Mais um sonho gostoso com minha Musa.

Domingão, quase 3h da manhã... sonhei novamente com minha Musa e acordei novamente com minha pica gozando intensamente!
Dessa vez eu estava em um hotel em viagem, entrei no elevador quase meia-noite, apertando o botão do 15º andar. As portas iam fechando quando uma mão impediu e a porta se abriu para mais alguém entrar.
Era ela.
Cabelo preto comprido solto, calça preta social elegante e uma blusa de seda bege clara, comportada, com alguns botões abertos no colo. Nos pés, sapatilhas pretas. Parecia cansada, mas ainda linda.
Nossos olhares se cruzaram. Ela sorriu de leve, surpresa.
— Betinho… que coincidência — disse ela.
— Oi, _ _ _ _ — respondi surpreso, coração acelerou.
Eu me aproximei e dei um beijo no rosto dela, bem no cantinho da boca demorando um segundo a mais. Senti o corpo dela ficar tenso na hora. Ela virou o rosto sutilmente, mas não se afastou.
O elevador subiu. Quando parou no 15º, nós dois saímos. Por ironia do destino, o quarto dela era o 1506 — exatamente ao lado do meu, 1507.
Ela parou em frente à porta, procurando a chave na bolsa. As mãos dela já estavam suadas, eu percebi quando ela segurou a chave com dificuldade.
— Boa noite — murmurou, sem olhar pra mim.
— Posso entrar só um minuto? Só pra conversar — pedi calmamente.
Ela hesitou por um tempo longo, enquanto tentava abrir a porta, percebi que ela estava ofegante. Depois abriu a porta, mas deixou ela encostada.
— Só conversar, Betinho. Nada além disso.
Entramos. Ela sentou na beira da cama, pernas bem juntas, mãos descansando sobre as coxas. Eu sentei na poltrona um pouco afastada. Conversamos por uns minutos sobre coisas bobas, mas a tensão era palpável. Ela não conseguia ficar parada, ficava mexendo as mãos suadas uma na outra.
Em certo momento eu me levantei e parei na frente dela. Ela olhou pra cima e, sem querer, o olhar dela desceu direto pro meio das minhas pernas. Meu pau já estava bem duro dentro da calça social e o volume estava bem visível, marcando o tecido.
Ela engoliu em seco, os olhos fixos ali por alguns segundos. As bochechas dela coraram.
— Betinho… — sussurrou, voz baixa e insegura.
Eu não disse nada. Apenas fiquei ali, deixando ela olhar. Depois de um tempo, abri o cinto devagar e baixei o zíper. Tirei o pau pra fora. Ele pulou pesado, grande e grosso, a cabeça inchada já brilhando com um fio grosso de pré-gozo escorrendo devagar pela lateral.
Ela olhou fixamente, respirando mais rápido. As mãos suadas dela tremiam no colo.
— Vamos parar por aqui… — murmurou quase sem voz.
Eu segurei a mão direita dela com delicadeza e levei até meu pau. Ela resistiu no começo, puxando a mão de volta, mas depois de alguns segundos deixou. A mão dela estava quente e toda suadinha. Quando os dedos tocaram meu pau, ela soltou um suspiro trêmulo.
— Não… não devemos… — disse baixinho, mas os dedos suados dela envolveram a grossura do meu membro devagar.
Começou a bater punheta bem devagar, hesitante. A mão escorregadia de suor deslizava com facilidade pela pele quente. Minha pica já babando aquele inicio de porra que escorria da minha cabeçona molhava os dedos dela, misturando com o suor. Ela olhava pro pau latejando na mão dela, mordendo o lábio, claramente dividida entre desejo e culpa.
— Vamos parar vai… — sussurrou, enquanto a mão suadinha subia e descia devagar, espalhando a baba do meu pau.
Eu deixei ela brincar um tempo assim, sentindo aquela mão quente e molhada trabalhar em mim. Depois me inclinei e comecei a abrir os botões da blusa dela, um por um. Ela não impediu, mas também não ajudou. Quando a blusa abriu, vi seus lindos seios em um sutiã rosa delicado.
Eu a levantei e segurei o rosto dela com as duas mãos e a beijei. Devagar no começo. Ela retribuiu hesitante, lábios tremendo. Mas logo o beijo ficou mais profundo, molhado, línguas se tocando. Ela gemeu baixinho com a boca na minha boca,segurava sem ação minha pica que já estava encostada na barriga branquinha dela, meu pau p cima entre nossos corpos e babando melando acima da barriga, quase perto daqueles seios maravilhoso, mas logo se afastou um pouco, ofegante.
— Não… a gente não pode…
Eu a beijei de novo. Dessa vez ela não recuou tão rápido. Minhas mãos desceram pelos braços dela, apertando de leve. Abri o zíper da calça dela com calma. Ela segurou minhas mãos por um instante, como se fosse impedir, mas depois soltou.
— Não tira a calça… — pediu fraco.
