Em determinado momento, passa pela entrada um casal que eu sempre via quando treinava naquele período. Eles eram relativamente jovens, não tinham mais que 25 anos. Ambos chamavam a atenção pela beleza e, consequentemente, formavam um par deslumbrante. Os dois tinham mais ou menos a mesma altura, por volta de 1,75m.
Ela, branca, de cabelos longos e escuros, possuía lábios que prendiam a atenção de qualquer homem mais atento. Seu corpo era bem trabalhado, com seios fartos e a bunda firme.
Ele não ficava atrás no quesito beleza. Branco, com cabelos curtos castanho-claros, quase loiros. Tinha o corpo malhado na medida certa, sem exageros: peitoral e abdômen trincados, pernas e braços bem torneados. Andava sempre com um volume perceptível entre as pernas, e sua bunda também era bastante atraente.
Logo que passaram pela entrada, os dois trocaram um selinho rápido e seguiram para seus respectivos treinos. Ela subiu as escadas para o segundo andar, provavelmente para a aula de spinning. Ele caminhou em minha direção; eu estava fazendo supino com halteres e, naquele momento, descansava para iniciar a próxima série.
— Opa! Tudo bem? — ele perguntou ao chegar ao meu lado.
— E aí! Tudo tranquilo, e contigo? — devolvi o cumprimento.
— Tranquilo também — respondeu ele. — Você se importaria de revezar o exercício comigo? Uso a mesma carga que você.
— Claro que não! Inclusive, estou descansando agora. Pode fazer sua primeira série — eu disse.
Cedi o lugar para ele, que logo se posicionou. Ajudei-o com os halteres e observei atentamente enquanto ele realizava a série; a beleza dele realmente era de chamar a atenção. Assim que ele terminou a última repetição, peguei um dos halteres de sua mão para ajudá-lo a descer, e ele soltou o outro no chão.
— Valeu! — disse ele, estendendo a mão. — Me chamo Gabriel — finalmente se apresentou.
— Pode me chamar de JV — respondi, apertando a mão dele.
Então, foi minha vez. Assim que terminei a série, deixei os halteres e fiquei em pé ao lado dele, dando aquela conferida no peitoral pelo espelho. Notei, pelo reflexo, que ele também me secava com o olhar.
— Você tem um corpo maneiro. Treina há muito tempo? — perguntou, puxando assunto.
— Desde a adolescência — respondi. — Mas você também não fica atrás. Deve treinar há um bom tempo.
— Desde a adolescência também. Deve ter uns dez anos, mais ou menos.
— Bom, o treino está funcionando — comentei com um sorriso simpático.
Ele agradeceu e devolveu o sorriso, com um brilho no olhar:
— Está funcionando para nós dois!
Fizemos mais uma série e continuamos a bater papo durante o curto intervalo de descanso. Enquanto recuperávamos o fôlego para a última série, Gabriel apoiou as costas no banco e me encarou.
— E você, JV? Pelo horário e pela disciplina, imagino que não viva só de academia. Trabalha com o quê?
— Sou médico — respondi, dando um gole na água. — Terminei a residência em cardiologia e cirurgia cardiológica há uns dois anos e agora estou com o consultório bem encaminhado. Além dos plantões fixos e algumas cirurgias, atendo como clínico geral e, inclusive, faço o acompanhamento de alguns alunos aqui da academia. A rotina é pesada, por isso o treino é meu único momento de escape.
Gabriel ergueu as sobrancelhas, visivelmente impressionado.
— Médico? Caramba, agora o "corpo maneiro" faz sentido. Deve saber exatamente qual músculo está destruindo aqui. Eu ainda estou na fase de tentar não ser destruído pelos meus processos.
— Processos? Então temos um advogado na área? — perguntei com um sorriso de canto.
— Quase isso — ele riu, passando a mão pelo cabelo levemente suado. — Advogado em início de carreira. Abri um escritório com um colega faz pouco tempo. É aquele ritmo de matar um leão por dia para conseguir os primeiros clientes e não se perder nos prazos. É bem diferente da sua estabilidade, imagino.
