Esposa aliviando amigo do trabalho na casa de praia - Real

Olá, taradinhos de plantão!
Devido ao sucesso de nosso primeiro conto, resolvi compartilhar mais uma aventura realizada por mim e minha bela esposa Alice. Leiam e comentem..
No verão de 2025, resolvemos alugar um Airbnb na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. O sol e o calor estavam à pino, gente na rua até tarde, mulherada de raba de fora, microbiquinis, etc. O espaço que alugamos era enorme, era uma casa há 100 metros da Praia Grande, em Arraial do Cabo. A casa tinha piscina, churrasqueira e um grande quintal que cabia uns cinco carros. Como tudo era muito grande pra gente, Alice resolveu chamar dois casais de amigos, os homens eram conhecidos dela do trabalho. Fizemos um grupo de zap e combinamos os detalhes, chegamos na sexta de manhã para receber as chaves do nosso anfitrião. Os quatro amigos chegariam à noite, depois do trabalho. O fim de semana estava prometendo 40º C, estávamos muito animados e, inicialmente, sem pensar em putarias rs. Após a entrega da casa, fomos comprar as bebidas para nosso fim de semana, pegamos cervejas, destilados e alguns energéticos para nos manter acordados. Baixando o sol, chegaram Eduardo e Sofia (nomes fictícios), um casal de 30 anos de idade, ele moreno, barba por fazer, barriga de chope e ela uma mulher normal, magra e sem muitos atrativos. Cumprimentamo-nos e nos apresentamos, eu não conhecia nenhuma dos dois, apenas Alice conhecia Eduardo do trabalho. Eu fui ajudar Eduardo a descarregar o carro, enquanto Sofia e Alice ajustavam as comidas na cozinha. Não passou muito tempo, chegou Vandir (conhecido por Vandinho) e Clara, ele era mulato, não muito alto, mas corpo atlético de academia, cabelo curto e olhos claros; Clara, era branca, ruiva, seios fartos, corpo de crossfit, toda sequinha. Eu e Eduardo fomos ajudar Vandinho a descarregar seu carro, ele havia trazido o chope e as caixas de som. Clara se junto às mulheres nos preparativos da cozinha e ajustes dos quartos.
A casa tinha dois andares enormes. No primeiro andar, havia uma sala grande, com sofás que margeavam toda a parede e um Puff ao centro, dois banheiros e uma cozinha, ao lado da cozinha tinha uma escada que acessava ao segundo pavimento, onde tinha 4 quartos. Ocupamos o único quarto que tinha cama de casal e uma varanda que dava para o quintal e a piscina. Os outros quartos, apesar de serem suítes, tinham janelas voltadas para a parte traseira da casa.
Depois que ajustamos tudo, resolvemos dar um pulo na praia. Mesmo durante a noite, o calor abafava todo o ambiente. Enquanto a mulherada se arrumava, os homens preparavam o gelo, carvão e a churrasqueira para a volta. Nesse momento, pude conversar um pouco com Eduardo e Vandinho, tentar gerar algum tipo de aproximação, falar de algo comum entre homens: futebol, carros e sexo.
Vandinho parecia estar mais a vontade ali, é super falante, conversador, a todo momento olhava para dentro da casa para ver se alguma mulher o observava falando de suas conquistas sexuais. Eduardo era mais quieto, porém, escondia em seu olhar certo ar de mistério, talvez por não me conhecer e não saber qual era a minha.
Num arroubo, Vandinho chegou a comentar que era raro comer um cuzinho, pois as mulheres fugiam dele, em razão de seu alto calibre. Que já havia uns três anos que não comia o cu de ninguém. Naquele clima de revelações, a mulherada chegou no meio de risos e gritarias, já estávamos zoando um ao outro naquele momento. Clara perguntou - desconfiada - o que estávamos conversando, Vandinho, sem vergonha, respondeu: Nada, amor! Só estávamos preocupados com a demora de vocês.
Fomos à praia, caminhamos um pequeno trajeto e conversávamos amenidades, Eduardo e Vandinho falavam mal dos chefes com Alice, enquanto Clara e Sofia falavam de roupas, passeios de barco e a agenda do fim de semana. Eu, por outro lado, fiquei somente ali ouvindo e analisando tudo. O papo do Vandinho me deixou desconcertado e pensando coisas para aquele fim de semana.
