Academia Nova: O aluno novo

A segunda-feira antecedia o feriado de Tiradentes no dia que cheguei mais tarde na academia em que trabalho em razão de uma prova de Fisiologia que tinha tido naquela mesma manhã. Cumprimentei a Márcia, a colega que atendia na recepção. O Alexandre, que ficava junto com ela, tinha sido dispensado do trabalho naquele dia, já que os donos acreditavam que o movimento seria fraco, bem como dispensaram todos os demais professores da manhã. Júlio, um dos donos e também professor, estava cuidando da academia enquanto eu não chegava. De fato, a academia estava bem vazia, e quando cheguei Júlio não pensou duas vezes:
        – Eai Vitor! Que bom que você chegou, minha mulher acabou de me mandar mensagem querendo saber quando que eu saia aqui da academia.
        – Tranquilo patrão, se o problema era esse, já está resolvido.
        – Ótimo, então assume aí senão a fera me devora (risada alta).
        Ele sequer esperou eu ir trocar minha roupa e já foi picando mula. A academia estava aos meus cuidados e aos cuidados de Márcia. Entre os poucos alunos presentes, não avistei Allan, um dos meus alunos, que há pouco havia me enviado uma mensagem. Allan era um pouco menor que eu, pele clara tingida pelo sol, cabeça raspada. Não importa se fazia sol ou chuva, usava sempre um shorts de tactel que marcava o volume entre suas pernas. De ombros largos, seus braços já enchiam a manga de suas camisetas de treino. Começou a treinar na academia pouco antes de eu ser contratado professor, mas já evoluiu muito nesse período. Toda manhã se dispunha a correr 10 minutos “para colocar o joelho no lugar”, como dizia. Teve os tendões do joelho cortados para inserção de haste após um acidente que, pelo que me relatou, deu PT no carro. Como consequência desse acidente carregava uma cicatriz não só no joelho, mas em toda a extensão da coxa da perna esquerda. Volta e meia comentava da falta de força na perna para realizar os exercícios. O via abatido, sem ter consciência da verdadeira força que carregava. Muitas pessoas não tem nenhum problema e ainda assim inventam mil desculpas para não cuidar do próprio corpo. Mas Allan não era assim: apesar de toda adversidade, lá estava ele. Me recordo de vê-lo mancando nas minhas primeiras semanas de trabalho nessa academia.
        Desci ao vestiário para colocar meu uniforme, e tão logo entrei pude escutar o barulho de chuveiro. Uma mochila estava semi aberta num dos bancos. Ao lado da mochila, uma roupa perfeitamente dobrada e um par de sapatos. Já havia visto aquelas roupas muitas vezes antes: eram as roupas de Allan.
        – Allan!? – chamei em voz alta antes mesmo de pensar qualquer coisa. A porta do box se abriu e Allan saiu parcialmente para fora, expondo a cicatriz da perna, parte de sua virilha, seu tórax e seus peitos cheio de pelos.
        – Vitor, ei! Nossa, esse foi o “to chegando” mais rápido que eu já vi – disse ele me arrancando risada.
        – Hahaha. Eu sou rápido.
        – Já percebi.
        – O Júlio acabou de ir embora. A academia está praticamente vazia, eu vou ficar até o professor da tarde assumir – respondi já tirando a minha roupa. – Tá com um corpão bonito hem, daqui a pouco vai ficar forte igual naquela foto que você me mandou.
        – A que tava marcando? Hahaha – nessa altura, o pau meia bomba de Allan já estava aparecendo, pesado e molhado. A água escorria pelo pau através do saco e continuava seu curso. Não consegui disfarçar o olhar antes dele continuar a falar – Caraca não fica pelado na minha frente senão eu não respondo por mim.
        Senti uma certa malícia na sua fala. Quando tirei meu shorts, meu pau já fazia volume na minha cueca.
        – Aí tá marcado também – disse ele.
        – Olha o que você tá fazendo… – respondi em referência a meu pau que crescia.
