Nosso primeiro encontro

Hoje estava relembrando o primeiro encontro que tivemos, eu em particular, o primeiro encontro com um macho, eu não lembro direito o ano, acredito que foi em 2006, pelo então site de relacionamento Orkut, o coroa mandou uma mensagem, perguntando de minhas intenções, preferencias e disponibilidade. De início achei legal, tudo novo, as perguntas, a conversa, o que ele fadou de sus descrição, tudo encaixava na minha tara, que era por coroas, por sentir-me mais confortável em saber que são mais dignos de respeito e respeitadores. O tempo passou e aos poucos fomos nos falando com mais frequência, até que um dia, tomei coragem e aceitei o tão esperado encontro, na época estava fazendo faculdade, e marcamos num shopping próximo, no horário do intervalo, foi uma expectativa incrível, sempre fomos orientados a desconfiar, porque as pessoas colocam fotos de outros para atrair a vítima, mas para minha surpresa, ao chegar no estacionamento, lá estava o coroa parado, como disse que estaria, cheguei perto gelado, uma mistura de suor e tremendo de frio, pessoalmente era um coroa bonito, tamanho e corpo normal, culto, perfumado, sorriso contagiante e bem charmoso, não mentiu em nada quando nos falamos na plataforma de bate papo.
O clima foi perfeito, pintou a tal química, na hora, eu queria ir direto pro hotel, ver o que realmente iria rola, então acho que ele sentiu o clima de desejo meu e convidou-me a irmos tomar um suco ou bater um papo na praça de alimentação, fiquei preocupado, com a imagem, de aguem nos ver, ou coisa assim, paranoia total, somos dois homens conversando, amigos que não se viam a muito tempo, mas na hora eu travei, dique que a aula havia terminado e que teria de ir pra casa, então ele ofereceu uma carona até minha casa, fiquei estranhando, mas aceitei, fomos conversando, agora com um papo mais direto, sem frescura, sobre sexo macho, eu suei gelado, ele notou, pegou na minha mão e colocou sobre sua perna e fez um carinho, tentando acalmar meu coração, que nessa altura devia estar a uns 120 batimentos per segundo, rsrsrs
Com a minha mão em sua perna, ele colocou a mão dele na minha, e com carinho foi apertando minha coxa e alisando, falando que eu era bonito, parecia ser tesudo e que gostou de mim, e nesse papo ele passou direto de onde eu morava e foi em direção a um hotel, gelei novamente, mas, passou direto e parou numa rua bem escura, o carro era filmado e não dava para nos ver lá dentro, então, ele fez um tratamento de destravar o meu gelo, minha timidez, pediu para ver meu pau e foi colocando o pau dele para fora tbm, eu com o pau todo encolhido de medo, vergonha e ele já colocou o pau pra fora duro como pedra. Pegou na minha mão e colocou sobre seu pau, pediu para eu segurar e sentir, 40 anos e peguei em um caralho de macho pela primeira vez, estava tão nervoso que meu suor deixou seu caralho lubrificado, pediu para eu brincar com ele, e o nervosismo foi dando espaço para o tesão, apertei tanto que ele pediu para parar, pois estava machucando, dei uma baixada na cabeça, e cheirei seu mastro, ele pediu para eu colocar a boca, mas só dei um beijo, ele estava passando a mão na minha bunda por sobre a calça, quando ele pediu para eu abrir o zíper e afrouxar a calça para sua mão entrar e tocar na minha bunda, mas ao levantar notei uma viatura da polícia parando próximo, aí travei de primeira, falando para sairmos dali e marcarmos um outro dia.
O Alberto, levou-me pra casa e marcamos de nos vermos novamente, trocamos o número de telefone, na época não tínhamos ainda celulares. Vou falar a verdade, entrei em casa com o cú piscando de tesão, sonhei com ele várias noites, mas não tinha coragem de ligar para marcar o novo encontro, só nos comunicávamos pelo bate papo, até que um dia, o Alberto me convida para ir até a sua casa, achei muito legal da parte dele, segurança, confiança e sexo seguro, rsrsrsrsr. Só que ao chegar lá, ele morava com os pais, pois cuidava deles e ainda tinha uma senhora que o ajudava, pirei! Queria voltar na mesma hora, mas o papai dele veio, me fez sentar na sala, contou toda sua história de vida e acabei por me sentir da família, tomamos um café e o Alberto me convidou para ir até o seu quarto que ele queria mostrar o seu PC, desculpa de que estava em pane, entramos no quarto e ele pediu para eu sentar, já estava com o coração na mão, ao ver que ele estava se despindo, ficou