Meu fetiche são homens maduros e casados

      Meu fetiche são homens maduros e casados. Ainda na pre adolescência percebi o quanto eu chamava atenção dos homens bem mais velhos eu sentia uma coisa que hj sei que era excitação....quando via seus olhares para meu corpinho de bonequinha. Sempre que noto algum interessante, já começo o jogo de sedução. Não sei explicar tal fascínio. Talvez porque, as transas com eles foram. São amantes acostumados a dar prazer à parceira. Aproveitam o máximo quando conseguem dar uma escapadinha. O sigilo é garantido, além de não ficarem pegando no meu pé por isso tenho uma lista bem grande de coroas casados pra me comer. Meu primeiro anal foi também com um coroa casado. Esse fascínio por casados maduros talvez seja porque, só soube o que era orgasmo com um deles.... Um coroa que sempre mexeu com minha libido é julio, amigo do meu pai de 60 anos.   Não é bonito, mas, tem um dote de um cavalo e um fôlego de dar inveja a um adolescente os cabelos grisalhos, acentua o fascínio que exerce em mim desde a adolescência.       Sou CRIS, na época deste fato bem novinha, morena, com um corpão de adulta minha bunda chama muita atenção e todos querem meter no meu cu e eu adoro acho que já levei mais pica no cu que na buceta até gozo gostoso.                                             

Certo dia O tio julio estava de saída de minha casa Inventei que tinha uma entrevista de emprego e ele ofereceu carona. Era tudo que eu queria. Estar a sós com o amigo do meu pai. Na estrada, dentro do carro, ficamos conversando banalidades. Na metade do caminho, ele toque em assuntos de sexo e papo vai papo vem eu disse , tio julio me leva pra conhecer um motel ?
- Não podemos, cris! Você é como uma filha para mim! Respondi :Tio, eu já não sou mais criança. Tive meus namorados. Alguns até coroas e casados, Coloquei a mão em seu baixo ventre e perguntei acariciando seu pau por cima da calça:
Sem deixar de massagear sua vara, eu já fora de si disse:
    - Então me come, papai! Faz tempo que eu quero dar pro senhor. Vem me arregaça fode comigo, me faz sua putinha !
Tentei desafivelar o cinto da sua calça e Marcos então, meio abobalhado, resolveu facilitar. Ele mesmo soltou o cinto, abaixando a calça e cueca. O cacete duro se mostrou, majestoso, denunciando seu desejo e tesão. Me inclinei em direção ao seu colo, peguei naquela maravilha dizendo:
    - olha tio... que lindo grande e grosso está até pulsando. Está implorando por um trato. Peguei no pau dele e chupei, engoli, me babei toda. Sei bem como os homens endoidecem ao receber um boquete. Segurei na base inchada, evitando de masturbá-lo para que não gozasse logo. O que eu queria era aquela beleza dentro de mim                  
    No motel, fomos jogando as roupas e nus, entramos no box onde tomamos uma ducha a dois. Mal consegui lavar a bocetinha, com seus dedos bolinando e atrapalhando. A água escorrendo em nossos corpos, ele beijando pescoço, seios, barriga, ventre e já agachado, começou a me chupar. O contato daquela língua quente me enlouquecia.
    O tesão era tanto que eu rebolava. Coloquei as mãos em sua nuca, apertando o rosto na minha vulva. Não demorou para eu ter o primeiro orgasmo na boca do amigo do meu pai. Forte, intenso, arrebatador. A ponto das pernas amolecerem. Acabei cambaleando e tive que soltar sua cabeça para apoiar na parede.
    Ele sentiu meu desequilíbrio e enlaçou firmemente minhas pernas. Ficou de pé e me beijou. Trocamos beijos sôfregos, molhados. O cacete rígido tocou os lábios da minha buceta, mexi o quadril para ser penetrada. Era a primeira vez que eu fazia assim, de pé. A ponta rombuda roçava a entrada e mal entrava.
    Para facilitar, virei de costas para ele, me apoiei na parede, abaixei o tronco e empinei a bunda. Sei como tal posição deixa o homem louco de tesão. De macho dominador agarrando a cintura e controlando a fêmea submissa. No meu caso bem putinha e safada. No pequeni espaço do box, debaixo da água do chuveiro, ele meteu novamente. Dessa vez de forma profunda, fazendo seu pau duro preencher minha buceta.
    Começou devagar, metia e parava, fazia carinhos, dava tapas na bunda. Dizia que eu era uma vadiazinha gostosa. Eu ali quieta e imóvel, só recebendo suas estocadas. Deixando que me possuísse com quisesse , extravasando todo desejo. Tirei uma das mãos de apoio na parede e passei a acariciar meu grelo. Isso aumentou ainda mais a sensação de prazer extremo.
    Em boa hora porque julio enfiou fundo e parou. Sinal que tinha gozado. Seu cacete de avolumou dentro de mim. Deu para sentir que pulsava, soltando jatos de sêmen. Me senti inundada. Ele arfava e eu gemia. Só pedi e implorei para que ele não parasse:
    - Vai, não para! Mete, mete vai, não para!
    Julio atendeu socando mais lento do que eu desejava. Mas foi suficiente para me levar ao êxtase novamente. Caracas, que gozo insano. Pensei que ia desmaiar. Tive de me apoiar tanto na parede que até encostei a cabeça nela. Minha respiração estava a mil, buscando mais ar. Enquanto isso, o cacete dele, meio mole escorregava para fora de mim.
    Usamos a cama só para descansar. Soube então que a esposa dele é daquelas certinhas que não chupa e nem faz anal. Quando eu disse que amo mamar e da o cu, seus olhos brilharam. E ate hoje julio me come agora junto com o bob.....e outros amigos casados. Hj eu sou a rainha dos coroas casados.....