Depois de uma molhada dos pés na água do mar, paramos num quiosque e tomamos uma cerveja. O tempo foi passando e por volta das 21h fechamos a conta e voltamos para a casa. As meninas brincavam com Alice dizendo que ela era dura na bebida, que Clara e Sofia não aguentavam nada, tomavam três garrafas e já batia o sono. Alice, já no brilho do álcool, vangloriava-se da fama de beber muito sem sentir nada. Eduardo e Vandinho zoaram dizendo que as esposas deveriam aguentar, pois todo o fim de semana era para elas.
Chegando em casa, fui acender a churrasqueira e Vandinho veio me ajudar a preparar a tábua, os espetos e as carnes para jantarmos. Eduardo foi tomar um banho e a mulherada foi preparar a comida da cozinha (arroz, farofa, molho etc.). Assim que fiquei sozinho com Vadinho, falei com ele que ele poderia acabar com o jejum de cu naquela noite, pois poderia aproveitar a bebida e convencer sua esposa a dar para ele, já que estavam no último quarto; ele, por sua vez, disse que já tinha até desanimado, que estava no jejum de sexo há muito tempo, que a esposa não pensava em mais nada que não fosse dieta e academia. Eu ri, com minha mente maldosa, já pensando em deixar Alice satisfazê-lo, dizendo que: "vai que você dá sorte!"
Eduardo chegou e desconversei. Eduardo passou a colocar as carnes na grelha, eu fui ver se as mulheres estavam precisando de alguma coisa. Como não estavam, dei um pulo no banheiro, que tem uma janela para o lado da churrasqueira onde Vandinho e Eduardo tocavam o churrasco. Ao entrar no banheiro pude perceber que os dois conversavam baixinho, longe do ambiente onde as mulheres estavam, mas próximo da janela onde eu ouvia tudo, daí veio a maior descoberta daquela noite.
Vandinho: Caralho, Edu! Estava aqui conversando com o marido da Alice, cara gente boa, mas tô desconfortável.
Eduardo: Que houve? não tá legal aqui?
Vandinho: Não é isso! Estava aqui num papo família, ele me incentivando a ficar legal com a Clara, e ele sem saber de nada do que a mulher dele faz, né?
Eduardo: Vandinho, olha essa língua, filho da puta! Vai arrumar merda aqui com nossas famílias...
Vandinho: É que eu disse pra ele que eu não comia um cu há três anos, na verdade o que não contei foi que o cu era da mulher dele e não paro de pensar nela.
Eduardo: Ela é gostosa mesmo, né? já dei uns amassos nela no final do ano passado, na festa da firma, mas rolou só um boquete.
Vandinho: Tá vendo, cara?! que piranha, nem sabia disso... o cara tranquilo, marido respeitável, com uma putinha dessa... esquece essa porra, mano!
Naquele momento, fui possuído por um misto de raiva e de tesão. O primeiro sentimento, em razão de não saber de nada, em tese, eu e Alice não temos segredo um com o outro, nunca desconfiei dela, pois tudo é resolvido entre nós; o segundo sentimento, ao ouvir aquilo, era de tesão, incontrolável, já estava maquinando tudo na cabeça para vê-los enrrabando minha gata naquela piscina. Disfarcei e voltei para a área do churrasco, eles fizeram cara de espantados, perguntando-me onde eu tinha ido, eu menti, disse que estava ajudando a mulherada a cortar os legumes.
Ficamos por ali, Alice veio ver se estava tudo bem por ali, eu tive que controlar minha raiva, ela brincava com Edu e Vandinho com intimidade, perguntando onde estava a caixa de som, pois queria dançar forró naquela noite. Safada! pensei... a piranha já havia ficado com os dois e eu ali de cornão.
Tudo estava pronto, a mulherada nos drinks, nós na cerveja, forró tocando... Alice já estava alta e falava para Clara e Sofia pegarem seus pares, como eu não sou muito de dança e elas negaram a investida, o safado do Vandinho se ofereceu para ser o par de Alice, ela, piranha que só, ainda perguntou para Clara se podia, sendo atendida com um sim de cabeça.
O forró tocava, já era umas 23h, Vandinho sarrava Alice, que estava com uma saída de praia e parte de cima do biquini com os seios saltando para fora. Edu só observava com sua bebida na mão, o garfo na outra e os olhos na raba de Alice. O tempo foi passando, e Edu passou a alternar a parceira na dança com Alice, a essa altura, Clara já tinha falado que iria subir, pois havia acordado cedo naquela sexta. Sofia, já estava com a cara amarrada olhando para Edu que dançava com Alice. Assim que a música parou, Sofia chamou Edu para subir, dizendo que se ele continuasse não conseguiria fazer nada no dia seguinte, e tínhamos programado um passeio de barco nas ilhas locais.
