Meu chefe meu dono


Era fim de expediente, escritório quase deserto. Tranquei a recepção e fui pra sala de do Sr. Carlos meu chefe, o salto baixo dos meus sapatos ecoando no corredor vazio. O ar ali era mais fresco, mas o ambiente parecia pesado, carregado de tensão. Carlos estava de pé, a camisa social meio desabotoada, mostrando um peito peludo e uma barriga que não era exatamente atraente. “Fecha a porta,” ele mandou, com um tom autoritário que me fez tremer. Eu obedeci, sentindo o calor subir no meio das pernas, a buceta melada molhando a calcinha vermelha que BOB me deu no nosso último aniversário de casamento.
“Tô precisando relaxar,” ele disse, me olhando de cima a baixo, como se me despisse com os olhos. “E ouvi dizer que você é uma vagabunda louca por pau.” As palavras me acertaram como um soco, PENSEI “PUTS.... alguém contou pra ele que to fudendo com todos do escritório” mas, em vez de raiva, senti um fogo acender. Também nem adianta tentar descobrir porque já dei pra 12 homens e 2 meninas daqui. Minha buceta pulsou mais forte, o tesão me dominando. Eu não disse nada, só mordi o lábio, deixando ele continuar. Ele riu, um riso sujo, e se sentou na cadeira, apontando pro chão na frente dele. “Tira a saia, puta vadia.” Eu puxei a saia pra baixo, deixando-a cair no chão, ficando só de calcinha vermelha e blusa. Ele me olhou, os olhos brilhando de desejo. “Ajoelha,” ele ordenou, e eu obedeci, o chão frio contra meus joelhos, a buceta pingando dentro da calcinha.
Ele abriu a calça, e o pau dele pulou pra fora. Não era muito grande, menor que o de Felipe do almoxarifado, mas era grosso, com veias saltadas, a cabeça vermelha brilhando de tão dura. “Chupa, sua puta,” ele disse, segurando meus cabelos com uma mão. Eu engoli aquele pau grosso, sentindo ele encher minha boca, a textura quente e salgada contra minha língua, cheiro de mijo mas gostoso . Ele puxou meus cabelos, forçando minha cabeça pra baixo, e fodeu minha boca com força, sem delicadeza. Eu engasgava, a saliva escorrendo pelo queixo, pingando nos meus peitos, mas continuava chupando, com vontade, querendo agradar, querendo me perder. Minha buceta estava encharcada, a calcinha melada, e eu gemia baixo, o som abafado pelo pau dele. “Isso, engole tudo, sua vagabunda,” ele rosnava, metendo mais fundo, a cabeça do pau batendo na minha garganta, deu dois tapas forte na minha cara, dei um gemido forte de prazer
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos, os dedos apertando meus cabelos, e fodeu minha boca como se eu fosse um objeto. Eu sentia o pau dele pulsar, inchando, e então ele gozou, uma porrada de porra quente jorrando na minha garganta. Era tanta porra que escorreu pelos meus lábios, pelo queixo, pingando no chão e na minha blusa. Eu respirei pesado, o gosto salgado na boca, o rosto melado, os olhos ardendo. Ele me olhou, rindo, e cuspiu na minha cara. “vagabunda,” disse, o cuspe se misturando com a porra, escorrendo pelo meu rosto. Eu deveria ter odiado, deveria ter me levantado e saído, mas minha buceta pulsava, o tesão me consumindo. Eu gostava da humilhação, do jeito que ele me fazia sentir suja e viva.
Ele se levantou, fechou a calça, e disse, casual, como se nada tivesse acontecido: “Te dou uma carona hoje, depois do trabalho. Não limpa essa cara ainda.” Eu assenti, limpando o rosto com a mão, sentindo a porra e o cuspe grudados na pele. Voltei pra recepção, a bunda tremendo, a buceta encharcada, e passei o resto do expediente com o coração na boca, o corpo ainda quente. Quando sai, Carlos estava no estacionamento, . Entrei no carro, a saia subindo pelas coxas, e ele nem me olhou, só acelerou.
Dirigimos em silêncio por alguns minutos. Então, ele falou, sem tirar os olhos da rua: “Chupa meu pau, vadia.” Eu não hesitei. Me curvei no banco do passageiro, abri a calça dele, e o pau grosso já estava duro de novo, pulsando na minha frente. . A cabeça do pau batia na minha garganta, a saliva escorrendo, e eu chupava com vontade, . Ele segurava meus cabelos com uma mão, a outra no volante, e dizia: “Porra, que boca gostosa, sua vadia.” Eu sentia a buceta melada, pingando na saia, o tesão me fazendo gemer contra o pau dele.
Quando paramos na frente da minha casa, era noite. A rua estava escura,   ao longe e o brilho fraco de um poste. “Sobe em mim,” ele mandou, reclinando o banco do motorista. Eu tirei a calcinha vermelha, jogando-a no chão do carro, e subi no colo dele, a saia amassada na cintura. Minha buceta, melada e quente, engoliu o pau grosso dele com facilidade, e eu comecei a cavalgar, rebolando devagar, depois mais rápido, sentindo ele me preencher. Ele me xingava, “vadia, rebola, sua puta, na frente tua casa pro corno saber q tu é puta de verdade...,” e dava tapas na minha bunda, cada um mais forte, a ardência me fazendo gemer alto. O carro balançava, o couro do banco grudando na minha pele suada, e eu gozei, a buceta apertando o pau dele, o corpo tremendo, as unhas cravadas nos ombros dele.
“Vou te engravidar, sua vagabunda,” ele rosnou, segurando meus quadris com força, e gozou dentro de mim. A porra quente encheu minha buceta, escorrendo pelas coxas quando levantei, pingando no banco do carro. Eu respirei pesado, o corpo mole, a bunda ardendo dos tapas, a buceta pulsando de prazer. Ele me empurrou pro banco do passageiro, dizendo: “Desce, vadia leva meu gozo pro corno lamber....amanha vou arrombar teu cu....” Desci do carro, as pernas fracas, a saia amassada, a porra de Carlos escorrendo pelas coxas, buceta inchada.
      Entrei em casa, o coração disparado, a culpa e o tesão brigando dentro de mim. BOB estava no sofá, assistindo ao jogo da copa. Ele me olhou, e “Tô com saudade, amor,” ele disse, se levantando e me puxando pra um beijo. O beijo dele era quente, ardente, a língua invadindo minha boca, e eu senti a porra de Carlos ainda dentro de mim, a culpa me apertando. “Vou tomar banho,” murmurei, escapando pro banheiro. No chuveiro, lavei tudo — a buceta, as coxas, o rosto —, tentando apagar as evidências. A água quente escorria pela minha pele, mas não levava o fogo que queimava dentro de mim.......e esta depois que meu chefe me comeu.....fiquei sendo a puta só dele na empresa....e falava pros outros “ quem comeu, comeu quem não comeu não come mais ....”

Foto 1 do Conto erotico: Meu chefe meu dono

Foto 2 do Conto erotico: Meu chefe meu dono

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Comentários


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danker Comentou em 11/07/2026

Delícia demais




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Ficha do conto

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elamanaus

Nome do conto:
Meu chefe meu dono

Codigo do conto:
266922

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
11/07/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
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