A Cadelinha Secreta

Me chamo Júlia e vou contar um relato incrível que aconteceu comigo.

Eu sempre soube que o Rafael me olhava de um jeito diferente. Ele achava que eu não percebia, mas eu via o desejo nos olhos dele toda vez que eu visitava a Camila. Eu era a melhor amiga dela há mais de dez anos, sou casada com o Marcos, aquele homem certinho e sem graça. Mas o Rafael… ele me olhava como se quisesse me devorar.
Nunca imaginei que um dia eu mesma entregaria tudo pra ele.
Naquela tarde chuvosa, eu apareci na casa dele sozinha, tremendo inteira. Camila ainda estava no trabalho. Assim que ele abriu a porta, eu entrei rápido e soltei de uma vez:
— Rafael… você me viu ontem, né? Saindo do motel com aquele homem.
Ele fechou a porta calmamente e cruzou os braços.
— Vi sim. Não só vi como tirei várias fotos bem nítidas.
Senti meu rosto queimar de vergonha. Apertei a bolsa com força e baixei os olhos.
— Por favor… não conta pra ninguém. Nem pra Camila, muito menos para o Marcos. Eu imploro. Eu faço qualquer coisa.
Ele deu um passo mais perto, aquele sorriso lento e cruel aparecendo nos lábios. Me olhou com aqueles olhos de tarado que sempre me olhava, segurou meu queixo com força, obrigando-me a olhar para ele.
— Qualquer coisa, é? Então escuta bem, sua puta traidora. Eu não vou contar nada e nem vou mandar essas fotos pro seu marido… desde que você vire a minha cadelinha submissa de sexo. Totalmente. Toda vez que eu quiser, onde eu quiser, do jeito mais sujo e humilhante que eu quiser. Você vai obedecer como uma cachorra no cio, vai lamber o chão onde eu piso e vai agradecer cada tapa, cada cuspe, cada gozada e cada humilhação. Entendeu, sua vadia nojenta?
Meu coração batia tão forte que eu quase não conseguia respirar. Vergonha e um tesão traiçoeiro se misturavam dentro de mim. Fiquei em silêncio por longos segundos antes de murmurar:
— Eu… preciso pensar.
— Tem até amanhã. Depois disso, eu destruo sua vida.
No dia seguinte, às 15h, eu mandei a mensagem com as mãos tremendo: “Aceito.”
Duas horas depois, estávamos no motel. Assim que ele trancou a porta, Rafael jogou uma coleira de couro preta grossa na cama e ordenou com voz fria:
— Tira toda a roupa. Devagar. E olha pra mim enquanto fica nua, sua puta.
Obedeci tremendo. Tirei o vestido, o sutiã e a calcinha. Fiquei completamente nua no meio do quarto, sentindo meus mamilos endurecerem e minha boceta já molhada brilhando de excitação.
— De quatro. No chão. Agora.
Ajoelhei-me, mãos e joelhos no chão. Ele prendeu a coleira apertada no meu pescoço, quase me sufocando, e puxou a guia com força.
— Agora arrasta essa bunda de vadia pelo chão até os meus pés, sua cadela. Engatinha como a cachorra putinha que você é.
Comecei a engatinhar devagar, o corpo balançando, a bunda empinada exposta. Ele puxava a coleira sem dó, me obrigando a me mover mais rápido. Quando cheguei aos pés dele, Rafael pisou no meu rosto, esmagando minha bochecha contra o chão frio.
— Olha só pra você… tão linda e agora minha putinha submissa.
Ele abriu a calça, tirou o pau duro e bateu várias vezes com ele no meu rosto, sujando minha pele com toda a baba que já escorria do pau dele.
— Abre essa boca de puta. Engole meu pau até o fundo.
Segurou a coleira com as duas mãos e enfiou o pau na minha garganta sem piedade. Eu engasgava, babava copiosamente, lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto ele fodia minha boca com brutalidade. Ao mesmo tempo, dava tapas fortes no meu rosto, deixando minha pele morena vermelha e ardendo, enquanto minha buceta encharcava de tanto tesão.
— Chupa direito, sua vadia imunda! Sua cachorra biscate! Traiu o seu marido e agora mama o pau do marido da sua melhor amiga como uma puta barata. Você é uma vadia mesmo. Engole mais fundo, porra!
Eu gorgolejava, os olhos marejados, mas chupava com mais vontade, sentindo minha boceta latejar de humilhação e tesão. No fundo eu estava adorando aquilo, era assim que eu gostava de ser tratada.
Rafael puxou o pau para fora, cuspiu direto na minha cara e me arrastou pela coleira até a cama. Jogou-me de bruços e pisou com o pé descalço com força no lado do meu rosto, pressionando minha bochecha contra o lençol.
— Fica com a cara esmagada aí, sua lixo. Bunda pra cima, cadela.
Eu obedecia tudo o que ele mandava.
Ele cuspiu várias vezes na minha boceta e no meu cu, depois enfiou o pau fundo na minha buceta com uma estocada violenta. Começou a me foder com força bruta, cada metida fazia meu corpo inteiro tremer. Enquanto metia sem parar, pisava mais forte no meu rosto, me humilhando profundamente. E sempre que eu estava perto de gozar, ele parava, me batia, me xingava, me humilhava e depois voltava a me comer.
— Olha pra você… sendo fodida como uma cadela barata enquanto eu piso na sua cara. Diz alto, sua puta: “Eu sou uma vadia biscate e mereço ser usada assim.”
— Eu… sou uma vadia biscate… mereço ser usada assim! — gemi, a voz abafada pelo pé dele.
— Mais alto, sua cachorra!
— Eu sou sua puta! Sua cadela traidora! Me fode mais forte, por favor! Me humilha mais!
Ele bateu com força na minha bunda várias vezes, deixando marcas vermelhas profundas, puxou meus cabelos com brutalidade e continuou me xingando sem parar:
— Sua puta nojenta. Sua escrava de pau. Sua cachorra imunda. Você não é mais mulher, é só um objeto pra eu usar. Um lixo gostoso que trai o marido e vira minha cadela. Você é um lixo!!!
Quanto mais ele me degradava, mais molhada e desesperada eu ficava. Meu corpo tremia de prazer. Quando ele gozou forte e fundo dentro de mim, enchendo-me de porra quente, eu explodi num orgasmo intenso, gritando, as pernas tremendo incontrolavelmente.
Ainda com o pau amolecendo dentro de mim e a coleira apertada no pescoço, eu virei o rosto o suficiente para olhar para ele. Meus olhos brilhavam de tesão e rendição total.
— Eu adorei… — sussurrei, a voz rouca. — Me humilha mais. Me trata pior. Eu quero ser sua cadela pra sempre. Por favor…
Rafael puxou a coleira com força.
— Boa cadela. Esse foi só o começo. Outro dia você vai aprender o que é ser realmente quebrada e usada como merece.

Me recompus, afinal tinha que ir embora. Meu marido daqui a pouco já chegaria em casa.
Naquela noite, eu me senti realizada. Parecia que até estava mais apaixonada pelo meu marido, mas não conseguia esquecer a surra que havia tomado pouco antes.

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259936 - A Cadelinha Secreta 2 - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 2

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico juliasub

Nome do conto:
A Cadelinha Secreta

Codigo do conto:
259934

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
20/04/2026

Quant.de Votos:
4

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