Mesmo assim, puxei a calça pelas pernas. Quando ela ficou só de lingerie rosa, eu vi... a calcinha fina na frente estava completamente encharcada, o tecido rosa escurecido de tesão. Beijei pertinho da virilha apalpando sua bunda gostosa. Como aquela calcinha ficava linda em seu corpo, atrás cobria bem a parte superior da bunda redondinha e empinada dela, marcando a curva de forma deliciosa. A calcinha estava tão molhada que dava pra ver o contorno dos lábios inchados e até um pequeno brilho de umidade escorrendo pela coxa. O cheiro era tão bom, minha boca encheu de saliva, louco p sentir seu gosto...
— Olha como você tá… — murmurei.
Ela fechou as pernas por reflexo, envergonhada, mas a mancha molhada na calcinha era impossível de esconder.
Eu ajoelhei e beijei por cima da calcinha rosa, sentindo o calor e o cheiro forte dela. Ela tremeu, as mãos suadas segurando meus ombros.
— Para… Betinho, para… a gente não pode chegar até o fim — pediu, voz quase suplicante.
Mesmo falando isso, ela não conseguia parar de mexer o quadril de leve contra minha boca. Eu tirei a calcinha devagar. Quando o tecido saiu, vi que a buceta dela estava pingando, os lábios inchados brilhando, um fiozinho de tesão escorrendo.
Chupei ela com calma, língua passando devagar por toda a buceta linda e molhada, chupando o clitóris inchadinho e durinho de tesão. Ela gemia baixinho, ora tentando afastar minha cabeça, ora puxando contra si.
Quando me levantei, ela olhou pro meu pau novamente, ainda escorrendo gozo.
Eu deitei ela na cama. Fiquei por cima, roçando a cabeça grossa na buceta encharcada, só esfregando, sem entrar. Ela tremia inteira.
— Não mete… para vai… — pediu várias vezes, voz falhando, mãos suadas no meu peito entre beijos molhados.
Eu continuei roçando devagar, pressionando o clitóris com a cabeça do pau. Depois de vários minutos, com ela gemendo e tremendo, ela finalmente abriu mais as pernas, derrotada pela vontade.
— Mete em mim vai! — sussurrou, quase choramingando.
— Ai… tá muito grosso… para um pouco… — gemeu, olhos semicerrados.
Eu parei imediatamente, só com a cabeça dentro, sentindo ela pulsar ao meu redor. Deixei ela respirar, acostumar com a grossura. Depois de uns longos segundos, empurrei mais um pouco, bem devagar. Ela soltou um gemido longo e rouco, cabeça jogada pra trás.
— Devagar… por favor… vai bem devagar… — pediu, voz trêmula.
Entrei mais alguns centímetros, parando novamente. A buceta dela estava tão molhado que facilitava, mas ainda assim a pressão era enorme. Só quando ela relaxou um pouco mais é que continuei, até finalmente estar quase todo enterrado nela. Ela soltou um gemido profundo, longo, o corpo inteiro tremendo.
Só então comecei a mexer de verdade — bem lento, quase saindo e voltando devagar, sentindo cada centímetro das paredes quentes e apertadas dela me apertando.
Virei de lado com ela e mudei para a posição que eu mais gosto: ela por cima, uma perna dela entre as minhas, a outra do lado de fora. Ela se ajeitou devagar, ainda ofegante, e começou a rebolar bem devagar, em círculos lentos e profundos. O cabelo preto sobre os ombros, os seios balançavam no ritmo suave, a pintinha linda naquele mamilo rosado aparecendo toda vez que ela se inclinava pra cima.
Ela rebolava gostoso, apertando meu pau lá dentro, gemendo baixinho a cada volta:
— Ain… assim… devagar…
Eu segurava a bunda redondinha dela com as duas mãos, acompanhando o movimento sem forçar, deixando ela ditar o ritmo. A buceta dela estava absurdamente molhada, fazendo aquele barulhinho gostoso a cada rebolada. A porra que escorria da minha cabeça misturava com o tesão dela, escorrendo pelas minha bolas.
Não tinha pressa. Nenhum de nós queria que acabasse rápido.
Ela continuava rebolando devagar, olhos semicerrados, boca entreaberta, gemendo baixo enquanto o prazer tomava conta do corpo dela inteiro…
Rebolando bem devagar por cima de mim, naquela posição, movimento era sensual, profundo, quase preguiçoso. A cada círculo que ela fazia com o quadril, meu pau grosso entrava e saía quase inteiro dela, sentindo as paredes quentes e molhadas apertarem firme ao redor de mim. A buceta dela estava encharcada, fazendo aquele som molhado e obsceno toda vez que descia.
Os seios redondos balançavam devagar no ritmo do rebolado, os mamilos rosados duros e tentadores. A pintinha logo abaixo do mamilo direito aparecia e desaparecia a cada movimento.
Eu subi as mãos pelas costas dela, puxando o corpo dela mais pra perto. Segurei um dos seios com a mão esquerda e levei a boca até ele. Primeiro lambi o mamilo devagar, circulando a língua quente e molhada ao redor dele. Ela soltou um gemido mais longo, tremendo.