— Não se engane, a estabilidade vem com uma carga de responsabilidade que às vezes pesa mais que esses halteres — brinquei, mas mantendo o tom sério. — Mas você tem cara de quem leva jeito. Direito exige uma certa... postura. E isso você tem.
Ele agradeceu ao elogio.
— Cara, já que você disse que atende como clínico geral... eu tenho sentido um certo incômodo. Acredito que não seja nada demais, mas talvez seja melhor dar uma investigada — comentou ele.
— Quando se trata de saúde, é sempre bom procurar um médico logo nos primeiros sintomas — respondi. — Seria algum incômodo muscular? — perguntei.
— É algo mais íntimo... — ele disse, parecendo ligeiramente constrangido.
— Entendi. Então faz o seguinte: vou te passar o WhatsApp do meu assistente, o Rafael. Vou avisá-lo que você entrará em contato e ele agenda uma consulta para você. Aí, discutimos isso melhor no consultório.
— Pode ser, então — ele concordou.
Passei o número para ele. Em seguida, continuamos nossos treinos. Alguns outros exercícios coincidiram, e nesses seguimos revezando e conversando; nos demais, cada um focava em sua série.
Após um tempo, terminei meu treino e me dirigi à saída, encontrando Gabriel pelo caminho. Ele já estava na companhia de sua namorada. Cumprimentei-a educadamente e me despedi dele com um breve "valeu".
Depois de passar em casa para um banho relaxante, segui direto para o consultório, onde teria um dia repleto de consultas. Cheguei com uma hora de antecedência em relação ao primeiro paciente. Rafael, meu assistente, já havia organizado tudo para o início do expediente; bastava revisarmos a agenda. O Rafa é um rapaz atraente de 22 anos, estudante de enfermagem. Além de competente, é bissexual como eu, por isso, vez ou outra, acabamos relaxando juntos.
Como o consultório ainda estava vazio, não me contive ao me aproximar: cumprimentei-o colando meus lábios nos dele em um beijo breve, porém intenso, que foi prontamente correspondido. Ao mesmo tempo, deslizei as mãos por dentro de sua camiseta, acariciando o abdômen que já ostentava um leve "trincado", fruto de seus treinos.
Assim que nos afastamos, perguntei se Gabriel havia entrado em contato. Rafa confirmou e disse que, inclusive, conseguira encaixá-lo no final da tarde, na vaga de um paciente que precisou remarcar.
O dia no consultório fluiu com a precisão de um relógio suíço. Entre uma ausculta e outra, as horas passaram rápido; o café na copa, os prontuários atualizados e a dinâmica eficiente com o Rafael mantiveram o ritmo constante. Atendi desde rotinas cardiológicas até casos clínicos mais simples, sempre mantendo a postura profissional que minha carreira sólida exigia.
O último paciente antes do Gabriel foi um senhor de idade, o Sr. Joaquim, cuja consulta de rotina se estendeu um pouco mais devido às suas histórias de juventude.
Quando finalmente encerrei o atendimento do Sr. Joaquim e o acompanhei até a porta, senti uma leve descarga de adrenalina. O consultório agora estava silencioso, restando apenas o som baixo do ar-condicionado e o clique das teclas do computador de Rafael na recepção.
— O próximo é o carinha da academia, doutor — disse Rafael, entrando na sala com a ficha de Gabriel em mãos. — Ele já está lá fora.
— Pode mandar entrar, Rafa.
Rafa conduziu Gabriel até meu consultório e nos cumprimentamos com um aperto de mão. Pedi que ele se sentasse e ficasse à vontade.
— Aceita uma água ou um café? — perguntei.
— Uma água seria bom — ele respondeu.
— Pode deixar que eu trago — disse Rafael, sempre prestativo.
Enquanto isso, iniciei o atendimento. Na primeira consulta de um paciente, gosto sempre de traçar um histórico familiar de saúde para ter uma base de trabalho. Fiz as perguntas de praxe: se havia histórico de doenças graves na família e coisas do tipo. Ele respondia a tudo gentilmente. Após essa etapa, fui direto ao ponto:
— Então, Gabriel, o que exatamente está te incomodando?
