À noite, depois do churrasco e umas cervejas, a casa estava cheia. BOB e LU sentaram no sofá grande, relembrando histórias antigas, rindo alto. Ela encostava o ombro nele, inocentemente, mas eu sentia aquele ciúme quente subindo, eu me controlava...mas estava foda aquela intimidade.
Em determinado momento, LU se levantou para buscar mais cerveja na cozinha. Foi aí que vi meu marido. BOB ficou olhando descaradamente pra bunda dela enquanto ela andava. A bermuda dele ficou marcando o pau duro, bem visível. Ele até arrumou a roupa rápido, tentando disfarçar, olhando pros lados pra ver se alguém tinha notado. Ninguém percebeu. Só eu. Fiquei quieta, sentindo uma mistura louca de raiva e um calor estranho subindo entre as minhas pernas. Não falei nada.
No outro dia, véspera de Ano Novo, todo mundo desceu pra piscina. O sol estava forte, a família toda reunida. Comecei a ficar puta da vida com as atitudes de engraçadinho do meu marido. Ele ficava o tempo todo fazendo piadinha com LU, rindo das besteiras dela, dando aquele olhar cúmplice. Decidi devolver na mesma moeda, mas de um jeito que ele não percebesse.
Fui me deitar na espreguiçadeira bem do lado do JULIO, de propósito. Meu marido estava na churrasqueira, virando carne, com LU e minha sogra do lado dele, os três rindo e contando histórias do ano. Eu, por outro lado, estiquei meu corpo bem na frente do noivo da prima.
— NossaJ ULIO... essa intimidade toda deles tá meio chata, né? — comentei baixinho, fingindo naturalidade, enquanto ajeitava o biquíni e empinava meus peitos grandes e naturais, arrumando o tecido que mal segurava eles.
O tarado não falou nada. Só ficou olhando descaradamente, com os olhos descendo pros meus peitos e depois pra minha bunda quando eu me virei de lado. Senti o olhar dele queimando. Só observou e concordou com poucas palavras.
À noite, na virada do ano, eu me arrumei pra valer. Coloquei uma saia branca curta e justa que marcava perfeitamente minha bunda grande e minhas pernas grossas. O tecido era fino, quase transparente quando a luz batia certo. BOB até elogiou, mas eu sabia que outros olhos também iam reparar.
Quando os fogos começaram, todo mundo foi pra rua em frente à casa pra ver. No meio da bagunça de abraços e “feliz ano novo”JULIO se aproximou. Desejou feliz ano novo pra mim com um abraço que durou um segundo a mais. A mão dele desceu pelas minhas costas e, sem ninguém perceber no meio da multidão, ele desceu um pouco mais, apertando de leve a curva da minha bunda por cima da saia branca.
Senti um choque. Minha calcinha molhou na hora, toda encharcada. Minha buceta piscou involuntariamente, latejando de tesão e adrenalina. Olhei pro lado e vi BOB abraçando LU, rindo alto com ela. O ano novo mal tinha começado e eu já estava molhada pra caralho... e com uma vontade perigosa de continuar marcando território... ou talvez de perder um pouco o controle.
Depois dos fogos, todo mundo estava alterado, rindo alto, bêbado e animado. O corno do meu marido, ainda com o gracinha com todo mundo, inclusive com LU, disse:
— Vou ali comprar mais cerveja gelada, senão vai faltar!
Pra variar, a priminha querida dele logo se ofereceu:
— Eu vou junto! E as crianças querem dar uma volta também!
Eu sorri por fora e disse calmamente:
— Pode ir, amor. Eu fico aqui conversando com sua mãe.
JULIO, que estava jogando truco com os tios na mesa da varanda, falou sem nem olhar direito:
— Eu continuo aqui, tô ganhando essa rodada.
Alguns minutos depois, vi JULIO se levantar e subir as escadas. Falei que ia ao banheiro e fui atrás. A casa estava completamente vazia. Todo mundo estava na área de lazer lá fora, rindo e bebendo. Éramos só nós dois no andar de cima. Entrei rápido no quarto de hóspedes, tirei a calcinha branca que estava completamente melada de porra — minha buceta inchada e babando de tesão desde que ele apertou minha bunda e fiquei sem nada por baixo da saia curta. A buceta e encharcada sentia o ar fresco subindo. Quando saí no corredor, dei de cara com JULIO voltando com o carregador na mão. Ele levou um susto:
— Caralho, CRIS! Quase me matou de susto...
