No verão passado me aconteceu algo que me deixou muito excitado. Moro em uma cidade pequena, proximo do litoral norte de São Paulo. Com as férias escolares, muitos alunos que estudam na capital, voltam para passar as férias com a família. Meu condomínio tem oito casas e uma areá social com quadras de esporte e uma piscina que consigo ver da minha varanda. Percebi que um garoto de cerca de vinte anos começou a frequentar a piscina nos finais de tarde. Corpo bem másculo, poucos pelos; pele morena e cabelos curtos. Chegava de bermuda e óculos escuros e em seguida ficava de sunga, deitado na boia até depois do sol se por. Discretamente comecei a vigiá-lo com um pequeno monóculo, da varanda da minha casa. Daquela distância não dava pra ter certeza, mas parecia que ele ficava de pau duro ou tinha um pau muito grande. Fiquei naquela por alguns dias, e no final da tarde de domingo ele apareceu de sunga branca. O volume bem proeminente me deixou inquieto e resolvi ir até a piscina pra ver de perto. Quando cheguei ele estava nadando e me acomodei numa mesinha à beira da piscina, tomando uma cerveja. Assim que parou de nadar, ele me viu e me cumprimentou com um aceno e um sorriso. Ele era ainda mais bonito de perto. Então ele saiu da agua, de costas pra mim. Ainda virado pro outro lado; estendeu uma toalha na espreguiçadeira e se virou para deitar. A sunga branca era completamente transparente, e não disfarçava um cacete bem marcado. Ele se deitou e a visão que eu tive me deixou de pau duro instantaneamente. Os pés e as pernas bem abertos, mostrando a curva do pau mais escuro na sunga branca molhada. Parecia duro, mas era um pouco curvado; o que não me deixava ter certeza. De vez em quando ele pegava no pau, mas pelos óculos escuros eu não sabia se ele me encarava ou se estava com os olhos fechados. Terminei minha cerveja e entrei no vestiário, pensando que ele talvez viesse atrás, mas ele não veio. Quando saí do vestiário, ele tinha ido embora. Esperei ansiosamente o dia seguinte, e às 17hs pontualmente ele apareceu novamente de sunga branca. Neste dia fiquei da minha varanda e passei a usar um binóculo mais potente, daqueles que permitem ver no escuro. Ele nadou, foi pra espreguiçadeira e quando eu já estava desistindo de espiar, vi que ele começou a pegar no pau com mais frequência, sim ele estava ensaiando uma punheta. Pude ver pelo binóculo quando ele tirou o pau pra fora pela parte de baixo da sunga e bateu até gozar. Em seguida foi embora. Desci até a piscina e encontrei a espreguiçadeira ainda com muita porra. Não resisti e peguei com a ponta dos dedos. Cheirei e levei até a boca. No dia seguinte, mais um encontro, mas ele me provocava e ia embora. Neste dia entrou no vestiario e eu fui atrás. Mas ele me disse um - e aí, beleza? e saiu já de bermuda. Eu já ia saindo quando vi pendurada na torneira do chuveiro, a sunga branca. Quando peguei, estava toda gozada. Continuamos este jogo até o final do verão, mas o melhor estava por vir. Eu já havia me conformado em ser apenas voyeur, ou no máximo lamber sua sunga gozada quando ele deixava no vestiário. Mas naquele dia, tudo foi diferente. No meu whatsapp a mensagem de um chamador desconhecido: -Quer me ver gozar? Te espero no chuveiro do vestiário às 18hs. Comecei a entender… ele pegou meu numero no grupo do condomínio, e frequntava a piscina no horário que ninguém mais frequentava. Naquela manhã, vi um carro saindo de viagem da casa que eu achava que era a dele. Ele estava sozinho em casa e estava disposto (talvez) a algo mais. Cheguei no vestiário 17:50hs pra não perder, e quando entrei ele já estava lá. Ficou me olhando sem nem cumprimentar. Estava nervoso; mas mesmo assim, logo tirou a bermuda, e foi pro chuveiro. Fiquei no chuveiro em frente olhando ele tomar banho. O pau dele foi endurecendo devagar sem ele tocar. Ele pegou o sabonete e encheu seu corpo de espuma, Os pentelhos pretos e o pau agora mais do que meia bomba atraiam meu olhar. Fiz menção de ir até ele, mas ele fez que não. Começou uma punheta lenta, fodendo as proprias mãos. Eu que até então, apenas olhava, comecei a punhetar também. Ele me olhava nos olhos enquanto passava as mãos por todo o corpo ensaboado. Ele enão sentou no chão, encostado contra a parede, e apoiou os pés no batente da porta, com as pernas levantadas. Eu conseguia ver seu cu, peludo, o cacete numa punheta frenética e os olhos cravados em mim. Não consegui me segurar e fui até ele, que pra minha surpresa não fez nenhuma objeção. Quando fiquei na frente dele ele se ajoelhou e engoliu meu cacete inteiro, Ele mamou com vontade, e aceitava as cutucadas na sua garganta até que logo senti ela se abrir e alojar meu pau. Fodi a garganta daquele garoto até quase gozar. Mas eu agora queria foder o seu cu. Coloquei ele em pé contra a parede e lubrifiquei com espuma do sabonete. Enfiei de uma só vez, sentindo meu pau apertado pelo seu buraco. Bombei até sentir que ele estava quase gozando. Eu queria sentir a porra dele na minha cara, e ele entendeu na hora em que o virei de frente. Três jatos longos e mais dois curtos, melaram meu rosto com a porra mais quente que eu já senti. Retribuí o favor e gozei na cara dele. Ele puxava a porra da cara para a boca com os dedos. Minhas pernas bambearam de fraqueza, mas logo me recuperei. Ele então me deu um beijo de lingua e tentou sair sem falar nada. Entendi que ele apesar de gostar de se exibir, e ser uma delicia transando, tinha medo de contato. Convidei ele pra ir até minha casa mais tarde, mas achei que ele não iria. Por isso minha surpresa quando ouvi os toques na porta… Continua…
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