— Betinho… — sussurrou, voz rouca.
Eu abri a boca e chupei o mamilo inteiro, sugando com calma, mas com vontade. A língua pressionava e lambia enquanto eu chupava, sentindo o bico endurecer ainda mais na minha boca. Depois passei pro outro seio, lambendo primeiro, depois chupando com a mesma dedicação. Alternava entre um e outro, chupando um enquanto apertava o outro com a mão, sentindo o peso e o calor dos seios dela.
Ela acelerou um pouco o rebolado, mas ainda mantinha aquele ritmo profundo e gostoso. A cada descida, a buceta apertava meu pau como se não quisesse soltar. Os gemidos dela foram ficando mais altos, mais desesperados.
— Ai… assim… que gostoso… — gemeu, voz falhando.
Eu não parei. Chupava os mamilos com mais intensidade agora, alternando sugadas fortes com lambidas longas e molhadas. Às vezes mordiscava de leve, só pra sentir ela tremer inteira no meu pau. O suor dela misturava com o meu, os corpos deslizando um no outro. A calcinha rosa ainda estava jogada na cama ao lado, úmida do tesão dela.
Ela começou a rebolar mais fundo, apertando mais forte. Eu sentia as paredes da buceta pulsando ao redor do meu pau grosso, como se estivesse me ordenhando. Meu orgasmo também estava subindo devagar, quente, pesado, acumulando na base da espinha.
— Assim, Denguinho… você tá me deixando maluco… — murmurei contra o seio dela, sem tirar a boca.
Ela não respondeu com palavras. Apenas gemeu mais alto, o quadril fazendo círculos mais curtos e intensos. Eu continuei chupando os mamilos sem parar — lambendo, sugando, passando a língua no bico sensível enquanto apertava os seios com as duas mãos. O corpo dela começou a tremer de verdade. As coxas apertavam contra as minhas, a buceta pulsava rápido e forte ao redor do meu pau.
— Betinho… eu vou… eu vou gozar… — avisou ela, voz entrecortada, quase um choro de prazer.
Eu não tirei a boca do seio dela. Chupei o mamilo esquerdo com mais força, sugando fundo, lambendo rápido enquanto sentia meu próprio orgasmo chegar no limite. O pau inchou ainda mais dentro dela.
— Goza pra mim… goza no meu pau — murmurei com o mamilo ainda na boca.
Foi o suficiente.
Ela soltou um gemido longo, agudo, o corpo inteiro convulsionando. A buceta apertou meu pau com força violenta, pulsando rápido e ritmado enquanto ela gozava forte. As paredes internas massageavam minha rola toda, como se quisessem tirar cada gota de mim. O líquido quente dela escorreu abundante, molhando a base do pau.
No mesmo instante eu explodi.
Gozei forte, bem fundo dentro dela. Jatos grossos, quentes e abundantes de porra jorraram com força, enchendo a buceta dela completamente. Cada pulsada do meu pau coincidia com os espasmos da buceta dela. Eu continuei chupando o mamilo dela enquanto gozava, gemendo contra o seio, o corpo tremendo junto com o dela. A porra era tanta que começou a escorrer pelos lados do meu pau ainda enterrado fundo, misturando com o gozo dela.
Nós dois gozamos juntos, intenso, longo, quase sem respirar. Os gemidos dela se misturavam com os meus, eabafados contra os seios. O rebolado dela ficou irregular, tremendo, enquanto eu continuava metendo de baixo pra cima devagar, prolongando o prazer dos dois.
Quando os tremores finalmente diminuíram, ela desabou sobre meu peito, ofegante, o cabelo preto cobrindo meu rosto. Meu pau ainda pulsava dentro dela, soltando as últimas gotas de porra. A boquinha gostosa dela na minha.
Acordei sobressaltado na minha cama, o coração disparado.
Estava completamente gozado.
Meu pau ainda latejava na mão, pulsando forte. Muita porra grossa e quente p todo lado — jatos longos que tinham saído com tanta força que chegaram até minha barriga. Alguns fios ainda escorriam pela cabeça inchada enquanto eu tentava recuperar o fôlego. O cheiro forte de sêmen enchia o quarto escuro.
Respirei fundo, olhando pro teto.
— Caralho… — murmurei, ainda sentindo as contrações do orgasmo real.
Mais uma vez ela tinha me feito gozar dormindo. E, como sempre, o sonho tinha sido tão real que eu ainda sentia o gosto dela na boca e o calor apertado da buceta pulsando no meu pau.
Fiquei ali, deitado no escuro, pau ainda semi-duro na mão melada, pensando nela.

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258029 - Sonhei com a Mulher do Meu Velho Amigo - Categoria: Fantasias - Votos: 3

Ficha do conto

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Nome do conto:
Mais um sonho gostoso com minha Musa.

Codigo do conto:
260539

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
27/04/2026

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