Virei a putinha do meu tio

Meu pai ia pescar, e me deixou com meu tio, eu ia passar o final de semana lá. Sem que eu soubesse, meu pai tinha contado sobre eu gostar de pau, e até falou que eu chupei um cara, mesmo sendo novinho. E desde que eu cheguei, o tio Rafael não disfarçou o olhar.
Logo no primeiro dia, meu tio, quando saiu do banho, deixou a toalha cair, só para eu ver aquele pau enorme dele. E naquela noite eu já não estava conseguindo dormir, pensando no pau do meu tio. Então eu decidi que ia me aliviar. Meu tio estava dormindo, então eu fui até o banheiro e achei um óleo corporal que tinha visto mais cedo, voltei para o quarto e fechei a porta.
Eu tirei o meu shorts, empinei a bundinha macia e derramei óleo. Logo eu senti ele escorrer pelo meu cuzinho, que era virgem, e pingar nos lençol. Eu tremi, e meio nervoso, passei dois dedos. Eu forcei o primeiro dedo, meu anel estava se contraindo. Doeu e fez uma queimação que me fez morder o travesseiro. Mas eu não parei, relaxei e forcei o segundo dedo, esticando dentro de mim. Meu cuzinho piscava forte ao redor dos dedos, apertado e soltando como se quisesse tirar e puxar. Aquele calor começou a ficar gostoso, e eu comecei a mexer os dedos para dentro e
para fora, indo mais fundo. O barulho olhado do óleo dentro de mim encheu o quarto.
Comece a socar os dedinhos com mais força, empinando a bunda mais alto, rebolando devagar. Eu já estava fincado ofegante. Derrepente a porta do quatro abre com tudo, era meu tio. Meu coração deu um salto. Meu tio ficou parado na porta, e logo ele abriu um sorriso na cara. Aquilo me fez ficar com tanta vergonha.

- Seu moleque pervertido, fazendo essas coisas na casa do tio?

- T-tio... me desculpa, por favor. Eu não queria... eu juro que...

Ele nem deixou eu terminar. Ele chegou bem perto de mim. Sua mão tampou minha boca com força, enquanto ele puxava aquele pau para fora. O pau já estava meio duro, lateando, com a cabeça inchada pingando. O cheiro forte me evadiu, fazendo meu cuzinho contrair mesmo não querendo.

- Vou te mostrar como que faz de verdade, seu safado

- T-tio... eu sou virgem... por favor… vai com calma...- minha voz saiu fina, envergonhado, as lágrimas se acumulando nos cantos dos olhos.

O tapa veio forte. A palma larga da mão dele estalou contra o meu rosto. O ardor queimou minha bochecha instantaneamente, fazendo meus olhos marejarem de verdade.

- Calma? - ele riu baixo, que fez meu estômago apertar. - Eu vou dar um trato nesse seu cuzinho de viadinho, moleque. Agora vira.

Com as pernas tremendo, eu me virei devagar sobre a cama, ficando de quatro como ele mandou. Empinei a bundinha o máximo que consegui. Meu cuzinho, ainda brilhando do óleo que eu tinha usado mais cedo, piscava involuntariamente, rosado e inchadinho de tanto que eu havia brincado com ele.
Tio Rafael soltou um grunhido satisfeito atrás de mim. Suas mãos grandes agarraram minhas nádegas com força, abrindo-as sem nenhuma delicadeza. O som molhado da minha carne sendo separada encheu o quarto. Eu sentia o olhar dele direto no meu buraco apertado, rosado e pulsando.

- Olha só esse cuzinho... todo preparado pra mim - ele murmurou

Logo em seguida três tapas fortes estalaram contra minha bunda, deixando marcas vermelhas quentes que ardiam deliciosamente. Eu soltei um gemidinho agudo, o corpo inteiro sacudindo. Então senti o cuspe quente dele cair bem em cima do meu cuzinho. O líquido grosso e morno escorreu devagar se misturando ao óleo. Ele começou a espalhar tudo com a ponta grossa do dedo indicador, circulando meu anel sensível, pressionando levemente, abrindo e fechando meu buraco como se estivesse brincando com um brinquedo. Meu cuzinho piscava sem parar, contraindo e relaxando em torno da ponta do dedo dele.

- Tá piscando todo pra mim... que putinha - ele riu

Eu senti o peso dele se aproximar mais. Então veio o pau. Pesado, quente, grosso como um braço. Ele bateu a cabeça inchada bem entre a minha bunda, esfregando para cima e para baixo, fazendo aquele som molhado de carne contra carne lubrificada. "Shlick… shlick… shlick…"
E então ele meteu. A cabeça grossa forçou minha entrada com brutalidade. Meu cuzinho se abriu de forma violenta, queimando como se estivesse sendo rasgado ao meio. Eu gritei alto, o som abafado contra o colchão

- Aaaai! Aaaai! Tá doendo! Tá doendo meu cuzinho! Para... para, por favor!