        – Eu não fiz nada por enquanto… Não vai tomar um banho antes de começar a trabalhar?
        Não foi preciso dizer mais nada. Eu tirei minha cueca e fui em direção ao box onde Allan estava. Entrei e suas mãos passaram envolta de meu corpo. Ele me beijou e no mesmo instante nossos paus duros já se roçavam. Fui um beijo longo e gostoso. Eu segurei seu pau, punhetei ele. Ele repetiu o ato com o meu.
        – Eu estava esperando por esse momento sabia, só não esperava que fosse hoje – disse ele.
        – Eu sempre te achei um gostoso, você é muito tesudo.
        – É mesmo? Que delícia de cuzinho você tem – disse ele passando o dedo no meu cú – você não sabe o quanto eu desejava essa bundinha. Chupa meu pau pra eu fuder você, chupa.
        Ele não precisou pedir duas vezes. Me abaixei, beijando seu pescoço e percorrendo a língua por seu sovaco, sua barriga, e por fim chegando no pau. Apesar da água, deu pra sentir o gosto salgado que saia da pica dele, e minha boca escorregava com facilidade. Ele gemia de leve enquanto eu chupava ele. Um gemido gotoso, gemido de macho. Depois de muito me deliciar naquela pica, me levantei e me apoiei na parede.
        – Me fode – pedi quase implorando. – Quero gozar sentindo essa pica no meu cú.
        – Delícia Vitor – respondeu ele. Ouvir ele me chamando pelo nome me deu um arrepio. – Hoje você vai trabalhar arrombado – sussurrou no meu ouvido. – Eu vou gozar nesse cú e você não vai colocar pra fora, entendeu? Quero você trabalhando com poha de macho dentro de você.
        – Que delícia. Então me fode macho, enche meu cú de leite pra eu trabalhar feliz.
        Ele forçou um pouco, e logo a cabeça do pau dele rompeu a resistência cú. Então, ele foi colocando devagar, pude sentir centímetro por centímetro entrando dentro de mim. Meu pau estava pulsando, duro igual pedra. Então ele começou a meter mais rápido. Meu cú pegava fogo debaixo daquele chuveiro, eu já nem pensava se alguém poderia entrar no vestiário e comecei a gemer mais alto do que deveria. Então ele começa a dar estocadas mais fortes e sinto o pau dele inchar dentro de mim. Ele estava gozando, e com o tesão eu gozei também, sem sequer segurar meu pau, só de sarrar ele na parede. Soltei uns 4 jatos fortes de poha que lambuzaram a parede. Allan me abraçou por trás com o pau ainda dentro de mim e me beijou. Então ele tirou o pau, eu segurei a poha dentro de mim como disse que faria. Ele se abaixou, lambeu a parede e encheu a boca com a minha poha, então se levantou e me beijou novamente. Foi incrível a sensação, o gosto da poha enquanto nos beijávamos.
        – Foi muito bom Vitor, obrigado – disse ele quando terminou de me beijar. Quero minha poha no seu cuzinho o dia inteiro hem.
        – Pode ficar tranquilo macho, vou trabalhar com o cuzinho lubrificado lembrando de você.
        – Delícia! – falou com jeito de safado. – A gente precisa sair. Sai você primeiro, usa a minha tolha para se secar. Estando seguro você me avisa que eu saio também.
        Sai do box, não tinha ninguém. Me sequei e depois avisei ele pra ele sair se secar também. Admiramos o corpo um do outro antes dele me dar um novo beijo e colocarmos nossas roupas. Allan olha o relógio e vê que já passou 10 minutos além do horário que deveria ter saído para o trabalho. Como de costume, recebo uma mensagem dele assim que ele sai da academia: “Gosto de você… Espero que depois de hoje você possa considerar aquele meu convite pra gente sair qqer dias desses. Ia adorar poder te ver fora da academia... Bjo, até quarta ??”

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Academia Nova: O aluno novo

Codigo do conto:
260114

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/04/2026

Quant.de Votos:
2

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