— Cara, é o seguinte... Durante o ato sexual com minha namorada, tenho sentido uma certa ardência na hora de ejacular — ele narrou, enquanto eu ouvia atentamente e fazia anotações em sua ficha.
— Bom, Gabriel, essa situação pode ser causada por inúmeros fatores, até pelos seus hábitos alimentares — comecei a explicar. — Mas, para termos certeza de que não é nada grave, vou precisar examiná-lo.
— Tudo bem! — disse ele.
— Já que é sua primeira vez aqui, vou aproveitar para fazer um check-up completo em você. Pode ser?
— Você é o médico, você quem manda — ele respondeu, com um sorriso simpático.
Ouvimos duas batidas leves na porta; em seguida, Rafa entrou com uma bandeja trazendo o copo de água para Gabriel.
— Rafa, aproveitando que você está aqui, pode preparar o aparelho de ultrassom, por favor? Vou precisar dele para examinar o Gabriel e também vou precisar da sua ajuda durante o procedimento — pedi.
— Claro, doutor. Vou deixar tudo pronto — ele respondeu prontamente.
Pedi para que Gabriel me acompanhasse até a sala de exames anexa ao consultório.
— Gabriel, vou precisar que você tire a roupa e se sente na maca, por favor — falei, esforçando-me para manter o tom mais profissional possível.
Rafa já estava na sala preparando o equipamento, o que pareceu inibir um pouco o Gabriel. Mas, logo em seguida, ele começou a se despir. Primeiro, retirou a camiseta, revelando o tórax e o abdômen perfeitamente esculpidos. Tirou os sapatos e desabotoou a calça, deixando-a deslizar até os pés para removê-la por completo.
Ver aquele homem apenas de cueca na minha frente, com o volume do seu pau marcando o tecido de forma evidente, fez meu coração acelerar. Ainda assim, mantive a postura. Ao olhar de soslaio, notei que Rafa também lançava olhares discretos, e percebi que ele começava a ficar excitado pelo volume que se formava em sua calça. Eu não podia culpá-lo; eu mesmo fazia um esforço tremendo para não transparecer minha excitação diante daquela cena.
Apesar da carga erótica que pairava no ar, foquei no meu papel. O objetivo era conduzir o exame com a maior naturalidade possível para que Gabriel não se sentisse desconfortável ou percebesse nossa agitação.
— Primeiro, vamos conferir o básico. Gabriel, por favor, suba aqui na balança — pedi, enquanto Rafael preparava o prontuário para anotar os dados.
Ele se posicionou e conferi seu peso e altura. Como eu já havia notado na academia, ele ostentava um porte físico atlético e equilibrado. Em seguida, pedi que ele se sentasse novamente na maca para aferirmos a pressão.
— Pode relaxar o braço esquerdo aqui... isso — instruí, sentindo o calor da pele dele sob meus dedos ao posicionar a braçadeira. O silêncio da sala era quebrado apenas pelo som do velcro e, logo depois, pelo esvaziamento lento da válvula. — 12 por 8. Pressão de atleta.
— Tento manter tudo em ordem, doutor — ele comentou, dando um sorriso de canto que parecia um pouco mais relaxado agora.
Peguei o estetoscópio, aquecendo a campânula levemente com a palma da mão antes de encostá-la em seu peito.
— Respire fundo... solte o ar devagar — comandei.
Enquanto eu escutava as batidas do seu coração, o som ecoava nos meus ouvidos com uma força impressionante. Era um ritmo firme, mas notei que estava um pouco acelerado, talvez pela situação ou pela minha proximidade. Rafael observava tudo de perto, entregando-me os instrumentos com uma eficiência mecânica, embora seus olhos não escondessem a fixação no corpo do rapaz à nossa frente.
— O coração parece ótimo, Gabriel — concluí, retirando o estetoscópio e mantendo o olhar profissional, embora minha mente estivesse em outro lugar. Agora, vamos investigar aquela queixa que você me relatou.