Minhas pernas se debateram descontroladamente, os joelhos escorregando no lençol enquanto meu corpo tentava fugir. Lágrimas grossas escorriam pelo meu rosto. Meu buraco apertado tremia violentamente ao redor da cabeça do pau dele, tentando desesperadamente se fechar, mas só conseguindo massagear aquilo que me abria sem piedade. Tio Rafael não parou. Ele tampou minha boca, quase cobrindo metade do meu rosto, abafando meus gritos e soluços. Seu peito largo pressionou contra minhas costas, prendendo meu corpo pequeno contra a cama.

- Shhh… quietinho — ele rosnou no meu ouvido, a voz rouca de tesão. - Esse cu é meu agora. Vai aguentar tudinho como a putinha que você é.

Eu sentia cada centímetro da cabeça dele dentro de mim, latejando, quente, esticando minhas paredes internas de um jeito que eu nunca imaginei que fosse possível. Meu cuzinho ainda pulsava desesperado, tentando se fechar. Eu choramingava baixinho, o rosto molhado de lágrimas e baba, quando senti as mãos grandes dele apertarem minha cintura com força bruta.

- Agora aguenta, putinha.

E ele veio com tudo. Num único movimento ele empurrou os quadris para frente e enfiou o pau inteiro até o talo. Senti cada centímetro grosso rasgando. Meu cuzinho se abriu violentamente ao redor do pau dele, sendo aberto sem qualquer piedade. Eu gritei alto, um grito rouco e quebrado que saiu abafado contra o colchão.

- Aaaahhh! Tá doedo! Tio, tá rasgando meu cuzinho! Por favor, tá muito grande… Aaah!

Aquilo parecia deixar ele com mais tesão. Ele começava a foder meu cu com força, metendo fundo e rápido. O som molhado ecoando no quarto, "plap plap plap plap", cada vez que sua virilha pesada batia contra minha bunda macia.
O pau dele era muito grosso. Cada vez que ele puxava quase tudo para fora e socava de novo até o fundo, eu sentia minha próstata sendo massacrada sem parar. Minhas pernas tremiam violentamente, os joelhos mal conseguindo me sustentar. Ele simplesmente apertou minha cintura com mais força e me usou como um brinquedo.

- Cala a boca e sente esse pau com seu cu virgem, caralho — ele mandou, acelerando ainda mais.

Eu não parava de gemer e chorar. Lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto ele me arrombava sem dó. O cheiro forte de sexo, enchendo o quarto. Meu cuzinho queimava, latejava, apertava o pau dele como um punho quente e molhado, mas ele não diminuía o ritmo. Pelo contrário. Quanto mais eu gemia de dor, mais forte ele metia.
De repente ele parou fundo, o pau enterrado. Senti ele latejar lá dentro, inchando ainda mais. Ele agarrou meu cabelo com força, puxando minha cabeça para trás.

- Olha pra mim.

Quando eu virei o rosto, ele cuspiu direto na minha boca aberta. Antes que eu pudesse reagir, ele começou a meter de novo, ainda mais bruto, usando meu cabelo como alça enquanto me fodia como um animal.

- Isso... aperta esse cu gostoso... porra, você nasceu pra levar pau, moleque.

Ele meteu fundo mais algumas vezes, o pau batendo no meu fundo com pancadas pesadas e molhadas. Então eu senti, o pau dele ainda mais dentro de mim, pulsando forte. Ele soltou um gemido rouco e longo, e começou a gozar. Jatos grossos e quentes explodiram direto dentro. Eu senti cada pulsada enchendo meu cu arrombado. Ele não parava de meter enquanto gozava, misturando a porra quente com meu interior destruído. Meu próprio pauzinho latejava loucamente e, sem nem encostar nele, eu gozei também, um orgasmo seco e vergonhoso que fez meu corpo inteiro tremer e meu cuzinho apertar ainda mais o pau dele, ordenhando cada gota.
Quando finalmente parou de ejacular, ele puxou o pau para fora. Meu cuzinho, agora um buraco aberto, vermelho e inchado, ficou piscando desesperadamente no ar. Grossos fios de porra branca e cremosa começaram a vazar de dentro de mim, escorrendo devagar pela minha perna trêmula, pingando no lençol.
Eu caí de bruços na cama, ofegante, destruído, o cu latejando forte e vazando a porra dele sem parar. Meu corpo todo tremia. Tio Rafael ainda estava de joelhos atrás de mim, o pau meio duro brilhando de porra e óleo, olhando satisfeito para o estrago que tinha feito.

- Olha só o estado desse cu... todo arrombado e cheio de leite de tio. Boa putinha.

Ele deu um tapa forte na minha bunda, fazendo a porra escorrer ainda mais rápido.

— Isso aí... continua piscando pra mim. Ainda tem muito mais de onde veio essa.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario kzadojfora

kzadojfora Comentou em 05/06/2026

Que coisa, deve ter sido maravilhoso ser arrombado assim

foto perfil usuario alda

alda Comentou em 05/06/2026

Nossa cara que tesão de conto, continua se ainda rolou e como foi.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


263389 - Tomando o leitinho do papai - Categoria: Gays - Votos: 15
259769 - O dia em que a minha boca foi usada - Categoria: Fetiches - Votos: 9

Ficha do conto

Foto Perfil inoue
inoue

Nome do conto:
Virei a putinha do meu tio

Codigo do conto:
263764

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/06/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
0