Edu, muito a contragosto, foi conduzido pela mão, igual a um bebê, por Sofia até seu quarto. Ficou somente Vandinho, Alice e eu na área da churrasqueira. Vandinho anunciou que subiria, eu - já prevendo uma possibilidade de sacanagem ali - disse que ele que estava cedo e que iriamos dançar outros ritmos. Ele se alegou e disse que somente iria ver como Clara estava e que voltaria.
Enquanto Vandinho subia as escadas, fiquei com Alice e joguei um verde para ela:
Eu: Amor, acho que Vandinho é caidinho por você, hein!
Alice: Que isso, amor! Pare de bobeira, aqui é evento de família, nada de sacanagem... Mas porque você está dizendo isso?
Eu: Ora, se é evento de família você não precisa saber então, né?
Alice: Deixa de ser bobo, meu corninho! gosto de ouvir suas históricas irreais.
Naquele momento pensei em jogar a merda no ventilador, mas me contive, dizendo:
Eu: Ele estava elogiando você, dizendo que é a mais linda da empresa, que chama muito a atenção entre os outros funcionários.
Alice: É? mais que filho da puta tarado... conta mais
Eu: Mais nada, não percebeu como ele dançou contigo, todo cheio de tesão?
Alice: Não mesmo (dando um leve sorriso)
Vandinho voltou de banho tomado e de sunga, disse que se ficasse muito mal iria dar um mergulho para curar a bebedeira. Perguntei como estava sua esposa, ele disse que ela estava dormindo feito pedra, que ela era assim, se estiver cansada e tomar uns drinks dorme umas 12h direto. Percebi que a resposta dele foi incomum e de certa forma exagerada, talvez para me motivar a subir também e deixar Alice ali com ele.
A essa altura, Alice que estava de saída de praia, tirou o manto que a recobria e mostrou um micro biquíni, cravado em sua raba, atraindo o olhar já sem pudor de Vandinho. Ela colocou mais um forró e chamou Vandinho para dança. No vai-e-vem da melodia, vi ele sarrando a buceta dela, ela falava coisas no ouvido dele e ele sorria com cara de tensão e de tesão. Sua mão direita que antes pousava sobre as costas de Alice já estava na beira da calcinha do biquini, nos movimentos da dança ele deixava recair sobre sua bunda e depois se recompunha. Ali eu já via que iria rolar algo, só dependia de mim.
Comecei a esboçar alguns bocejos, sentei e fingi dormir. Ela percebeu e parou por um momento a dança e veio me perguntar se estava tudo bem, a piranha ainda estava de mão dada ao Vandinho que continuava a dançar e com o pau duro. Na sunga dava para ver, a rola dele dobrava até o seu quadril.
Eu disse que estava com um pouco de sono, ela perguntou se queria que subíssemos, eu disse que não, que ela poderia ficar mais um pouco e que depois poderia subir. Ela me perguntou se eu tinha certeza, percebi que ela apertava a mão de Vandinho, como se fosse uma comunicação. Eu respondi que sim, e fui levantando e pegando minhas coisas. Quando levantei, dei boa noite aos dois e sai entrando pela casa, Vandinho se despediu de mim e mergulhou na piscina. Alice ficou do lado da churrasqueira e foi completar sua caipirinha com mais cachaça.
Quando sai, subi rapinho as escadas, entrei no nosso quarto, liguei o ar e coloquei uns travesseiros debaixo do lençol. Depois desci novamente e fiquei trancado no banheiro que tinha janela para a área da churrasqueira e da piscina. O térreo tinha outros banheiros, esse da piscina era o menos usado, pois tinha algumas tralhas da casa, daí pude ficar seguro de tudo.
Chegando ao banheiro, não acendi a luz, apenas o tranquei, fiquei olhando pela brecha da janela e pude ver os dois. Na conversa bem ao pé do ouvido, pude ouvir:
Alice: Você é muito safado mesmo, né?
Vandinho: Oi? Por que?
Alice: O que você foi falar para meu marido, hein? Ele tá cheio de história com você
Vandinho: Eu? Pelo amor de Deus, Alice! Nem brinca com isso...
Alice: É? e por que está com esse volume aí? tá se entregando
Vandinho: Impossível não ficar assim depois do que passamos juntos.
Alice olhou para trás, assustada, dizendo:
Alice: Fala baixo, viadinho! Tô toda melada aqui também.
Vandinho: vamos resolver isso bem rapidinho?