Sentei-me na cadeira e o encarei seriamente.
— Preciso que você tire a cueca e fique em pé na minha frente — instruí.
Ele desceu da maca e, lentamente, abaixou a peça, deixando-a deslizar até o chão. Foi impossível impedir que meu olhar fosse atraído para o seu pau; mesmo em repouso, ele era impressionante. Gabriel mantinha os pelos raspados, o que deixava a pele clara e a cabeça rosada, levemente exposta, em evidência. A anatomia era harmoniosa, com o tamanho do saco perfeitamente proporcional ao volume do pau.
— Gabriel, agora vou precisar examinar a região genital e os testículos. Tudo bem? — perguntei, buscando manter a voz firme. Ele apenas assentiu, visivelmente tenso.
Levei minha mão até ele. Ao primeiro toque, senti a pele quente. Comecei a apalpá-lo levemente, com cuidado clínico, e em seguida retraí o prepúcio para expor completamente a glande, verificando se havia algum sinal de inflamação ou secreção. Sob o meu toque, o membro começou a ganhar volume e a pulsar sutilmente.
— Nesse momento, você sente alguma dor ou desconforto? — questionei, sem desviar os olhos do que estava fazendo.
— Não... a ardência só vem mesmo na hora de gozar — ele respondeu, com a voz um pouco mais densa.
Mantive a concentração e passei a examinar o saco, massageando a região com cuidado para não machucá-lo. A essa altura, ele já ostentava uma semiereção evidente, reagindo involuntariamente ao toque das minhas mãos.
— Aparentemente, externamente está tudo bem, Gabriel. Mas agora quero realizar a ultrassonografia para termos certeza de que não há nenhuma inflamação interna nos canais — expliquei.
— Tudo bem, JV — ele assentiu, a voz agora saindo um pouco mais rouca.
Rafael o ajudou a se acomodar na maca novamente e aproximou o aparelho. Peguei o gel condutor e o apliquei diretamente na ponta do transdutor. Comecei a deslizá-lo suavemente sobre o corpo de sua pica e, em seguida, ao redor dos testículos. Mantive meu olhar fixo e atento na tela, procurando por qualquer anomalia, congestão ou irregularidade que pudesse explicar o desconforto que ele relatou.
Assim que terminei o exame, passei o transdutor para o Rafa. Peguei algumas folhas de papel-toalha e comecei a limpar o pau e o saco de Gabriel, removendo o excesso de gel com movimentos calmos, enquanto explicava a situação.
— Gabriel, aparentemente não há nenhuma lesão ou inflamação visível no pênis, nem nos testículos. Entretanto, esse incômodo que você descreveu pode indicar uma inflamação na próstata, algo como uma prostatite. Eu sei que você é um cara jovem, mas, nesse caso, eu recomendaria um exame de toque retal para descartarmos qualquer dúvida.
Ele ficou pensativo por alguns segundos, processando a informação enquanto eu terminava de limpá-lo.
— Se você acha necessário, doutor... não tem problema. Pode fazer o exame — ele assentiu, embora o tom de sua voz revelasse uma mistura de nervosismo e entrega.
— Gabriel, por favor, deite-se de barriga para cima. Apoie uma perna em meu ombro e a outra no ombro do Rafael — instruí, enquanto meu assistente se posicionava ao lado direito da maca. — Vamos flexionar seus joelhos levemente em direção ao peito; assim você ficará com a região mais relaxada e não sentirá dor.
Enquanto falava, calcei um novo par de luvas de látex. O som do material esticando contra minhas mãos pareceu ecoar no silêncio da sala, pontuando a expectativa que tomava conta do ambiente.
Peguei o lubrificante e apliquei generosamente no meu dedo indicador. E passei em volta de seu cuzinho.
— Você vai sentir um pouco de pressão e um gelado agora. Tente relaxar — murmurei.
