Me arrombando gostoso no banheiro da igreja!


Eu sou a CRIS, nos contos anteriores me descreve bem...mas adianta que sou bem putinha adoro uma sacanagem....sexo comigo não tem limites adoro de tudo....esta história aconteceu comigo quando eu tinha só 15 aninhos. sempre fui bem safadinha desde bem novinha, sempre adorei sacanagem passava o dia todo imaginando e planejando alguém me fudendo em locais inusitados, sempre tive um desejo incomum por homens mais velhos e de preferência bem casado, desta vez vou contar uma sacanagem pesada dentro de um lugar incomum, porque essa história é pura putaria. Eu me criei dentro da igreja, quase todos os dias acompanhava minha mãe. Mas quando eu cai em a consciência e comecei a despertar na adolescência, a religião virou só uma lembrança, ajoelhando, cantando louvores etc... E foi exatamente por causa disso que fazendo muitas sacanagens com os outros garotos da igreja, despertei meus desejos ao sexo de todas as formar que conheço hoje.
    Certo dia na semana de meus 15 anos, quando eu tava em uma rodada de amigas no fundo da igreja,   e vi aquele senhor entrando com a esposas e filha, uns 45 anos moreno....alto, forte, corpo malhado um brutamontes lindo, ele passou me olhou de uma forma que me senti sem roupa, na hora me deu um arrepio que molhou minha calcinha, não foi a primeira vez mas desta vez eu tava entusiasmada porque no dia anterior ele me pegou no corredor do banheiro me empurrou pra dentro baixou a calça e cueca, puxou meus cabelos mandou eu mamar a pica dele....eu me assustei não falei nada me ajoelhei e mamei aquela rolona grossa mal a cabeça entrou na minha boca....minha bucetinha fervendo e eu engasgada com a metade dentro tocando minha garganta....jorrou um jato forte intenso, engasguei tentei tirar ele me da um tapa forte e manda eu engolir tudo...mas dois tapas...engoli...limpei...outro tapa ele diz muito bem minha puta...no próximo culto venha de vestido e sem calcinha....venha pro banheiro e me espere de 4....entendeu ? respondi entendi...ele saiu voltou para o lado da esposa eu fui para minha turminha, buceta ardendo querendo meter.....voltei para o banheiro   tirei minha calcinha e fiquei la imaginem só eu dentro do banheiro de igreja,    Quando eu me olhei no espelho, já senti a xana latejando. - Porra, CRIS, você é uma vadia mesmo, hein? – eu sussurrei pro reflexo, mordendo o lábio.
Orações tocando alto, e eu imaginando auqle rolona entrando fundo na minha xana quase virgem apertada. Meu grelinho tava inchado pra caralho, roçando no fio da calcinha a cada movimento. Eu sentia o melzinho escorrendo, molhando a virilha.    , fechei a porta com o trinco e encostei na parede, respirando pesado. - Caralho, tô tão molhada que minha calcinha tá grudada na buceta – eu murmurei baixinho. Comecei a olhar em volta desesperada. Armário de limpeza, e lá estava ele: o desentupidor de pia, cabo de madeira liso, um pouco grosso, ponta arredondada. Parecia novinho. Meu estômago deu um nó de tesão e desejo.
Peguei ele - Isso é nojento, cris, tem germe pra caralho... mas olha esse cabo... perfeito pra rasgar minha xana e meu cu – eu pensei, mordendo o lábio até doer. Peguei papel toalha, sabão. Depois cuspi bem no cabo, lambuzando ele com minha saliva quente. - Vai, sua puta, molha esse pau de madeira pra ele entrar lisinho na sua bucetinha pecadora – eu falei baixinho pra mim mesma. Puxei o vestido pra cima, desci a calcinha até os joelhos. Minha xoxota tava inchada, os lábios vermelhos e brilhando, o grelinho duro pra caralho, um fio grosso de mel escorrendo pela coxa. Eu me curvei, pernas abertas, segurei o desentupidor contra a parede e alinhei a ponta na entrada da minha xana.