Eu ri baixinho, safada:
— Tá devendo alguma coisa pra ficar assustado assimJULIO?
Ele não respondeu de imediato. Ficamos ali no meio do corredor vazio, o clima pesando. Eu me aproximei um passo e perguntei direto:
— Por que você passou a mão na minha bunda na hora dos fogos?
JULIO respirou fundo, o pau já marcando na bermuda:
— Porque eu não aguentei, porra... Essa bundona sua tá me deixando louco desde que cheguei.
E sem pedir licença, ele passou a mão de novo, agora com mais força, apertando minha bunda gostosa por cima da saia branca. Eu não pensei duas vezes. Ergui a saia devagar, mostrando minha buceta, inchada e brilhando de tesão. JULIO não falou nada. Caiu de boca ali mesmo, no meio do corredor.
— Então chupa, vai… prova a buceta do corno.
A língua quente dele abriu meus lábios e começou a chupar minha buceta com fome, sugando meu clitóris e enfiando a língua fundo enquanto apertava minha bunda com as duas mãos.
— Aaaahh... porra... que delícia — gemi baixinho, segurando a cabeça dele.
Não aguentei e sussurrei:
— Vai rápido JULIO me fode logo antes que esse corno do BOB o volte e a corninha da sua noiva tambem...
Ele se levantou, abriu a bermuda e tirou aquele pau duro pra caralho, torto pro lado. Segurou minha nuca e mandou:
— Chupa. Chupa MINHA PICA enquanto eu fico de olho na escada.
Eu me agachei como uma vadia no cio e engoli aquele pau até o fundo da garganta. Chupei ele como se fosse o fim do mundo — babando, gemendo, passando a língua na cabeça e descendo até as bolas.JULIO gemia baixo, segurando meu cabelo, fodendo minha boca devagar e batendo o pau na minha cara enquanto vigiava.
— Isso... engole esse pau, sua putinha vagabunda, roleira...
Ele me levantou, me colocou sentada na mesinha do corredor, abriu minhas pernas e ergueu a saia branca até a cintura. Puxou meus peitos pra fora do decote e começou a meter. O pau dele abriu minha buceta molhada de uma vez, esticando tudinho.
— Ai que delícia... me fode...julioooooo...... — gemi baixinho.
JULIO me comia gostoso, metendo fundo com as bolas batendo na minha bundinha. Eu siriricava no pau dele, rebolando, apertando a buceta enquanto ele chupava meus peitos com fome. De vez em quando a gente parava e ficava ouvindo se tinha alguém subindo. Depois voltava ainda mais safado. Eu gozei gostoso pra caralho no pau dele, tremendo inteira, buceta espremendo e esguichando um pouco enquanto mordia o ombro dele pra não gritar.
— Gozei... porra, gozei no seu pau... – eu disse suada e com a buceta melada pingando no pau dele.
JULIO tirou rápido, segurou meu queixo e mandou:
— Fica de quatro vou comer teu cu vadia.....cai no chão de quatro abri a bunda com as mãos e gritei meto logo ....fode meu cu porrrda...vem sagado fodeeee.....ele meteu de uma so vez rasgando meu cu e eu dando um grito de dor e prazer....ele socando violentamente sem parar ate o gozo.....na hora ele tirou me puxou pelos cabelos e mandou....abre a boca vadia queo gosar na tua garganta....
Eu abri, com a língua pra fora, olhando pra ele como uma vadia. Ele bateu o pau na minha língua e gozou forte, jatos grossos e quentes de porra enchendo minha boca. Engoli tudinho, limpando o pau dele com a língua, sem desperdiçar uma gota. A gente se arrumou rápido e descemos um de cada vez pra onde todo mundo tava. Eu ainda sentia o gosto da porra dele na garganta quando descemos.
O corno do meu marido BOB e a priminha noiva do JULIO ainda nem tinha voltado da compra de cerveja.
...
No outro dia enquanto o corno do meu marido estava fora de casa, eu mandava essas fotos no Whatsapp do julio.




