“Hoje às 15h. Mesmo motel. Quarto 12. Chegue já pelada por baixo do vestido. Sem calcinha. E traga a coleira na bolsa.
Não me desobedeça, se não seu marido saberá de tudo.”
Meu estômago deu um nó de ansiedade e tesão. Respondi só com “Sim” e passei o resto do dia molhada, imaginando o que ele ia fazer comigo. Até fingia para mim mesmo que só estava fazendo por que era obrigada, mas no fundo era exatamente isso que me dava tesão.
Eu obedeci. Cheguei pontualmente, o coração acelerado. Entrei no quarto e ele já estava esperando, sentado na cama com um olhar frio e dominador. Assim que fechei a porta, ele ordenou:
— Tira o vestido e fica de quatro no meio do quarto.
Tirei o vestido devagar, ficando completamente nua. Ajoelhei-me no chão e me posicionei de quatro, bunda empinada para ele. Rafael pegou a coleira, prendeu apertada no meu pescoço e puxou a guia, me obrigando a arquear as costas.
— Hoje você vai aprender a obedecer de verdade, sua cadela. Fique de 4, bunda empinada, e não saia dessa posição.
Ele pegou um chicote fino de couro que estava em cima da cama. Meu corpo inteiro tremeu quando vi. Sem aviso, ele deu o primeiro golpe forte nas minhas costas. O som seco ecoou no quarto e eu soltei um gemido alto de dor e prazer misturados. Depois vieram mais: nas costas, na bunda, nas coxas. Cada chicotada deixava uma marca vermelha ardente na minha pele morena.
— Isso, grita, sua puta traidora! Grita enquanto eu te marco como minha propriedade.
Ele bateu várias vezes, sem pressa, alternando os golpes. Eu tremia, lágrimas escorrendo pelo rosto, mas minha boceta estava encharcada, pingando no chão. Quanto mais ele me batia, mais eu me sentia submissa e excitada.
Depois de me deixar toda marcada, ele largou o chicote e se posicionou atrás de mim. Segurou a coleira com uma mão e enfiou o pau duro na minha boceta com uma estocada forte. Começou a me foder com força, puxando a coleira como se eu fosse uma égua, estocando fundo e rápido.
— Olha só pra você… de quatro, levando chicotada e agora sendo fodida como uma cadela no cio. Sua vadia imunda. Sua biscate. Diz que você merece isso!
— Eu mereço… eu sou sua cadela… — gemi, a voz entrecortada.
Ele metia com vontade, batendo a pelvis contra minha bunda marcada. Eu estava quase gozando quando, de repente, ele parou completamente. Tirou o pau de dentro de mim e ficou parado.
Fiquei ali, ofegante, boceta latejando, desesperada para continuar, desesperada para gozar. Ele olhou o relógio no celular e disse calmamente:
— Quatro minutos. Você não goza até eu mandar.
Começou a me bater, mas agora era mais de leve, e isso me deixava ainda mais excitada.
Os quatro minutos pareceram eternos. Eu tremia, tentando controlar o tesão, a boceta pulsando vazia.
Quando os quatro minutos terminaram, ele enfiou o pau de novo e voltou a me foder com força bruta. Dessa vez eu gozei rápido, forte, gritando enquanto meu corpo inteiro tremia. Mas ele não parou. Continuou metendo até eu quase gozar de novo… e parou outra vez.
Quatro minutos de espera. Eu implorava baixinho:
— Por favor… não para… eu preciso gozar…
Ele ria baixinho e respondia:
— Cala a boca, sua cachorra. Você goza quando eu quiser.
Ele fez isso várias vezes. Me fodia com força, me levava ao limite, parava por quatro minutos, voltava a meter. Eu gozei três vezes seguidas, cada orgasmo mais intenso que o anterior. Meu corpo estava suado, as marcas do chicote ardendo, a boceta inchada e sensível, as pernas fracas.
Ele nunca gozava. Continuava controlado, me usando como um brinquedo, me xingando o tempo todo:
— Sua puta nojenta. Sua escrava de pau. Olha como você goza fácil, sua cadela barata.
Na última vez, depois que eu gozei pela quarta vez, tremendo e quase chorando de tanto prazer, ele finalmente tirou o pau, me virou de frente e gozou na minha boca. Jatos fortes encheram minha garganta.
— Engole tudo, sua vadia. Não perde uma gota.
Eu engoli obedientemente, olhando para ele com olhos marejados de rendição.
Ainda de quatro, exausta e destruída de prazer, eu sussurrei com a voz rouca:
— Eu amo isso… eu sou uma puta. Sou sua puta, sua cadela.
Rafael puxou a coleira levemente e sorriu:
— Boa cadela.
Fui embora exausta de tanto gozar.
Confesso que nunca imaginei que iria amar tanto ser uma puta submissa.

juliasub