No momento em que meu dedo penetrou, Gabriel soltou um arfar pesado, e seu corpo teve um leve espasmo. Quando meu dedo estava totalmente dentro do seu anus, comecei a realizar o movimento circular para palpar as paredes da próstata. Ao atingir o ponto exato, um gemido baixo e arrastado escapou de sua garganta. Notei que seu pênis, agora completamente ereto, pulsava contra seu próprio abdômen.
— J - JV... me desculpa, eu... — ele tentou dizer, com a voz embargada pelo constrangimento ao perceber sua própria excitação.
— Fique calmo, Gabriel — respondi com a voz suave, mas firme, sem interromper o estímulo necessário ao exame. — A próstata é considerada o ponto G masculino. Ela é cercada por terminações nervosas extremamente sensíveis. É perfeitamente normal, e até esperado, que seu corpo reaja dessa forma. Não há nada de errado em ficar com o pau duro durante esse estímulo.
Rafael, percebendo a entrega de Gabriel, deslizou a mão pelo seu abdômen até alcançar o pau completamente duro, envolvendo-o com firmeza. Os gemidos de Gabriel foram ficando mais frequentes e menos contidos, enquanto ele perdia a batalha contra o prazer intenso que o exame médico estava proporcionando.
Eu comecei a massagear a próstata do Gabriel, fazendo meu dedo deslizar lentamente pelo seu cuzinho apertado. Ele simplesmente fechava os olhos, falhando miseravelmente ao tentar conter os gemidos.
— Caralho, como isso pode ser tão bom? — ele perguntou, incrédulo.
Rafa iniciou uma punheta lenta em sua pica, enquanto apertava a própria rola, visivelmente dura por cima da calça. Depois de um tempo, o Rafa não resistiu e levou a boca até o pau do Gabriel, envolvendo toda a cabeça com os lábios; ele descia até a base e voltava para a cabeça em movimentos gulosos.
Os gemidos de Gabriel agora estavam completamente sem pudor, e ele se contorcia lentamente na maca. Resolvi tirar os dedos do cu dele, passei mais gel e introduzi, de uma vez, dois dedos.
— Caralho, mano... que tesão da porra... — ele dizia, entregue.
— Se você quiser, tem como subir ainda mais esse tesão — disse a ele, enquanto meus dedos deslizavam fundo em seu interior.
— Cara, lógico que eu quero... Se eu soubesse que isso era tão bom, já tinha feito antes — ele confessou, arfando.
Retirei os dedos de seu cu e comecei a me despir, enquanto Rafael fazia o mesmo. Em pouco tempo, estávamos os três completamente pelados e excitados naquela sala de exames. Rafael voltou sua atenção para o pau de Gabriel, enquanto eu me posicionei à frente do seu rosto, oferecendo meu membro para que ele o provasse.
— Eu nunca fiz isso... — ele murmurou, parecendo se justificar.
— É instintivo — expliquei. — Basta fazer como gosta que façam com você.
Ele olhou para o meu pau e lambeu os lábios antes de levá-lo para dentro da boca. Começou a mamar lentamente, como se estivesse reconhecendo o terreno novo por onde caminhava. Passava a língua em volta da cabeça da minha pica e, embora desse para notar sua falta de experiência, ele estava fazendo um trabalho fenomenal para uma primeira vez.
Rafa encerrou o boquete que estava dando em Gabriel e veio para junto de mim, oferecendo seu pau também. Eu o puxei imediatamente para um beijo, que foi prontamente correspondido. Gabriel largou meu membro por um momento para dar atenção à pica do Rafa, passando a revezar a mamada entre nós dois.
Nossos três paus já expeliam aquele "melzinho" de pré-ejaculação, tamanha era a nossa excitação.
Interrompi o boquete e aproximei meu rosto ao de Gabriel, obrigando-o a olhar diretamente nos meus olhos. O rosto dele estava corado, o olhar perdido entre o prazer e a adrenalina da descoberta. Um instante depois, meus lábios grudavam nos seus. O beijo começou tímido por parte dele, mas aos poucos ele foi se entregando, até o momento em que parecia que devoraríamos um ao outro.
