Era a Rita, a minha companheira. Acabara de me enviar uma foto tinha sido tirada na casa de banho do escritório dela.
Estava de blusa aberta, o sutiã puxado para baixo, as suas lindas mamas à mostra. Os mamilos rosados e duros. O texto: “Estou a pensar em ti.”
Sorri e senti o meu pau a inchar. Respondi com um simples “Fazes muito bem. Continua.”
Enviou nova foto. Segurava uma das mamas com uma mão, apertando-a. E a fatal pergunta: “És capaz de te masturbar no teu gabinete para mim?”.
Quase instantaneamente enviou a foto que vos mostro, com os seus lindos seios totalmente expostos.
O caralho já me apertava as calças. Desapertei o cinto, abri o fecho e tirei o caralho para fora. Estava duro, latejante. Ouvia os meus colegas nas salas à volta. Habitualmente não abriam a porta sem avisar. Arrisquei. Comecei a bater uma punheta devagar enquanto olhava para aquelas mamas perfeitas, imaginando-as na minha boca.
Como não respondi chegou um vídeo de insistência dela. Ainda na WC, pousou o telemóvel e enquanto apertava as duas mamas dizia baixinho: “Bate uma punheta para mim, Pedro. Quero que te venhas para mim… mas tem cuidado para não te apanharem.”
Acelerei o movimento. O som da mão no pau enchia o gabinete. Alguém passou no corredor a falar alto. Parei de repente, o caralho a pulsar na mão, o coração quase a sair do peito.
Ela mandou mais uma foto, desta vez uma selfie em que também mostrava a sua coninha rosadinha. De saia subida e com dois dedos a abrir os lábios molhados. “Vem-te para mim. Rápido."
Não aguentei mais. Bati a punheta com força, o punho cerrado, os olhos fixos nas fotos. A esporra subiu rápido.
Vim-me com força, num silêncio difícil de conter. O meu caralho pulsou várias vezes, jorrando esperma quente e grosso para o chão, graças a um reflexo que me fez levantar para evitar sujar a roupa. Cai na cadeira e fiquei ali uns segundos, a tremer.
Limpei-me à pressa e enviei-lhe uma foto do jato de esporra no chão do meu gabinete.
Rapidamente ela respondeu com um última foto tirada na secretária dela, no gabinete que ela partilhava com uma colega, que naquele momento saira. Com a blusa meio desabotoada, ela sorria com ar de quem acabou de fazer uma travessura. O texto: “Assim que chegar a casa vou secar o esperma que resta nos teus tomates, com um magnífico broche. Bom trabalho, meu amor.”
Sorri enquanto ligava o computador, depois ajeitar a roupa. E naquele momento uma colega bate à porta e entra subitamente. Recomposto aceitei o seu convite para ir tomar um café, levantei-me e imaginei o que aconteceria se o convite tivesse sido feito uns minutos antes.
