O dia em que a minha boca foi usada


Eu tinha um aplicativo de encontros com homens no celular, mas nunca cheguei a encontrar um. Isso até eu precisar de dinheiro, e um rapaz aparecer. Ele mandou um vídeo do pau dele, pulsando. Disse que me pagaria por uma mamada. Eu não chupei muitos caras, mas aquilo mexeu comigo. Eu precisava de um dinheiro rápido, e estava louco de tesão naquele pau, até falei que ele gozaria rapidinho comigo. A gente marcou de se ver.
Se encontramos em um bairro pequeno, perto de um mercadinho. Eu estava suando frio, meio ansioso e com tesão. Ele chegou logo, com um sorriso aberto. Nem conversamos muito, e com uma voz firme ele mandou eu seguir ele. Ele entrou no mercadinho, eu hesitei um pouco, mas fui. Não tinha muita gente, e ele me levou até uma área vazia, que dava em um corredor estreito, que caia em um banheiro. Ele mandou eu entrar, então eu obedeci. O clique da porta trancando ecoou pelo banheiro.
Ele era muito maior do que eu. Senti o calor do corpo dele logo atrás, a roçando o pau na minha bunda pelo tecido. Ele disse, meio debochado:
— Quero ver se é tudo isso — ele sussurrou, o hálito quente na minha orelha.

Sem resistir, eu virei para encará-lo, ainda meio envergonhando. E antes que eu conseguisse dizer algo, ele agarrou a minha cabeça com força, me deixando de joelhos. Aquilo me deixou com tanto tesão. Ele baixou a calça e o pau dele marcou a cueca, latejando. Ele empurrou o tecido contra o meu rosto. O cheiro era forte de suor fresco.
— Vai lá, faz tudo aquilo que você prometeu — mandava

Eu agarrei a cueca com dedos trêmulos e puxei com um movimento. O pau veio com tudo na minha cara. Era grosso, quente, e a cabeça babava. Ele brincava comigo, batendo o pau dele contra o meu rosto, melando minha boca e a minha bochecha. Eu não conseguia pensar em nada além de botar aquela piroca na boca. Agarrei o pau dele e comecei a masturbar devagar, vendo a saliva do pau dele fica acumulada na ponta. Eu puxo a cabeça para fora, fico vendo o pré gozo escorrer na minha minha mão. Aquilo já começava a me dar agua na boca. Como um bom garoto, passo a língua por toda a cabeça, sentindo o gosto salgado e aquele cheiro quente. Sem resistir por muito tempo, abri a boca e coloquei a cabeça dentro. O cheiro daquilo invadia meu nariz, eu não estava me aguentando mais.
Meu corpo inteiro se arrepiou. A sensação de ter aquele pau pesado na minha boca era uma delicia. Comecei a chupar com vontade, minha saliva escorrendo, cobrindo o pau dele. Os sons do banheiro era o ruído molhado da minha boca, e o barulho da minha baba na rola dele. Meus lábios ficaram lambuzados, brilhantes. Desci a língua, lambendo o pau inteiro, passando pelas bolas pesadas dele, enquanto aquele cheiro quente de virilha invadia mais ainda meu nariz. Estava viciado em chupar aquele pau. Ele olha para mim, cuspindo na minha cara, antes de ordenar:
— Enfia ele todo na boca, sua cadelinha.

Naquela hora, meu cuzinho piscou de tesão. Eu tentei engolir, mas só engasguei. Ele ria enquanto eu começava a me afastar, e, antes que eu tirasse o pau da boca, ele agarra minha cabeça com as duas mãos, e soca com tudo. Eu senti o pau dele com tudo na minha garganta, enquanto ela se contraia, apertando ele lá. Tossí, saliva e pré porra escorreram pelo pau dele, pingando no meu colo. Eu bati nas coxas dele com as mãos, mas fui ignorado.
Ele começou a socar na minha boca com força, ainda me ignorando. Cada estocada era um engasgo, estava difícil de respirar pelo nariz, ficando vez mais ofegante enquanto tentava engolir o seu pau. Cada batida eu sentia a cabeça do pau, me afogando. Meus olhos lacrimejaram, a visão ficava embaraçada, e eu sentia tudo aquilo se misturando com a minha baba. O pau dele estava transformando minha boca em um vagina.
Ele segurou meu cabelo, comprido, e deu alguns tapas na minha cara enquanto cuspia de novo. O som molhado da minha boca sendo violada ecoava no banheiro. Sua mão agarrou meu cabelo com mais força, empurrando minha cabeça para o fundo, até meu nariz roçar nos pelos grossos da sua virilha. Estava sufocado, mas não havia outra opção senão engolir o pau.
— Vou transformar essa boca em uma buceta — Disse ele

Fechei os olhos por um segundo e senti o pau afundando mais. Ele mandou com tudo, os quadris subindo, enterrando o pau lá no fundo da minha garganta. Eu mal podia respirar, mas não queria parar. O gosto, o cheiro, comigo sendo usado sem dó, era uma delicia. Eu sentia estar quase gozando enquanto era transformado em um boneca.
Com muita força, ele afastou o pau e socou de novo. Afastou outra vez. No terceiro movimento, senti o pau dele inchar. A porra grossa veio com tudo, descendo direto pela minha garganta. Ele não parava de encher minha boca. Engoli tudo, saboreando cada gota salgada antes que escorresse pelo canto dos meus lábios.
Ele afastou o pau e eu caí de joelhos. A porra escorreu da minha boca, pingando no queixo. Ele ainda estava duro. Bateu o pau no meu rosto algumas vezes, marcando o meu rosto manchado com mais porra. Depois jogou uma nota de cinquenta reais em cima de mim.
— Outro dia quero usar mais dessa sua boquinha — disse, sem sequer olhar para mim enquanto arrumava a calça. Abre a porta e sai, me deixando sozinho no banheiro, com o rosto manchado de e o cheiro dele. Eu Fiquei ali, ajoelhado, o rosto sujo, a boca aberta, a língua molhada.
Ser usado que nem uma vadia me deixou com tanto tesão. Eu fiquei querendo mais ainda daquela piroca me usando.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


Ficha do conto

Foto Perfil inoue
inoue

Nome do conto:
O dia em que a minha boca foi usada

Codigo do conto:
259769

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
18/04/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0