo porque eu quero te comer hoje. — Não era habitual que ela falasse dessa forma o que me causou um certo espanto, mas também um certo tesão, assim que li e a surpresa inicial de dissipou respondi: “Tô indo.”
Eu não sabia na época o monstro delicioso que eu estava criando com essa resposta tão simples. Tomei um banho, me arrumei e fui até a casa dele. Ao chegar lá ele me cumprimentou como sempre, mas não me beijou como sempre fazia, abriu a porta e me mandou entrar, ao passar ele ainda fez questão da dar um tapa em minha bunda, quando chegamos a sala ele se sentou no sofá, sua atitude estava diferente, parecia mais altivo, mais dominante de alguma forma, me olhou e disse apontando para o tapete em frente ao sofá onde estava sentado. — De joelhos aqui, agora. —
Fui tomada de súbito por um frio na barriga e um arrepio na espinha, obedeci institivamente, nem sei o motivo porque o fiz, mas me ajoelhei onde ele indicará. Sem que ele pedisse andei de joelhos até estar entre as pernas dele, escorando meus braços em suas coxas, curvei minha cabeça e pus-me a beijar seu pau por cima da calça, enquanto o fazia senti-o puxar meus cabeços na parte de cima da cabeça, forçando-me a olha-lo, então disse de forma séria. — A partir de hoje toda vez que eu falar que quero te comer é sua obrigação vir ate aqui me dar a buceta. — Eu apenas acenei positivamente com a cabeça e voltei a beijar o pau dele por cima da calça.
Sendo tratada como nada além de um objeto de prazer, apenas uma buceta que anda, sem o direito de reclamar ou recusar, era como estar realizando um sonho antigo, não queria fazer perguntas e arriscar dissuadi-lo ou faze-lo repensar, apenas aceitei e colaborei o máximo possível, tinha de aproveitar isso e assim o fiz.
Ele não reclamou quando abri sua calça e comecei a chupar seu pau, enquanto eu chupava suas bolas ao mesmo tempo que masturbava seu pau suavemente, tentando sempre que possível manter contato visual para demostrar que isso me agradava eu pensei, “poderia ser um pouco mais truculento, eu até gostaria disso”. Fiz bem em apenas continuar pois em próximos encontros ele viria a ficar cada vez melhor.
Depois de um tempo ele me mandou ficar nua, era algo simples, mas ele dar a ordem ao invés de ele mesmo tirar minhas roupas era uma demonstração sutil de seu poder sobre mim naquele momento, eu por outro lado estava amando essa dinâmica, era algo novo e incrível, sensações que sempre quis sentir. Voltei a chupar seu pau, agora completamente nua, me tocava com uma mão e segurava o pau dele com a outra até que senti as mãos dele forçarem minha cabeça para baixo, ate o fundo, ate meu nariz encostar eu sua pelves e eu começar a tossir me engasgando, depois de me largar e eu retomar o folego rapidamente, olhei para o pau dele todo babado, aquela pau delicioso que a poucos instantes estava quase me matando engasgada, cai de boca nele, freneticamente, minha cabeça subindo e descendo com velocidade, até que ele por fim gozou, o jato quente dentro de minha boca, preenchendo-a e em seguida escorrendo, quando tirei da boca havia gozo escorrendo do pau dele ate suas bolas, olhei aquilo e comecei a lamber tudo, lábia tudo de seu pau e suas bolas e engolia como quem está bebendo o néctar divino, sentia que poderia me alimentar daquilo para sobreviver, aquilo era a “Ambrosia” que alimenta as vadias.
Após lamber cada gota, me deitei de costas no tapete, pernas abertas, já esperando por ele, e assim foi, pois ela apenas se levantou do sofá e se lançou sobre mim, faminto, cheio de desejo, como um lobo faminto por sexo, a cada estocada eu não gemia, gritava, esposas podem até gemer, mas quando a mulher escolhe ser uma vadia ele deve gritar como uma vadia, para que todos próximo saibam que ela é uma vagabunda e que seu comedor fode muito bem, depois de alguns minutos ele gozou, tirando pra fora rápido e gozando em minha barriga e seios, “que pena, teria adorado que tivesse sido na boca para que eu pudesse engolir até a última gota”. Como eu ainda não tinha gozado comecei a me tocar, de pé ao meu lado ele pousou um de seus pés sobre meu peito, me olhou de cima pra baixo e falou. — Goza agora, vagabunda. E goza rápido ou então vai voltar pra casa sem gozar. — Intensifiquei meu toque, e com a quela deliciosa humilhação de ter que me tocar com meu comedor pisando em mim, gozei.
Ele se sentou novamente no sofá, exausto, engatinhei até ele, abracei sua perna e comecei a beijar a parte de dentro de sua coxa. Queria deixa bem claro que eu tinha adorado quela interação, deixar claro que daquele momento em diante eu era o deposito dele.
Oie meus amores, dei uma sumida esses dias, estive ocupada organizando as coisas por aqui já que esse fim de semana foi aniversario da minha filha e quis dedicar esse tempo exclusivamente à ela, inclusive compramos até presente juntas, que coisa boa poder escolher os próprios presentes de aniversario, né!? kkkkkk.
Espero que tenham gostado, infelizmente não tenho fotos desse dia então colocarei apenas uma foto que tirei enquanto estava digitando e é o que tem, contentem-se com isso kkkkkkk.