totalmente pelado, foi ai que descobri minha primeira tara em caralho, segurar ele mole, cheirar, beijar e colocar na boca para sentir ele crescer e pulsar dentro da boca, eu suava bicas, tremia todo, não sei se isso era bom ou ruim, mais o Alberto, com toda paciência do mundo só falava baixinho, para eu ir devagar e mamar com calma, ele me levantou e foi tirando minha roupa, eu falava pra ele que seus pais estavam em casa, mas ele dizia que não iriam atrapalhar, tirou a minha camisa, e quando levantei os braços para a camisa sair ele deu uma mamado no meu mamilo, abriu meu cinto, desabotoou minha calça e foi descendo ela junto com minha cueca, me deixando completamente nu, eu só deixei acontecer, até porque tudo aquilo era novidade, ele beijava meu corpo todo, apertava minha bunda, colocava seu dedo no meu cú e apertava, tudo isso foi me deixando louco, ele pediu para eu sentar e agora com seu caralho duro como uma tora, eu pude me deliciar e mamar, ele reclamou, pediu para eu ir com alma, pois meus dentes estavam lhe machucando, bem devagar ele foi ensinando a fazer como gosta, estava quase gozando quando ele pediu para eu ficar de quatro na beirada da cama, passou meio tudo de gel, KY, e colocou a camisinha, chegou por trás de mim e apontou seu caralho cabeçudo na minha entrada, era tudo que eu queria, mas ao tentar entrar a dor foi tanta que acabei dando um grito, aquilo travou o tesão e não demos continuidade. Ele queria tentar outra posição, mas a dor era bem aguda e isso tirou meu tesão por completo.
Alberto foi a cozinha pegou uma água e ficamos conversando para ver se a dor sumia, mas a fome de cú que ele estava doeu muito, e eu pedi para sairmos.
Falamos de nos encontrarmos outro dia, ele então levou-me pra casa e ficamos de marcar um novo encontro, vou falar a verdade, eu fiquei um bom tempo sem entrar no bate papo e não liguei, fiquei um pouco frustrado com a dor, mas as fotos, os vídeos e os contos iam me trazendo o tesão novamente, tomei coragem e falei com ele sobre nos vermos novamente, Alberto com todo respeito, disse que agora seria diferente, que iria preparar o meu cú com mais carinho, esse papo só aumentava ainda mais o desejo de vê-lo introduzindo seu caralho no meu rabo, cada palavra, o som da sua voz, já me deixava com tesão. Marcamos dele me pegar no trabalho e fomos para sua casa, seus pais estavam assistindo TV na sala e a senhora que ajudava na casa estava na cozinha, tomamos um copo dágua e fomos para seu quarto, pedi para tomar um banho, se não fosse incômodo, pois queria estar cheiroso para ele, estava no box tomando banho quando o Alberto vem e entra no chuveiro comigo, ficamos nos alisando e eu passava sabonete em seu corpo e ele no meu, eu lavava seu caralho com carinho e ele alisando meu cú, colocando um dedo no meu rabo, ele é um maestro em relação a cú, tentou colocar dois dedos mais deu uma dorzinha, então ele ficou só com um dedo até meu anel ficar bem acostumado, ajoelhei e fiz um boquete delicioso em seu caralho, com a água do chuveiro sobre nós, mamei a ponto dele dizer que iria gozar, mas não quis gozar na minha boca, e fomos para a cama tentar a nossa primeira trepada, com muito gel e leveza, ele deitou sobre mim e deixou seu caralho ficar deslizando no meu rego, isso foi liberando um sentimento gostoso, de enfrentar a dor para sentir o tesão desse caralho entrando no meu cu, Alberto pediu para eu dar uma empinada no quadril e assim que fiz, seu pau achou minha entrada, ele ficou parado e pediu para eu forçar minha bunda de encontro o seu pau, a cabeçona vermelha tentou abrir caminho, mas veio a dor, então ele pediu para eu ficar parado, e ele ficou imóvel com a cabeça enterrada no meu rabo, pediu para eu relaxar e aos poucos deixou seu corpo cair sobre mim, entro mais um cadinho, e eu travei o cu, ele parou e disse para eu relaxar, eu brinquei, como vou relaxar com um caralho duro no rabo, nós rimos e com a risada, seu pau entrou mais um pouco, pedi para ele parar, e então fiquei contraindo o anus, ele então anunciou o gozo, tentou tirar um pouco o pau e colocou um pouco mais fundo, a dor veio mas junto veio seu leite tbm. Ele gozou e eu gozei sem colocar a mão no meu pau.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Nosso primeiro encontro

Codigo do conto:
260676

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
28/04/2026

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