Empurrei pra trás devagar. - Aaaaiii... porra... tá entrando... – gemi baixinho quando a ponta grossa forçou meus lábios e abriu caminho. Senti a madeira lisa deslizando, esticando minha buceta apertada. - Oh que delícia... tá fundo já... – eu revirando os olhos. Empurrei mais, até sentir a ponta batendo no colo do útero. Dor misturada com prazer bruto, aquele desconforto gostoso que faz a gente querer mais. Comecei a quicar devagar, quadris rebolando, o cabo entrando e saindo com um barulhinho molhado. Meus peitinhos balançavam dentro do vestido, bicos duros roçando o tecido fino. - Mais fundo, caralho... me fode com essa tua picona seu casado safado.. – eu sussurrei, aumentando o ritmo. Minha buceta babava, suco escorrendo pelo cabo, pingando no chão do banheiro. , e eu tava ali, quicando feito uma cadela no cio.
Parei de repente, puxei o desentupidor pra fora com um ploc molhado. Meu suco escorria grosso pelas coxas. - Agora o cu... eu quero sentir meu cuzinho sendo arrombado bem aqui – eu disse, voz rouca. Dobrei os joelhos, alinhei o cabo encharcado de buceta apertada. Cuspi de novo, lambuzei bem o anel. Empurrei pra trás. A ponta forçou, resistiu, depois pop – entrou. - Aaaaahhh caralhooo! Tá abrindo meu cu! – eu gemi alto, quase alto demais. Senti a madeira grossa esticando meu intestino, preenchendo tudo. Dor queimando misturada com prazer insano. Revirei os olhos, baba escorrendo do canto da boca. Comecei a quicar com força, jogando a bunda pra trás, o cabo entrando até o meio, saindo quase todo, entrando de novo. - Que delícia... me fode o cu... arromba meu rabinho... – eu choramingava, voz entrecortada.
Minha xoxota tava com ciúmes, latejando, suco jorrando. Soltei uma mão e comecei a esfregar o grelinho com força, círculos rápidos, dedos melados. Coxas tremendo, joelhos fraquejando. O barulho da igreja entrava pela porta: hinos, aplausos. E eu ali, - Aaaaiii porraaa... tô gozando... tô gozando pelo cu com um desentupidor! – gritei baixinho, corpo convulsionando. O orgasmo veio forte, minha buceta esguichando pra caralho, jatos quentes batendo no chão, formando uma poça. Meu cu apertava o cabo com tanta força que eu pensei que ia quebrar. - Ohhh
... tá saindo tanto... minha buceta tá esguichando tudo... – eu gemia, baba literal escorrendo pelo queixo, olhos revirados.
Não parei. Continuei quicando, mais rápido, mais fundo. O cabo entrava e saía do meu cu com barulho obsceno, molhado de buceta e saliva. Esfregava o grelinho sem parar. Outro orgasmo veio rápido, mais forte. - Caralhooo... de novo... tô gozando de novo no banheiro da igreja! – eu gritei entre dentes, corpo inteiro tremendo, pernas molhadas de esguicho. A poça no chão cresceu, meu vestido florido sujo de gotas. Meu cu piscava, agarrando o cabo, sugando ele pra dentro. Eu sentia cada veia da madeira, cada centímetro esticando meu rabinho.
Depois do terceiro orgasmo eu tava um trapo, pernas bambas, respiração ofegante. Puxei o desentupidor devagar. Ele saiu do meu cu com um ploc alto, seguido de um pum molhado de ar e suco. - Porra... que bagunça... – eu ri baixinho, humilhada e excitada, meu cu aberto que ainda pulsava. O chão? Tentei secar a poça com mais papel, mas ficou marcado. Puxei a calcinha pra cima, o fio entrando na fenda molhada. Ajeitei o vestido, olhei no espelho: bochechas vermelhas, cabelo bagunçado, olhos brilhando de puta saciada. Voltei pro banco mancando um pouco, sentindo os dois buracos latejando, vazando devagar. Sentei no banco de madeira, o suco quente molhando a madeira. O resto do culto foi um tormento gostoso: cada vez que eu me mexia, sentia o cu aberto, a buceta inchada roçando a calcinha. Meu grelinho ainda sensível. Eu cruzava as pernas e apertava, moendo devagar, discreta,.
Quando o culto acabou, eu levantei com as pernas fracas. Minha mãe perguntou se eu tava bem, eu só sorri – Tô ótima, mãe, só um pouco cansada da missa. – Por dentro eu pensava: - Cansada? Tô com o cu arrombado por um desentupidor e a buceta ainda pingando, a garganta arrombada por uma rolona, sua santa. No próximo conto com o membro casado da igreja me arrobou...
Foto 1 do Conto erotico: Me arrombando gostoso no banheiro da igreja!

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Me arrombando gostoso no banheiro da igreja!

Codigo do conto:
259262

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
12/04/2026

Quant.de Votos:
6

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4