Alice já estava sarrando ao som da música baixinho, tocava um funk das antigas, ele começou a passar a mão na bunda dela e em seus seios. De repente, ela parou e disse que iria ver como eu estava e que dependendo continuaria a brincadeira. Ela se enrolou na saida de praia e subiu até o nosso quarto. não demorou alguns segundos, e eu tenso, pensando que se ela colocasse a mão na cama iria descobrir que ao invés do marido encontraria travesseiros, ela desceu novamente, dizendo: "tá tudo bem, o corninho tá todo enrolado no cobertor, tadinho!"
Enquanto ela tinha ido verificar o nosso quarto, o puto do Vandinho colocava sua piroca para fora da sunga, que já estava a meia bomba, era uma pica grande e grossa, cabeça rosa, com marcas brancas na pele preta. Ele olhava para a porta da sala, único acesso à parte superior, de onde veio Alice.
Chegando na churrasqueira, Alice retirou novamente a saída de praia e tascou um beijo em Vandinho, segurando sua piroca e a punhetando. Ela mandou ele ficar virado para a porta e disse que tinha deixado a luz acessa para poder ver qualquer sombra ali. Ele se recostou na churrasqueira e ela ajoelhou mamando sua pica; pude ver que ela não conseguia colocá-la em sua boca, de tão grande e grossa. Algumas vezes ela era induzida ao vômito. Depois que ela deixou a piroca de Vandinho bem lubrificada, ele a levantou se agachando na traseira dela, lambendo seu rabo. Ela se contorcia, falando que não daria o que ele mais quer. Ele abria as nádegas de minha esposa, colocando todo seu rosto lá dentro, com uma fome insaciável, que pude saber antes que advinha do desejo por ela mesmo. Ela gemia baixinho, enquanto os sons de estalos de beijos naquele rabo rompiam o silêncio da noite.
Já era umas 2h, os safados deixaram a churrasqueira a meia luz, aumentaram o som do funk, e ela, após ter seu rabo chupado, levantou-se ficando ambos em pé e de frente para a porta da sala. Vandinho encostando na churrasqueira, com sua pica para fora, e Alice encostada em Vandinho, encaixando sua buceta nele. Por um momento, ouvi ela falando que daria só uma provinha, para aliviá-lo. O som me impediu de ouvir mais, porém, nas partes mais baixas do funk, ouvia o barulho da bunda dela batendo sobre o corpo de Vandinho. Ela colocava a mão na boca, tentando impedir que os gemidos saíssem, mas a respiração dela denunciava e emitia um som de gatinha sendo abusada. Vandinho, enquanto metia em Alice, colocava seu dedo no rabinho dele, isso a leva à loucura, ela rebolava ao som do funk, como se estivesse num baile. Colocava a mão sobre seus joelhos e Vandinho mandava fundo dentro dela. Em um dado momento, eles pararam, ela ajustou a pica de Vandinho no cuzinho dela, dizendo:
Alice: Olha, vou dar só um pouquinho, só porque você não come o cu de sua esposa, tá?
Ele assentiu com a cabeça, mordendo os lábios e com olhar de desejo extremo.
A pica foi entrando e Alice já não escondia mais os gemidos de dor, nem o som do funk estava adiantando para nublar aquela cena de sexo.
Quando parecia que já estava tudo dentro, ela iniciou uma rebolada, Vandinho estava nas alturas, ele a virou contra a churrasqueira, desprezando a segurança dos dois, e começou a bombar Alice, que gemia pedindo leite dentro dela.
Alice: Vai tarado filho da puta, come esse cu! come a mulher dos outros...
Eles ficaram nesse vai-e-vem uns cinco minutos, quando Vandinho anunciou seu gozo:
Vandinho: Ai..Ai.. que delícia...vou gozar nesse cu...
Alice: Vai, me deixa cheinha, vai...come essa putinha.
Vandinho ficou uns 5 minutos gozando dentro de Alice, que gozou junto com ele numa masturbação. Quando terminaram ela mandou Vandinho pular na piscina e ela foi tomar uma chuveirada do lado de fora, bem pertinho do banheiro onde eu estava. Ela, depois disso, deu um beijo em Vandinho e disse que subiria, para não dar merda. ele aceitou e disse que já iria. Nesse intervalo, subi rapidamente e modifiquei o esquema de engano que tinha montado.
Quando ela entrou no quarto, foi direto para o banheiro, indo tomar banho. Depois deitou-se comigo, desejando-me boa noite!


Espero que tenham gostado desse conto real que vivemos. Comentem!


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico casalrecreiorj

Nome do conto:
Esposa aliviando amigo do trabalho na casa de praia - Real

Codigo do conto:
260502

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
26/04/2026

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