Apressada, fui para a rampa e deslizei na água. Acabei entrando de mal jeito, toda estabanada. Quem viu deve ter rido com gosto. Senti duas mãos me segurando pelo tronco, ajudando a me erguer. Na hora pensei: ¨Aff! O Lucas de novo! O danado aproveitando para tirar uma casquinha¨;
    Me desvencilhei com violência, pronta pra dar um chega pra lá nele. Quando abri bem os olhos, levei um susto. Era o pai de família! Fiquei sem fala, sentindo um leve rubor na face.
    - Tudo bem como você?
    Foram as primeiras palavras que ouvi dele. Que voz gostosa! Meu corpo tenso relaxou na hora. Sua mão tocava meu corpo e o contato agora era diferente. Que despertava a libido. Meio abobalhada na hora, só fiquei ali zonza, olhando seu rosto. O corpo achegou mais, de forma involuntária.
    Quando ele percebeu que a esposa nos olhava, me soltou rapidinho. Afastou indo em direção dela e das crianças. Ela devia estar perguntando de mim, já que enquanto falava, olhava em minha direção. Sei lá que explicação ele deu.
      Fui ao bar e pedi emprestado uma caneta. Num pedaço de papel que estava no chão, escrevi meu nome, zap e pedi para me contatar. Quando deu uma chance, passei o papel sem que a mulher dele visse.
      No vestiário, ao pegar o celular, já tinha um recado. Dizia que chamava Rubens e queria conversar comigo. Porém, a esposa era ciumenta e teria que ser num outro dia. Perguntei quando estaria livre para me encontrar. Queria marcar para o dia seguinte, porém eu tinha plantão.
      Três dias depois, na minha folga, nos encontramos no terminal central. Em pleno dia de semana, ele deveria estar gazeteando serviço. Me deu um beijo apressado e sem dizer nada, já foi para a Avenida Contorno, rodovia 324, região de motéis. Eu pensando que iríamos para um shopping.
      Por mim, solteira livre e desimpedida, tudo bem. Ele que por ser casado, não poderia ser visto em local público. Assim, me deixei ser levada, apesar de achar que estava indo rápido demais.
      Pouco sabia do Rubens. Seu jeito seguro de quem sabia o que estava fazendo, era um tanto intimidador. Devia ter certeza que iríamos transar, já que quem tomara a iniciativa tinha sido eu.
      Quando desligou o carro na garagem da suíte do motel, ele se transformou. Veio me agarrando, dizendo que estava louco por mim desde que me viu. Logo estávamos trocando beijos e amassos, com as mãos passeando sôfregas pelo corpo do outro. Entramos no quarto como dois malucos, tirando as roupas. Nem fechamos a porta.
      Enquanto me beijava, ele me prensou na parede. Seu mastro duro já roçava a minha buceta melada, tentando me penetrar, deixei que entrasse em mim. Ali mesmo, de pé, trocando beijos. O pau movendo de baixo para cima, toca partes mais sensíveis da bocetinha. Tive o primeiro orgasmo. Nem assim, o fogo apagou. Rubens continuou estocando, dizendo o quão gostoso estava a transa. Que eu era linda, gostosa. Um monte de elogios. Não demorou para avisar que ia gozar. Depois de uma socada mais funda, parou. Ficamos nos beijando com ele dentro de mim.
            Conversamos bastante, podendo então nos conhecer melhor. Ele era bem casado, porém, gostava de ter aventuras fora. Tranquilizou quando eu disse que entre nós seria apenas sexo, sem maiores consequências.
      Deitamos na cama, continuando a conversa, entre beijos e amassos. Ele tomou a iniciativa de me chupar retribui com um delicioso 69. Acabei tendo outro orgasmo uma gosada avassaladora jorrando meu suco na boca dele. Foi quando ele falou, quero comer teu cu, guria: fiquei de quatro ali no chão mesmo, empinando e abrindo toda minha bunda ele tirando pra fora uma pica grossa, veiuda, maior e mais grossa que a do meu BOB, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ele se aproximou, pegou no cabelo longo de Maria Júlia com firmeza e guiou a boca dela direto pro pau dele. - Chupa essa pica, sua putinha safada. Enquanto seu namoradinho te fode por trás, eu vou encher essa boquinha gulosa - ele ordenou, voz grossa de tesão.
Ela abriu a boca e engoliu a pica dele até onde conseguia, a língua girando no grelinho da cabeça, chupando com vontade, saliva escorrendo pelo queixo, fazendo barulho de sucção molhado. Vítor continuava metendo na buceta dela, mas dava pra ver na cara dele que a parada tava pesada. Os gemidos dela vibravam ao redor da pica do estranho, - Mmmph... ahhh... - e o corpo dela tremia entre os dois paus. Mas Vítor não aguentou. A pica dele amoleceu, ele saiu de dentro dela com uma cara de derrotado total, o pau murcho na mão, se afastando um passo e sentando numa pedra ali perto, só olhando.
