Entre cimento, areia e pedras: uma visita bem gostosa ao canteiro de obras no Rio de Janeiro

A história que irei relatar agora é verídica e aconteceu no mês de março de 2026. Somos um casal de 42 anos, estamos no meio liberal desde os 23 anos. Desde então, vivemos inúmeras aventuras. Já curtimos boates swing em vários locais e de forma paralela sempre realizamos algumas fantasias, o quanto mais inusitadas melhor. Confesso que eu sou o mais criativo para essas situações. Alice (fictício) é morena, seio fartos e bumbum e pernas bem definidos, seus cabelos longos e pretos chama a atenção de qualquer macho. Sua cara da safada, bem daquelas atrizes de pornô italiano, é também um grande atrativo para os homens na rua.
Moramos na zona sudoeste do Rio de Janeiro, quem não conhece tem diversos empreendimentos imobiliários nessa área. É comum a venda de imóveis na planta e quase que ao mesmo tempo eles começam as obras, dando dor de cabeça aos vizinhos. Numa dessas cogitações insanas, percebi que bem na esquina de nossa rua começou uma obra. Os peões eram homens negros e jovens em sua maioria. Chegavam bem cedo, por volta das 6:30h e saiam 18h. Na hora do almoço, a peãozada ficava na calçada, admirando a mulherada passando. Aqui as mulheres são bem atraentes, passa de um lado para o outro aquelas senhoras malhadas, que nem aparentam a idade, sempre com roupas de academia que destacam os seios e bundas bem torneadas pelos procedimentos estéticos (nada contra (rs). Os machos da obra ficam olhando e comentando entre eles, parecem avaliar qual a mais gostosa. Aquilo me fez pensar em algo a mais...
Eu arrumei um jeito de passar perto da obra, pude ver que um dos peões tinha saído de lá para comprar Coca-Cola para a rapaziada. Aproveitei o embalo e entrei na birosca junto e puxei assunto: "Fala amigo, tudo bem? quando essa obra vai terminar hein?"- perguntei; ele respondeu: "Ih, patrão! Começou agora, a previsão é para o fim do ano, mas sabe como é, né? se a empreiteira não vender todos os apartamentos eles ficam segurando". Daí perguntei como era para conhecer o projeto, pois disse que minha esposa queria se mudar e não tinham gostado de nenhum apartamento por ali, que só tinha aquela obra que ela não tinha visto. Ele, gentilmente, disse que se quisesse poderia nos mostrar. Eu, já prevendo a grande oportunidade, pedi seu zap para marcarmos melhor, prometendo uma boa gorjeta para o caso da esposa gostar do apartamento.
Mais tarde, quando minha esposa voltou do trabalho, falei com ela de meu plano sádico. Ela achou loucura, mas que seria bem excitante. Combinamos então de enviar um zap para o peão, de nome João (fictício), para marcar um horário. Passei a me comunicar com ele, marquei uma visita às 14h numa terça-feira. João nos recebeu na porta da obra, bem no fim do horário de almoço deles. Alice foi arrumada como uma executiva, terninho, saia justa até os joelhos, meia fina e salto alto, bem perfumada, usava óculos para dar um ar de seriedade. O olhar dele para ela foi o que mais nos chamou a atenção. Parecia um cão faminto olhando um frango na brasa. Quando entramos na obra, havia alguns peões sentados num banco de madeira, também ficaram de olho gordo nela. Ela como sempre gentil, cumprimentou a todos com um "boa tarde", sendo imediatamente retribuída pela plateia.
Fomos até o final da obra, Alice se equilibrando entre os buracos, montes de pedra e lama, sempre fingindo estar interessada na disposição dos cômodos, na altura do teto etc. Eu seguia atrás, atento aos olhares maliciosos dos trabalhadores sedentos por sexo. João foi apresentando tudo de forma bem detalhada, falava do tipo de piso que iriam colocar, das vantagens da vaga de garagem se grande, da colocação de banheira no quarto de casal, tudo muito bem acompanhado por Alice. No fim da visita, já por volta das 15h, Alice agradeceu, dizendo que talvez tivesse que voltar no fim do dia, para verificar algumas medidas, pois precisava confirmar a colocação de nossos móveis. Ela disse que gostou muito da obra e que eles eram muito habilidosos. João abriu um sorriso agradecendo.
Saímos da obra e entramos no carro, apesar de não precisar, não queríamos ali demonstrar onde era nossa casa. No carro, ela disse que havia gostado dos machos e que havia percebido os olhares. Então combinamos de ser naquele dia mesmo. Assim que cheguei em casa, contactei João para agradecer e tentar marcar com ele ainda naquele dia para ela medir os cômodos e ver onde as janelas ficariam, mas teria que ser em torno de 18h. Ele disse que ficaria difícil, pois o expediente deles terminava aquela hora e que somente estaria o segurança lá neste horário. Eu insisti, dizendo que daria uma gorjeta a ele e ao segurança, caso aceitassem, ele então não se fez de rogado e aceitou o acordo.