Interrompi o beijo e olhei novamente para ele.
— Gabriel... — minha voz saiu grave, carregada de desejo. — Eu quero ir além. Posso te comer?
— Mano, estou intrigado com toda essa descoberta, mas agora quero ir até o fim. Mas vai com cuidado, por favor — ele disse, a voz vacilante.
— Fica tranquilo, você só vai sentir prazer — respondi.
Rafael rapidamente pegou o lubrificante que havíamos usado no exame e espalhou uma quantidade generosa no meu pau e na entrada do Gabriel. Posicionei-me entre as pernas dele, que ainda estavam apoiadas nos meus ombros, e encostei a cabeça da minha pica naquela abertura apertada que eu já havia explorado com os dedos.
Comecei a empurrar lentamente. Gabriel soltou um gemido agudo, agarrando-se com força aos lençóis da maca enquanto seu corpo se adaptava à invasão.
— Relaxa, respira fundo — comandei, usando meu tom mais calmo, embora por dentro eu estivesse prestes a explodir.
Fui entrando centímetro por centímetro, sentindo o calor e a pressão absurda do seu cuzinho, até que meu quadril colou no dele. Gabriel soltou um suspiro longo, entre o alívio e o êxtase de estar completamente preenchido pela primeira vez. Rafael não perdeu tempo e voltou a beijar Gabriel, enquanto eu iniciava as primeiras estocadas, lentas e profundas, sentindo cada centímetro daquela anatomia privilegiada.
O ritmo das minhas estocadas já estava deixando Gabriel em transe, com os olhos revirando e os gemidos saindo em uma sequência ininterrupta. Senti que Rafael, logo atrás de mim, estava em seu limite apenas observando. Decidi que era hora de compartilhar aquele corpo privilegiado.
— Rafa, vem cá... — murmurei, saindo lentamente de dentro de Gabriel, que soltou um choramingo manhoso pela perda do preenchimento. — É a sua vez de sentir como ele é apertado.
Rafa não esperou um segundo convite. Os olhos dele brilharam enquanto ele se posicionava entre as pernas do Gabriel. Com uma pegada firme no quadril do rapaz, ele entrou de uma vez, arrancando um grito de surpresa e puro prazer de Gabriel, que arqueou as costas na maca.
Enquanto o Rafa começava a bombear com força dentro dele, eu me posicionei logo atrás do meu assistente. Comecei a distribuir beijos molhados em seu pescoço, sentindo o cheiro do seu suor e da sua excitação. Minhas mãos desceram pela cintura dele, puxando-o contra mim, enquanto eu roçava meu pau latejante na entrada de seu cu.
— JV... — Rafa arfou, inclinando a cabeça para trás enquanto continuava a foder o Gabriel com vontade.
Sem aviso, mergulhei minha pica para dentro do Rafael. Agora éramos um só movimento naquela sala de exames. Eu comia o Rafael com estocadas violentas, enquanto ele descontava todo o tesão no Gabriel, que estava sendo preenchido e estimulado por todos os lados. O som da carne batendo, os gemidos em sincronia e o cheiro de sexo tomaram conta do consultório, transformando aquele ambiente profissional em um verdadeiro espaço do prazer.
Pedi para pararmos um instante antes que nós gozassemos. Tirei o Gabriel da Maca, nós tres em pé compartilhamos um beijo triplo. Peguei o pau do Gabriel na mão massageando-o lentamente.
- Não quer comer um de nós ou ambos também? - Perguntei a ele.
- Claro que quero, nunca senti tanto tesão na vida. - Quero fazer tudo com vocês.
Rafa safado, não perdeu tempo e se posicionou de quatro no chão, se oferecendo para ser o primeiro. Eu me posicionei em frente a seu rosto, deixando meu pau a sua disposição para que ele chupasse. Gabriel foi para trás dele e iniciou a penetração.
O ritmo agora era frenético, uma sinfonia de estocadas e gemidos que ecoava pelas paredes brancas do consultório. Gabriel, possuído por uma confiança que ele nem sabia que tinha, segurava os quadris do Rafa com força, enterrando o pau fundo a cada investida. Dava para ver em seu rosto a mistura de choque e prazer absoluto ao sentir o aperto do Rafa o recebendo.