O estranho riu baixo, assumindo o controle total. - Se você não consegue comer ela direito, sai de perto e fica vendo eu comer ela e fazer ela gozar de verdade, seu corno. Olha bem como se faz - ele falou pro Vítor com deboche na voz, dando um tapa leve na bunda de Maria Júlia.
Ele virou ela, prensou o corpo dela contra o tronco da árvore, levantou uma das pernas dela bem alto, segurando firme pela coxa, e enfiou a pica grossa na buceta encharcada com um golpe fundo e bruto. - Porra, que buceta apertada e quente... tá me engolindo inteiro, sua vadia. Vou te comer como se fosse seu dono agora - ele rosnou, começando a socar sem piedade.
Os peitos dela balançavam a cada estocada, ele pegava neles com força, apertando os mamilos duros, dando tapas que deixavam a pele vermelha. Puxava o cabelo dela pra trás, mordia o pescoço, chupava e deixava marcas roxas enquanto metia sem parar. O som das peles batendo era alto, slap slap slap, misturado com o barulho molhado da buceta dela que escorria suco pelas coxas. Maria Júlia tentou se segurar no começo, mãos cravadas na casca da árvore, mas logo tava perdida. - Aaaahhhh! Porra... me fode mais forte... sua pica tá me rasgando toda... ahhh... - ela gemia desesperada, jogando a cabeça pra trás, empurrando os quadris contra ele.
Vítor só ficava lá, olhando, mão no pau murcho, sem conseguir fazer nada. O estranho não parava, girava a pica dentro dela, roçando no ponto que fazia ela ver estrelas, batendo fundo no fundo da buceta. O primeiro orgasmo veio forte, subindo do grelinho latejando até o ventre. Maria Júlia tremeu toda, pernas bambas, buceta apertando a pica dele como um punho. - Eu tô gozando! Aaaaaahhhhhh! Meu Deus... que delícia... minha buceta tá pulsando... porraaaa! - ela berrou, corpo convulsionando, sucos escorrendo forte pelas coxas, molhando as bolas dele.
Ele não deu trégua, continuou socando mais rápido, mais fundo, suando, grunhindo. - Isso, goza na minha pica, sua cachorra. Seu namorado nunca te fez gozar assim, né? Olha pra ele enquanto eu te destruo - ele zombava, dando mais tapas nos peitos, mordendo o ombro dela.
O segundo orgasmo veio logo em seguida, ainda mais intenso, o corpo dela se contorcendo inteiro. Ela sentia o cu piscando de tanto prazer, a buceta jorrando. - Porraaaaa! De novo! Me fode, me fode sem parar! Eu sou sua puta agora... aaaahhhh! Não para... - os gemidos eram desesperados, voz rouca, cabeça jogada pra trás, unhas cravadas na árvore.
Vítor assistia tudo, cara vermelha de humilhação, mas não conseguia tirar os olhos. O estranho ria baixo e metia mais forte, segurando a perna dela mais alto, quase dobrando ela contra a árvore. O terceiro orgasmo foi o mais bruto, ela sentiu como uma onda que quebrou tudo. As pernas cederam de vez, o corpo tremendo incontrolável, visão borrada, buceta esguichando um pouco de tanto prazer. - Aaaaaaiiiii! Eu tô gozando de novo! Porra... sua pica é foda... me enche... aaaahhhh! Meu cu tá piscando... eu não aguento mais... - ela gritava, lágrimas de prazer escorrendo, xoxota escorrendo grossa pelas coxas até os tornozelos.
Só depois disso o estranho gozou, metendo fundo e enchendo a buceta dela de porra quente, jatos grossos que transbordavam e escorriam junto com os sucos dela. Ele puxou a pica devagar, deu um tapa final na buceta inchada e sorriu. - Boa menina. Agora arruma essa buceta e volta pra trilha como se nada tivesse acontecido.
Eles se arrumaram em silêncio, Maria Júlia com as pernas moles, buceta latejando, marcas no pescoço e peitos. Vítor não disse uma palavra, só seguiu atrás. O estranho sumiu no mato como apareceu. Hoje Maria Júlia e Vítor não estão mais juntos, mas ela não se arrepende nem um pouco de ter deixado aquele cara fazer o que fez. Pelo contrário, toda vez que lembra, a buceta dela molha de novo só de pensar na pica dele tomando conta dela enquanto o namorado assistia.

Foto 1 do Conto erotico: Meu fetiche são homens maduros e casados

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu fetiche são homens maduros e casados

Codigo do conto:
259843

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
19/04/2026

Quant.de Votos:
1

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