Alice arrumou-se toda, colocou sua menor saia, com um corpete preto, deixando os seios bem a mostra. Usava também meias pretas, com um salto bem alto. Saímos novamente de carro, demos a volta no quarteirão e paramos em frente a obra, já estava anoitecendo, a rua um pouco deserta. Mandei mensagem para João e ele abriu a porta de compensado da obra. Mais uma vez ficou paralisado quando viu Alice. Ela caminhou como uma diva até a porta, entrando com a ajuda de João, a safada deu a mão a ele para sobressaltar um vão que tinha entre a rua e a obra.
João perguntou qual cômodo queríamos medir primeiro, já pedindo desculpa sobre outros dois peões que estavam depois do trabalho tomando banho para sair. Ele disse que já havia furado a fila para o banho e que estava nos esperando para ir embora. Eu dei a ele cinquenta reais pela prestatividade, que ficou muito agradecido. Passamos perto do banheiro improvisado e lá estavam os dois peões, um esperando o banho sem camisa e o outro tomando banho, com uma portinha de madeira tampando a visão de seu corpo. Todos nos viram e lançaram um olhar desconfiado sobre nós. Continuamos andando na obra, até chegar na parte de trás. A obra estava só no esqueleto, com três andares, tudo escuro, com algumas luminárias solares que iluminavam o chão, mas ainda assim dava para ver todo o caminho e alguns cômodos semiprontos. Deixei Alice guiar João sem nada combinar. Ela subiu a rampa indo do térreo para o primeiro andar. Chegando onde seria um quarto, ela pediu uma trena a João, que já guardava consigo. Ela abriu de uma mão a outra a trena e apoiou-se de quatro numa tábua, empinando bem sua bunda para o alto, a saia subindo, mostrando as ligas das meias pretas. Essa medição simulada quase matou João do coração. Naquele momento percebi que ele até queria medir para ela, mas não tinha coragem de impedi-la, pois perderia o show.
Assim Alice continuou fazendo por todo o quarto, nas quatro paredes. Já com a saia na metade de seu rabão, aproveitando-se da penumbra, pediu para João segurar a escada enquanto ela pediria a altura do chão até o teto. Alice pediu-me para segurar a ponta da trena e ela subiu. Nesse momento, já demonstrando certa excitação, João estava com um volume entre as pernas. João era negro, tinha 27 anos, estava com uma calça de moletom do Flamengo. Percebi e fingi que não vi, Alice dava pequenas sarradas nele. Descia e subia a escada perguntando ao jovem se estava segura. João sempre dizendo: "pode ficar tranquila, dona!"
Numa distração, soltei a ponta da trena, ela aproveitou a situação dizendo: "Nossa! você não serve pra nada mesmo hein, por isso tem que ser corno mesmo". Aquilo não foi combinado e confesso que fiquei puto, mas a excitação falou mais alto. João ficou intimidado com a fala de Alice e apenas olhou para o lado de forma envergonhada. A cara de João estava no rabo de Alice, há poucos centímetros dela. Ela já estava vendo sua calcinha fininha, a meia 7/8 com ligas, coisa que provavelmente ele só poderia ter visto num filme pornô. Alice percebendo que ele não tirava os olhos de seu rabo, perguntou se ele estava gostando do que estava vendo.
João, fingindo-se de desentendido, perguntou: "O que dona?"
Alice: "Não finja que não sabe...já falei que meu marido é corno assumido?"
João: "Que isso dona? ele é gente boa"
Alice: "É, sim, mas adora ver outro macho me comendo e me fazendo gozar, sabia?"
A essa altura era falava e colocava sua bunda cada vez mais perto da cara dele. Ele ficou paralisado por alguns segundos, mas depois percebeu o que queríamos. Numa oportunidade em que ela colocava sua bunda mais perto dele, ele retribuiu e passou a apertar seu rabão, colocando a cara no meio de suas nádegas. Ela disse: "ah, é isso que eu quero!"
Ela se apoiou no terceiro degrau da escada, empinando seu rabo todo para ofertar para a língua de João. João lambia com fome o cu de Alice. Mordiscava a bunda farta, apertando os seios dela, que a essa hora já estavam para fora do corpete. Ela gemia alto, fiquei receoso por conta dos prédios vizinhos, pois a obra estava no meio de dois prédios prontos. Ela mandava ele chupar seu rabo direitinho, dizendo que se ele pedisse direitinho liberaria seu cuzinho. Ele não tardou a chupar o cuzinho e a buceta de Alice, ainda na escada improvisada de madeira. João já tinha posto sua rola para fora da calça de moletom. Uma pica preta, dura e grossa. Devia medir uns 18 cm. Estava punhetando com uma mão, apertando os peitos dela com a outra e sua língua no cuzinho.