Enquanto era comido pelo Gabriel, o Rafa se dedicava inteiramente a mim. Ele envolvia meu pau com a boca, fazendo um vácuo quente e úmido que me levava ao limite. Seus olhos, levemente revirados, subiam para me encarar enquanto ele trabalhava na minha cabeça com a língua, demonstrando o quanto estava excitado por servir aos dois ao mesmo tempo.
Eu segurava o cabelo do Rafa, guiando o ritmo da mamada, enquanto observava o Gabriel se acabar no cu do meu assistente. A visão era potente: o corpo atlético do meu paciente de academia suado, se entregando ao instinto, enquanto o Rafa recebia tudo de forma voraz. O tesão ali era palpável, um calor denso que unia nossos corpos em um movimento único, onde cada estocada do Gabriel parecia reverberar diretamente na minha pica, que o Rafa não parava de sugar. Estávamos todos no limite, prestes a explodir em uma descarga de prazer que selaria de vez aquela tarde de "exames".
Mudamos de posição: Gabriel deitou-se no chão, e Rafa sentou em sua pica, subindo e descendo com vigor, enquanto continuava a me mamar. Era o nosso limite; não dava mais para segurar.
— Eu vou gozar... Caralho...! — Gabriel gritou, a voz falhando enquanto acelerava as estocadas finais, empurrando o quadril contra o de Rafael.
Ao ouvir aquilo, o gatilho foi instantâneo para nós dois. Rafa intensificou o vácuo na minha pica, sugando-me com um desespero delicioso enquanto eu sentia minhas pernas tremerem. Gabriel deu as últimas bombadas, enterrando o pau com toda a força no cu do Rafa e jorrando lá dentro. O espasmo dele fez com que o Rafa apertasse ainda mais a boca no meu membro, e eu descarreguei tudo, jorrando fundo na garganta do meu assistente.
Rafa, engolindo minha porra enquanto ainda sentia o calor do Gabriel dentro de si, não resistiu e gozou também, sujando todo o peito do Gabriel com jatos grossos e quentes. Ficamos ali, conectados por alguns segundos, pulsando um dentro do outro, até que as forças finalmente se esgotaram.
Desabamos os três no chão frio do consultório, formando um emaranhado de braços e pernas suadas. O silêncio que se seguiu só era quebrado pela nossa respiração ofegante, tentando recuperar o oxigênio perdido. O cheiro de sexo e lubrificante agora era a única coisa que importava.
Gabriel, ainda em choque com a própria descoberta, limpou o suor da testa e soltou uma risada cansada, olhando para o teto.
— Acho que meu incômodo passou... — ele brincou, fazendo a gente rir em meio à exaustão.
— É um tratamento bem específico, Gabriel — respondi, passando a mão pelo cabelo dele enquanto o Rafa se aninhava ao meu lado. — Mas parece que o seu corpo respondeu muito bem a ele.
Rafa sorriu malicioso, passando o dedo pelo canto da boca e olhando para o Gabriel com uma promessa silenciosa.
— O retorno da consulta é daqui a quinze dias, né, doutor? — o Rafa provocou.
Gabriel virou o rosto para nós, e o brilho em seus olhos deixava claro que aquela não seria a última vez que ele apareceria para uma "investigada" no consultório. O treino na academia no dia seguinte teria um sabor completamente diferente.
Depois de um tempo, estou de volta com um novo conto independente — quem sabe o início de uma nova história. Espero que curtam a leitura e, claro, que aproveitem cada momento. Não esqueçam de deixar seus comentários; o feedback de vocês é o que me motiva a continuar escrevendo e a saber se o ritmo está no ponto certo. Boa leitura e divirtam-se.
Sendo sincero, gosto mais de casos reais, mas confesso que este conto foi bom demais.
Maravilha uma delícia e espero também sentir o mesmo prazer?!
jovemms