Vendo que já tinha fisgado o jovem peão, Alice desceu da escada, ajoelhando-se bem próximo da parede, onde não se podia ver e nem ser visto da rua. Mamou o pau de João com uma voracidade incrível, nunca a vi tão faminta por uma rola. Chupava da cabeça até o saco, João foi às nuvens. Seu gemido contrastava com o som das deglutidas de Alice, parecia que estava a se afogar, suspirava forte, ronronava como uma gatinha no cio. Sua voz é uma delícia no gemido. Aquilo tudo, para nossa surpresa, estava sendo observado pelos outros dois peões (Rodrigo e Bruno) e um segurança (Alexandre) que estavam na subida da rampa. Eu vi antes do que João e Alice. Os três estavam com suas rolas de fora, batendo uma enquanto observavam o belo boquete de Alice. Sem eles perceberem, fiz um sinal para chegaram mais perto, sendo prontamente atendido pelos tarados. Assim que eles foram rodeando e ela viu os caras, tomou um susto, mas não parou. Tirou rapidamente a pica de João da boca e disse: "Oba! Temos companhia!". Após essa fala dela, os caras sacaram a ideia e cercaram Alice ajoelhada, que passou a revezar quatro pirocas pretas na boca. Rodrigo era também um jovem mulato, tinha 24 anos, com uma piroca de uns 16cm; Bruno era moreno, 30 anos, com uma piroca colossal de uns 22cm; já Alexandre era o mais velho, uns 50 anos, era também mulato, com uma pica de 16cm.
Alice estava muito excitada, os caras se revezavam entre colocar o pau na boca e chupar seu cuzinho e buceta. Até que teve uma hora que ela pediu para comerem ela, pois estava com a bucetinha toda ensopada.
Saquei quatro preservativos e dei a cada um deles. Ela ficou de quatro numa mesa de colocar ferramentas, onde Rodrigo e Alexandre ficavam com seus paus revezando na boca de Alice, Bruno sugava os seios dela e João se preparava para iniciar a penetração nela. Não sei se João estava muito excitado, mas deu umas sete metidas e gozou, caindo por cima dela satisfeito. Alexandre percebendo a vaga para comê-la rapidamente se aproximou, encapou a pica e passou a penetrá-la. Ela gemia muito, pedindo para ser esfolada, perguntando se já haviam recebido uma visita gostosa como essa. Os caras entraram na vibe dela, dizendo que não e que ela era sempre bem-vinda no canteiro.
Após a gozada de Alexandre, ela pediu para trocar de posição, pediu para Rodrigo deitar sobre a mesa para ela poder cavalgar nele. Ela parecia uma cadela no cio, rebolava e quicava com força no pau de Rodrigo, chamando ele de tarado safado, pirocudo, comedor. Ela também não aguentou muito e acabou gozando. O último foi Bruno, que recebeu um grande prêmio. Bruno era o mais dotado, quando ela saiu de cima de Rodrigo que já havia gozado, pediu para Bruno colocar no rabinho dela. Ele quase não acreditou rs. Ela ficou de lado sobre a mesa, deixando seu rabão à mostra. Bruno começou colocando o dedo no cuzinho de Alice, penetrando lentamente. João que havia gozado primeiro, já estava com a benga dura novamente, e colocou na boca de Alice para ela mamar. O cuzinho dela estava piscando, segundo Bruno. Que iniciou a penetração anal em Alice. Ela deu um grito abafado pela rola de João na boca.
Bruno foi paciente, já sabendo que seu dote seria difícil de aguentar. Foi colocando a cabeça, apalpando os peitões dela. Colocou depois até a metade, sem tirar, somente até acostumar aquela falo no rabo de minha esposa. Quando já havia entrado tudo, ela pediu para ele meter. Ele começou a penetrá-la com mais força. Ela tocava o clitóris ao mesmo tempo, sugando a rola de João com uma força descomunal. Em um dado momento, Bruno parou, dizendo que a camisinha tinha estourado em razão da falta de lubrificação. Ela, retirando a pica de João da boca, respondeu: "Enche esse cu de leite, tarado!". Bruno não se fez de rogado, tirou o pau de dentro dela, retirando a camisinha que naquele momento só tinha o anel de borracha, e passou a meter sua rola grande dentro do cu já arrombado de minha mulher. Depois de algum tempo, acho que umas dez botadas sem camisinha, Bruno começou a gozar no rabo de Alice, ele gemia muito, ela gozou junto com ele. Ela tinha espasmos de orgasmos enquanto seu cu era preenchido por gala. João, pouco tempo depois, gozou novamente, mas agora na boca de Alice, que bebeu tudo, sugando a ponta de sua piroca para deixar tudo limpinho.
Alice levantou-se, com o rabo cheio de porra de Bruno, recompôs-se e despediu-se do pessoal. Todos estavam maravilhados pela visita. Disseram que poderíamos volta a hora que quiséssemos. João nos levou até a porta da obra, dali entramos no carro e voltamos para casa para um banho relaxante.


Os machos que têm ideias de encontros parecidos podem nos contactar por aqui. Somos do Rio de Janeiro, temos disponibilidade de horário. Queremos situações que envolvam fábricas, escritórios, academias, oficina mecânica, sala de aula, ônibus coletivo.


Até o próximo conto!


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Entre cimento, areia e pedras: uma visita bem gostosa ao canteiro de obras no Rio de Janeiro

Codigo do conto:
259808

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
19/04/2026

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